segunda-feira, 16 de março de 2026

Mutirão da Febraban para negociar dívidas vai até dia 31 deste mês

 

                                            

Teclado de note (Foto: Marcello Casal Jr./Arq/ABr)



Os consumidores endividados com bancos e instituições financeiras têm até o dia 31 de março para renegociar os débitos com condições especiais oferecidas durante o Mutirão Nacional de Negociação de Dívidas e Orientação Financeira da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).


As vantagens disponíveis incluem alongamento de prazos, redução de taxas, alteração nas condições de pagamento ou migração para outras modalidades de crédito mais baratas.


O mutirão permite a negociação de dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e demais modalidades de empréstimos em atraso com bancos ou financeiras.


As regras e condições são definidas pelas instituições de acordo com suas políticas de crédito. Não podem ser incluídas no mutirão as dívidas que tenham bens dados em garantia (como veículos, motocicletas e imóveis), assim como dívidas prescritas.


Como negociar


A negociação pode ser feita diretamente nos canais oficiais da instituição credora ou pelo portal Consumidor.Gov, que o consumidor acessa por meio de sua conta Gov.br prata ou ouro.


Para entender como participar da campanha, basta acessar a página disponibilizada pela Febraban, que conta com um vídeo de passo a passo para negociar e como acessar o portal Gov.BR, encontrar a instituição credora e abrir o pedido de negociação.


Na negociação com a instituição credora, o consumidor interessado deve informar a dívida que pretende quitar e perguntar quais são as condições oferecidas para a sua quitação.


Se concordar com o que foi proposto, um acordo de negociação será assinado. Caso não concorde, pode fazer contrapropostas para chegar a um acordo que caiba no seu bolso.


Como saber se tenho dívidas?


Na mesma página, o consumidor também encontra conteúdo exclusivo sobre orientação financeira e acesso a outros canais, como o Registrato, sistema do Banco Central que permite acessar oSCR ( Relatório de Empréstimos e Financiamentos). O relatório contém a lista de dívidas em nome do consumidor com instituições financeiras.


“O mutirão de negociação de dívidas auxilia o consumidor, contribui para a diminuição da inadimplência no país e fortalece a economia ao permitir que mais pessoas retornem ao mercado de consumo de forma sustentável. Essa iniciativa também estimula a cultura do diálogo e da transparência entre instituições financeiras e clientes, criando um ambiente mais saudável para negociações e prevenindo o superendividamento”, explicou o diretor executivo de Cidadania Financeira da Febraban, Amaury Oliva. (Com Abr)

Trump ameaça Otan com futuro 'muito ruim' se não ajudar os EUA no Irã

 

                                            Getty Images via AFP

  • Presidente dos EUA pressiona aliados a participar da operação para reabrir o estreito de Hormuz

  • Republicano pode adiar encontro com Xi Jinping, no fim deste mês, se não houver resposta de Pequim



Donald Trump alertou que a Otan enfrenta um futuro "muito ruim" se os aliados dos Estados Unidos não ajudarem a abrir o estreito de Hormuz, enviando uma mensagem direta às nações europeias para que se juntem ao seu esforço de guerra no Irã.


O presidente dos EUA disse ao Financial Times em uma entrevista no domingo (15) que também poderia adiar sua cúpula com o dirigente da China, Xi Jinping, no final deste mês, enquanto pressiona Pequim a ajudar a desbloquear a crucial via de navegação.


"É apenas apropriado que as pessoas que são beneficiárias do estreito ajudem a garantir que nada de ruim aconteça lá", disse Trump, argumentando que a Europa e a China são fortemente dependentes do petróleo do Golfo, ao contrário dos EUA. "Se não houver resposta ou se for uma resposta negativa, acho que será muito ruim para o futuro da Otan", acrescentou.


Os comentários de Trump, feitos em uma ligação telefônica de oito minutos com o FT, vieram um dia depois de ele apelar à China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido para se juntarem a um "esforço conjunto" para abrir o ponto de estrangulamento por onde passa um quinto do petróleo mundial.


O Irã efetivamente fechou o estreito depois que os EUA e Israel lançaram sua guerra há mais de duas semanas, provocando temores de um novo choque nos preços do petróleo para a economia global. Os esforços americanos para abrir a rota marítima fracassaram em grande parte.


Os preços internacionais do petróleo atingiram US$ 106 o barril no domingo à noite, uma alta de cerca de 45% desde o início da guerra. Apesar de seu alerta, Trump estava pessimista de que os aliados dos EUA atenderiam seus apelos por ajuda.


"Temos uma coisa chamada Otan", disse Trump, que frequentemente criticou a aliança. "Fomos muito gentis. Não precisávamos ajudá-los com a Ucrânia. A Ucrânia está a milhares de quilômetros de nós... Mas nós os ajudamos. Agora veremos se eles nos ajudam. Porque há muito tempo digo que estaremos lá por eles, mas eles não estarão lá por nós. E não tenho certeza de que estariam."


Questionado sobre que tipo de ajuda ele precisava, Trump disse "o que for necessário". Ele acrescentou que os aliados deveriam enviar caça-minas [navais], dos quais a Europa possui muito mais do que os EUA. Ele também queria "pessoas que vão eliminar alguns atores mal-intencionados que estão ao longo da costa [iraniana]". Trump deu a entender que queria equipes de comandos europeus ou outra ajuda militar para eliminar iranianos que estão "causando incômodo" no Golfo com drones e minas navais.


"Estamos atingindo-os com muita força", disse Trump. "Eles não têm mais nada além de causar um pouco de problema no Estreito, mas essas pessoas são beneficiárias e deveriam nos ajudar a patrulhá-lo. Nós os ajudaremos. Mas eles também deveriam estar lá. É preciso muita gente para vigiar alguns poucos."


Trump disse que também esperava que a China ajudasse a desbloquear o estreito antes de viajar a Pequim no final deste mês para uma cúpula com Xi Jinping, sua primeira viagem à China em seu segundo mandato.


"Acho que a China também deveria ajudar porque a China obtém 90% de seu petróleo do estreito", disse Trump. Esperar até a cúpula seria tarde demais, disse ele.



Gostaríamos de saber antes disso. [Duas semanas] é muito tempo." Ele acrescentou que sua viagem à China também poderia ser adiada. "Podemos adiar", disse Trump. Ele não afirmou por quanto tempo.


Os comentários do presidente dos EUA vieram enquanto seu secretário do Tesouro, Scott Bessent, se reunia com seu homólogo chinês He Lifeng em Paris para conversas sobre a cúpula planejada em Pequim no final de março.


Xi convidou Trump para visitar a China quando os dois líderes se encontraram na Coreia do Sul no final de outubro e chegaram a uma trégua na guerra comercial e tecnológica EUA-China. Pequim não mostrou nenhum sinal de querer adiar a cúpula apesar da guerra no Irã, que é um grande fornecedor de petróleo para a China.


Tendo falado mais cedo no domingo com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, Trump expressou particular frustração com a resposta do Reino Unido até agora.


"O Reino Unido pode ser considerado o aliado número um, o mais antigo, e quando pedi que viessem, eles não quiseram vir", afirmou ele. "E assim que basicamente eliminamos a capacidade de perigo do Irã, eles disseram: 'ah, bem, vamos enviar dois navios', e eu disse: 'precisamos desses navios antes de vencermos, não depois de vencermos'. Há muito tempo digo que a Otan é uma via de mão única."


Ele afirmou que qualquer perigo para os aliados que movessem ativos para o Golfo seria mínimo, já que os EUA e Israel destruíram a capacidade militar do Irã nas últimas duas semanas.


"Essencialmente dizimamos o Irã", disse Trump. "Eles não têm Marinha, nem antiaéreo, nem Força Aérea, tudo se foi. A única coisa que podem fazer é causar um pouco de problema colocando uma mina na água —um incômodo, mas o incômodo pode causar problemas."



No entanto, aliados europeus já foram prejudicados na guerra. Um soldado francês foi morto na quinta-feira em um ataque de drone iraniano no Iraque. Uma aeronave italiana foi destruída no domingo em uma base no Kuwait.


Trump também alertou que os EUA estavam preparados para lançar novos ataques à ilha de Kharg, centro de exportação de petróleo do Irã, e poderiam mirar sua infraestrutura petrolífera. "Vocês viram que atingimos a ilha de Kharg, tudo menos os dutos ontem", disse ele, referindo-se a um bombardeio que anunciou na sexta-feira. "Podemos atingir isso em cinco minutos. E não há nada que eles possam fazer a respeito."


Questionado se a Rússia estava ajudando o Irã com dados de satélite para mirar os escudos antimísseis dos EUA e de Israel, Trump disse: "Não sei de uma forma ou de outra. Mas você também poderia argumentar que ajudamos a Ucrânia até certo ponto. É difícil dizer: 'vocês estão nos mirando, mas nós estivemos ajudando a Ucrânia'."


O antecessor de Trump, Joe Biden, havia dado à Ucrânia US$ 350 bilhões em dinheiro e equipamentos, afirmou o presidente. "Então é difícil dizer: 'Puxa, o que vocês estão fazendo?' quando estivemos fazendo a mesma coisa."

Edward Luce

 Financial Times

Irã diz estar pronto para levar guerra até o fim e nega ter solicitado acordo aos EUA

 

                                              AFP 

  • Israel afirma ter planos detalhados para pelo menos mais três semanas de conflito e Teerã fala em 'ir até onde for preciso'

  • Trump insiste em Irã derrotado, mas guerra segue com estreito de Hormuz alvo de pressões de ambos os lados




O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou nesta segunda-feira (16) que seu país está disposto a levar a guerra contra Israel e Estados Unidos até o fim, tão longe quanto for necessário.


"Acho que agora eles aprenderam a lição e entenderam com que tipo de nação estavam lidando: uma nação que não hesita em se defender e está pronta para levar a guerra até o fim, aonde quer que ela leve, e ir até onde for preciso", declarou em entrevista coletiva.


Pouco mais de duas semanas depois do ataque de Israel e EUA a Teerã, o conflito segue com o Irã atacando bases militares americanas e instalações de interesse econômico em seus vizinhos do golfo Pérsico, bem como infraestrutura civil —aeroportos, portos e instalações petrolíferas.


Desde domingo, ataques de drones iranianos fecharam temporariamente o aeroporto de Dubai e atingiram uma importante instalação petrolífera nos Emirados Árabes Unidos.


Israel, que também manteve seus bombardeios a alvos em todo o Irã, afirmou que possui planos detalhados para pelo menos mais três semanas de guerra. O porta-voz militar israelense, Nadav Shoshani, disse que também existem planos adicionais para um período mais longo.


"Queremos garantir que eles estejam o mais fracos possível, este regime, e que degrademos todas as suas capacidades, todas as partes e todos os braços de seu aparato de segurança", disse Shoshani


O presidente Donald Trump afirmou no sábado que o país persa estaria vencido e em busca de um acordo. "A mídia que divulga informações falsas e odeia reportar o quão bem o Exército dos Estados Unidos tem se saído contra o Irã, que está totalmente vencido e quer um acordo, mas não um acordo que eu aceitaria", escreveu na Truth Social.


Na última semana, o americano já havia declarado que a guerra acabaria quando ele assim quisesse e que "praticamente não sobrou nada para atacar" no Irã. Pouco tempo depois, ainda na quarta (11), Trump disse que os EUA venceram a guerra. "Nós vencemos. Deixe eu dizer uma coisa: nós vencemos. Nunca queremos dizer que ganhamos antes da hora, mas nós ganhamos. Na primeira hora, a guerra já tinha acabado", disse.


Araghchi, o chanceler iraniano, afirmou nesta segunda que o Irã não solicitou um cessar-fogo para a guerra e nem trocou comunicações com os EUA. No domingo (15), ele já havia dito que este conflito só acabará quando Teerã se certificar de que ele não será reiniciado.


"Esta guerra terminará quando tivermos certeza de que não se repetirá e que as reparações serão pagas. Vivenciamos isso no ano passado: Israel atacou, depois os Estados Unidos... eles se reagruparam e nos atacaram novamente", disse, referindo-se à guerra de 12 dias do Irã com Israel e os EUA em junho de 2025.


O ministro disse que Teerã possui "amplas evidências" de que bases americanas no Oriente Médio —que estão sob alvo do Irã— têm sido usadas para atacar a República Islâmica.


"Temos amplas evidências disso: imagens de satélite e vigilância eletrônica demonstram que bases americanas nesta região estão sendo usadas para ataques", disse ao veículo de notícias Al-Araby Al-Jadeed. Segundo ele, mísseis foram lançados dos Emirados Árabes Unidos para atacar a ilha de Kharg, um importante centro petrolífero iraniano. Araghchi ainda alertou outros países que, caso intervenham, haverá "uma escalada" na guerra.


O chanceler reiterou que o estreito de Hormuz, por onde passa um quinto da produção de petróleo mundial, está fechado apenas para "inimigos e aqueles que apoiam sua agressão". Um porta-voz do ministério acrescentou que os países que não participam da guerra têm conseguido transitar com seus navios, mediante coordenação e autorização do Irã.


Araghchi afirmou que diversos países estão entrando em contato com Teerã para garantir a passagem segura de suas embarcações. Ele não mencionou quais nações.


Em resposta, o presidente Donald Trump aumentou a pressão à comunidade internacional para garantir a segurança do estreito e pediu à Otan e a Pequim que enviem navios de guerra para a região.


"É justo que aqueles que se beneficiam desse estreito ajudem a garantir que nada de ruim aconteça ali", disse ele, após prometer que a Marinha dos EUA começaria a escoltar petroleiros "muito em breve" na região. Ele ainda ameaçou haver "consequências muito ruins para o futuro da Otan" caso os países membros da aliança se recusem a cooperar.


Em publicação na Truth Social, Trump ainda escreveu que esperava que China, Japão, Coreia do Sul, França e Reino Unido contribuíssem.


Com AFP e Reuters

Mercado estima redução da Selic em 0,25 ponto esta semana

 

                                            Sede do BC em Brasília (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)


O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) faz, nesta semana, nova reunião para decidir sobre a taxa básica de juros, a Selic, e a previsão do mercado financeiro é que ela seja reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.


A expectativa está no boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.


A Selic, definida atualmente em 15% ao ano, é o principal instrumento da autarquia para alcançar a meta de inflação. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o Copom não interferiu nos juros pela quinta vez seguida, na última reunião, no fim de janeiro.


A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o colegiado confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, marcada para esta terça (17) e quarta-feira (18), caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.


Na semana passada, o mercado estimava um corte de 0,5 ponto percentual na Selic, mas o aumento das expectativas de inflação mudou este cenário. Entre as razões para esta revisão está o impacto econômico da guerra no Irã, com o aumento no preço do petróleo pressionando a inflação futura.


Da mesma forma, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica, até o final de 2026, foi elevada nesta edição do boletim Focus, com a previsão de redução passando de 12,13% ao ano para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a projeção é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.


Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.


Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.


Inflação

A previsão do mercado financeiro para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) - referência oficial da inflação no país - passou de 3,91% para 4,1% em 2026. Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5%, para ambos os anos.


Apesar da alta, a estimativa para a variação de preços em 2026 se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.


Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7%, uma aceleração diante do registrado em janeiro, 0,33%. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 3,81% em 12 meses.


PIB e câmbio

Já a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 1,82% para 1,83%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.


Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.


Nesta edição do boletim Focus, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,47.


 (Com ABr)

Dr. Victor Rocha confirma participação da Casa Rosa no Mutirão Todos em Ação 2026

 

                                               Divulgação


O vereador Dr. Victor Rocha, médico mastologista e voluntário da Casa Rosa, confirmou a participação da instituição na primeira edição de 2026 do Mutirão Todos em Ação, iniciativa da Prefeitura de Campo Grande que leva serviços essenciais gratuitos à população.


A ação será realizada no dia 21 de março, das 8h às 13h, na Escola Municipal Padre Thomaz Ghirardelli, localizada no Parque do Lageado, na região do Anhanduizinho.


Durante o lançamento do calendário de mutirões, Dr. Victor Rocha convidou a população a participar do evento e destacou que a Casa Rosa estará presente levando atendimento e orientação em saúde.


“Você é o nosso convidado dia 21 de março na Escola Thomaz Ghirardelli. Estaremos lá no Mutirão Todos em Ação com vários serviços para a comunidade, das oito às treze horas. A Casa Rosa também estará presente para realizar atendimento tanto da saúde do homem quanto da saúde da mulher”, afirmou.


Segundo o médico, a participação da Casa Rosa nos mutirões é fundamental porque, em edições anteriores, casos de câncer já foram identificados durante os atendimentos, permitindo o encaminhamento rápido para diagnóstico e tratamento especializado.


“Nos mutirões já conseguimos identificar casos de câncer que talvez demorassem muito mais para serem descobertos. Por isso a presença da Casa Rosa é tão importante: ampliamos o acesso ao atendimento especializado e aumentamos as chances de diagnóstico precoce”, destacou.


O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Epaminondas Neto (Papy), também destacou o impacto social do trabalho realizado pelo médico e pela instituição.

“O doutor Victor Rocha tem feito um trabalho importante de atendimento às mulheres com a Casa Rosa. Vira um verdadeiro consultório médico dentro das escolas com o trabalho realizado”, pontuou.


Mutirão Todos em Ação: Criado em 2022, o Mutirão Todos em Ação oferece hoje mais de 300 serviços gratuitos à população, e já ultrapassou a marca de 980 mil atendimentos realizados, consolidando-se como umimportante programa de inclusão social em Campo Grande.


Ao longo de 2026, estão previstas oito edições do mutirão, contemplando todas as regiões urbanas da capital e também o distrito de Anhanduí.

PP se organiza para as eleições com articulação de Marco Santullo e liderança de Tereza Cristina

 

                                             Reprodução


Com a aproximação do calendário eleitoral, o Partido Progressistas (PP) intensifica sua mobilização política e articula estratégias para fortalecer sua presença nas disputas deste ano. A movimentação tem sido conduzida pelo dirigente partidário Marco Santullo, em conjunto com a senadora Tereza Cristina, uma das principais lideranças da legenda no Mato Grosso do Sul.


Nos últimos encontros políticos e reuniões internas, Santullo tem atuado na coordenação das bases do partido, buscando alinhar lideranças regionais, vereadores, prefeitos e pré-candidatos. O objetivo é consolidar uma estratégia unificada que permita ao PP ampliar sua representatividade nas eleições  e fortalecer o projeto político da sigla no estado.


A senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura e figura de destaque nacional dentro do partido, também participa ativamente das articulações. Reconhecida por sua influência política e capacidade de diálogo, ela tem incentivado a formação de alianças e a construção de chapas competitivas em diferentes municípios.


Segundo dirigentes da legenda, o momento é de organização e planejamento. A meta do partido é estruturar candidaturas sólidas, fortalecer as bases e promover uma campanha pautada pelo desenvolvimento regional, pela geração de oportunidades e pelo fortalecimento da gestão pública.


Além de Marco Santullo e Tereza Cristina, outras lideranças progressistas do estado têm participado das discussões estratégicas. As reuniões têm servido para definir prioridades eleitorais, alinhar discursos e ampliar a participação do partido em diversas regiões.


Nos bastidores políticos, a avaliação é de que o PP busca chegar ao período eleitoral com uma estrutura fortalecida e maior capilaridade . A expectativa das lideranças é que a mobilização antecipada contribua para ampliar o número de representantes eleitos e consolidar o partido como uma das principais forças políticas do estado.

Projeto Jamilson Name que amplia conscientização sobre depressão infantil avança na Assembleia Legislativa

 

                                             Foto: Mauro Silva

O Projeto de Lei 272/2025, de autoria do deputado estadual Jamilson Name (PSDB), foi aprovado em primeira discussão durante sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (12) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, sem registrar votos contrários. A proposta segue agora para segunda discussão e votação em plenário.


A iniciativa prevê a afixação de cartazes informativos sobre depressão infantil em locais estratégicos do Estado, com o objetivo de ampliar o acesso da população a informações que auxiliem na identificação precoce dos sinais da doença.


Ao defender o projeto, o deputado destacou a necessidade de atenção à saúde mental das crianças. Segundo ele, é fundamental que a sociedade esteja atenta aos sinais e sintomas que podem indicar o desenvolvimento da doença.


“Temos que olhar pelas nossas crianças. Não podemos deixar de lado aqueles que representam o futuro do nosso país. Precisamos nos preocupar com a saúde mental dos mais novos e entender que a depressão também pode atingir as crianças”, afirmou Jamilson Name.


O parlamentar ressaltou ainda o papel das famílias na observação de comportamentos que possam indicar dificuldades emocionais. “Nossa obrigação, como pais, responsáveis ou tutores, é ficar atentos aos sinais para que as providências sejam tomadas a tempo e os tratamentos iniciados o quanto antes, evitando o agravamento da doença”, completou.


De acordo com o deputado, ampliar o acesso à informação é um passo essencial para o enfrentamento do problema. “Quando a sociedade tem acesso a orientações claras, consegue identificar comportamentos que antes passariam despercebidos. Por isso, investir em campanhas educativas e ampliar o diálogo sobre saúde mental infantil é fundamental”, destacou.


Jamilson também ressaltou a importância de profissionais que convivem diariamente com crianças, como professores e agentes de saúde, na identificação precoce dos sinais. Segundo ele, quanto mais informados esses profissionais estiverem, maiores serão as chances de garantir acolhimento e encaminhamento adequado para tratamento.


Locais de instalação


O projeto estabelece que os cartazes informativos poderão ser afixados em repartições públicas estaduais, escolas públicas e privadas, unidades de saúde e locais de grande circulação de pessoas.


Conteúdo informativo


Os materiais deverão apresentar informações de forma simples e acessível, incluindo os principais sinais e sintomas da depressão infantil e juvenil, orientações sobre a importância do atendimento profissional especializado e dados de contato dos serviços de atendimento disponíveis no Estado, como endereços, telefones e horários de funcionamento.


A proposta busca fortalecer as ações de prevenção e conscientização sobre a depressão infantil e juvenil, ampliando o acesso da população a informações que possam contribuir para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.