domingo, 14 de junho de 2026

Seis pessoas morrem após colisão de 2 helicópteros no Rio de Janeiro

 

                                            Um dos helicópteros que caíram sobre pátio de veículos de concessionária no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio - Reprodução/TV Globo


  • Acidente aconteceu na avenida das Américas, na zona sudoeste da capital fluminense
  • Delegado diz que, a princípio, vítimas seriam todas do sexo masculino



Uma colisão entre dois helicópteros causou a morte de seis pessoas neste domingo (14) no Rio de Janeiro. O acidente ocorreu na avenida das Américas, na altura do Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste da cidade, de acordo com o Corpo de Bombeiros.


As duas aeronaves caíram em um pátio de estacionamento de uma concessionária da BYD, de carros elétricos.


Todas as vítimas eram tripulantes das aeronaves. Cinco delas estavam no helicóptero que ia em direção a Angra dos Reis e havia acabado de decolar.


No outro, que tinha saído do aeroporto Santos Dumont para abastecimento, havia apenas o piloto, que também morreu.


Em entrevista à GloboNews, o porta-voz dos bombeiros, Fábio Contreiras, disse que uma aeronave não explodiu e está a cerca de cem metros da outra no pátio. A outra, ainda segundo ele, atingiu em torno de 20 veículos no local.


Contreiras acrescentou que algumas peças foram encontradas a centenas de metros do local, sugerindo que o incêndio resultante da queda teve uma energia muito alta.


A identidade das vítimas ainda não foi informada pelas autoridades, mas o delegado Alan Luxardo, da Polícia Civil, afirmou que, inicialmente, todos são homens.


"Houve uma colisão no ar e as aeronaves vieram ao chão", afirmou ele em entrevista à GloboNews. "Estamos apurando a causa, a princípio parece que houve uma falha humana."


O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), disse em entrevista ao canal de TV que os pilotos envolvidos no acidente eram experientes e que conhecia um deles pessoalmente. Ainda segundo ele, as famílias das vítimas já foram avisadas.


O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, afirmou em nota que acompanha a atuação dos órgãos estaduais mobilizados para o atendimento.


"Neste momento de dor, expresso minha solidariedade aos familiares e amigos das vítimas da tragédia", disse o governador.


A FAB (Força Aérea Brasileira) declarou que investigadores do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) foram acionados para a ação inicial de ocorrência. O órgão será o responsável por investigar as causas do acidente.


Os helicópteros envolvidos no acidente têm as matrículas PP-MAC e PR-DJJ, segundo a FAB. As duas têm situação normal de aeronavegabilidade e não estão autorizadas a operar com táxi aéreo.


A aeronave de prefixo PP-MAC é um Bell 206B, de 1999.


A outra, PR-DJJ, é um modelo AS 350 B2, de 2012.


A aposentada Jeane Canivello, 62, afirmou que helicópteros costumam voar muito próximos uns dos outros na região do Recreio dos Bandeirantes. "Aproveitando para falar para as autoridades que tem muitas casas aqui, muitos moradores. Isso aí poderia ter caído num prédio aqui", disse ela, em frente ao local do acidente.


Os bombeiros foram acionados às 8h59 e atuam no local com apoio de equipes especializadas do Grupo de Operações Aéreas e Especiais (GOEsp). Cerca de 45 militares e 15 viaturas foram empenhados na ocorrência.


Moradores relataram ter ouvido uma explosão e visto na sequência algo caindo do céu, seguido do surgimento de fumaça.


Italo NogueiraArtur BúrigoFolha de São Paulo

Trump diz que acordo com Irã está programado para ser assinado neste domingo; Teerã não confirma

 

  • Paquistão, que atua como mediador, afirma que documento poderá ser formalizado nas próximas horas
  • Versões do acordo divulgadas por Irã e Washington apresentam diferenças sobre pontos centrais




O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (13) que o acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio "está programado" para ser assinado neste domingo (14), o que permitirá a reabertura do estreito de Ormuz, corredor estratégico para o transporte global de petróleo. A medida, porém, não foi confirmada pelo Irã, que adotou um tom mais cauteloso e evitou estabelecer um prazo para a conclusão das negociações.


Representantes dos EUA e do Irã já haviam indicado que estão próximos de um consenso para encerrar o conflito, embora ainda haja divergências sobre pontos centrais do acordo. O Paquistão, que atua como mediador, manifestou otimismo, assim como Trump, e afirmou neste sábado que o documento poderia ser assinado em até 24 horas.


"O acordo está programado para ser assinado amanhã [domingo] e, imediatamente após a assinatura, o estreito de Ormuz estará ABERTO PARA TODOS", escreveu o presidente americano na plataforma Truth Social, com as habituais maiúsculas.


Antes da publicação de Trump, porém, Teerã disse que é necessário cautela sobre o cronograma e que o acordo não seria assinado neste domingo. "Teremos de esperar para ver a data exata da assinatura do memorando de entendimento, embora isso não aconteça amanhã [domingo]", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, de acordo com a mídia estatal.


"A possibilidade de isso ocorrer nos próximos dias não pode ser descartada. No entanto, devido à hesitação da outra parte, devemos ser cautelosos ao fazer comentários sobre este processo."


Na sexta (12), Trump voltou a dizer que um acordo está próximo, e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que um entendimento "nunca esteve tão perto".


No entanto, as versões de um possível compromisso divulgadas pela imprensa iraniana e por Washington apresentam diferenças significativas. Araghchi afirmou que o projeto prevê o fim do bloqueio americano aos portos de seu país, além de uma nova gestão de Hormuz


Washington apresentou uma versão diferente. Segundo um funcionário de alto escalão do governo americano, o acordo determina a reabertura da via marítima, o desmantelamento do programa nuclear iraniano e a destruição de seu urânio enriquecido, que seria posteriormente retirado do país persa.


Teerã, por sua vez, diz que ainda não há um consenso sobre o programa nuclear do país.


A Suíça já se ofereceu para sediar uma possível assinatura do acordo, justamente quando, na segunda (15), terá início a cúpula do G7 com a presença de Trump na cidade francesa de Evian, próxima a Genebra.


No entanto, Teerã afirmou que o memorando de entendimento deverá ser assinado de forma remota. Trump, por sua vez, deverá se encontrar com líderes do Oriente Médio e participar de uma sessão de trabalho com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, durante a cúpula do G7, segundo funcionários do governo afirmaram à agência de notícias Reuters.


O republicano terá encontros separados com os líderes de Egito, Qatar, Emirados Árabes, França e Índia.


Apesar dos sinais de avanço nas negociações de paz, os ataques no Oriente Médio continuram. Washington anunciou neste sábado que derrubou vários drones iranianos que tinham como alvo navios comerciais no estreito de Hormuz, via marítima bloqueada por Teerã desde o início do conflito.


Outro importante ponto de atrito nos diálogos é a frente libanesa. Segundo Washington, o acordo em negociação prevê o fim dos bombardeios ao Líbano, como exige Teerã.


O país foi arrastado para a guerra em 2 de março, quando o Hezbollah atacou Israel em apoio ao Irã. Desde então, Tel Aviv tem atacado o vizinho e passou a ocupar o sul libanês. Os dois países acordaram um cessar-fogo em abril.


A trégua diminuiu os bombardeios, mas não encerrou os confrontos, e Israel nunca interrompeu sua campanha militar no país. Neste sábado, forças israelenses voltaram a bombardear o sul do Líbano, pouco depois de exigir o esvaziamento de 20 localidades na região.


Os bombardeios atingiram as regiões de Rihan e Sujud, segundo a agência de notícias libanesa NNA.


ã | Reuters e AFP

COPA DO MUNDO Escócia vence Haiti e assume a liderança do grupo do Brasil

 



O grupo do Brasil na Copa do Mundo tem um líder, e não é a Seleção de Ancelotti nem o emergente Marrocos. E sim a Escócia, que venceu um jogo duro contra o Haiti na noite deste sábado, dia 13 de junho, em Boston, nos Estados Unidos, com um gol de McGinn, meia do Aston Villa (Inglaterra). Os escoceses seguraram a pressão no segundo tempo para sair com o valioso 1 a 0.


Como fica?


A Escócia foi a única seleção a somar três pontos na primeira rodada do Grupo C e largou na liderança isolada. Por sua vez, o Haiti permanece zerado e na lanterna, atrás de Brasil e Marrocos, com um ponto cada. CLIQUE AQUI E VEJA A TABELA COMPLETA.


Jejuns quebrados


A Escócia derrubou dois longos e incômodos jejuns no jogo contra o Haiti. Voltou a vencer um jogo em Copa do Mundo depois de 36 anos: a última tinha sido por 2 a 1 contra a Suécia em 1990; e o gol de McGinn fez o país balançar a rede em Mundiais após 28 anos: o último havia sido de Criag Burley no empate em 1 a 1 com a Noruega em 1998.


Saco de pancadas?


O Haiti perdeu, mas mostrou que não voltou à Copa depois de 52 anos para ser um saco de pancadas. A seleção do Caribe competiu de igual para igual contra a Escócia. Finalizou mais (15 a 9), teve mais de posse de bola (52% a 48%) e criou algumas boas chances para empatar. Porém, continua o tabu de nunca ter sequer pontuado em Mundiais.


Os 90 minutos


Foi um jogo de "trocação", com os dois times sem medo de buscar o ataque. Nessa proposta, a Escócia foi melhor. Antes de chegar ao gol com McGinn aos 27, acertou a trave com McTominay os 16 e assustou em desvio de cabeça com Shankland aos 31.


O Haiti, mesmo criando menos, teve uma chance de ouro com Pierrot aos 33, em rebote do goleiro, mas Hanley travou. No segundo tempo o ritmo caiu, mas os escoceses podiam ter feito 2 a 0 com o próprio McGinn, que entrou na cara do gol e errou a mira aos 27.


Porém, foram os haitianos que assustaram mais dali para a frente e desperdiçaram boas oportunidades com Pierrot aos 39, cabeceando para fora, e aos 48, chutando caindo em cima do goleiro.


CAMPO GRANDE Homem é assassinado durante o jogo do Brasil em praça lotada

 

                                              Arquivo



Um homem foi executado a tiros na noite deste sábado, dia 13 de junho, durante um evento com transmissão da Copa do Mundo na praça Lucas de Andrade Cardoso, conhecida como Arena Tony Gol, no Jardim Colibri, em Campo Grande.


Segundo relatos de moradores, a praça estava lotada no momento do crime, que ocorreu durante o intervalo da partida entre Brasil e Marrocos. De acordo com o site Campo Grande News, a vítima foi identificada apenas como Claudemar, de 32 anos.


Testemunhas relataram que o autor se aproximou do homem e iniciou uma breve conversa antes de efetuar cerca de cinco disparos na cabeça da vítima. O crime aconteceu na rua Conde de Pinhal, via principal do bairro.


Claudemar chegou a ser socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento), do jardim Universitário, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.


A área foi isolada para os trabalhos da perícia, e a funerária foi acionada para a remoção do corpo ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).

Projeto Circula Cultura MS encerra primeira edição com público de 25 mil pessoas em 42 municípios

 




A primeira edição do Circula Cultura MS consolidou o projeto como uma das maiores ações de circulação cultural já realizadas em Mato Grosso do Sul. A última apresentação ocorreu no final de maio, em Naviraí, com o espetáculo de circo Fuzarca, do grupo Trupior, além de apresentações de artistas locais. Desde o início da programação, dia 23 de abril em Sonora, o projeto percorreu 42 municípios e alcançou um público total de aproximadamente 25 mil pessoas.




O Circula Cultura MS levou atividades socioculturais, educativas e de conscientização por meio de uma carreta-palco adaptada para apresentações artísticas. Em cada cidade, a programação foi construída valorizando as características locais, reunindo atrações de música, dança, teatro, circo, capoeira e manifestações da cultura popular.


Ao todo, mais de 110 atrações locais integraram a programação, ampliando significativamente o alcance do projeto, que ultrapassou 200 apresentações entre atrações selecionadas e artistas convidados pelos municípios. Além do fortalecimento cultural, a iniciativa movimentou a economia criativa por meio da participação de feiras, artesanato e gastronomia regional.


Financiado pela Política Nacional Aldir Blanc do Governo Federal e operacionalizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e da Fundação de Cultura de MS (FCMS), com produção da Flor e Espinho Teatro, o Circula Cultura MS encerra sua primeira edição com resultados expressivos.


Foram 25 espetáculos selecionados com duas apresentações cada, totalizando 50 apresentações iniciais, além da participação ampliada dos municípios, que acrescentaram mais de 80 atrações musicais, 68 apresentações de dança e mais de 25 apresentações de teatro e circo.


Somadas às ações locais, o projeto ultrapassou 200 apresentações culturais, consolidando-se como uma das maiores iniciativas de circulação artística já realizadas em Mato Grosso do Sul e reforçando o papel da cultura como ferramenta de inclusão, valorização dos territórios e fortalecimento da economia criativa.


Segundo a diretora e produtora cultural da Organização da Sociedade Civil Flor e Espinho Teatro, Nair Gavilan, “o projeto cumpriu um papel importante na descentralização do acesso à cultura, levando oportunidades para artistas do interior, fortalecendo identidades regionais e impulsionando a economia criativa nos municípios participantes”.


Para o coordenador do projeto e diretor da Flor e Espinho Teatro, Anderson Lima, “o Circula Cultura MS ampliou o espaço para apresentações de artistas locais e projetos sociais, oferecendo estrutura técnica de qualidade e consolidando-se como uma das maiores iniciativas de circulação cultural já promovidas no Estado”.




Diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes destacou que os resultados demonstram a força das políticas públicas voltadas à democratização do acesso à cultura.


“Encerrar a primeira edição do Circula Cultura MS com 42 municípios atendidos, mais de 25 mil pessoas alcançadas e centenas de apresentações realizadas é a confirmação de que investir em cultura é investir em pertencimento, identidade e desenvolvimento para todas as regiões do nosso Estado", frisa o diretor da FCMS, completando em seguida.


"O Circula mostrou que a arte precisa chegar onde as pessoas estão, valorizando talentos locais, fortalecendo tradições e movimentando a economia criativa dos municípios. Para nós, da Fundação de Cultura, esse resultado representa um compromisso cumprido com a descentralização das políticas culturais, ampliando o acesso e criando oportunidades para artistas, produtores e trabalhadores da cultura no interior."


Por fim, Mendes ainda frisa que "ver cada cidade ocupando o caminhão-palco com suas próprias expressões culturais demonstra a força e a diversidade da produção sul-mato-grossense. Seguimos com o compromisso de construir políticas públicas que façam a cultura circular, chegar mais longe e transformar vidas", afirmou.

Feira de adoção de pets acontece nesse domingo

 





Mais de 50 cães e gatos estarão disponíveis para adoção neste domingo (14), das 9h às 12h, na Praça da Bolívia, em Campo Grande. A ação, promovida pela Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea), busca encontrar novos lares para animais resgatados e incentivar a adoção responsável.


Entre os animais disponíveis há filhotes e adultos, todos avaliados por equipe veterinária e aptos para adoção. Os pets receberam os cuidados necessários e aguardam uma nova família.


Além de estimular a adoção, a iniciativa reforça a importância da guarda responsável, com orientações sobre alimentação, cuidados veterinários e adaptação dos animais ao novo ambiente.


Os animais adotados também terão acesso ao programa de castração oferecido pela Prefeitura de Campo Grande, medida que contribui para o controle populacional e para a saúde dos pets.


Para adotar, é preciso ter mais de 18 anos, apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência. Durante a feira, a equipe da Subea estará disponível para orientar os futuros tutores.


A ação faz parte das atividades permanentes da Prefeitura voltadas à promoção do bem-estar animal, ao combate ao abandono e ao incentivo da adoção.


Serviço


Feira de adoção de cães e gatos

Data: 14 de junho (domingo)

Horário: das 9h às 12h

Local: Praça da Bolívia – Campo Grande/MS

Agenda traz feiras criativas e celebrações comunitárias

 



As praças e os espaços culturais de Campo Grande disponibilizam diversas atividades abertas ao público neste sábado (13) e domingo (14). A programação descentralizada reúne alternativas de lazer, gastronomia, esporte e consumo consciente com o objetivo de movimentar a economia local e oferecer opções de convivência para as famílias. 


O sábado começa com foco no esporte e na cidadania. O Teatro Arena Horto sedia, das 8h às 20h, o exame de graduação de Muay Thai. A atividade reúne cerca de 220 alunos integrados a projetos sociais, focados no desenvolvimento pessoal e na disciplina de crianças e adolescentes por meio das artes marciais. No período da tarde, das 13h às 17h, o mesmo local acolhe as atividades do Grupo de Escoteiros. 


A economia criativa ocupa múltiplos pontos da cidade. No Centro, a tradicional Feira de Antiguidades ocorre na Praça Ary Coelho, das 8h30 às 15h. Próximo dali, na Plataforma Cultural, o Coletivo de Brechós promove a cultura da moda sustentável das 8h às 14h. O grupo, com atuação de uma década na capital, possibilita a circulação de objetos e vestuários em desuso, gerando renda direta para a comunidade. 


Nos bairros, os moradores encontram opções de gastronomia, artesanato e música autoral. A Praça do Peixe, na Vila Vilas Boas, sedia a Feira Mixturô das 9h às 23h, voltada ao entretenimento familiar. Já no Bairro Colibri 2, a Feira Cultural Sementes Criativas ocupa a Praça Guilhermina Marques Berta, das 12h às 22h, servindo como vitrine para artistas da região e novos empreendedores. 


No domingo, as atividades continuam nos espaços públicos. A tradicional Feira Cultural da Praça da Bolívia, na Coophafe, ocorre das 9h às 14h, com exposições artísticas e culinária típica. 


O encerramento do fim de semana marca a comemoração dos 31 anos da Praça do Preto Velho, no Jardim Paulista, das 16h às 22h. O ato, organizado com lideranças de matrizes africanas e ameríndias, celebra a escultura doada ao município em 1995 e simboliza o respeito às tradições afro-brasileiras. A festividade resgata a importância do espaço fundado na gestão do ex-prefeito Juvêncio César da Fonseca.