domingo, 1 de março de 2026

Deputado Jamilson Name: atuação e desafios em 2026

 

                                                         Foto: Reprodução


O deputado estadual Jamilson Name, atualmente eleito pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) em Mato Grosso do Sul, está vivendo um momento político decisivo em 2026. Aos poucos, sua trajetória parlamentar e as escolhas partidárias começam a ganhar destaque no cenário estadual — especialmente com a proximidade das eleições e da janela partidária, que abre de 6 de março a 5 de abril de 2026, período em que parlamentares podem trocar de legenda sem risco de perder o mandato.


 Trajetória parlamentar e atuação no mandato


Em 2025, Name se consolidou como um dos deputados estaduais mais atuantes da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS). Ao longo daquele ano, apresentou mais de 130 indicações ao Executivo estadual e entes públicos, contemplando demandas de infraestrutura, saúde, educação, segurança pública, esporte e desenvolvimento regional.


Essas indicações foram distribuídas por diversas regiões do estado — com pedidos de melhorias de estradas e recapeamento, manutenção urbana em bairros de Campo Grande, revitalização de praças e iluminação pública, além de reforço nos serviços de saúde e educação.


Name também assumiu papéis de liderança dentro da Casa, como a recondução à liderança do Bloco 2 na Assembleia Legislativa, o que reforça sua presença e articulação dentro do parlamento estadual nos últimos anos.


A mudança de partido e o desgaste no PSDB

                                           Foto: Reprodução


Embora um quadro ativo como parlamentar, 2026 marca um ponto de inflexão na carreira política de Jamilson Name devido ao desgaste do PSDB no Mato Grosso do Sul.


Desde o segundo semestre de 2025, Name tem criticado abertamente a situação da legenda no estado, afirmando que o “PSDB acabou” e que aguarda a abertura da janela partidária para buscar uma nova sigla.


O PSDB enfrenta uma série de debates internos e reorganizações de comando, com líderes como Beto Pereira assumindo a direção estadual da legenda.


Outras lideranças do PSDB em Mato Grosso do Sul também sinalizam saída ou debandada, alegando insatisfação com a direção partidária local.


A avaliação de Name e de boa parte da bancada tucana é que o partido perdeu força no estado, enfraquecendo sua competitividade para as eleições proporcionais de 2026.


 Possível destino partidário: PL e outras siglas


Nas movimentações políticas que antecedem as eleições, o PL (Partido Liberal) surgiu como uma das alternativas principais para deputados que desejam novas filiações na janela partidária.


Fontes de imprensa indicam que Name estaria entre os parlamentares que devem sair do PSDB e se filiar ao PL, junto com outros deputados estaduais que manifestaram a mesma intenção, sob a justificativa de que a legenda tucana deixou de ter dinamismo e competitividade no estado.


Há registros de convites, atos públicos e mobilizações que envolvem lideranças do PL e grupos políticos próximos, alimentando as conversas sobre futuras coligações e apoios de campanha.


 Impacto eleitoral em 2026


A decisão de mudar de partido tem um impacto direto na estratégia eleitoral de Name para 2026:


A janela partidária permite que ele troque de legenda sem perder o mandato, garantindo a manutenção de sua presença na Assembleia.


A filiação a uma sigla mais forte em composição eleitoral pode ampliar sua competitividade na disputa pela reeleição.


A reorganização partidária em torno de coligações estaduais e federais torna a escolha da legenda um ponto-chave para a montagem de chapas proporcionais.


Esse movimento reflete o ambiente político mais amplo em Mato Grosso do Sul neste ano eleitoral, onde vários parlamentares estão reavaliando sua permanência partidária e estratégias para manter ou ampliar seus mandatos.




Em 2026, Jamilson Name se destaca não apenas pelo volume de proposições e articulação parlamentar, mas também por protagonizar um debate silencioso dentro da política estadual — sobre o futuro partidário e a necessidade de ajustes diante do vigor político das legendas no Mato Grosso do Sul.


Ao mesmo tempo em que reforça sua atuação parlamentar junto à população e aos municípios, Name vive uma fase de transição que pode redefinir sua trajetória eleitoral nos próximos anos.


Declarações de Jamilson Name sobre a mudança partidária


. PSDB “acabou” e saída aguardada na janela

Em dezembro de 2025, o deputado estadual Jamilson Name foi entrevistado pelo Jornal Midiamax e não escondeu sua insatisfação com o PSDB em Mato Grosso do Sul, afirmando que o partido perdeu força no estado e que ele aguardava a abertura da janela partidária para deixar a legenda:


“Que PSDB? Estou só esperando a janela para sair fora do PSDB! O PSDB acabou.” — disse Name, enfatizando que a sigla perdeu competitividade e que sua intenção é trocar de legenda assim que o período permitido começar.


Essa fala é considerada uma das mais diretas dele sobre a mudança, mostrando frustração com o cenário atual do partido e explicando sua postura pública.


. Aguardar a janela partidária para definir destino

Em agosto de 2025, o deputado já havia declarado que esperaria as configurações de chapa e negociações antes de decidir oficialmente sua saída do PSDB:


“Vamos aguardar agora até o ano que vem para ver como que vai ficar o cenário, mas o PSDB continua vivo no Estado. Depende de como vai configurar esse modelo de chapa… nós temos que aguardar para saber o que vai acontecer.” — afirmou Name sobre sua decisão de permanecer ou não na legenda, ressaltando que a definição só sairia com a janela partidária.


Essa declaração mostra que, apesar da insatisfação, ele ainda analisava o cenário político antes de efetivar a troca de partido.


 Contexto dessas declarações


 As falas de Name se dão em meio a um cenário de debate interno no PSDB de Mato Grosso do Sul, com outros deputados estaduais também avaliando mudanças de legenda devido à percepção de enfraquecimento da sigla após a saída de lideranças e a reorganização partidária no estado.


 A janela partidária de 2026, que vai de 6 de março a 5 de abril, permite que parlamentares troquem de partido sem perder mandato — e tem sido o principal fator que motivou suas declarações públicas sobre o tema.

Lingard chega ao Brasil para realizar exames e assinar com o Corinthians

 

                                            Foto: Divulgação/Manchester United)


O meia inglês Jesse Lingard desembarcou, na manhã deste domingo, no Aeroporto Internacional de Guarulhos para oficializar a sua chegada ao Corinthians. O acordo, com vínculo previsto até o fim de 2026, depende agora apenas da realização e aprovação nos exames médicos para ser confirmado.


Em sua chegada, o atleta, ex-Manchester United, disse que sua condição física está "muito boa" e revelou estar animado com o novo desafio.


Detalhes da negociação

O nome do inglês foi oferecido à diretoria do Corinthians, que consultou Dorival Júnior. O técnico deu aval para a chegada do meia. O clube, então, passou a negociar com os empresários do jogador por meio do executivo Marcelo Paz.


Inicialmente, o estafe do atleta exigia o pagamento de uma taxa de transferência, mas a diretoria alvinegra bateu o pé. Os representantes do meia cederam e aceitaram as condições propostas pelo clube. As partes já acertaram o valor dos salários e discutem detalhes finais, como a inclusão de uma possível cláusula de renovação automática em caso de metas atingidas.


Caso o negócio se concretize, Lingard será o sétimo reforço do Corinthians nesta janela de transferência. O Timão já contratou Gabriel Paulista, Matheus Pereira, Pedro Milans, Kaio César, Allan e Zakaria Labyad. Além disso, o clube renovou com Fabrizio Angileri.

Irã ataca porta-aviões dos EUA; Trump diz ter afundado nove navios de Teerã

 

                                            A corveta iraniana Jamaran, que os EUA disseram ter afundado neste domingo, em exercício naval - IRIB TV - 11.mai.20/AFP

  • Guerra iniciada por Trump e israelenses chega ao mar, mas americanos dizem que USS Abraham Lincoln não foi atingido

  • Dois petroleiros são atacados no estratégico estreito de Hormuz, rota de 20% do petróleo e do gás do mundo



O Irã atacou um porta-aviões dos Estados Unidos neste domingo (1º), dia em que a guerra entre os dois países e Israel se espalhou pelos mares do Oriente Médio. Teerã também atingiu ao menos dois petroleiros no estratégico estreito de Hormuz.


O presidente americano, em contrapartida, afirmou ter atacado instalação da Marinha e afundado nove navios iranianos, "alguns deles relativamente grandes e importantes", segundo Donald Trump. "Vamos atrás dos demais —eles também logo estarão flutuando no fundo do mar! Em outro ataque, destruímos grande parte do quartel-general da Marinha deles."


A ação de Teerã mais dramática foi aquela contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, que participa da guerra operando no mar Arábico, perto de Omã.


Segundo o Irã, quatro mísseis foram lançados contra o navio, um dos 11 da frota americana de porta-aviões. As forças de Trump disseram que os projeteis "não chegaram nem perto" da embarcação.


Durante os combates com os rebeldes pró-Irã do Iêmen, porta-aviões americanos tiveram de ser defendidos por suas escoltas e caças diversas vezes contra drones e mísseis, mas nunca houve um impacto.


Além do Lincoln, a guerra é apoiada pelo grupo do porta-aviões USS Gerald R. Ford, que está na costa mediterrânea de Israel.


Pouco antes, dois incidentes mostraram que a guerra está ativa no estreito de Hormuz. Primeiro, um petroleiro de bandeira de Palau foi atingido por um projetil perto da costa de Omã, deixando quatro feridos e forçando a evacuação da embarcação.


Depois, o site de rastreamento marítimo Marine Traffic anunciou que outro petroleiro, o MKD Vyon, também foi atingido na região. O navio tem bandeira das ilhas Marshall, país que tem uma associação especial com os EUA.


Não longe dali, no golfo de Omã, o Centcom (Comando Central das Forças Armadas dos EUA, no acrônimo em inglês) anunciou que havia afundado um navio de guerra iraniano, a corveta Jamaran. Teerã também não comentou o incidente, que se for confirmado será o primeiro afundamento de uma belonave na guerra.


Comprovando o ambiente de risco elevado, o Marine Traffic apontou que cerca de 150 petroleiros e navios de transporte de gás natural liquefeito baixaram suas âncoras em águas territoriais de países do golfo Pérsico antes de seguir viagem pelo estreito, que tem apenas 40 km de largura no seu ponto mais apertado.


Outras 100 embarcações estão na costa de Omã, do lado da saída do estreito para o oceano Índico. No sábado, a missão marítima da União Europeia na região alertou que navios estavam sendo ameaçados por rádio pela Guarda Revolucionária do Irã, país com 16 instalações militares na região.


Ainda não houve uma ordem formal de fechamento do estreito, mas tudo indica que as empresas transportadoras não estão querendo pagar para ver. O impacto da situação depende de sua extensão e duração, mas é inevitável uma alta dos preços futuros do petróleo, com efeitos inflacionários potenciais no mundo todo.


Igor Gielow

Alvo de Trump e de Netanyahu, Khamenei liderou teocracia por mais de 35 anos

 

                                             /Reuters

  • Líder supremo chegou ao poder em 1989 e criou o chamado 'eixo de resistência' contra EUA e Israel

  • Torturado durante a monarquia pré-Revolução Islâmica, Khamenei se sustentou por meio dos militares



O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Hosseini Khamenei, 86, foi morto neste sábado (28) pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país. O veterano da Revolução Iraniana de 1979 comandou o país persa por mais de 35 anos, tendo sido apenas o segundo líder da República Islâmica, estabelecida por seu antecessor, Ruhollah Khomeini (1902-1989).


A morte de Khamenei aconteceu em meio ao bombardeio articulado por Washington e Tel Aviv contra o Irã. Trump afirmou que a ação tinha como objetivo defender o povo americano e eliminar ameaças do regime iraniano. Ele disse ainda que pretende destruir o arsenal de mísseis do Irã e garantir que o país não obtenha uma arma nuclear. Porém, deixou nas mãos dos iranianos a tomada do governo após a conclusão da ação militar.


É improvável que o Irã siga inalterado após perder uma de suas personalidades mais emblemáticas. Ao longo de décadas à frente do regime e com poder total sobre o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e as Forças Armadas, Khamenei tentou controlar a sociedade iraniana pós-revolucionária para mantê-la no curso estabelecido por Khomeini —isto é, um Estado regido por clérigos islâmicos xiitas com pouca participação popular direta.


Internamente, ele presidiu brutais repressões a protestos contra a teocracia ao longo dos anos —a mais recente, e mais grave, matou pelo menos 7.000 pessoas, com organizações de direitos humanos estimando dezenas de milhares de mortos.


Na política externa, Khamenei cultivou rivalidades com as monarquias árabes sunitas do Oriente Médio e foi o principal arquiteto do chamado "eixo da resistência" contra Israel e os Estados Unidos.


Também dependia dele o controverso programa nuclear iraniano, o qual defendia como uma maneira de garantir a independência do país — já os EUA acusavam o líder de almejar uma arma nuclear, principal motivação para os ataques americanos iniciados por Donald Trump.


De turbante negro e barba branca, Khamenei era uma figura fugidia sobre a qual pouco se sabia, para além de todo o mise-en-scène. Calado, gostava de poesia, de cachimbo e de cuidar do jardim. Dizia que "Os Miseráveis", de Victor Hugo, era o melhor livro já escrito.


Era conhecido, também, pelos raivosos discursos contra seus inimigos, em especial Israel e os Estados Unidos. Sob seu comando, o Irã baseou sua política externa em uma completa rejeição a esses adversários, incluindo a construção da rede de grupos armados que se opunham às duas potências.


Essa teia de facções armadas e grupos terroristas patrocinados por Teerã tinha o objetivo de pressionar Israel, os EUA e rivais como a Arábia Saudita em várias frentes: na Faixa de Gaza, com o Hamas e outros grupos; no Líbano, com o Hezbollah; no Iêmen, com os houthis; e no Iraque, com milícias xiitas.


A morte de Khamenei, se confirmada, ocorre em um momento em que o eixo erguido pelo aiatolá está em ruínas. Parte importante da coalizão, o regime do ditador Bashar al-Assad caiu na Síria com a vitória de grupos apoiados pela Turquia.


Já a capacidade das facções financiadas por Teerã de conter Israel foi sistematicamente destruída por Tel Aviv desde os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023 —ao custo de mais de 70 mil palestinos mortos em Gaza e quase 4.000 libaneses mortos na guerra com o Hezbollah, entre outros.


Figura importante da Revolução Iraniana, Khamenei se aproximou do aiatolá Khomeini quando estudou sob as orientações de seu mentor nos anos 1960. Preso diversas vezes pelo regime do xá Reza Pahlavi, Khamenei foi torturado em 1963 por se opor à monarquia iraniana, apoiada pelos EUA.


Pessoas próximas a Khamenei diziam que vinha daí sua incontornável aversão aos EUA e a Israel, dado que o serviço secreto iraniano era apoiado pela CIA americana e pelo Mossad israelense.


Em 1981, logo após a revolução, Khamenei sobreviveu a uma tentativa de assassinato orquestrada por um grupo iraniano de extrema esquerda. Sua mão direita ficou paralisada pelo resto da vida. "Não vou precisar dela", disse, segundo os relatos. "É o suficiente que meu cérebro e língua funcionem." Meses depois, foi eleito presidente do Irã com 97% dos votos, cargo que ocupou até 1989.


Durante o período, marcado pela guerra entre o Irã e o Iraque, Khamenei construiu conexões profundas com as Forças Armadas, em especial a Guarda Revolucionária, que o deixaram em posição forte para suceder Khomeini.


Ainda assim, sua escolha como novo governante estava longe de ser óbvia: quando Khomeini morreu, em 1989, Khamenei não era um aiatolá, isto é, não estava no topo da hierarquia religiosa xiita. Além disso, Khomeini escolheu o então presidente como seu sucessor pouco tempo antes de morrer, e a Constituição iraniana precisou ser alterada para permitir que Khamenei pudesse chegar ao posto de líder supremo sem ser um aiatolá.


Sem o carisma, popularidade e autoridade religiosa do antecessor, Khamenei consolidou seu poder apoiando-se nas suas conexões militares e no aparato de segurança, que utilizou repetidas vezes ao longo das décadas para reprimir protestos no país.


Em 2009, manifestantes foram às ruas em todo o país denunciando fraude eleitoral na reeleição do presidente Mahmoud Ahmedinejad —no Irã, apenas candidatos aprovados pelo chamado Conselho dos Guardiões podem concorrer à Presidência, e o cargo está subordinado ao líder supremo.


Quando os reformistas Mir-Hossein Mousavi e Mehdi Karroubi foram derrotados no pleito, os piores conflitos até então entre manifestantes e forças de segurança em décadas irromperam no Irã. Ao final dos protestos, de 36 a 70 pessoas foram mortas nos confrontos, e mais de 4.000 foram presas.



Em 2022 e 2023, Khamenei agiu da mesma forma ao prender quase 20 mil pessoas que protestaram contra a morte da jovem Mahsa Amini sob custódia da polícia moral do país —segundo organizações de direitos humanos, mais de 500 pessoas foram mortas pelas forças de segurança.


A resposta aos maiores protestos da história da República Islâmica, em 2026, não foi diferente. Algumas entidades estimaram que o número de mortos pode ter ultrapassado 35 mil, com mais de 300 mil feridos e 53 mil prisões. Alguns manifestantes chegaram a ser condenados à morte, mas as execuções foram suspensas após pressão de Trump.


Analistas apontam que, dentro do complexo sistema político iraniano, Khamenei repetiu a estratégia de Khomeini para manter sua autoridade: impediu que qualquer facção dentro do regime acumulasse poder demais, equilibrando as ambições de rivais a fim de garantir que nenhum pudesse ameaçar sua posição no topo da hierarquia política.


Ainda não há indicações claras de quem poderá vestir o manto de Khamenei. Por anos, a escolha clara era o clérigo Akbar Hashemi Rafsanjani. Ele morreu em 2017, porém. Depois, um dos mais cotados era o então presidente do Irã, Ebrahim Raisi —que morreu em uma queda de helicóptero considerada suspeita em 2024.


Seja quem for o escolhido, herdará uma população cada vez mais secular, com o risco de mobilizações populares exigirem a simples extinção do cargo, com uma guinada democrática. Em outras ocasiões, o Irã já aventou substituir a posição de líder supremo por um conselho consultivo.


Diogo BercitoVictor LacombeFolha de São Paulo

Morre aos 78 anos o diretor e ator Dennis Carvalho

 


                                                Divulgação




Morreu neste sábado (28), no Rio de Janeiro, aos 78 anos de idade, o ator e diretor Dennis Carvalho. Natural de São Paulo, ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro.


A causa da morte não foi revelada, a pedido dos familiares do artista. Ele deixa três filhos: Luíza, do casamento com a também atriz Deborah Evelyn; Leonardo, da união com Christiane Torloni, e Tainah, filha de Monique Alves. 


Dennis Carvalho dirigiu novelas de grande audiência, como Vale Tudo e Fera Ferida. O início de sua trajetória foi marcado por participações em teleteatros e dublagens de atrações televisivas marcantes. Foi a voz, por exemplo, do capitão Kirk, de Star Trek (Jornada nas Estrelas). 


Essas experiências no currículo abriram as portas para Dennis na TV Globo, com a qual manteve contrato até os dias de hoje. Dirigiu na emissora, além de novelas, minisséries, como Anos Rebeldes, e o programa de humor Sai de Baixo, exibido semanalmente, com grande Ibope.


Agência Brasil

Nasce em Brasília o Instituto Diálogos

 


Tereza Cristina é a idealizadora do projeto, que funcionará como centro de estudos para debater o país

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) apresentou nesta quarta-feira, 25/02, em Brasília, o Instituto Diálogos. A iniciativa nasce com a proposta de atuar como um centro de estudos e formulação de políticas públicas, dedicado ainda à promoção de debates e à elaboração de propostas em diversas áreas.


Entre os eixos prioritários estão temas que vão do agronegócio, área de origem política da parlamentar, à geoeconomia, infraestrutura, tecnologia e inovação, além de discussões relacionadas às relações de trabalho.


A cerimônia de lançamento terá início às 9h, no Brasília Palace Hotel, e vai reunir líderes empresariais e políticos, representantes da sociedade civil, da academia, do mercado financeiro e autoridades federais e estaduais.


Filiada ao Progressistas e líder dessa bancada no Senado, Tereza Cristina informa que o instituto terá caráter independente e não manterá vínculos com partidos.


Segundo a senadora, o instituto reunirá grandes nomes para discutir e aprofundar temas que são caros ao país. Ela atuará como presidente do Conselho de Administração do Instituto. A presidência executiva ficará a cargo do jornalista Inácio Muzzi.


Fonte: Divulgação Instituto Diálogos

Boi gordo fecha estável em São Paulo

 

                                               Foto: Pixabay



Triângulo Mineiro tem alta de R$2/@

O mercado do boi gordo permaneceu sem alterações nas cotações em São Paulo na quinta-feira (27), conforme análise do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria. Segundo o relatório, o cenário foi sustentado por oferta controlada e escalas curtas, o que manteve os preços firmes.



De acordo com a consultoria, “como é comum às sextas-feiras, o volume de negócios foi menor, a ponta compradora não elevou a oferta em relação ao dia anterior e os compradores mais ativos foram os frigoríficos exportadores”. Com isso, as cotações não mudaram na comparação diária. As escalas de abate atenderam, em média, a seis dias.



No acumulado de fevereiro, mês encerrado no último dia útil, o boi gordo registrou alta de 7,4%, a vaca gorda de 7,6% e a novilha de 6,3%. A cotação do “boi China” subiu 7,6% no período.


Em Minas Gerais, a oferta de bovinos esteve contida e as escalas curtas resultaram em alta nas cotações em duas das quatro praças pecuárias. No Triângulo Mineiro, o boi gordo e a novilha subiram R$ 2,00 por arroba na comparação com o dia anterior, enquanto a vaca permaneceu estável. Na região de Belo Horizonte, as cotações ficaram inalteradas. No Norte do Estado, a vaca teve alta de R$ 2,00 por arroba, e boi e novilha mantiveram estabilidade. Na região Sul, não houve alterações. O “boi China” também não apresentou variação em relação ao dia anterior. Nas quatro praças, as escalas de abate não ultrapassaram uma semana.


Em Alagoas, na comparação diária, o boi gordo subiu R$ 2,00 por arroba e a novilha R$ 5,00 por arroba, enquanto a vaca permaneceu com cotação estável.