sábado, 23 de maio de 2026

México lança campanha contra grito discriminatório nos estádios da Copa do Mundo

 

                                            Torcedores acompanham amistoso entre México e Portugal, na Cidade do México - Eloisa Sanchez - 28.mar.26/Reuters

  • 'A ola, sim, o grito, não' é o mote da ação, encabeçada por nomes como Hugo Sánchez e Javier Aguirre

  • Iniciativa será promovida em plataformas digitais e durante amistosos com Gana, Austrália e Sérvia



Com o objetivo de erradicar os cânticos homofóbicos nos estádios mexicanos durante a Copa do Mundo de 2026, a Federação Mexicana de Futebol lançou uma campanha com a participação de Hugo Sánchez, Javier Aguirre e outros jogadores do elenco da Copa do Mundo de 1986.


"A ola, sim, o grito, não" é o nome da campanha, que incentiva os torcedores a demonstrarem seu apoio fazendo a 'ola', movimento de onda pelas arquibancadas que se mostrou extremamente popular durante a Mundial de 1986, no México.


"Esta campanha visa conscientizar os torcedores sobre a importância de apoiar a seleção mexicana com 'a ola', em vez de fazê-lo com cânticos discriminatórios, os quais estão sujeitos a sanções da Fifa", anunciou a FMF em um comunicado.


O grito discriminatório "eeeeeh, puto", que os torcedores mexicanos gritam sempre que um goleiro adversário repõe a bola em jogo, começou a ser ouvido em partidas oficiais envolvendo a seleção durante o torneio pré-olímpico de 2004.


Essa expressão considerada homofóbica ganhou destaque durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, e, posteriormente, levou a Fifa a multar a FMF em US$ 10 mil (R$ 50 mil), após a partida contra a Alemanha na Copa do Mundo de 2018, na Rússia


A campanha consistirá em duas etapas. A primeira, que vai de 21 a 31 de maio, apresenta mensagens de membros do elenco da Copa de 1986, como Fernando Quirarte e Luis Flores.


Na segunda etapa, de 1º a 30 de junho, Hugo Sánchez e Javier Aguirre reforçarão a mensagem.


A campanha será veiculada em plataformas digitais e durante os últimos jogos de preparação da seleção mexicana: contra Gana (22 de maio, em Puebla), Austrália (30 de maio, em Pasadena) e Sérvia (4 de junho, em Toluca).


A seleção mexicana dará o pontapé inicial na Copa do Mundo de 2026 em 11 de junho, no Estádio Azteca, contra a África do Sul.


Em um esforço para erradicar o grito, a FMF e a Concacaf estabeleceram um protocolo de três fases para seus torneios: a interrupção da partida, a retirada temporária dos jogadores para os vestiários e a suspensão definitiva do jogo.


Cidade do México | AFP


Senadora Tereza Cristina defende fim de embargos automáticos sem fiscalização presencial

 


"O produtor não pode ser punido preventivamente sem o direito de defesa e sem uma fiscalização em campo que comprove a realidade", defendeu a senadora Tereza Cristina.


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2.564/2025, que proíbe a imposição de embargos ambientais e restrições administrativas aplicadas de forma automática e exclusiva com base em imagens de satélite. A proposta, que contou com intensa mobilização da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), busca restabelecer o equilíbrio e a proporcionalidade nas ações de fiscalização.


O texto aprovado garante que os órgãos ambientais continuem aplicando medidas cautelares administrativas em casos de irregularidades. No entanto, veda que esses apontamentos remotos sejam utilizados como sanções punitivas antecipadas, o que vinha gerando graves prejuízos econômicos e bloqueios ao crédito rural para produtores de forma injusta.


A líder do Progressistas no Senado, Tereza Cristina (MS), manifestou forte apoio à matéria, ressaltando que a tecnologia deve servir como uma ferramenta de apoio à fiscalização, e não como um tribunal sumário.


“O avanço tecnológico e os sistemas de monitoramento por satélite são fundamentais, mas eles falham e não substituem o devido processo legal. O produtor não pode ser punido preventivamente, perdendo o acesso ao crédito e tendo sua atividade paralisada, sem o direito de defesa e sem uma fiscalização em campo que comprove a realidade da área. Esse projeto resgata a segurança jurídica e o respeito ao contraditório no campo”, afirmou a senadora.


Defesa do Produtor e Falsos-Positivos

Atualmente, sistemas como o Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Legal por Satélite) geram alertas automáticos que, muitas vezes, desconsideram peculiaridades do manejo agrícola. Práticas tradicionais e perfeitamente legais, como a renovação de pomares de café ou de frutas comerciais — em que as árvores antigas precisam ser cortadas para o replantio —, acabavam sendo registradas erroneamente como desmatamento ilegal.


Com o novo projeto, detectada uma possível irregularidade pelo sistema remoto, o órgão ambiental fica obrigado a notificar o produtor rural e realizar a vistoria técnica presencial antes de determinar qualquer sanção econômica ou embargo da propriedade.


A bancada do agro reforçou que a medida não enfraquece o combate aos crimes ambientais e tampouco protege ilegalidades. O objetivo central é assegurar que o ônus da prova seja respeitado, impedindo o sufocamento financeiro de produtores que atuam em conformidade com o Código Florestal brasileiro.


Próximos Passos

Após a aprovação na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2.564/2025 segue para análise do Senado Federal. Caso seja aprovado pelos senadores sem alterações no mérito, o texto será encaminhado diretamente para a sanção do presidente da República.


“Vamos trabalhar no Senado para que essa matéria avance com a celeridade que o setor produtivo necessita. O Brasil precisa de uma fiscalização ambiental rigorosa, mas que seja justa, técnica e que ande lado a lado com a legalidade, protegendo quem realmente produz e respeita as leis”, concluiu Tereza Cristina.


Com informações da FPA e Agência Câmara

Agenda: Realização do IV Seminário do Leite marca fim de maio na ALEMS

 

                                             Wagner Guimarães



Na última semana de maio, de 24 a 30, a agenda da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) traz audiências, seminário, sessões plenárias, reunião da CCJR e o tradicional Leite da Manhã, que integra os debates sobre o leite. A Assembleia Legislativa fica na avenida Desembargador Nunes da Cunha, Bloco 9, Jardim Veraneio, no Parque dos Poderes. 


Terça-feira (26)


Na próxima terça-feira (26), o Plenarinho Nelito Câmara sedia, a partir das 14h, a Audiência Pública Audiência Pública para a Prestação de Contas do 1º RQDA/2026 da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES), por proposição do deputado Lucas de Lima (PL), presidente da Comissão Permanente de Saúde. 


Quarta-feira (27)


Na quarta-feira (27) acontece o evento Leite da Manhã, que integra o IV Seminário Estadual do Leite. O encontro será na sala de reuniões da Presidência, às 8h, por proposição do deputado Renato Câmara (Republicanos).


À tarde, a partir das 14h, acontece a audiência pública com o tema: Reposição Salarial e Aposentadoria Digna para Professores da UEMS e demais Servidores Estaduais, no Plenarinho Deputado Nelito Câmara, por proposição da deputada Gleice Jane (PT).


Sexta-feira (28)


Na sexta-feira é a vez do Seminário IV Seminário Estadual do Leite. A partir das 13h, também por proposição do deputado Renato Câmara, o plenário Deputado Júlio Maia traz atualizações sobre a sobre um dos mais importantes alimentos que integram a mesa dos sul-mato-grossenses. O evento reúne produtores, especialistas, pesquisadores e representantes do setor para debater os desafios da cadeia leiteira. Saiba mais clicando aqui. 


CCJR


As reuniões ordinárias da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) acontecem às quartas-feiras, a partir das 8h, no Plenarinho. O grupo de trabalho avalia a juridicidade, constitucionalidade e legalidade das matérias enviadas ou originadas no Legislativo Estadual. A CCJR é presidida pelo deputado Caravina (PSDB).


Sessões plenárias


Nesta semana, as sessões plenárias acontecem na terça, quarta e quinta-feira, a partir das 9h. É durante as sessões que acontecem os debates com temas de interesse da sociedade e as votações dos projetos que norteiam a legislação estadual em favor do cidadão.  


Agenda


A agenda oficial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul pode ser alterada para acréscimo ou retirada de eventos. Todos os eventos são abertos ao público e à imprensa. Acesse a programação contida na agenda do Poder Legislativo, diretamente por este link.


Justiça autoriza importação de canetas paraguaias para que pacientes não suspendam tratamento

 

                                           O engenheiro agrônomo Henrique Matos, 44, exibe medicamentos à base de tirzepatida que comprou no Paraguai com autorização judicial - Divulgação

  • Decisões em diferentes estados questionam restrições impostas pela Anvisa que atingem o uso pessoal

  • Sentença alega que país vizinho não integra tratado de patentes, o que permitiria fabricar versão do Mounjaro



A morte da mãe por complicações associadas à obesidade foi um dos fatores que levaram o engenheiro agrônomo Henrique Matos, 44, a buscar uma alternativa para tratar o excesso de peso. "Ela teve diabetes, perdeu parte da visão, desenvolveu cirrose e acabou não resistindo a uma pneumonia. Eu vi de perto o que a obesidade pode causar."


Morador de Fortaleza, ele obteve na Justiça Federal uma liminar que autoriza a importação, para uso próprio, de medicamentos à base de tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) fabricados no Paraguai e proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).


Decisões recentes da Justiça Federal têm aberto brechas para que brasileiros consigam esses produtos, apesar do veto imposto pela Anvisa. Sentenças e liminares concedidas em Alagoas, Rio Grande do Sul e Pernambuco reconheceram o direito de pacientes importarem as canetas para uso pessoal, desde que haja prescrição médica, quantidade compatível com o tratamento e ausência de finalidade comercial.


Foi esse o entendimento no caso de Matos, que convive há anos com problemas relacionados à obesidade. Em 2025, chegou aos 115 kg, com 1,70 m de altura. Vieram dores nas costas, bursite, ansiedade e depressão, agravadas pela morte da mãe, em 2022.


Ele iniciou tratamento no ano passado com Mounjaro, mas o abandonou após dois meses. O custo pesou. "Quando você chega às doses maiores, o gasto pode passar de R$ 3.000 por mês. Não teria como manter."


A saída encontrada foram as versões paraguaias da tirzepatida, indicadas pelo médico que o acompanha. Primeiro, comprou informalmente no Brasil. Depois, decidiu tentar a importação legal. Com ajuda da esposa, advogada, preparou a ação judicial que lhe garantiu autorização temporária para trazer os medicamentos do Paraguai. "Meu médico e o juiz que concedeu a liminar salvaram a minha vida."


A liminar foi concedida no fim de abril. Henrique atravessou a fronteira munido de receita médica, laudos e decisão judicial. Mesmo assim, enfrentou dificuldades na aduana brasileira. "Você consegue autorização judicial, mas ainda encontra interpretações diferentes da Receita. Existe insegurança até para quem está tentando fazer tudo legalmente", afirma.


Desde o início do tratamento, Henrique afirma ter perdido 22 kg. Hoje pesa 89 kg. Diz também que houve melhora da ansiedade e das dores físicas. "Pela primeira vez em muito tempo, sinto que consegui retomar o controle da minha saúde."


As decisões judiciais colocam em xeque normas da Anvisa que já proibiram sete versões de tirzepatidas paraguaias. A última delas vetou um produto que ainda estava em fase de lançamento. Com a medida, nenhum emagrecedor registrado pela Dinavisa, a agência reguladora paraguaia, pode entrar no Brasil.


Nas ações, a Anvisa sustenta que a proibição busca proteger a população contra produtos sem registro sanitário e sem garantias de boas práticas de fabricação. A agência também afirma que importações irregulares dificultam o controle de qualidade e ampliam os riscos de falsificação e armazenamento inadequado.


Na prática, porém, juízes federais têm entendido que a restrição extrapolou os limites legais ao atingir também pacientes que recorrem à medicação para uso próprio. Também sustentam que, nesses casos, o risco sanitário coletivo não se configura quando não há finalidade comercial.


Em algumas ações há menção a uma nota técnica interna da Anvisa —posteriormente revogada— que reconhecia a necessidade de revisar normas restritivas para evitar que ações de fiscalização contra o comércio irregular atingissem o "direito regular do cidadão de importar medicamentos para uso pessoal".


Em uma das decisões mais recentes, da 6ª Vara Federal de Alagoas, o juiz federal Aloysio Cavalcanti Lima autorizou uma paciente oncológica a importar o equivalente a três meses de tratamento com Tirzec adquirido no Paraguai. A autora alegou risco de agravamento clínico caso interrompesse o uso da medicação.


O juiz também determinou que Anvisa e Receita Federal se abstivessem de apreender o medicamento apenas pela ausência de registro nacional, desde que fossem apresentados receita médica e documentos de importação. "A interrupção abrupta do tratamento gera risco real de retrocesso clínico", afirmou o magistrado ao justificar a concessão da tutela de urgência.


Entendimento semelhante foi adotado pela Justiça Federal em Erechim (RS). Em decisão liminar, a juíza responsável pelo caso autorizou uma paciente com obesidade crônica a ingressar no Brasil com tirzepatida comprada no Paraguai para até seis meses de tratamento.


A autora relatou que passou a recorrer ao medicamento paraguaio após enfrentar dificuldades financeiras para manter o tratamento contínuo. Segundo a ação, o custo da terapia no mercado brasileiro ultrapassaria R$ 46 mil em dois anos.


Outro ponto citado nas ações é a diferença regulatória entre Brasil e Paraguai. Em uma das sentenças, a Justiça menciona que o país vizinho não integra o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT), o que permite a fabricação local da substância sem as mesmas restrições patentárias vigentes no Brasil.


Em um caso julgado em Alagoas, a Justiça levou em conta que a paciente já havia conseguido importar anteriormente o medicamento de forma regular, sem impedimentos da Receita ou da Anvisa. Para o juiz, isso reforça a ausência de intenção comercial e cria expectativa legítima de continuidade do tratamento.


Questionada pela Folha sobre as liminares que têm permitido a importação das canetas paraguaias, a Anvisa afirmou que essas ações tramitam na Procuradoria-Geral Federal e que não teria acesso a elas em tempo hábil, nem mesmo um prazo estimado para responder aos questionamentos.


Em nota, a Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, disse que produtos que alegam conter tirzepatida e que não são fabricados pela Lilly não são Mounjaro, nem equivalentes a ele.


"Esses produtos não foram avaliados nem aprovados pela Anvisa, tampouco passaram pelos estudos clínicos e pelos rigorosos controles exigidos pela legislação brasileira para a comprovação de eficácia e segurança. Sua comercialização no Brasil é ilegal, e seu uso pode representar um sério risco à saúde pública."


Em outra esfera, a Justiça Federal reconheceu o direito de importação de tirzepatida para familiares. Em Pernambuco, a 12ª Vara Federal determinou a liberação de 12 canetas de Mounjaro retidas no Aeroporto do Recife. Os medicamentos haviam sido comprados no Reino Unido por uma mulher que trouxe metade das unidades para a mãe, também usuária da medicação.


Cláudia Collucci

Folha de São Paulo

UFMS abre seleção para professor substituto em 7 cidades

 

                                               Campus UFMS Campo Grande (MS): Vagas nas áreas de Música, História Antiga e Medieval, Direito Público, Educação Física, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Medicina Veterinária, Zootecnia, Odontologia Social e Preventiva e Bioquímica



Ofertas contemplam áreas como direito, medicina, engenharia, música e educação. Os salários ultrapassam a R$ 8 mil, mais benefícios.


A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) abriu processo seletivo para contratação de professores substitutos em diferentes áreas do conhecimento. As vagas são destinadas a candidatos com formação de nível superior, incluindo especialização, mestrado ou doutorado, conforme a exigência de cada função.


Ao todo, há oportunidades distribuídas entre os municípios de Aquidauana, Campo Grande, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina e Três Lagoas.


Entre as áreas contempladas estão Letras, Música, História, Direito, Educação Física, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Medicina Veterinária, Zootecnia, Odontologia, Bioquímica, Agronomia, Administração, Ciência da Computação, Psicologia, Economia, Enfermagem, Educação, Engenharia de Produção, Medicina e Geografia.


Campo Grande


Em Campo Grande, as vagas são para áreas como Música, História Antiga e Medieval, Direito Público, Educação Física, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Medicina Veterinária, Zootecnia, Odontologia Social e Preventiva e Bioquímica.


Depois de 7 anos, UFMS volta a realizar vestibular para ingresso de novos alunos - Hojemais de Três Lagoas MS


Três Lagoas


Em Três Lagoas, há oportunidades para as áreas de Cirurgia, Clínica Médica e Geografia Agrária. O município concentra o maior número de vagas do edital, com cinco postos disponíveis.


A carga horária varia entre 20 e 40 horas semanais. A remuneração vai de R$ 3.399,47 a R$ 8.058,29, conforme a titulação e a jornada de trabalho. Os contratados também terão direito ao auxílio-alimentação, no valor de R$ 587,50 para jornadas de 20 horas e R$ 1.175 para 40 horas semanais.


As inscrições serão gratuitas e deverão ser feitas exclusivamente pelo site, entre os dias 28 de maio e 5 de junho. Não haverá cobrança de taxa de inscrição. O processo seletivo contará com três etapas: prova objetiva, prova didática e prova de títulos. A aplicação da prova objetiva está prevista para o dia 15 de junho.


Segundo o edital, os contratos terão vigência até 2 de dezembro deste ano, podendo ser prorrogados conforme a necessidade da instituição e autorização da administração universitária.


Veja no link abaixo o edital.

https://www.concursos.ufms.br/

Morre Dick Parry, aos 83, saxofonista célebre pelos solos com o Pink Floyd

 

                                           O saxofonista Dick Parry, que tocou com o Pink Floyd - Reprodução

  • Músico se destacou em discos como 'The Dark Side of the Moon' e 'Wish You Were Here'

  • Ele também tocou com o The Who e acompanhou David Gilmour em sua carreira solo


Morreu, nesta sexta-feira, o saxofonista Dick Parry, aos 83 anos, conhecido por tocar com o Pink Floyd e conduzir solos marcantes nos álbuns "The Dark Side of the Moon" e "Wish You Were Here".


A notícia foi dada pelo guitarrista David Gilmour em suas redes sociais, com quem Parry trabalhou ao longo de diversas turnês, inclusive de sua carreira solo. "Desde meus 17 anos, toquei em bandas com o Dick ao saxofone, incluindo a Pink Floyd", disse o músico, destacando ainda as participações do amigo em faixas como "Shine On You Crazy Diamond", "Us and Them" e "Money".


"Ele tocou na última banda que tive", segue Gilmour, "que incluía [o ex-tecladista do Pink Floyd] Rick Wright, na turnê 'On An Island' e no Live 8 com o Pink Floyd [único show de reunião completa da banda, em 2005]."


Nascido em 1942, na vila britânica de Kentford, e iniciou sua carreira nos anos 1960 com a banda The Soul Committee. Além de participar dos álbuns do Pink Floyd, também foi peça-chave nas apresentações ao vivo do grupo entre 1973 e 1977 —quando também tocou nos teclados durante a turnê "In the Flesh"— e também na turnê mundial de 1994. Também tocou nas turnês do The Who de 1979 e 1980.

Subea leva consultório móvel esta semana ao bairro Caiçara e Anahy

 

                                              divulgação


A Superintendência de Bem-Estar Animal leva, entre os dias 25 e 29 de maio, os atendimentos do consultório móvel veterinário para a Associação de Moradores do Caiçara e Jardim Anahy, em Campo Grande. A ação será realizada na Rua Vila Lobos, nº 15, no bairro Caiçara, das 8h às 13h.


A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços gratuitos de saúde animal, oferecendo atendimentos voltados aos tutores em situação de vulnerabilidade social cadastrados no CadÚnico.


Durante os cinco dias de ação, serão disponibilizadas diariamente 15 senhas para castração e outras 15 para consulta veterinária, vacinação antirrábica e vermifugação.


Para ter acesso aos serviços, os tutores deverão apresentar Cadastro Único atualizado e impresso, documento oficial com foto e comprovante de residência.


O consultório móvel da SUBEA percorre diferentes regiões da Capital levando atendimento veterinário gratuito, orientação à população e ações voltadas à promoção da saúde e bem-estar animal.


A Prefeitura de Campo Grande reforça que o serviço contribui diretamente para o controle populacional de cães e gatos, prevenção de doenças e promoção da guarda responsável dos animais.