sexta-feira, 13 de março de 2026

AMAMBAI Homem que decapitou jovem e escondeu corpo é condenado a mais de 30 anos de prisão

 

                                               Foto: PCMS -arquivo/Divulgção



Homem acusado pela morte de José Areve Martins, na época com 28 anos, foi condenado pela Justiça a 32 anos e 8 meses de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores, já que um adolescente estava envolvido na ação. O julgamento aconteceu nesta semana, no Tribunal do Júri de Amambai, com duração de aproximadamente 5h. 


O crime ocorreu em abril de 2024 na Aldeia Amambai, gerando forte comoção da sociedade. 


Na sentença, além do período de prisão em regime fechado, o juiz Renan da Silva Pinto também determinou o pagamento de 20 salários-mínimos a título de indenização mínima aos familiares da vítima.


Segundo a denúncia apresentada pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o réu matou o rapaz utilizando um machadinho, participando logo em seguida da decapitação e esquartejamento do corpo. Partes da vítima foram lançadas em um córrego na comunidade indígena.


Durante o julgamento, o Promotor de Justiça André Luiz de Godoy Marques sustentou a responsabilização integral do réu pelos três crimes. Os jurados acolheram a tese do MPMS e reconheceram todas as qualificadoras do homicídio: motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.


"Uma mulher, também denunciada por participação nos fatos, foi absolvida pelo júri quanto ao homicídio e à corrupção de menores, após o MPMS pedir sua absolvição nesses pontos. Contudo, ela foi responsabilizada pela ocultação de cadáver, mas recebeu alvará de soltura imediatamente após a leitura da sentença, já que a pena não justificou a manutenção da prisão", diz em nota o MPMS.


A mulher em questão possuía 27 anos na época, era ex do homem condenado e matinha um relacionamento recente com a vítima.

Russell será pole position na corrida sprint no GP da China

 

                                            George Russell na classificação sprint para o GP da China. (Foto: Andy Wong/Reuters)



A primeira corrida curta de 2026, no GP da China, terá George Russell como pole position. O piloto registrou 1m31s520 em sua melhor volta na classificação sprint no Circuito de Xangai, na madrugada desta sexta-feira. Andrea Kimi Antonelli completa a dobradinha da Mercedes e Lando Norris largará em terceiro.


Gabriel Bortoleto foi eliminado na segunda parte da sessão e vai largar em 14º na disputa prevista para este sábado.


A largada oficial da corrida sprint do GP da China é ainda nesta sexta-feira, a partir das 23h. No sábado, às 3h45, o sportv3 transmite a classificação para a prova de domingo; o GP da China será transmitido ao vivo pelo sportv 3, a partir de 3h30 na madrugada de sábado para domingo. Após a cerimônia do Oscar, ainda no domingo à noite, a TV Globo exibe o compacto da prova.


Bortoleto não teve ritmo no segmento de abertura; precisou se contentar com um 13º lugar que foi suficiente para o assegurar no SQ2. Na etapa intermediária, porém, o brasileiro fez a 12ª volta em sua primeira tentativa e acabou na zona de eliminação provisória. Por fim, ficou com o 14º tempo, não avançando ao SQ3. Após a sessão, o jovem revelou que tem tido problemas com o carro na etapa da China.



Essa é a primeira pole position de Russell em corridas curtas. O inglês vem de uma pole com vitória no GP da Austrália, na última semana - ele pode ganhar de oito a um pontos na prova sprint deste sábado, a depender de seu resultado na disputa.


Repetindo o desempenho do treino livre, a Mercedes sobrou na pista, com Russell puxando a fila seguido por Antonelli. Assim como na sessão que antecedeu a classificatória, a Ferrari também apareceu com bom ritmo - insuficiente para bater de frente com a rival alemã, mas bastante para colocá-la perto da adversária e superar a McLaren, terceira força da disputa desta sexta-feira.

Já no fundo do grid, largam as equipes que já têm registrado muitos problemas mesmo na pré-temporada - incluindo a Williams, a Aston Martin e a estreante Cadillac, que não participou com Sergio Pérez devido a um problema no sistema de combustível do carro do mexicano.


Resultado e grid de largada


George Russell (Mercedes) - 1m31s520

Kimi Antonelli (Mercedes) +0s289

Lando Norris (McLaren) +0s621

Lewis Hamilton (Ferrari) +0s641

Oscar Piastri (McLaren) +0s704

Charles Leclerc (Ferrari) +1s008

Pierre Gasly (Alpine) +1s368

Max Verstappen (Red Bull) +1s734

Oliver Bearman (Haas) +1s889

Isack Hadjar (Red Bull) +2s203

Nico Hulkenberg (Audi) - SQ2

Esteban Ocon (Haas) - SQ2

Liam Lawson (Racing Bulls) - SQ2

Gabriel Bortoleto (Audi) - SQ2

Arvid Lindblad (Racing Bulls) - SQ2

Franco Colapinto (Alpine) - SQ2

Carlos Sainz (Williams) - SQ1

Alexander Albon (Williams) - SQ1

Fernando Alonso (Aston Martin) - SQ1

Lance Stroll (Aston Martin) - SQ1

Valtteri Bottas (Cadillac) - SQ1

Sergio Pérez (Cadillac) - SQ1


(As informações são do ge)

Doença renal avança no país e expõe gargalos de acesso à diagnóstico precoce e à diálise

 

                                            Pacientes passam por sessão de hemodiálise em clínica habilitada pelo SUS - Mario Augusto Rufini/SMS

  • Estudo divulgado no Dia Mundial do Rim mostra alta de 9,2% de pacientes e longos deslocamentos para tratamento

  • Diabetes lidera causas de insuficiência renal, seguido da hipertensão, o que revela falhas no controle pela atenção primária



Em um ano, o número de brasileiros com doença renal crônica em tratamento por diálise cresceu 9,2%, com a diabetes sendo principal causa que leva pacientes à terapia renal no país, responsável por um terço dos casos.


Os dados fazem parte de levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pela ABCDT (Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante) por ocasião do Dia Mundial do Rim. O estudo integra o novo Observatório Nacional de Dados da Diálise, plataforma criada para reunir informações sobre perfil dos pacientes, oferta de serviços e acesso ao tratamento no país.


Em dezembro de 2025, um total de 170.868 brasileiros faziam diálise regularmente, contra 156.473 do ano anterior, segundo a entidade. Ao mesmo tempo, a ABCDT estima que o número de pessoas que precisariam do tratamento seja de 230 mil, ou seja, mais de 60 mil pacientes estariam sem acesso à terapia.


Para o médico nefrologista e intensivista André Pimentel, diretor técnico da ABCDT, o cenário reflete tanto o diagnóstico tardio da doença quanto dificuldades de acesso à assistência especializada. "O paciente continua entrando por uma porta que não é a ideal, que são as urgências e emergências", diz.


A doença renal crônica costuma evoluir de forma silenciosa, especialmente quando associada à hipertensão arterial ou à diabetes. "A diabetes se manifesta de forma mais evidente e acaba sendo diagnosticada com mais frequência. Já a hipertensão é mais silenciosa, o que pode atrasar a identificação da doença", afirma.


Além da diabetes (33,8%), a hipertensão arterial aparece como a segunda principal causa da doença renal crônica, responsável por 26,5% dos casos. Doenças primárias dos rins, como glomerulonefrites, representam 11,5%, enquanto complicações renais secundárias respondem por 5,9%.



Segundo Pimentel, um grande desafio é o diagnóstico tardio da doença renal. Muitos pacientes descobrem o problema apenas em estágios avançados, quando a diálise já se torna inevitável.


Para ele, ampliar o rastreamento entre grupos de risco, como diabéticos, hipertensos e idosos, na atenção primária é uma das principais estratégias para reduzir o avanço da doença.


"Com diagnóstico precoce e uso das medicações adequadas, é possível retardar a progressão da doença e adiar a necessidade de diálise", afirma Pimentel. Segundo ele, medidas de proteção renal podem prolongar por anos o tempo até que o paciente precise iniciar o tratamento.


De acordo com o médico Fabiano Guimarães, presidente da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade), a questão é multifatorial e vai desde a dificuldade de acesso à atenção primária até a falta de capacitação de profissionais que estão fazendo o atendimento e o controle dessas doenças.


Do ponto de vista do paciente, explica, ainda há menosprezo em relação ao cuidado da diabetes e, mais ainda, da hipertensão. "As pessoas têm dificuldade de entender que são doenças crônicas, que podem evoluir mal, que envolvem mudanças de hábitos, restrição dietética, atividades físicas", diz ele.


Segundo Guimarães, muitos diagnósticos de diabetes e hipertensão são tardios, o que aumenta as chances da doença renal crônica. "Alguns pacientes vão evoluir para isso, mas, com o controle correto, dá para retardar e, quando for necessário, fazer da forma correta. Boa parte dos diagnósticos da doença renal é com o sujeito já com toxina no sangue e precisando de hemodiálise na urgência."


A professora da rede pública Adriana Batista de Lima da Cunha, 52, que mora em Senhora dos Remédios, em Pernambuco, convive com o diabetes há cerca de oito anos. Em julho de 2025, passou mal e, após realizar exames e consulta com nefrologista, soube que seus rins estavam comprometidos e seria necessário tratamento com hemodiálise.



Apesar de realizar exames laboratoriais ao longo dos anos, Adriana não fazia um acompanhamento regular da função renal porque não houve solicitação médica. "Senti muita tristeza. Ninguém quer ficar preso a um tratamento como esse, ainda mais sabendo que a cura só vem com o transplante renal."


Guimarães diz que há oferta no SUS dos exames que avaliam a função renal, mas que às vezes há entraves. "Ainda se pede muitos exames desnecessários e isso acaba criando gargalos para exames que precisam de fato."


O levantamento também evidencia forte desigualdade regional na distribuição dos serviços. O país tem 898 centros de diálise em atividade, mas concentrados principalmente nas regiões mais desenvolvidas.


O Sudeste responde por 47,7% dos pacientes em tratamento, enquanto a região Norte concentra apenas 5% dos atendimentos. A diferença se torna ainda mais evidente quando comparada à distribuição populacional: o Sudeste abriga cerca de 41,8% dos brasileiros, enquanto o Norte reúne 8,5%


Para muitos pacientes que vivem em regiões com menor oferta de serviços, a alternativa é enfrentar longos deslocamentos várias vezes por semana. Segundo a entidade, há casos em que pessoas percorrem até 300 quilômetros para realizar o tratamento.


A diálise geralmente é feita três vezes por semana, em sessões que duram cerca de quatro horas. Percursos longos aumentam o desgaste físico e dificultam a adesão à terapia, especialmente entre idosos e pacientes com outras doenças.


Mesmo em grandes centros, o acesso pode ser difícil. Pimentel relata que, em alguns casos, pacientes permanecem internados no hospital aguardando vaga em uma clínica de diálise próxima de casa.


"Às vezes o paciente recebe alta hospitalar, mas não há vaga no serviço de diálise perto de onde mora. Ele acaba ficando internado apenas aguardando essa disponibilidade", afirma.


Apesar de o atendimento ser majoritariamente público, a rede de diálise é operada em grande parte por prestadores privados contratados pelo sistema público. O Sistema Único de Saúde (SUS) responde por quase 90% dos atendimentos realizados no país.


O gasto anual do sistema com diálise chegou a R$ 7 bilhões, aumento de 8,5% em relação ao ano anterior. O custo médio nacional é estimado em R$ 3.380 por paciente por mês, segundo o levantamento.


Pimentel diz que o crescimento da doença ocorre em ritmo mais acelerado que o reajuste do financiamento, o que pressiona as clínicas e dificulta a expansão da oferta.


O estudo também identificou desigualdade no acesso a tecnologias mais modernas de tratamento. A hemodiálise convencional segue como a modalidade predominante, presente em 87,5% dos atendimentos.


Já a hemodiafiltração —técnica considerada mais eficiente na depuração do sangue e associada a melhor qualidade de vida— responde por apenas 7,3% das terapias e está concentrada em poucos estados. O Distrito Federal lidera proporcionalmente a oferta dessa modalidade, seguido por São Paulo e Santa Catarina.


O projeto Saúde Pública tem apoio da Umane, associação civil que tem como objetivo auxiliar iniciativas voltadas à promoção da saúde.


Cláudia Collucci

Interdições alteram trânsito em diferentes pontos de Campo Grande

 

                                           Trânsito de Campo Grande mudará trajeto no fim de semana. (Foto: Divulgação)



Motoristas que circulam por Campo Grande devem ficar atentos às alterações no trânsito programadas entre os dias 14 e 17 de março.


Interdições em diferentes regiões da cidade foram anunciadas pela Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) em razão de obras, eventos esportivos e atividades comemorativas.


Os bloqueios atingem principalmente trechos da região central e da Avenida Afonso Pena, um dos principais corredores viários da Capital.


A recomendação é que condutores redobrem a atenção e, sempre que possível, utilizem rotas alternativas para evitar congestionamentos ou atrasos.


Entre sexta-feira (14) e segunda-feira (17), haverá intervenção na Rua 14 de Julho, no cruzamento com a Rua 15 de Novembro, onde será feito bloqueio da calçada e de duas vagas de estacionamento para execução de obras. A intervenção ocorre das 8h às 17h.


Também na sexta-feira (14), das 8h às 17h, a Rua Jacarepaguá terá interdição parcial no trecho entre as ruas Cândida Lima de Barros e a Avenida Ministro João Arinos. A alteração no tráfego ocorre em função de um evento alusivo ao Dia da Mulher.


Já na Avenida Afonso Pena, em frente ao Bioparque Pantanal, haverá mudanças entre sexta (14) e sábado (15), das 8h30 às 12h, com utilização do recuo de estacionamento para a realização de um evento esportivo.


No domingo (15), a partir das 7h, parte da Avenida Afonso Pena será utilizada para a realização de uma corrida de rua. O trecho entre o Bioparque Pantanal e a Avenida do Poeta terá bloqueios temporários durante o evento.


A Agetran orienta que motoristas respeitem a sinalização e as orientações dos agentes de trânsito nos pontos de interdição, a fim de garantir a segurança e manter a fluidez do tráfego nas regiões afetadas.

Jams 2026 já têm sedes definidas para fases regionais em seis cidades de MS

 


Os Jams (Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul) 2026 já têm definidas as cidades que sediarão as fases regionais da competição.


Após vistorias técnicas realizadas nos municípios interessados, a Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul) confirmou seis sedes para as disputas, que ocorrerão entre abril e setembro.


Nesta edição, 49 municípios aderiram aos jogos, com a participação de 215 equipes e cerca de 4 mil atletas e integrantes de delegações.


As disputas serão realizadas nas modalidades de handebol, voleibol, futsal e basquetebol.


A escolha das cidades-sede levou em conta critérios como estrutura esportiva disponível, capacidade de apoio logístico e o sistema de rodízio entre municípios, estratégia que busca ampliar as oportunidades para que diferentes regiões recebam grandes competições esportivas.


Segundo o diretor-geral dos JAMS, Leandro Fonseca, que também atua como diretor de Gestão de Políticas de Excelência e Capacitação Esportiva da Fundesporte, o rodízio entre as cidades contribui para fortalecer o esporte e movimentar as economias locais.


“Neste ano, apenas Maracaju volta a sediar uma fase regional, enquanto os demais municípios participam de um rodízio. A proposta é fortalecer o esporte adulto nessas cidades e também estimular o turismo nas diferentes regiões do Estado”, afirmou.


Regionais e municípios participantes


A primeira etapa regional será realizada em Maracaju, entre 24 e 26 de abril, reunindo equipes de Angélica, Caarapó, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Dourados, Itaporã, Maracaju, Nova Alvorada do Sul, Fátima do Sul, Rio Brilhante, Sidrolândia e Terenos.


A segunda regional ocorrerá em Antônio João, entre 15 e 17 de maio, com delegações de Amambai, Antônio João, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Eldorado, Iguatemi, Japorã, Laguna Carapã, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Sete Quedas e Tacuru.


Na sequência, Nova Andradina sediará a terceira regional, de 22 a 24 de maio, com a participação de Anaurilândia, Batayporã, Bataguassu, Glória de Dourados, Itaquiraí, Ivinhema, Jateí, Juti, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Taquarussu e Vicentina.


A quarta etapa será realizada em Brasilândia, de 29 a 31 de maio, envolvendo atletas de Água Clara, Aparecida do Taboado, Brasilândia, Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Inocência, Paraíso das Águas, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas.


Já a regional de Rochedo ocorrerá entre 26 e 28 de junho, reunindo equipes de Alcinópolis, Bandeirantes, Camapuã, Corguinho, Coxim, Figueirão, Jaraguari, Pedro Gomes, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Rochedo, São Gabriel do Oeste e Sonora.


Encerrando as etapas regionais, o município de Jardim sediará as disputas entre 11 e 13 de setembro, com a participação de Anastácio, Aquidauana, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Caracol, Corumbá, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Ladário, Miranda, Nioaque e Porto Murtinho.


Os Jams são uma das principais competições esportivas do calendário estadual e têm como objetivo promover a integração entre os municípios, incentivar a prática esportiva e fortalecer o desenvolvimento do esporte em todo o Estado.


Nos pênaltis, Vila Nova elimina Operário-MS na Copa do Brasil

 

                                            O Vila Nova garantiu classificação para a quarta fase da Copa do Brasil. (Foto: Divulgação)


Na 3ª fase da Copa do Brasil, o Vila Nova precisou dos pênaltis para eliminar o Operário-MS em casa. Os times empataram por 1 a 1 no tempo normal e, nas penalidade, brilhou a estrela do goleiro Dalberson.


O empate no tempo normal, com gols de Dellatorre para o Vila e Roger Fagundes para o Operário, levou a disputa para os pênaltis.


Nas penalidades, cada clube converteu uma cobrança até a última delas, quando Guilherme Teixeira parou em grande defesa de Dalberson, ex-América.


Na 4ª fase da Copa do Brasil, o Vila Nova terá pela frente o Confiança, que eliminou o Tombense. O confronto acontece já na próxima semana, ainda sem data e horário definido.


O jogo


O artilheiro Dellatorre abriu o placar pro Vila Nova em um gol polêmico, que o Operário reclamou muito de impedimento. Não há VAR nessa fase.


Mesmo assim, o time do Mato Grosso do Sul buscou o empate minutos depois, com Roger Fagundes.


Nos pênaltis, João Vieira, Dodô, Higor, Marquinhos Gabriel e Rafa Silva marcaram para o Vila Nova. O Operário converteu com Fenga, Eduardo Tanque, Mateus Petri e Robinho, mas Guilherme Teixeira desperdiçou.


Campo Grande aposta em inovação e habitação como metas da Semades

 

                                               Reprodução


A Prefeitura de Campo Grande definiu inovação tecnológica e ampliação da moradia popular como dois dos principais focos da Semades (Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turismo e Sustentável) para o próximo ciclo de gestão.


As diretrizes foram discutidas durante reunião realizada na quinta-feira (12), que integrou mais uma etapa da assinatura do Contrato de Gestão 2026.


Durante o encontro, que reuniu o secretário da Semades, Ademar Silva, e integrantes da pasta, foram apresentados resultados das ações executadas no último ano e as prioridades que devem orientar o planejamento estratégico da secretaria nos próximos meses.


Entre os pontos centrais está a modernização da estrutura administrativa, com investimento em tecnologia e inteligência artificial para melhorar processos internos e tornar a gestão pública mais eficiente. A proposta inclui capacitação de servidores e a criação de uma área específica voltada ao uso de ferramentas de IA na administração municipal.


Segundo o secretário, a ideia é estruturar um modelo de gestão baseado em dados e inovação, capaz de otimizar decisões administrativas e agilizar o atendimento às demandas da cidade.


Outro eixo considerado estratégico é o desenvolvimento urbano aliado à política habitacional. Nos últimos meses, Campo Grande registrou a aprovação de diversos empreendimentos imobiliários de médio e alto padrão, incluindo loteamentos e novos conjuntos residenciais.


Apesar desse crescimento no setor imobiliário, a orientação da gestão municipal é ampliar o investimento em habitação social, especialmente por meio de programas voltados à população de baixa renda.


De acordo com a prefeitura, a meta é fortalecer projetos de moradia popular vinculados ao programa Minha Casa, Minha Vida, principalmente nas faixas destinadas às famílias com menor poder aquisitivo.


A estratégia busca equilibrar o crescimento econômico da cidade com políticas de inclusão, garantindo que a expansão urbana também contemple famílias que enfrentam dificuldades para acessar moradia digna.