sábado, 21 de fevereiro de 2026

Maratona de Ovos de Páscoa acontece nesta segunda-feira

 

                                             Coelhos da Páscoa e chocolates (Foto: Divulgação)



O FAC (Fundo de Apoio à Comunidade) convida a população para participar da abertura da Maratona de Ovos de Páscoa, que será realizada nesta segunda-feira (23), das 14h30 às 16h30, no Sesc Mesa Brasil. A iniciativa deve beneficiar aproximadamente 600 pessoas em diferentes regiões da Capital.


A ação integra as estratégias do FAC voltadas à qualificação profissional e ao incentivo ao empreendedorismo, especialmente no período que antecede a Páscoa.


Durante a maratona, os participantes receberão orientações práticas sobre a produção de ovos de Páscoa, organização do processo produtivo, apresentação dos produtos e estratégias de comercialização, ampliando as oportunidades de geração de renda.


As vagas são limitadas. Os interessados podem obter mais informações e realizar a inscrição pelo telefone (67) 2020-1361.


Programação


A programação contempla diferentes bairros, ampliando o alcance da iniciativa:


24/02 – Coophatrabalho

14h às 16h

Av. Florestal, 847 – Coophatrabalho

25/02 – CRAS Jardim Noroeste

08h30 às 10h30

Rua Indianápolis (entre Rua Barbacena e Rua Nazaré)

27/02 – CRAS Estrela do Sul (Picolé)

08h30 às 10h30

Av. Pref. Heráclito Diniz de Figueiredo, s/n – Conj. Res. Estrela do Sul

06/03 – CRAS Popular

08h30 às 10h30

Rua Marçal de Souza, 25 – Popular

10/03 – CRAS Aero Rancho

08h30 às 10h30

Rua Globo de Ouro, 860 – Jardim Aero Rancho

17/03 – Clube de Mães

14h às 16h

Rua Salim Derzi, 40 – Res. José Macksoud

18/03 – CRAS Vila Gaúcha

08h30 às 10h30

Rua da Beira Mar, 1.186 – Coophavila II

20/03 – CC Tijuca

08h30 às 10h30

Rua Piassanguaba, 1.145 – Tijuca

24/03 – Projeto ATO

14h às 16h

Rua Domingos Belentani, 422 – Parque do Lageado

25/03 – SESC Mesa Brasil

08h30 às 10h30

Rua Joel Dibo, 34 – Centro

Não adesão a tratamento de doenças crônicas pode virar fator de risco para infarto e AVC

 

                                             Paciente é atendida no Centro de Saúde Escola da USP, no Butantã - Rubens Cavallari - 29.jun.24/Folhapress

  • Consenso de 43 especialistas da América Latina pede inclusão do tema em diretrizes médicas

  • Documento aponta impacto bilionário para a saúde e associa falhas terapêuticas a mortes evitáveis



Mais de 40 entidades médicas e especialistas vinculados a instituições de saúde da América Latina, incluindo o Brasil, defendem que a não adesão ao tratamento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão seja reconhecida como fator de risco modificável para eventos cardiovasculares, como infarto e AVC (acidente vascular cerebral) —que integram as doenças cardiovasculares, apontada como principal causa de morte no mundo.


A proposta consta no documento "Recomendaciones de Expertos Latinoamericanos en Adherencia e Inercia Terapéutica Cardiovascular, y su Impacto en Salud Pública", que reúne o consenso de 43 especialistas da região e se apoia em 275 referências científicas, entre estudos de coorte, ensaios clínicos, revisões sistemáticas e metanálises.


O documento aborda principalmente condições cardiovasculares e metabólicas de alta prevalência, como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, dislipidemia (colesterol elevado), doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca e doença renal crônica —diagnósticos que exigem tratamento contínuo e controle rigoroso de fatores de risco.


Segundo os autores, a falta de adesão ao tratamento das doenças reduz a eficácia das intervenções médicas e permite que a condição siga seu curso natural até complicações potencialmente evitáveis. Por ser uma conduta que pode ser modificada, assim como o sedentarismo, a obesidade e o tabagismo, especialistas defendem que seja tratada como fator de risco modificável.


Publicado em setembro do ano passado pela Sociedade Colombiana de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular, com apoio da Sociedade Interamericana de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Hipertensão, o livro técnico busca oferecer ferramentas a profissionais, especialmente da atenção primária, para qualificar o cuidado e enfrentar o impacto da baixa adesão na saúde pública latino-americana.


O documento estima que o descumprimento de tratam entos para doenças crônicas gere custos adicionais superiores a US$ 2 bilhões por ano na América Latina, em razão de hospitalizações, atendimentos de emergência e complicações evitáveis.


Além da baixa adesão por parte do paciente, os especialistas destacam a chamada inércia clínica -quando o tratamento não é ajustado mesmo diante de metas não atingidas. Eduardo Barbosa, colaborador brasileiro da publicação e chefe do Departamento de Hipertensão e Dinâmica Vascular da Santa Casa de Porto Alegre, afirma que a baixa adesão e inércia terapêutica estão entre os principais entraves no controle das doenças crônicas associadas ao risco cardiovascular.


A não adesão ao tratamento da hipertensão aparece como exemplo mais frequente para eventos cardiovasculares, isso devido a sua alta prevalência no mundo e por exigir acompanhamento contínuo e ajustes terapêuticos regulares.


Barbosa explica que a adesão diz respeito ao quanto o paciente segue as orientações médicas e mantém o tratamento ao longo do tempo. Já a inércia ocorre quando, mesmo sem atingir as metas clínicas estabelecidas, o tratamento não é ajustado.


Às vezes o paciente está muito próximo da meta, e o médico opta por reforçar orientação de dieta e exercício, mas não ajusta a medicação", explica.


Para Barbosa, reconhecer formalmente a má adesão e a inércia terapêutica como fatores de risco pode levar o tema às próximas diretrizes de entidades como a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a Sociedade Brasileira de Nefrologia e a Sociedade Brasileira de Hipertensão.


Entre as principais razões para o abandono do tratamento estão desconhecimento sobre a própria doença, desconfiança em relação ao médico, uso de múltiplos comprimidos ao dia e esquemas complexos. Quanto maior o número de medicamentos e tomadas diárias, pior tende a ser a adesão.


O livro elenca estratégias para enfrentar o problema, como simplificar o tratamento com combinação de fármacos em dose única diária, estabelecer metas claras com o paciente, evitar jargões técnicos e fortalecer a comunicação empática. O envolvimento da família e o uso de ferramentas digitais também são apontados como aliados.


"Quanto mais o paciente entende a doença e confia no médico, maior a adesão. E melhorar a adesão é fundamental para reduzir infartos, AVCs, custos e perda de qualidade de vida", afirma.


O cardiologista Eduardo Lima, do Hospital Nove de Julho e líder da cardiologia da Rede Américas, diz que o objetivo do documento é "trazer luz sobre um problema muito antigo" e delimitar responsabilidades na relação entre médico e paciente.


"Não adesão não é só responsabilidade do paciente, também é responsabilidade do médico", afirma. Ele ressalta que cabe ao profissional explicar a gravidade da doença, as consequências da interrupção do tratamento e os possíveis efeitos colaterais.


Lima relata que alguns pacientes com hipertensão, por exemplo, suspendem o remédio em dias mais quentes ou ao registrar valores momentaneamente mais baixos de pressão.


"Ele precisa entender que aquela medicação que ele usa de manhã, na verdade, vai agir durante 24 horas", explica


No ano passado, a Federação Mundial do Coração (WHF) lançou um movimento global para chamar a atenção sobre a não adesão a tratamentos e a mudanças de estilo de vida. O alerta mostrou que o problema atinge mais da metade dos pacientes de doenças crônicas e tem piorado os resultados de saúde.


Na época, reportagem da Folha mostrou que a não adesão a tratamentos de doenças crônicas gira em torno de 50% no Brasil, índice semelhante ao observado globalmente. Na Europa, a baixa adesão está associada a 200 mil mortes anuais e poderia gerar economia de mais de 330 milhões de euros em dez anos caso chegasse a 70%. Nos Estados Unidos, a não adesão eleva os custos anuais por paciente para até US$ 52 mil, devido ao aumento de hospitalizações e atendimentos de emergência.


Laiz Menezes

Jamilson Name cobra cascalhamento e patrolamento na MS-422 em Camapuã

 




O deputado estadual Jamilson Name (PSDB) encaminhou, nesta quinta-feira (20), ao secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, e ao diretor-presidente da Agesul, Rudi Fioreze, uma indicação solicitando o patrolamento e o cascalhamento da MS-422, em Camapuã. A demanda atende ao pedido do presidente da Câmara do município, Pedro Dias Pereira, o Pedrinho Cabeleireiro, que alertou para a situação crítica da rodovia.


O deputado Jamilson Name destacou que a intervenção imediata é fundamental para restabelecer condições adequadas de trafegabilidade. “Estamos atendendo a uma demanda legítima da população de Camapuã. A MS-422 é uma via essencial para a mobilidade regional e para o desenvolvimento econômico”, afirmou o parlamentar.


“As obras de recuperação são urgentes para garantir segurança, eficiência no transporte e qualidade de vida para quem utiliza a estrada todos os dias”, completou.


De acordo com o presidente da Câmara, o trecho da MS-422 enfrenta sérios problemas estruturais, como buracos, desníveis, falta de manutenção e sinalização insuficiente. As condições atuais têm comprometido a segurança de motoristas, trabalhadores rurais e produtores que dependem da via diariamente. Além disso, a rodovia é estratégica para o escoamento da produção agropecuária da região, e sua deterioração tem gerado prejuízos ao setor produtivo e aumentado o risco de acidentes.

Café com politica recbeu o Diregente do PP Marco Santullo

 



Nesta semana, o tradicional Café com Política recebeu a presença de Marcos Santullo, articulador político do PP. O encontro foi marcado por diálogo produtivo, troca de ideias e reflexões importantes sobre o cenário político atual.


Durante a conversa, foram debatidos temas estratégicos para o desenvolvimento regional, os desafios da articulação partidária e o fortalecimento das bases políticas. Marcos Santullo destacou a importância da construção coletiva, do diálogo permanente e da responsabilidade na condução dos projetos que impactam diretamente a população.


O Café com Política segue sendo um espaço democrático de escuta, participação e construção de caminhos para o futuro.

Brasil e Índia assinam acordo para terras raras, mas documento não estabelece compromisso financeiro

 

                                            Sajjad Hussain/AFP

  • Presidente Lula e primeiro-ministro Narendra Modi firmaram entendimento em reunião bilateral neste sábado (21)

  • Brasileiro também expressou intenção de transformar acordo entre Mercosul e Índia em livre-comércio


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinaram neste sábado um acordo de cooperação para minerais críticos e terras raras, mas sem estabelecer meta de investimento financeiro ou obrigação de cumprimento por qualquer uma das partes.


"Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje", disse o brasileiro. "Nossos países estão assegurando o devido espaço para essa tecnologia na agenda climática e energética global."


Além do documento sobre os minérios, Lula expressou a intenção de ampliar o acordo entre Mercosul e Índia para um acordo de livre-comércio. "Dois mercados tão importantes como o Brasil e a Índia precisam de um arcabouço mais abrangente e ambicioso", disse.


As declarações foram feitas na manhã deste sábado (21), no horário de Brasília, ao lado de Modi, em Nova Déli, na Índia, onde o presidente se encontra para uma visita de Estado e para participar da Cúpula de Impacto sobre Inteligência Artificial.


Em formato de memorando de entendimento, o texto sobre minerais críticos e terras raras determina que os países irão cooperar entre si, ou seja, trata-se de um guarda-chuva político de intenções que depende dos governos para ser cumprido. O texto também não permite que um lado cobre formalmente o outro em caso de não implementação do que foi determinado.


Se cumprido, o acordo pode impactar diversas indústrias no longo prazo, como a de energias renováveis, a de carros elétricos, a da aviação, a militar e a de semicondutores, por exemplo.


Com validade de cinco anos, o documento segue o tom de outros memorandos do mesmo tipo, reforça o interesse de cooperação na área de mineração e foca em transferência de tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e mineração. Determina também que cada país deve financiar as despesas das atividades sob sua responsabilidade relacionadas à implementação do memorando.


Também estão previstos o uso de inteligência artificial para análise de dados, o intercâmbio de informações entre pesquisadores e a criação de um grupo de trabalho conjunto, além de grande ênfase na gestão ambiental responsável para a exploração dos minérios.


Tanto Brasil quanto Índia estão entre os países com as maiores reservas desses tipos de minérios, essenciais para tecnologias voltadas à transição energética, atrás somente da China. Apesar disso, ambos têm mínima capacidade de mineração e processamento, com o Brasil em condições ainda inferiores às da indústria indiana.


A China detém o monopólio sobre os recursos, uma vez que possui cerca de 70% das reservas mundiais e em torno de 90% da capacidade de processamento, técnica que envolve diversas etapas de alta complexidade.


O tema voltou ao centro das disputas geopolíticas e comerciais com a decisão de Pequim, em outubro do ano passado, de expandir o controle de exportação sobre qualquer produto que contivesse terras raras chinesas.


A decisão foi uma retaliação às tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ficou em vigor por cerca de um mês. Na prática, a medida exigia que itens com os minérios do país asiático precisassem de autorização do regime chinês para serem exportados, independentemente do local de fabricação do produto final.


Victoria Damasceno

Folha de São Paulo

Jogos em Corumbá e Bataguassu abrem oitava rodada do Campeonato Estadual

 





A disputa por vagas na sequência do Campeonato Sul-Mato-Grossense fica mais acirrada e pode começar a se definir nesta reta final da primeira fase. Dois jogos, neste sábado (21), abrem a oitava e penúltima rodada com disputas diretas tanto pela zona de classificação, como contra a zona de rebaixamento.


Bataguassu


As partidas acontecem simultaneamente às 18h. No Estádio Pereirão, o confronto entre dois clubes que buscam reencontrar o caminho das vitórias. AA Bataguassu busca deixar para trás a goleada sofrida na última rodada e recebe o Costa Rica EC, que vem de uma sequência de quatro empates que tiraram o time da zona de classificação. A arbitragem é de Guilherme Augusto Hickmann, auxiliado por Eduardo Gonçalves da Cruz e Leandro dos Santos Ruberdo. O quarto árbitro é Karina Carvalho Rocha. A partida pode ser acompanhada pelo canal Bataguassu TV, no YouTube.


A campanha dos dois times não é muito diferente. Apesar dos tropeços das últimas rodadas, o Bataguassu está na quarta posição, com nove pontos acumulados em dois vitórias e três empates. Já o CREC tem oito pontos, com uma vitória e cinco empates, que derrubaram o time para a sétima posição. Quem vencer a partida, termina na zona de classificação, mas, em caso de derrota, a zona de rebaixamento fica muito perto.


Corumbá


No Estádio Arthur Marinho, dois times que mostram recuperação nesta reta final de primeira fase. O Corumbaense FC quer deixar a zona entre classificação e rebaixamento e conta com a força da torcida para enfrentar o Dourados AC, que vem embalado pela goleada imposta ao Bataguassu de 7 a 2, a maior da competição até agora. Luiz Eduardo Duarte é o árbitro, com os assistentes Diego dos Santos Ruberdo e Marcos Ribeiro de Araújo nas laterais. O quarto árbitro é Rosalino Francisco Sanca. O jogo tem transmissão pelo canal Carijó TV, no YouTube.


A campanha do Corumbaense ainda causa desconfiança no torcedor, mas, pelo menos, o time não é batido há quatro rodadas. Está na oitava posição com sete pontos conquistados com uma vitória e quatro empates. A vitória na rodada é fundamental para o time seguir fora da degola e com chances de classificação. Já o DAC busca deixar a campanha irregular para trás, principalmente após o excelente resultado do último jogo, que tirou o time da zona de rebaixamento direto para terceira posição. Agora, para encostar no G2, precisa da vitória fora de casa.


Outros Jogos


A rodada segue no domingo (22) com mais três partidas:


CE Naviraiense x Operário FC - 16h - Estádio Virotão

CR Aquidauana x FC Pantanal - 16h - Estádio Mário Pinto (Noroeste)

Ivinhema FC x EC Águia Negra - 17h - Estádio Saraivão


Por FFMS

União Europeia diz que risco de exposição à cereulida é baixo após recalls de fórmulas infantis

 

                                             Igor Stevanovic/Adobe Stock

  • Toxina que pode causar náuseas e vômitos foi detectada em ingredientes fornecidos por uma empresa na China

  • Entre as companhias que receberam os insumos estão Nestlé, Danone e Lactalis, o que levou ao recolhimento preventivo de lotes em vários países



A União Europeia afirmou nesta quinta-feira (19) que o risco de bebês serem expostos à toxina cereulida em fórmulas infantis é baixo após recalls realizados em vários países.


A cereulida, uma toxina que pode causar náuseas e vômitos, foi detectada em ingredientes de um fornecedor na China para vários fabricantes de fórmulas infantis, incluindo Nestlé, Danone e Lactalis, desencadeando recalls preventivos em dezenas de países e gerando preocupação entre os pais.


Os recalls foram iniciados em dezembro e ampliados em fevereiro após a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, na sigla em inglês) recomendar um limite máximo para cereulida em fórmulas infantis.


"Como resultado das medidas de controle em larga escala implementadas na União Europeia, a probabilidade de exposição a produtos contaminados diminuiu e é considerada baixa", afirmou a EFSA em uma avaliação conjunta com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC).


Até 13 de fevereiro, sete países europeus, incluindo Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Luxemburgo, Espanha e Reino Unido, haviam relatado casos de bebês com sintomas gastrointestinais após consumirem a fórmula afetada, informaram as autoridades.


A maioria dos casos envolveu sintomas leves, embora alguns bebês tenham sido hospitalizados por desidratação.


Investigadores franceses estão examinando a morte de três bebês que haviam consumido fórmulas infantis abrangidas pelos recalls preventivos, embora nenhuma relação causal tenha sido cientificamente estabelecida.


A cereulida foi detectada em dois lotes de fórmula infantil da Danone que foram recolhidos, informaram autoridades suíças na quarta-feira (18).


Especialistas afirmam que identificar e confirmar casos pode ser desafiador porque os sintomas são semelhantes aos de infecções estomacais virais comuns e os testes para cereulida não estão amplamente disponíveis.


Sybille de La Hamaide

Reuters