quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Comissão aprova fim da escala 6x1 e votação vai a último estágio, no plenário do Senado

 

                                           Ton Molina/Agência Senado


  • Relatório rejeita 36 emendas e mantém versão aprovada pela Câmara
  • Mudança prevê transição da carga semanal de 44 para 40 horas


A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) o relatório da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1, em que o trabalhador tem apenas um dia de folga semanal.


A proposta foi aprovada em votação simbólica, quando não há declaração de votos. Os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-SC), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Tereza Cristina (PP-MS) votaram contra.


A aprovação na comissão é a penúltima etapa na tramitação. O texto ainda precisa ser analisado no plenário do Senado, onde são necessários votos de 49 dos 81 senadores. A base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha para que isso aconteça pelo menos antes do segundo turno das eleições.


Foi aprovado também uma uma recomendação de calendário especial no plenário, o que permitiria que a primeira e a segunda votações aconteçam no mesmo dia, decisão que depende de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da Casa.


Ao fim da votação na comissão, a base do governo puxou gritos de "plenário, plenário". Alcolumbre não se comprometeu a incluir a PEC na pauta do plenário, e governistas dizem que ainda esperam sensibilizar o presidente do Senado.


O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, esteve na CCJ e, após a votação, disse esperar que a proposta chegue ao plenário nesta quarta ou na quinta. Esta semana é a última janela de votações prevista antes das eleições, em outubro.


O relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM) reproduziu integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados em maio. Até o início da votação na CCJ, 36 emendas haviam sido apresentadas, e todas foram rejeitadas pelo relator.


A maioria delas foi apresentada pela oposição. Eram tentativas de evitar a redução na jornada semanal, evitar a concessão de dois dias de folga para que apenas um fosse remunerado e de aumentar o período de transição. Um destaque do líder da oposição, senador Rogério Marinho, que buscava acabar com o descanso semanal remunerado, também foi recusado na comissão.


A oposição pediu vista na discussão, o que levou a reunião da CCJ a ser suspensa por uma hora, como parte da estratégia para conter a votação. Mas governistas insistiram na votação e, após o prazo, o presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), que é da base de apoio do governo, levou a PEC à votação.


Bolsonaristas já admitiam na véspera que o assunto gerava desgaste eleitoral para senadores que são candidatos.


Por isso, o enfrentamento ao andamento da proposta foi deixado a senadores que não disputam as eleições deste ano, como é o caso de Rogério Marinho, coordenador da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) a presidente.


O candidato não participou da votação na comissão e evitou falar sobre o projeto.


Marinho disse que a redução da jornada vai encarecer o trabalho, obrigando empresários a aumentar preços. "É óbvio, é ululante, é claro, é transparente, é cristalino e quem diz o contrário ou tem má-fé ou é burro", afirmou.


Segundo o líder da oposição, a proposta engessa as definições de escala de trabalho e apenas atende o governo Lula eleitoralmente.


"Quem vai fazer uma viagem de avião, os aeroviários, daqui para a Europa, 14 horas para a França? Se são oito horas, com duas horas extraordinárias de compensação de horas extras, quando chegar à Ilha da Madeira, pega a tripulação do avião, todo mundo desce de paraquedas, porque é impossível que ele continue, senão se vai transgredir a lei.", disse.


A PEC não proíbe a definição de acordos e convenções para setores com demandas específicas. A regulamentação desses casos, porém, ficará para outras alterações na legislação. Um projeto de lei enviado pelo governo Lula trata de profissões regulamentadas, mas o texto ainda não andou na Câmara.


Omar Aziz afirmou durante a sessão que o passo seguinte à aprovação da PEC é a discussão da regulamentação. "Não é intenção dessa relatoria quebrar ninguém", disse. "Vamos ter que regulamentar isso."


Essas discussões, segundo ele, deverão ser feitas no prazo de dois meses até que a primeira etapa da redução de jornada entre em vigor.


Nos 60 dias depois da promulgação, empresas e categorias deverão negociar novos acordos e convenções coletivas para adequar suas atividades à nova jornada semanal máxima de 42 horas. Quando a emenda entrar em vigor, acordos que tratem de jornadas maiores serão considerados sem efeito.


A proposta reduz a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, com a concessão obrigatória de duas folgas semanais, uma delas preferencialmente aos domingos. A alteração constitucional prevê uma transição para a redução das quatro horas semanais.


A primeira etapa começa a valer 60 dias depois da promulgação, com a redução da jornada semanal a 42 horas. A segunda e última fase, a redução para 40 horas, será aplicada 12 meses depois. A redução na jornada, segundo a PEC, não pode resultar em redução salarial.


Omar Aziz disse, durante a leitura do relatório, que não acolheria qualquer proposta de alteração que tentasse enfraquecer a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) ou que tentasse impedir a redução da jornada.


Ele referia-se às tentativas da oposição de tentar emplacar a votação de uma PEC alternativa, assinada por Rogério Marinho, que libera o empregador a pagar o trabalhador por hora trabalhada, em um regime alternativo ao da CLT.


Respondendo às críticas de Marinho à PEC, Aziz lembrou que, na Câmara, 60 deputados do PL votaram pela aprovação da mudança. Entre esses parlamentares está Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato à vice na chapa de Flávio Bolsonaro.


O relator disse ainda que todas as emendas apresentadas pela oposição tratavam de reduzir os direitos de trabalhadores ou evitar a redução da carga horária. "Nenhuma pede mais benefício para o trabalhador", afirmou.


As mudanças previstas na PEC devem afetar mais da metade dos trabalhadores formais no Brasil. Segundo dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), banco de dados do governo federal, 35 milhões de pessoas com registro em carteira trabalham mais de 40 horas semanais, número que equivale a 58,38% do total de empregados.


Como a PEC trata apenas do regramento geral de horas e jornada, as leis específicas de profissões regulamentadas ainda terão de ser alteradas para que sejam compatibilizadas à mudança constitucional.


Um projeto de lei enviado pelo governo Lula trata dessas legislações, mas o texto ainda não andou na Câmara. A PEC prevê que nos 60 dias depois da promulgação, empresas e categorias deverão negociar novos acordos e convenções coletivas para adequar suas atividades à nova jornada semanal máxima de 42 horas. Quando a emenda entrar em vigor, acordos que tratem de jornadas maiores serão considerados sem efeito.


Caberá a esses acordos (quando a negociação vale para uma empresa) ou convenções (quando afeta toda a categoria) a definição dos regimes de escala e de compensação de jornada, e também os casos de categorias com necessidades especiais como saúde, segurança, setor aéreo e plataformas de petróleo.


A PEC também cria uma regra especial que deverá afetar até 434 mil trabalhadores celetistas, que perderão o direito a um limite de horas trabalhadas e controle da jornada. A exceção afetará profissional com salários acima de 2,5 vezes o teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que neste ano equivale a R$ 21.188,88.


Outra exceção à regra geral prevista na PEC será aplicada aos funcionários de empresas com contratos com governos municipais, estaduais e federal. O texto estabelece que as novas regras só serão aplicadas quando houver o aditamento contratual, e em no máximo 12 meses após a publicação da emenda constitucional.


A exceção valerá para contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos, de concessões e permissões de serviços e obras públicas e de parcerias público-privadas.


Fernanda BrigattiCristiane GercinaFolha de Saõ Paulo

Convocação dos primeiros amistosos da Seleção após a Copa será na próxima terça

 





A convocação da Seleção Brasileira para os amistosos com Austrália e Índia, na próxima Data FIFA, será realizada na sede da CBF, no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira, 9 de setembro, às 14h (MS). 


Na ocasião, o técnico Carlo Ancelotti vai divulgar os 26 atletas que formarão o grupo que iniciará a caminhada rumo à Copa do Mundo de 2030. O primeiro desafio será já em setembro, na chamada Super Data FIFA, com três duelos internacionais. Ainda em 2026 haverá outra Data FIFA, em novembro.


Esta será a primeira convocação da Amarelinha desde a participação no último Mundial. O Brasil terá dois compromissos com a Austrália.


No dia 25 de setembro, enfrenta os australianos no estádio Queensland Country Bank, em Townsville. Em seguida, no dia 29, encara novamente os donos da casa, desta vez no estádio Suncorp, em Brisbane.


Após enfrentar os australianos, a Seleção fará seu primeiro jogo contra a equipe nacional da Índia. Este encontro inédito acontecerá no dia 3 de outubro, no estádio Vivekananda Yuba Bharati Krirangan (conhecido como Estádio Salt Lake), na cidade de Calcutá.



Projeto limita a compra de alimentos ultraprocessados na merenda escolar

 

                                            Foto: Dourados News



O Projeto de Lei 3228/26 prevê limites máximos para a aquisição de alimentos ultraprocessados na merenda escolar. A proposta altera a Lei 11.947/09, que trata do atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica.


A proposta define parâmetros para a destinação dos recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), de forma que:


- no mínimo 85% devem ser destinados à compra de itens in natura ou minimamente processados;

- no máximo 10% podem ser usados na aquisição de alimentos processados e ultraprocessados; e

- no máximo 5% podem ser destinados a ingredientes culinários processados.


Além desses limites, o texto proíbe o uso de recursos federais do PNAE para adquirir produtos que tenham advertências de alto conteúdo de nutrientes críticos em suas embalagens, conforme regulamentação sanitária.


Previsão em lei


Autora da proposta, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) afirmou que as restrições já existem em resoluções do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pelo PNAE, mas precisam ser garantidas pela legislação.


“O projeto corrige assimetrias ao elevar à condição de norma legal os padrões já estabelecidos pelo Poder Executivo, conferindo-lhes estabilidade, previsibilidade e proteção ao controle social”, disse Tabata Amaral na justificativa apresentada.


“Para milhões de crianças e jovens, a refeição oferecida na escola é a principal oportunidade diária de acesso a uma alimentação saudável, o que torna o perfil nutricional das compras do PNAE uma questão de saúde pública”, continuou ela.


Próximos passos


O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.


Por Agência Câmara de Notícias


MS decreta emergência em 3 cidades após colapso de ponte no Rio Taquari

 

                                           A Ponte João Wenceslau Leite de Barros desabou no dia 13 de agosto. (Foto: Reprodução)



O governo de Mato Grosso do Sul decretou situação de emergência por 180 dias em Corumbá, Ladário e Coxim após o colapso da ponte sobre o Rio Taquari, na MS-168. A medida foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (2).


A Ponte João Wenceslau Leite de Barros desabou no dia 13 de agosto, enquanto um caminhão passava pelo local. O motorista, Alexandre de Freitas, de 49 anos, morreu.


Segundo o decreto, a decisão foi tomada com base em um relatório técnico da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) sobre o colapso e em parecer da Defesa Civil estadual.


A ponte fica no trecho da MS-168 que liga as rodovias MS-423 e MS-214, entre as regiões do Pantanal do Paiaguás e da Nhecolândia.


Com a situação de emergência, órgãos estaduais poderão ser mobilizados para ações de resposta, recuperação da área e reconstrução. O decreto também permite contratações emergenciais sem licitação, nos casos previstos em lei.


Relembre

 

A ponte cedeu na manhã de 13 de agosto. O caminhão conduzido por Alexandre caiu no Rio Taquari e ficou submerso. O motorista foi retirado do veículo já sem vida.


A estrutura havia sido concluída em setembro de 2009. Após o acidente, o governo informou que equipes foram enviadas ao local para investigar as causas do colapso. (A reportagem é do G1MS)


VIOLÊNCIA Jovem é executado com tiros na cabeça

 



Adolescente de 17 anos foi executado na noite de terça-feira (1/9), em Paranaíba, com tiros na cabeça. O fato ocorreu por volta das 19h30, em uma residência.


O autor dos disparos teria dito a uma mulher de 23 anos, que estava na casa no momento do crime, que precisava entregar um objeto à vítima e ela deixou ele entrar no imóvel.


Quando o autor se aproximou do jovem, na cozinha da residência, a testemunha disse ter ouvido o adolescente dizendo que não conhecia o criminoso.


O autor disparou contra várias vezes e antes de deixar a cena do crime, apontou a arma contra a mulher e fez ameaças de morte, segundo o Midiamax.


Depois de deixar a casa, o autor fugiu a pé.


A investigação da Polícia Civil aponta que o crime possa estar ligado a disputa territorial do tráfico de drogas. 

FDA aprova Mounjaro para reduzir risco cardíaco em diabéticos

 

                                           Rafaela Araújo/Folhapress


  • Lilly obtém novo aval e amplia indicações da tirzepatida
  • Pesquisas avaliam efeitos sobre álcool, rim, fígado e articulações



A FDA, agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, aprovou nesta sexta-feira (28) o uso do Mounjaro, da Eli Lilly para reduzir o risco de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) em pacientes de alto risco com diabetes tipo 2, marcando o mais recente avanço na corrida entre os fabricantes de medicamentos GLP-1 para ampliar seu uso.


 rival dinamarquesa da Lilly, Novo Nordisk, havia obtido em 2024 a aprovação da FDA para que seu medicamento para perda de peso Wegovy fosse usado na redução de riscos cardíacos em adultos com sobrepeso ou obesidade sem diabetes.


Veja a seguir algumas das outras condições para as quais os medicamentos para perda de peso e diabetes estão sendo usados e testados:


Dependência de álcool

Um estudo de fase intermediária patrocinado pela Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, com 48 adultos com transtorno por uso de álcool, constatou que a semaglutida —principal ingrediente do Ozempic e do Wegovy, da Novo— reduziu significativamente o desejo semanal por álcool em comparação com o placebo.


A Universidade Yale começou, em março de 2026, a recrutar participantes para um estudo com 10 pacientes destinado a avaliar a semaglutida no tratamento do transtorno por uso de álcool em pessoas que passaram por cirurgia bariátrica e têm sobrepeso ou obesidade. A conclusão do estudo de fase inicial está prevista para outubro de 2026.


Doença de Alzheimer

A Novo Nordisk informou, em novembro de 2025, que seu medicamento mais antigo contra o diabetes, Rybelsus, também à base de semaglutida, não conseguiu retardar o declínio cognitivo de pacientes nos estágios iniciais da doença de Alzheimer em dois ensaios que, juntos, envolveram 3.808 pacientes.


A farmacêutica afirmou que a semaglutida melhorou alguns indicadores relacionados ao Alzheimer, mas as mudanças não se traduziram em atraso na progressão da doença, conforme medido por uma escala que avalia a cognição e o desempenho nas atividades diárias. A empresa cancelou a extensão de um ano prevista para os estudos.


Doenças cardiovasculares

A Eli Lilly testou a tirzepatida —principal ingrediente do Mounjaro e do Zepbound— em pacientes com insuficiência cardíaca e obesidade. A Lilly havia afirmado que inscreveria cerca de 700 pessoas no estudo, mas informou no ano passado que retirou seu pedido de aprovação nos Estados Unidos para o tratamento da insuficiência cardíaca.


A Novo obteve, em 2024, a aprovação da FDA para usar o Wegovy na redução do risco de morte cardiovascular, infarto e AVC em adultos com sobrepeso ou obesidade sem diabetes.


A Agência Europeia de Medicamentos apoiou, em setembro de 2024, o uso da semaglutida, da Novo, para ajudar a aliviar os sintomas de insuficiência cardíaca em pessoas com obesidade.


Em 2025, a FDA aprovou o Rybelsus para reduzir o risco de infarto ou AVC em pacientes com diabetes.


Doença renal crônica

O Ozempic, da Novo, é aprovado nos Estados Unidos para reduzir o risco de insuficiência renal e de progressão da doença, bem como o risco de morte por problemas cardíacos em pacientes com diabetes e doença renal crônica.


A tirzepatida, da Lilly, está sendo avaliada em um estudo de fase intermediária com 140 participantes que têm doença renal crônica e obesidade. A conclusão do estudo está prevista para outubro.


Osteoartrite do joelho

Em um ensaio de fase avançada da Novo com 407 pacientes, a semaglutida reduziu o peso corporal e a dor causada pela osteoartrite do joelho mais do que o placebo após 68 semanas, além de melhorar a capacidade física de pessoas com obesidade e osteoartrite moderada do joelho.


A Lilly está recrutando participantes para um ensaio de seu medicamento GLP-1 oral, Foundayo, em adultos com obesidade ou sobrepeso e osteoartrite do joelho.


Doença hepática

O Wegovy, da Novo, foi aprovado nos Estados Unidos em agosto de 2025 para tratar adultos com esteato-hepatite associada à disfunção metabólica, ou MASH, com base nos resultados da primeira parte de seu ensaio de fase avançada. Os resultados da segunda parte, com cerca de 1.200 pacientes, são esperados para 2029.


Em um ensaio de fase intermediária, a tirzepatida, da Lilly, fez com que até 74% dos pacientes alcançassem a ausência de MASH sem agravamento da fibrose hepática após 52 semanas, ante 13% dos pacientes que receberam placebo.


A Lilly conduz um estudo de fase avançada com a tirzepatida e o medicamento experimental retatrutida em cerca de 4.500 pessoas com alto risco de complicações graves relacionadas ao fígado decorrentes da MASH. O estudo começou em outubro de 2025 e deve prosseguir até 2032.


Distúrbios neurológicos

Pesquisadores do Centro Dinamarquês de Cefaleia testaram a semaglutida, em conjunto com uma dieta de baixíssimo teor calórico, como tratamento para hipertensão intracraniana idiopática de início recente, uma condição associada à obesidade na qual a pressão dentro do crânio aumenta.


Apneia do sono

O Zepbound foi aprovado pela FDA para o tratamento da apneia obstrutiva do sono em dezembro de 2024, tornando-se o primeiro medicamento a tratar diretamente pacientes com esse distúrbio comum, que provoca interrupções na respiração durante o sono.


Patrick Wingrove , Sriparna Roy , Christy Santhosh , Siddhi Mahatole , Bhanvi Satija , Kamal Choudhury e Puyaan Singh


Santos recebe o Palmeiras no jogo de volta pelas quartas de final da Copa do Brasil

 

                                           Santos e Palmeiras voltam a se enfrentrar nesta noite. (Foto: Reprodução)



O Santos recebe o Palmeiras, nesta quarta-feira (2), no jogo de volta pelas quartas de final da Copa do Brasil. A partida será às 21h30 (de Brasília), na Vila Belmiro.


Os donos da casa estão em situação complicada no confronto. Isso porque o Peixe foi derrotado por 3 a 0 no duelo de ida, no Nubank Parque.


Dessa forma, os santistas precisam golear por quatro ou mais gols de diferença para garantir uma vaga direta na semifinal. Um triunfo por três gols de diferença leva a disputa para as penalidades.


A equipe comandada por Cuca vem motivada pela vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians no fim de semana, pelo Campeonato Brasileiro, resultado que afastou um pouco mais a equipe da zona de rebaixamento. A distância para o Vasco, primeiro time no Z-4, é de quatro pontos.


Do outro lado, o Palmeiras vem de empate em 1 a 1 com o Mirassol no Brasileiro e viu a distância na liderança diminuir para o Flamengo.


A equipe de Abel está quatro pontos à frente, mas pode ver a distância cair para um, caso o Rubro-Negro vença o Mirassol, também nesta quarta-feira, em jogo atrasado da competição.


Onde assistir a Santos e Palmeiras?


Santos e Palmeiras, nesta quarta-feira (02), às 21h30 (de Brasília), terá transmissão da TV Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada), Premiere (pay-per-view) e Amazon Prime Vídeo (streaming). O ESPN.com.br acompanha em tempo real.