terça-feira, 10 de março de 2026

Lei: Cadastro de Pessoas Condenadas por Violência Doméstica é realidade em Mato Grosso do Sul

 

                                            Foto: Wagner Guimarães




De autoria do deputado Pedrossian Neto (PSD), foi sancionada pelo Governo do Estado e publicada hoje a Lei 6.552/2026, que dispõe sobre o Cadastro Estadual de Pessoas Condenadas por Crimes Praticados no Contexto de Violência Doméstica e Familiar, no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul, e dá outras providências.


A norma destaca que serão incluídas no cadastro a que se as pessoas condenadas por crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar, com decisão condenatória transitada em julgado. São considerados delitos os que envolvam violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, que se enquadrem nas situações delineadas na Lei Federal 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha).


O Cadastro Estadual será composto pelos dados pessoais completos, foto e características físicas; idade da pessoa cadastrada e histórico de crimes, sendo a foto de frente, para que assim possa ocorrer a melhor identificação das pessoas constantes no cadastro. O Cadastro Estadual será disponibilizado no sítio eletrônico da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), respeitado o sigilo das investigações policiais e os processos judiciais em andamento que tenham caráter sigiloso.


O autor da lei defendeu a ferramenta para aumentar segurança das mulheres e população que vive em Mato Grosso do Sul. “Para que a gente tenha ideia dos números que estamos vendo em Mato Grosso do Sul sobre violência doméstica, apenas ano passado tivemos aqui na capital a expedição de 5 mil medidas protetivas, 60 boletins de ocorrência por dia. Na última década, foram 200 mil boletins, num Estado que tem 1,5 milhão de mulheres, quase 15% foram vítimas e tiveram coragem de denunciar, mas devem existir muito mais mulheres vítimas de violência. Todas as mulheres tem direito de saber com quem elas estão relacionando, é sobre isso que estamos falando. É um Mato Grosso do Sul que não se cala diante do feminicídio”, frisou Pedrossian Neto. 


Sem trégua na guerra no Irã, grandes bancos revisam projeções para petróleo

 

                                              Navio carregando petróleo no estreito de Hormuz - Hamad I Mohammed - 21.dez.18/Reuters


  • Segundo estimativas de instituições financeiras, barril pode saltar para US$ 150

  • Temores sobre duração do fechamento do estreito de Hormuz impactam previsões

A guerra no Irã entrou em sua segunda semana, e as incertezas sobre a duração do conflito têm cobrado um preço cada vez mais alto nos mercados globais de energia.


Nas negociações desta segunda-feira (9), ainda noite de domingo no Brasil, o barril do petróleo Brent saltou de US$ 92 do fechamento de sexta-feira para quase US$ 120, na maior valorização diária desde que as negociações de contratos futuros da commodity começaram, em 1988.


Ainda que a cotação do barril de referência tenha arrefecido, rodando abaixo de US$ 100 durante boa parte do dia, e abaixo de US$ 90 após declarações de Donald Trump, o movimento provocou revisões sobre o preço do petróleo para os próximos meses.


Se até a semana passada as previsões rondavam US$ 80 a US$ 90, a escalada do conflito catapultou estimativas para patamares semelhantes aos de grandes choques no mercado de petróleo.


O Barclays e o JPMorgan Chase, por exemplo, afirmaram que o barril pode testar a casa de US$ 120 se o conflito persistir por mais algumas semanas. Para efeito de comparação, o Brent chegou à máxima de US$ 128 logo no início da guerra da Ucrânia, em março de 2022, o maior valor desde a crise financeira de 2008 (US$ 144 no pico).


"Esses números podem parecer muito altos, especialmente considerando o pessimismo generalizado em relação às perspectivas do mercado de petróleo para este ano, mas reiteramos que os fundamentos são mais sólidos e os riscos são maiores do que no conflito entre Rússia e Ucrânia, quando vimos esses níveis se materializarem", afirma o Barclays.


No cenário mais pessimista, o Barclays vê o Brent em torno de US$ 150 por barril antes do final do mês. Esse patamar também foi aventado por Saad al-Kaabi, ministro de Energia do Catar, no fim de semana.


"Se esta guerra continuar por algumas semanas, o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em todo o mundo será impactado. O preço da energia de todos vai subir. Haverá escassez de alguns produtos e haverá uma reação em cadeia de fábricas que não conseguem fornecer", afirmou ele em entrevista ao Financial Times.


A visão do Goldman Sachs é semelhante. O banco ainda mantém o cenário base de US$ 80 o barril até o fim de março e de US$ 70 no segundo trimestre, mas admite que revisará projeções caso não veja evidências de normalização do tráfego do estreito de Hormuz, por onde passam 20% de todo o petróleo e gás do mundo.


O mercado, porém, enfrenta sessões tão voláteis que impedem que operadores e analistas tenham visibilidade clara sobre a tendência da commodity. Nesta segunda, por exemplo, o preço do barril derreteu para US$ 85 depois que o presidente Donald Trump afirmou que a guerra contra o Irã está "praticamente concluída".


A volatilidade, segundo Adriana Ricci, chefe de operações da SHS Investimentos, acontece porque "o mercado de petróleo reage antes de a escassez acontecer".


A reação, explica ela, deriva de uma combinação de fatores geopolíticos. Além das investidas bélicas dos Estados Unidos e de Israel, há riscos sobre a logística energética no estreito de Hormuz e incertezas sobre a política interna do Irã após a escolha de Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como novo aiatolá do regime.


"Em momentos assim, é fato que o petróleo costuma incorporar um prêmio de risco sobre o futuro. Parte dessa alta reflete fundamentos [como riscos militares e prêmios de seguradoras na região do estreito], mas parte vem de uma dinâmica especulativa na qual operadores e fundos costumam antecipar movimentos de escassez."


O cenário pode mudar caso algumas das maiores economias do mundo liberem estoques emergenciais de petróleo –mas não drasticamente. O BTG Pactual, em relatório, afirmou que acompanhará a reunião entre ministros de Energia do G7, nesta terça-feira (10), que discutirá a liberação de reservas.


"Caso o G7 avance com uma liberação de 300 a 400 milhões de barris, a medida teria como objetivo ganhar tempo", diz a nota. O banco, porém, prevê que as cotações irão permanecer em trajetória de alta, citando ataques a refinarias e paralisações de produções como fatores de pressão adicionais ao fechamento do estreito.


Tadeu Arantes, chefe de alocação da Ghia Multi Family Office, compartilha da visão de que os estoques emergenciais do G7 poderão ser um alívio temporário para um problema maior.


Esse problema, diz ele, segue sendo o tempo em que o estreito de Hormuz ficará fechado. Até que se tenha clareza sobre a duração do fechamento, os especialistas preveem ainda mais volatilidade nos mercados.


"Como alocadores, sempre reforçamos que é muito difícil prever cenários quando tem uma guerra no meio. Temos que olhar para trás e entender como os ativos se comportaram em conflitos semelhantes", diz Arantes.


"Historicamente, temos esse estresse inicial de aversão a risco, com petróleo, dólar e ouro em alta e bolsas em baixa. Mas, na janela de seis a 12 meses depois do início do conflito, temos uma recuperação quase total dessas perdas."


Ele pontua, também, que os fundamentos sobre a commodity ainda apontam para um excesso de oferta –não à toa, o barril estava abaixo da média histórica até o início da guerra, em torno de US$ 60–, mas o fechamento do estreito se sobrepõe aos fundamentos neste momento.


Por isso, diz ele, a chave para todas as respostas passa pela pergunta: "Por quanto tempo o estreito vai ficar fechado?".


Colaborou Matheus dos Santos

Envio de declaração do Imposto de Renda começa na próxima semana

 

                                           Começa na próxima semana envio da declaração do IR. (Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)



A Receita Federal divulgará na próxima segunda-feira (16) as regras da Declaração do irpf (Imposto de Renda Pessoa Física) 2026.


Embora o calendário oficial ainda não tenha sido anunciado, a expectativa é que o prazo de entrega da declaração comece no dia 16 e se estenda até 29 de maio, último dia útil do mês, seguindo o padrão dos anos anteriores.


Uma das principais dúvidas entre os contribuintes neste ano envolve a nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês.


Apesar de a medida ter entrado em vigor em 1º de janeiro e ter começado a aliviar o bolso de parte dos trabalhadores desde fevereiro, a mudança não terá impacto na declaração entregue em 2026.


Isso ocorre porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos obtidos em 2025. Assim, a nova faixa de isenção só terá efeito prático na declaração a ser apresentada em 2027.


A confusão entre isenção do imposto e obrigatoriedade de entregar a declaração é comum entre os contribuintes.


Especialistas alertam que estar isento do pagamento mensal não significa automaticamente estar dispensado de prestar contas ao Fisco, já que a obrigação de declarar depende também de outros critérios, como patrimônio, investimentos e operações financeiras. (Agência Brasil)

Nectarina Café conquista público com ambiente acolhedor em Campo Grande

 



Localizado na Rua José Nogueira Vieira, nº 770, em Campo Grande, o Nectarina Café tem se destacado como um espaço charmoso e acolhedor para quem aprecia café de qualidade,  um ambiente agradável para encontros e momentos de descanso.


A cafeteria vem conquistando clientes pela proposta de oferecer um local tranquilo e bem decorado, ideal para reuniões informais, encontros entre amigos ou mesmo para quem busca um momento de pausa durante a rotina. O ambiente combina conforto e estilo, com uma decoração moderna que valoriza a experiência de quem visita o local.


No cardápio, o destaque fica para cafés especiais preparados com cuidado, além de acompanhamentos como bolos, doces e outras opções que harmonizam com a bebida. A proposta da casa é valorizar a cultura do café, proporcionando aos clientes uma experiência diferenciada.


Além da qualidade dos produtos, o atendimento também é apontado como um dos pontos fortes do estabelecimento. Frequentadores destacam a cordialidade da equipe e o cuidado com cada detalhe, fatores que contribuem para tornar o espaço cada vez mais conhecido na região.


Com a crescente valorização das cafeterias como locais de convivência e socialização, o Nectarina Café surge como mais uma opção para os moradores de Campo Grande que buscam qualidade, sabor e um ambiente acolhedor.


A presença de empreendimentos como o Nectarina Café reforça o crescimento do setor gastronômico na capital sul-mato-grossense, ampliando as opções de lazer e gastronomia para a população.


Renegociação de dívidas com o BB vai até o fim do mês

 

                                           Agência do BB (Foto: Marcelo Camargo/ABr)


O Banco do Brasil abriu prazo até dia 31 de março para que clientes possam renegociar dívidas com condições especiais e descontos que podem chegar a até 90%, de acordo com cada perfil.


Segundo o banco, o objetivo é reforçar o compromisso com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. 


“Caso a renegociação não esteja disponível de forma automática, o cliente deve procurar sua agência de relacionamento para atendimento personalizado. Em todos esses canais, não é necessário o envio de documentos”, explicou o gerente-executivo da Unidade de Cobrança e Reestruturação de Ativos do Banco do Brasil, Daniel Brum.


A campanha do Banco do Brasil acontece simultaneamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), quando será possível renegociar dívidas bancárias em atraso, como cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito sem garantia e não prescritas.


Segundo a Febraban, o mutirão representa uma oportunidade para que os cidadãos regularizem suas pendências financeiras, reorganizem o orçamento e evitem o superendividamento, além de fortalecer a relação entre consumidores e instituições financeiras.


Serviço


A renegociação pode ser feita nos canais de atendimento do Banco do Brasil:


- Central de Relacionamento do BB (CRBB);

- Telefones 4004-0001 ou 0800 729 0001;

- WhatsApp BB, com o número (61) 4004-0001, escolhendo a opção #renegocie;

- Aplicativo do banco;

- Autoatendimento;

- Site www.bb.com.br/solucaodedividas e

- Nas agências do Banco do Brasil.


(Com ABr)

Canetas emagrecedoras podem ajudar a combater vícios em substâncias

 

                                            Caixas de Ozempic e Mounjaro - George Frey - 29.mar.23/Reuters


  • Medicamentos GLP-1 são promissores no tratamento da dependência ao diminuir a fissura, aponta estudo

  • Outras pesquisas associaram Ozempic e afins a taxas mais baixas de transtornos por uso de álcool




Um paciente meu, um veterano militar que tentava parar de fumar há mais de uma década, disse que depois que começou a tomar um medicamento GLP-1 para diabetes perdeu o interesse pelo cigarro. Ele não usou adesivos. Não definiu uma data para parar. Simplesmente perdeu o interesse.


Outro paciente que tomava um desses medicamentos para perda de peso disse que o álcool havia perdido seu apelo —depois de anos de tentativas frustradas de parar de beber.


Pessoas que lutam contra muitos vícios, seja em opioides ou em jogos de azar e apostas, estão relatando experiências semelhantes em clínicas, nas redes sociais e nas mesas de jantar.


Meus pacientes estavam dando uma pista importante. Pessoas que tomam medicamentos GLP-1 frequentemente falam sobre o desaparecimento do "ruído alimentar": a conversa mental constante sobre comida, que dominava seus dias, simplesmente se acalma. E meus pacientes relatavam que não era algo apenas relacionado à alimentação: eles estavam percebendo que o pensamento de fumar, beber e usar drogas também estava diminuindo.


Muitos vícios não têm tratamento aprovado. Os poucos medicamentos que existem são muito subutilizados e nenhum funciona para todas as substâncias. A ideia de que um medicamento já consumido por milhões de pessoas pudesse fazer o que nenhum tratamento para vícios fez antes era importante demais para ser ignorada.


Decidimos testar se medicamentos como semaglutida (Ozempic e Wegovy) e tirzepatida (Mounjaro e Zepbound), originalmente desenvolvidos para diabetes —e posteriormente aprovados para obesidade— poderia reduzir a própria fissura, o desejo intenso relacionado à dependência química.


Base biológica da fissura

O hormônio que esses medicamentos imitam não é produzido apenas no intestino. Ele também é ativo no cérebro, onde os receptores aos quais se liga se agrupam em regiões que controlam recompensa, motivação e estresse —o mesmo circuito que é sequestrado pelo vício. Em doses terapêuticas, os medicamentos GLP-1 atravessam a barreira hematoencefálica e atenuam a sinalização da dopamina no centro de recompensa do cérebro, tornando as substâncias viciantes menos gratificantes.


Os medicamentos GLP-1 parecem inibir a fissura por várias substâncias diferentes em vários modelos animais. Quando os pesquisadores administraram semaglutida a macacos-vervet —primatas que bebem álcool voluntariamente, assim como os humanos—, os animais beberam menos sem mostrar sinais de náusea ou alterações na ingestão de água. Isso sugere que a droga reduziu o valor de recompensa do álcool, em vez de fazer os animais se sentirem mal.


De animais para pessoas

Para descobrir se essas drogas têm um efeito semelhante em humanos, recorremos aos registros eletrônicos de saúde de mais de 600 mil pacientes com diabetes tipo 2 nos Estados Unidos.


Elaboramos um estudo que aplicou o rigor dos ensaios clínicos randomizados a dados do mundo real. Comparamos pessoas que começaram a tomar medicamentos GLP-1 com pessoas que não tomaram, ajustando as diferenças no histórico de saúde, dados demográficos e outros fatores de confusão, e acompanhamos os dois grupos por três anos.


Fizemos duas perguntas: para pessoas que já lutavam contra o vício, os medicamentos reduziram as overdoses, as hospitalizações relacionadas a drogas e as mortes? E para pessoas sem histórico de transtorno por uso de substâncias, os medicamentos GLP-1 reduziram o risco de desenvolver um transtorno relacionado a todas as principais substâncias que causam dependência: álcool, opioides, cocaína, cannabis e nicotina?


No grupo que já lutava contra o vício houve 50% menos mortes por uso de substâncias entre aqueles que tomavam medicamentos GLP-1, em comparação com aqueles que não tomavam. Também descobrimos 39% menos overdoses, 26% menos hospitalizações relacionadas a drogas e 25% menos tentativas de suicídio. Ao longo de três anos, isso se traduziu em aproximadamente 12 eventos graves a menos no total por mil pessoas que usavam medicamentos GLP-1 —incluindo duas mortes a menos.


Os medicamentos também parecem prevenir o desenvolvimento do vício. Entre pessoas sem histórico de transtorno por uso de substâncias, aquelas que tomavam medicamentos GLP-1 apresentaram um risco 18% menor de desenvolver transtorno por uso de álcool, um risco 25% menor de transtorno por uso de opioides e um risco aproximadamente 20% menor de dependência de cocaína e nicotina.


Evidências convergentes

Um estudo nacional sueco com 227 mil pessoas com transtorno por uso de álcool descobriu que aqueles que tomavam medicamentos GLP-1 tinham 36% menos risco de hospitalizações relacionadas ao álcool. Isso é mais do que o dobro da redução de 14% que o mesmo estudo constatou com a naltrexona, que foi o medicamento com melhor desempenho aprovado para o tratamento do transtorno por uso de álcool nessa análise.


Outros estudos observacionais associaram os medicamentos GLP-1 a taxas mais baixas de transtornos relacionados ao uso de álcool novos e recorrentes, redução de diagnósticos e recaídas em transtornos relacionados ao uso de cannabis, menos consultas médicas por dependência de nicotina e menor risco de overdose de opioides.


Ensaios clínicos randomizados que estão testando diretamente se esses medicamentos ajudam pessoas com dependência também se mostram promissores. Em um ensaio, a semaglutida reduziu tanto o desejo como o consumo de álcool em pessoas com transtorno por uso de álcool. Em outro, a dulaglutida reduziu o consumo de álcool.


O futuro do tratamento da dependência

Os medicamentos GLP-1 são o primeiro tipo de medicamento a mostrar benefícios potenciais contra vários tipos de substância simultaneamente. E, diferentemente dos medicamentos para dependência existentes, os GLP-1 já são prescritos em grande escala por médicos de cuidados primários.


A consistência da eficácia do GLP-1 em relação a álcool, opioides, cocaína, nicotina e cannabis sugere que esses medicamentos podem atuar sobre uma vulnerabilidade comum subjacente ao vício — e não sobre uma única via de uma substância.



Mas ainda há questões sem respostas. Muitas pessoas que tomam medicamentos GLP-1 para tratar obesidade ou diabetes interrompem o tratamento; depois disso, seu apetite normalmente retorna e elas recuperam o peso perdido.


Não se sabe se o mesmo efeito rebote ocorreria com a dependência e o que significaria para alguém em recuperação enfrentar novamente uma fissura intensa. Também não está claro se os benefícios persistem ao longo de anos de uso contínuo ou se o cérebro se adapta de maneira que atenue esses efeitos.


Este texto foi publicado no The Conversation. Clique aqui para ler a versão original.

Emprega CG – Mulher atende mais de cem candidatas

 

                                              Divulgação



O mutirão Emprega CG – Mulher reuniu, nesta segunda-feira, 20 empresas e candidatas em busca de trabalho, com a oferta de 500 vagas em 28 funções. Durante as quatro horas de atendimento, foram realizadas 115 entrevistas de emprego. 


A ação atraiu mulheres de diferentes regiões da cidade. Moradora do Jardim Itamaracá, Monique Carvalho, de 18 anos, participou da seleção. “Soube pela própria Funsat que haveria esse evento e fiz questão de conferir. Tendo as empresas com entrevistas, as possibilidades de ser selecionada aumentam”, contou. 


Do Jardim Centenário, Therezinha Maria de Araújo, de 57 anos, também aproveitou a oportunidade para buscar uma colocação. “Tenho experiência em algumas profissões, porém, em ações desta finalidade o importante é fazer boas entrevistas e contatos. Estou há dois meses tentando a colocação e hoje, talvez seja, uma oportunidade especial”, disse. 


Maria Madalena Nascimento de Oliveira, de 65 anos, moradora do bairro Marcos Roberto, destacou a importância da iniciativa. “Uma iniciativa que auxilia muito, pela qualidade de atendimento, cuidado da Funsat com as pessoas e a presença de empresas”, afirmou. 


Outras participantes também viram no mutirão uma chance de aproximação com o mercado de trabalho. “Gostei muito do catálogo e da recepção que eles deram. Um evento lindo para as mulheres e com o propósito de gerar reflexão no mercado de trabalho”, comentou Marileuza Ortiz, de 52 anos, que procura vaga na área de limpeza. 


De acordo com a organização, cerca de 70% das entrevistas realizadas podem avançar para novas etapas de seleção. Em relação à edição anterior, o evento também registrou crescimento de 10% na emissão de senhas de atendimento.