segunda-feira, 29 de junho de 2026

LUTO Grazielle Machado morreu de choque anafilático, aponta laudo médico

 

                                              Arquvo Alems



Um laudo médico divulgado nesta segunda-feira, dia 29, aponta que a morte da ex-deputada estadual Grazielle Machado foi causada por choque anafilático.


Segundo o Campo Grande News, o relato é de que ela teria começado a ficar vermelha e com coceira pelo corpo após comer camarão na quarta-feira, dia 23, na véspera do jogo da Seleção Brasileira contra a Escócia. 


Grazielle foi levada ao Hospital Cassems, mas morreu 24h depois de uma infecção generalizada.


A constatação reforça a versão do marido dela e derruba a suspeita de infecção por salmonela.


O choque anafilático é a forma mais grave de uma reação alérgica, pode ser rápida e fatal. As causas mais comuns são alimentos, medicamentos, picadas de insetos, entre outros, conforme dados da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia) descritos pelo Campo Grande News.


Nascida em 12 de dezembro de 1980, em Campo Grande, Grazielle morreu aos 45 anos. Ela era filha do deputado estadual Londres Machado (PP), líder do governo na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) e de Ilda Salgado Machado, ex-prefeita de Fátima do Sul.


Grazielle se envolveu na política ainda jovem, coordenando campanhas vitoriosas do pai.


Em 2004 foi eleita vereadora na Capital, conquistando 6.273 votos, a mais votada da sua coligação. Em 2008 conquistou vaga para o segundo mandato e novamente eleita em 2012.


Sua entrada na Assembleia Legislativa ocorreu em 2014, como a mulher mais votada na história do Estado nessa época, com 39.374 votos.


Durante a legislatura, ela ocupou a segunda vice-presidência da Mesa Diretora por duas gestões durante a 10ª Legislatura.


Também foi presidente por dois anos da Comissão de Acompanhamento da Execução Orçamentária e membro das comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e Combate à Violência Doméstica e Familiar, a de Assistência Social e Seguridade Social e ainda a Comissão de Desenvolvimento Agrário, Assuntos Indígenas e Quilombolas.

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