sábado, 4 de julho de 2026

Santullo representa senadora Tereza Cristina em entrega de investimentos para Nova Andradina.

 





Em Nova Andradina Marco Santullo representando a senadora Tereza Cristina, ao lado do prefeito Dr. Leandro Fedossi, do presidente da Câmara, professor Fábio Zanata, vereadores e vereadoras, secretários e secretarias e lideranças locais, em mais uma importante entrega de investimentos para o município.


Foram entregues 7 novos veículos que passam a integrar a frota da Saúde, garantindo mais conforto, segurança e qualidade no transporte de pacientes, especialmente aqueles que realizam tratamento de hemodiálise. A aquisição foi viabilizada por meio de emenda parlamentar da senadora Tereza Cristina no valor de R$ 600 mil, somada à contrapartida da Prefeitura, totalizando um investimento de R$ 1,12 milhão.


Também foi entregue um novo caminhão basculante para a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, fortalecendo os trabalhos de infraestrutura, manutenção de estradas rurais e serviços urbanos.


Parcerias que geram resultados concretos, fortalecem os municípios e melhoram a qualidade de vida da população. Parabéns ao prefeito Dr. Leandro Fedossi e toda sua equipe pelo trabalho realizado em Nova Andradina.




                                               Reprodução

Canetas emagrecedoras do Paraguai têm princípio ativo equivalente ao do Mounjaro, mostra análise da Unicamp

 

                                            - Rubens Cavallari/Folhapress

  • Estudo feito a pedido da Folha avaliou amostras de Tirzedral, TG, Lipoless, Tirzec e Gluconex; análise verificou concentração e estrutura molecular, mas não pureza, eficácia e segurança

  • Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, diz que ter a mesma substância não significa que produtos sejam iguais



Canetas emagrecedoras fabricadas no Paraguai e vendidas como versões de tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) contêm, de fato, a substância, aponta uma análise independente feita por pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) a pedido da Folha. As amostras analisadas também não estavam misturadas com semaglutida (princípio ativo do Ozempic e do Wegovy).


O estudo analisou a presença, concentração e a estrutura molecular do princípio ativo das amostras dos medicamentos Tirzedral, TG, Lipoless, Tirzec e Gluconex, produzidas pelos laboratórios paraguaios Catedral, Indufar, Eticos, Quimfa e Lasca, respectivamente.


A análise, porém, não avaliou a presença de impurezas e contaminantes, nem a eficácia e segurança dos medicamentos.


Todas as canetas paraguaias têm registros válidos na Dinavisa, autoridade sanitária do Paraguai, mas não junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, portanto, são proibidas no Brasil.


A Anvisa afirma que a análise de laboratórios qualificados é valiosa, mas que existe um risco considerável de falsos positivos (aprovações de produtos que não estão de acordo com critérios de qualidade) e falsos negativos (reprovações de produtos que estão de acordo com os critérios de qualidade).


Entenda os principais pontos da análise


Os medicamentos foram adquiridos pela reportagem entre os dias 13 e 15 de maio por meio de vendedores que anunciam no TikTok, no Instagram e no WhatsApp. As amostras paraguaias foram encaminhadas para o CIATox (Centro de Informação e Assistência Toxicológica) da Unicamp em 1º de junho, junto com amostras de Mounjaro, para referência de tirzepatida, e de Ozempic, para verificar se havia mistura de semaglutida.


As canetas compradas pela Folha para a reportagem ficaram em posse do laboratório de análise para posterior descarte.


A Eli Lilly, que detém a patente do Mounjaro no Brasil, afirma, em nota, que encontrar o mesmo princípio ativo nos produtos paraguaios não prova que sejam seguros, eficazes ou equivalentes ao Mounjaro.


"Identificar um componente nada diz sobre como o medicamento foi produzido, sobre sua pureza ou sobre como o organismo reage a ele. Confirmar que um produto é seguro e eficaz exige conhecimento técnico especializado, equipamentos de precisão e controles que uma análise pontual não substitui. Sem eles, não se pode descartar os riscos reais desses produtos", diz a farmacêutica.


Canetas paraguaias são vendidas ilegalmente nas redes sociais

A reportagem mapeou fornecedores que atuam no TikTok, Instagram e WhatsApp. Nos perfis, os vendedores divulgam fotos e vídeos dos produtos e orientam os interessados a continuar a negociação por mensagens privadas ou pelo WhatsApp.


Procuradas pela reportagem, as plataformas afirmaram que esse tipo de conteúdo viola suas políticas. A Meta, responsável por Instagram e WhatsApp, diz que suas regras proíbem tentativas de compra ou venda de determinados produtos e serviços, incluindo medicamentos e produtos farmacêuticos, e que remove esse tipo de conteúdo quando identifica violações.


O TikTok disse que suas Diretrizes da Comunidade proíbem "comercializar, fazer marketing ou fornecer acesso a produtos com potencial para uso indevido na perda de peso ou ganho de massa muscular, que podem apresentar sérios riscos à saúde".


Segundo o advogado criminalista Caio Ferraris, sócio da FVF Advogados, quando os produtos não possuem registro na Anvisa e têm sua importação e comercialização proibidas pela agência, quem os traz do exterior para o Brasil pode responder pelo crime de contrabando, cuja pena é de dois a cinco anos de prisão.


Já quem revende esses medicamentos no Brasil também pode responder por crime contra a saúde pública, além de contrabando. "Quem compra esses medicamentos no mercado paralelo também não está livre de responsabilização. A aquisição de produtos pode caracterizar crime de receptação, punido com pena de dois a seis anos de prisão", diz Ferraris.


Quem compra esses medicamentos no mercado paralelo também não está livre de responsabilização. A aquisição de produtos pode caracterizar crime de receptação, punido com pena de dois a seis anos de prisão


Caio Ferraris

advogado criminalista


Como foi feita a compra pela reportagem?

A Folha comprou os medicamentos por meio de redes sociais para enviar para o laboratório.


Foram adquiridas quatro ampolas de Lipoless 15mg, por R$ 935; quatro ampolas de TG 15mg, por R$ 1.295; quatro ampolas de Gluconex 15mg, por R$ 1.050; uma ampola de Tirzec 15mg, por R$ 900, e quatro ampolas de Tirzedral 15mg por R$ 850, de quatro fornecedores diferentes.


Como referência para a comparação laboratorial, a reportagem também adquiriu, na Drogaria São Paulo, uma caneta de Mounjaro 2,5mg, por R$ 1.422,52, e uma de Ozempic 1,34mg, por R$ 975. Para a compra de ambos medicamentos, a reportagem apresentou uma receita emitida por um médico que concordou em colaborar com a análise.


Uma caixa de Mounjaro contendo quatro canetas de 15mg —quantidade equivalente às amostras paraguaias analisadas— custa cerca de R$ 3.499. Como o método laboratorial envolve a diluição das amostras, não foi necessário utilizar um medicamento de referência na mesma dosagem.


Como foi feita a análise?

O objetivo da análise foi identificar a presença ou não de tirzepatida nas canetas paraguaias adquiridas, além de verificar se havia mistura com outras substâncias. Para isso, os pesquisadores usaram três técnicas laboratoriais complementares.


A primeira delas foi a cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC-DAD), usada para separar, identificar e quantificar os componentes de uma amostra. Em seguida, foi realizada uma espectrometria de massas de alta resolução (LC-HRMS), que mede a massa molecular das substâncias. Por fim, os pesquisadores utilizaram a técnica de dicroísmo circular (DC), que avalia a estrutura tridimensional das proteínas e dos peptídeos presentes.


"Se essa estrutura não estiver preservada, o efeito do medicamento não acontece. Pequenas alterações podem ocorrer, por exemplo, se ele for armazenado em temperatura inadequada ou exposto a condições de pH ou de composição da solução diferentes das recomendadas", explica José Luiz da Costa, professor de toxicologia da Unicamp e coordenador executivo do CIATox.


A convergência dos resultados obtidos pelas três metodologias levou os pesquisadores a concluir que todas as amostras analisadas continham princípio ativo equivalente à tirzepatida e apresentavam identidade molecular compatível com a encontrada no Mounjaro.


Mais de 6 toneladas de maconha são encontradas em carga de soja em MS

 

                                              PRF apreendeu mais de 6 toneladas de maconha em MS. (Foto: PRF)



O motorista do caminhão, segundo reportagem do portal G1MS, foi preso em flagrante por tráfico de drogas.


De acordo com a PRF, a equipe realizava fiscalização de rotina na rodovia quando abordou um caminhão-trator acoplado a um semirreboque carregado com soja.


Durante a conferência da documentação, os policiais perceberam contradições nas informações fornecidas pelo condutor sobre o tempo decorrido desde o carregamento da carga, o que levantou suspeitas.


Diante das inconsistências, os agentes aprofundaram a inspeção no veículo. Questionado, o motorista admitiu que transportava uma grande quantidade de maconha escondida sob a carga de soja no semirreboque.


Ainda conforme a PRF, o homem relatou que a droga foi carregada em Ponta Porã, município localizado na região de fronteira com o Paraguai, e tinha como destino a cidade de Maringá (PR). A corporação não informou qual seria o valor estimado da carga apreendida nem se outras pessoas são investigadas pelo transporte do entorpecente.


Após a retirada da carga de soja, os policiais localizaram diversos fardos de maconha distribuídos no compartimento do semirreboque. Ao todo, foram apreendidas 6,1 toneladas da droga.


O motorista recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico de drogas e foi encaminhado à delegacia da PF (Polícia Federal), onde foram realizados os procedimentos de polícia judiciária. O caminhão, o semirreboque, a carga de maconha e os demais materiais relacionados à ocorrência também foram encaminhados para as providências cabíveis.

Agetran divulga rotas alternativas para a Maratona do fim de semana

 



A realização da quinta edição da Maratona de Campo Grande provocará a interdição parcial de ruas e avenidas de Campo Grande neste fim de semana, no sábado (4) das 5h às 7h, especialmente na região da Av. Ricardo Brandão, e no domingo (5) das 4h às 11h, em vários pontos da cidade. As vias serão imediatamente abertas após a passagem do último participante, o que pode ocorrer antes do horário previsto. A logística do evento envolve o apoio da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS), da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e do Corpo de Bombeiros Militar.


No sábado, será realizada a prova de 5 km, com largada às 6h, no Comper Itanhangá. No domingo, saindo da Av. Dr. Fadel Tajher Iunes e chegando no Comper, às 5h largam as provas de 21 km e 42 km, e às 5h30 os 10 km e também a milha, exclusiva para competidores da etapa do Campeonato Brasileiro de Atletismo. Segundo a organizadora da prova, Kassilene Cardadeiro, serão 400 pessoas mobilizadas como staffs do evento, em conjunto com 26 equipes dos órgãos parceiros, somando mais de 450 pessoas trabalhando para coordenar as interdições e garantir a segurança do evento. “Nossa preocupação é impactar o menos possível a população, sabemos que grandes eventos trazem esse impacto do fechamento de vias, mas a gente está divulgando as rotas alternativas e queremos garantir segurança aos atletas e ordem no trânsito, para não travar a cidade”.


“A Agetran vai atuar na Maratona de Campo Grande de forma integrada com os outros órgãos de trânsito com o intuito de trazer segurança durante a prova e dar fluidez ao trânsito. Estaremos com nossas equipes operacionais nos pontos considerados mais críticos, junto aos staffs, dando orientação a todos que precisam chegar aos seus destinos e possibilitando a travessia quando for seguro. Esperamos que quem precisar sair de casa nesses horários se atente para as rotas alternativas e se programe com antecedência”, afirma Alexandre Pinho, gerente de fiscalização de trânsito da Agetran.


“O Detran vai auxiliar na interdição de vias e também garantindo segurança aos competidores, além da equipe de motociclistas que vão atuar como batedores dos atletas. Teremos equipes trabalhando previamente desde sexta-feira, antecipando as interdições e o reordenamento de fluxo necessário, tudo para tentar causar o menor transtorno possível para a população e fazer com que o evento aconteça de uma forma bem tranquila”, completa Marcelo de Almeida, agente de trânsito do Detran-MS.


Segundo o tenente-coronel Wellington Klimpel, a Polícia Militar de MS vai trabalhar com policiamento ostensivo na largada e chegada, bem como no apoio aos staffs em algumas interdições viárias. “Nós vamos estar fazendo a interdição de diversos pontos no percurso, visando garantir a fluidez do trânsito, a segurança dos motoristas e principalmente dos atletas que vão estar participando da prova”, finaliza o inspetor Alexandre Pedroso, subcomandante da GCM. Todas as informações sobre os percursos das provas estão disponíveis no site: https://maratonadecampogrande.com.br


ROTAS ALTERNATIVAS


Confira as rotas alternativas sugeridas pela Agetran e pela organização da Maratona de Campo Grande durante o período de interdições:


Vias alternativas para quem sai do Centro: Rua 15 de Novembro, Rua 7 de Setembro, Av. Ceará e Rua 13 de Maio.


Para quem vai sentido Centro: Av. Eduardo Elias Zahran, Av. Ceará, Rua Rui Barbosa.


Para quem sai do Chácara Cachoeira/Parque dos Poderes: Av. Ceará, Av. Afonso Pena, Av. Eduardo Elias Zahran.


Parque dos Poderes

Acesso livre ao Parque dos Poderes via Av. do Poeta e Av. Desembargador José Leão Neto. Alternativas para Av. Fadel Tajher Iunes: Av. Hiroshima e Av. Afonso Pena.


Av. Afonso Pena

Terá acesso livre com contrafluxo em uma das pistas. Alternativas: Rua Ceará, vias do Bairro Chácara Cachoeira e Parque dos Poderes.


Via Park (Rua Prof. Luís Alexandre de Oliveira)

Alternativa: Rua Antônio Maria Coelho.


Av. Ricardo Brandão

Alternativas: Av. Ceará, que estará 100% liberada, Rua Nova Era/Rua Ambrosina (corredor controlado para acesso a prédios e estacionamento), Joaquim Murtinho sentido bairro/Centro (corredor controlado).


Av. Fernando Corrêa da Costa

Alternativas: Av. Calógeras, Rua 13 de Maio e Rua Rui Barbosa (corredores).


Av. Fábio Zahran

Alternativa: Av. Ernesto Geisel sentido Centro/bairro.


Av. Ernesto Geisel

Alternativas para acessar o Centro (corredores controlados): Av. Calógeras, Rua 13 de Maio e Rua Rui Barbosa.


Alternativas para atravessar a Av. Ernesto Geisel: Av. Afonso Pena, Rua 26 de Agosto, Rua Dom Aquino, Rua Maracaju e Rua Antônio Maria Coelho (corredores controlados).


Av. Noroeste (Orla Morena)

Alternativas para atravessar a Av. Noroeste: Av. Júlio de Castilho e Rua Antônio Maria Coelho (corredores controlados).


Av. Duque de Caxias

Acesso ao aeroporto 100% garantido com contrafluxo na via sentido aeroporto > Centro (acesso vias Júlio de Castilho e Capibaribe).


Alternativas para atravessar a Duque de Caxias: Av. Presidente Vargas (corredor controlado) e Av. Murilo Rolim Júnior (em frente ao aeroporto).


Corredores de acesso


Para atravessar a Av. Fernando Corrêa da Costa e acessar o Centro da cidade: Rua Rui Barbosa, Rua 13 de Maio, Rua 14 de Julho, Av. Ernesto Geisel.

Para Rua Ricardo Brandão e Chácara Cachoeira: Av. Ceará, Rua Jeribá/Av. Arquiteto Rubens Gil de Camilo.

Corredores com passagem controlada: Rua Dona Ambrosina e Rua José Antônio.

O acesso ao Comper Itanhangá (arena da prova) será via Rua Joaquim Murtinho > Rua Hiltrudes Fantini Pereira (antiga Rua Itaquiraí) (acesso lateral).

A Rua Joaquim Murtinho vai permitir somente acesso local, considerando que o cruzamento com a Av. Ricardo Brandão e o acesso à Rua Bahia estarão interditados.

ACESSO HOSPITAIS


Hospital da Unimed e Cassems: Acesso pela Av. Mato Grosso e pela Rua Antônio Maria Coelho (acesso local).

Santa Casa e Hospital do Coração: Travessia pela Rui Barbosa, Rua Bahia e Rua 14 de Julho.

Hospital do Exército: Acesso local pela Av. Duque de Caxias.

ESTACIONAMENTOS NA ÁREA DA PROVA


Comper Itanhangá: acesso pela Rua Joaquim Murtinho > Rua Hiltrudes Fantini Pereira (antiga Rua Itaquiraí).

Universidade Anhanguera: acesso pela Rua Ceará sentido Centro/bairro. Saída pedestre pela Rua Nova Era, próxima ao evento.

AVISO: Em alguns aplicativos, a Av. Dr. Fadel Tajher Iunes, local de largada da prova no domingo, aparece com o nome de Avenida Desembargador Rui Garcia Dias. Informamos que se trata de um erro e que, segundo a Agetran, o nome da via não passou por alteração recente.

Trânsito no sábado: veja vias fechadas em Campo Grande

 




 A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) estruturou um esquema de interdições para assegurar a segurança viária durante a realização de eventos comunitários e desportivos. A intervenção de maior envergadura concentra-se na montagem da Arena da Maratona de Campo Grande. 


Os bloqueios para o evento desportivo começam logo de madrugada, a partir das 4h. As equipes de trânsito isolarão a Avenida Ricardo Brandão, a Rua Pestalozzi e a Rua Pedro Celestino nas imediações do Comper Itanhangá. 


Além da atividade desportiva, o sábado regista uma extensa agenda cultural descentralizada. Diversos bairros residenciais encerrarão vias secundárias para a realização de tradicionais festas julinas e encontros comunitários. 


A autarquia municipal orienta os condutores a redobrarem a atenção aos desvios e à sinalização provisória. O planeamento antecipado das rotas evita retenções e facilita o fluxo entre as regiões da cidade. 


Interdições deste sábado (4 de julho) 


Evento Desportivo 


Arena Maratona (A partir das 4h): Avenida Ricardo Brandão, Rua Pestalozzi e Rua Pedro Celestino.

Rotas alternativas sugeridas englobam a Avenida Rubens Gil de Camilo, Rua Jeribá, Rua Ceará, Avenida Eduardo Elias Zahran, Rua Rodolfo José Pinho, Rua Rui Barbosa e Rua 15 de Novembro. 

Eventos Comunitários e Festas Julinas 


Rua Cândida Lima de Barros (Integral): Entre as ruas Cel. Salustiano Lima e Av. Rouxinol. 

Rua Barão de Limeira, 1683 (07h às 23h59): Entre as ruas Bernardo Guimarães e Pedro Lopes de Souza.

Rua Quarenta e Oito (10h às 23h59): Entre as ruas Vinte e Seis e Quarenta e Nove. 

Rua Hanna Anache, 1027 (13h às 23h59): Entre as ruas Pé de Cedro e dos Meninos. 

Rua Geraldo Agostinho Ramos (14h às 20h): Entre a Rua Planalto e a Travessa Golfo Pérsico. 

Rua Foz do Iguaçu (14h às 23h): Entre as ruas Punta Arena e Caracas. 

Rua Willian Maksoud (15h às 23h59): Entre as ruas Geraldo Lima de Moraes e Diva Lemos. 

Rua São Manoel (16h às 23h59): Entre as ruas São Cristóvão e Santo Inácio. 

Rua Topógrafos (16h30 às 22h): Entre as ruas Ibira e Paulo Ubiratan. 

Rua Vila Lobos (17h às 23h): Entre as ruas dos Arquitetos e da Pátria. 

Rua Pérolas com Topázio (A partir das 17h): Cruzamento e extensões nas avenidas Capibaribe e Murilo Rolim. 

Rua Loiola (18h às 23h59): Entre as ruas João Cassimiro e Marrei Junior. 

Rua Pitangui (18h às 23h59): Entre as ruas Gravatá e Palmares.

Milho fecha semana em alta em Chicago

 

                                            Foto: Divulgação 


As cotações do milho na Bolsa de Chicago encerraram a semana em recuperação após a divulgação dos relatórios de plantio e estoques trimestrais dos Estados Unidos. Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 26 de junho a 2 de julho e publicada nesta quinta-feira (2), o mercado voltou a ganhar força depois de atingir o menor patamar dos últimos meses.



Na segunda-feira (29), o contrato de primeira posição chegou a ser negociado a US$ 4,02 por bushel, refletindo a expectativa dos investidores em relação aos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Após a divulgação dos números, as cotações reagiram e fecharam a quinta-feira (2) em US$ 4,25 por bushel, acima dos US$ 4,14 registrados na semana anterior.


Apesar da recuperação, o balanço mensal permaneceu negativo. A média de junho ficou em US$ 4,17 por bushel, retração de 9,5% em relação à média de maio. No mesmo período de 2025, o valor médio havia sido de US$ 4,30 por bushel.


Os dados do USDA mostraram redução de 3% na área destinada ao milho nos Estados Unidos em comparação com a safra anterior. A estimativa ficou em 38,57 milhões de hectares, praticamente em linha com a projeção divulgada em março e ligeiramente acima da expectativa média do mercado, de 38,44 milhões de hectares. No ciclo anterior, a área cultivada havia alcançado 39,98 milhões de hectares.


O relatório também apontou estoques trimestrais de 134 milhões de toneladas em 1º de junho, volume inferior à expectativa dos analistas, que projetavam 137,37 milhões de toneladas. Em março, os estoques eram estimados em 229,22 milhões de toneladas, enquanto no mesmo período do ano passado somavam 117,94 milhões de toneladas.


Em relação ao desenvolvimento das lavouras, o USDA informou que 67% das áreas de milho estavam em condições boas ou excelentes até 28 de junho, uma redução de um ponto percentual em relação à semana anterior. Outros 8% dos cultivos foram classificados como ruins ou muito ruins.


A Ceema destaca que a cultura entra agora na fase de pendoamento, considerada decisiva para a definição do potencial produtivo e altamente dependente das condições climáticas. Até o fim de junho, 9% das lavouras norte-americanas já haviam atingido esse estágio, índice superior à média histórica de 6% para o período.

Brasil embarca 72,8 milhões de toneladas de soja

 

                                            Foto: Pixabay 

Exportações de soja crescem 7% no semestre

O mercado brasileiro da soja registrou melhora nos preços durante a última semana, impulsionado pela valorização do dólar, que chegou a R$ 5,20, e pelo avanço dos prêmios de exportação. A avaliação consta na análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 26 de junho a 2 de julho, divulgada nesta quinta-feira (2).



De acordo com a Ceema, os prêmios de exportação também apresentaram recuperação. Em Paranaguá, os valores oscilaram entre US$ 1,00 e US$ 1,45 por bushel para os embarques previstos entre julho e outubro deste ano. Com esse cenário, as principais praças do Rio Grande do Sul registraram cotações de R$ 118,00 por saca, enquanto nas demais regiões produtoras do país os preços variaram entre R$ 109,00 e R$ 117,00 por saca.


Ao mesmo tempo, a oferta elevada da safra recorde brasileira começa a refletir no mercado interno de derivados. Segundo a análise, um estudo da Associação Paulista de Supermercados, elaborado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apontou queda nos preços dos óleos vegetais em maio. O segmento acumula deflação de 6,05% em 2026, com destaque para o óleo de soja, que ficou 1,28% mais barato no mês e soma redução de 10,2% no ano.


No comércio exterior, a Ceema estima que o Brasil tenha exportado 14,05 milhões de toneladas de soja em junho, volume um milhão de toneladas inferior à projeção divulgada na semana anterior. Apesar da revisão, os embarques acumulados no primeiro semestre devem alcançar 72,8 milhões de toneladas, resultado 7% superior ao registrado no mesmo período de 2025.


A entidade projeta exportações totais de 110 milhões de toneladas de soja ao longo de 2026. Para atingir esse volume, será necessário embarcar, em média, 6,2 milhões de toneladas por mês durante o segundo semestre.


As exportações de farelo de soja também seguem em ritmo elevado. Conforme a análise, os embarques de junho devem ter alcançado 2,4 milhões de toneladas, elevando o acumulado do primeiro semestre para 12,9 milhões de toneladas. Em todo o ano de 2025, o Brasil exportou 23 milhões de toneladas do produto. Para superar esse volume em 2026, será necessário exportar pouco mais de 1,68 milhão de toneladas mensais até o fim do ano, conforme estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).


A Ceema também destacou uma nova estimativa privada para a produção nacional de soja. Segundo a consultoria StoneX, a última safra brasileira deve atingir 182,1 milhões de toneladas, volume superior à projeção de 180,2 milhões de toneladas apresentada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em seu boletim de junho.