domingo, 29 de março de 2026

Deputado Jamilson Name confirma permanência no PSDB e mira reeleição em Mato Grosso do Sul

 

                                            Arquivo



O deputado estadual Jamilson Name reafirmou sua permanência no PSDB e anunciou que pretende disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nas próximas eleições.


A decisão ocorre em meio a movimentações partidárias em todo o país, com trocas de legenda sendo avaliadas por diversos parlamentares. No entanto, Jamilson optou por manter-se no PSDB, destacando alinhamento político e espaço para continuidade de seu trabalho legislativo.


Em declarações recentes, o deputado ressaltou que a permanência no partido garante estabilidade para dar sequência a projetos já iniciados, além de fortalecer sua base eleitoral. “Tenho construído um mandato com diálogo e resultados, e acredito que o PSDB oferece as condições necessárias para avançar ainda mais”, afirmou.


Com atuação voltada para demandas sociais e desenvolvimento regional, Jamilson Name busca consolidar sua trajetória política no estado. A expectativa é que sua candidatura à reeleição seja oficializada dentro do calendário eleitoral, com apoio de lideranças locais e partidárias.


Nos bastidores, analistas políticos avaliam que a manutenção no PSDB pode contribuir para a organização da sigla em Mato Grosso do Sul, especialmente em um cenário de disputa acirrada por cadeiras na Assembleia Legislativa.


A corrida eleitoral ainda deve ganhar intensidade nos próximos meses, com definições de alianças e estratégias de campanha. Enquanto isso, Jamilson segue articulando apoios e reforçando sua presença junto ao eleitorado sul-mato-grossense.

BRASIL Incêndio de grandes proporções atinge fábrica no Brás, em São Paulo

 

                                           Defesa Civil



Um grande incêndio atinge uma fábrica de mesas de sinuca no Brás, região central da capital paulista. O Corpo de Bombeiros está no local com 30 viaturas e 59 agentes.


A fábrica fica na Rua Sampaio Moreira 162 e, até o momento, não há registro de vítimas. Para ajudar no combate às chamas também foi chamada Defesa Civil. A Enel e a Sabesp também foram acionadas.


Não se sabe o que causou o fogo


Protestos contra Trump levam milhões às ruas nos EUA

 

                                           Centenas de milhares de manifestantes se reúnem em Minnesota para protestar contra Donald Trump como parte do movimento No Kings, em 28 de março de 2026 (Foto: Kerem Yucel/ AFP)



Milhões de pessoas saíram às ruas dos Estados Unidos neste sábado (28) para protestar contra a guerra no Irã e as ações do presidente Donald Trump, em manifestações batizadas de "No Kings" (sem reis).


Minnesota foi o centro das atenções, devido à mortes de moradores provocadas pelo ICE e à presença de Bruce Springsteen. Em Los Angeles, dois manifestantes foram presos.


Além da política migratória, os protestos contra o republicano ganharam corpo após o envolvimento com a Guerra do Irã e à crescente percepção de autocracia — Trump tem adotado com frequência um tom personalista e estampado seu nome em instituições do país.


O exemplo mais recente é a inserção da assinatura do republicano nas novas notas de dólar.


Centenas de milhares de pessoas se aglomeraram no gramado do Capitólio de Minnesota e nas ruas adjacentes na cidade de St. Paul, a capital do estado, vizinha a Minneapolis.


A atração principal do evento foi a estela do rock Bruce Springsteen, que apresentou a canção "Streets of Minneapolis".


Ele escreveu a música em resposta aos assassinatos de Renee Good e Alex Pretti por agentes federais, e em homenagem aos milhares de moradores de Minnesota que foram às ruas durante o inverno para protestar contra a política agressiva de imigração do governo Trump.


"Esse pesadelo reacionário, e estas invasões de cidades americanas, não serão tolerados", disse Springsteen, no palco.


Essa é a terceira vez em menos de um ano que os americanos saem às ruas em apoio ao movimento "No Kings", a forma mais estridente e visível de oposição a Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025.


Os organizadores disseram que mais de 3.100 eventos — 500 a mais do que em outubro — foram registrados em todos os 50 estados. Em Nova York, uma multidão lotou as ruas da Times Square, em Manhattan.


Os manifestantes agora têm um novo motivo de indignação: a guerra no Irã que Trump lançou junto com Israel, com objetivos e prazos de conclusão em constante mudança, além das baixas de militares americanos.


Duas pessoas foram presas por agredir agentes da lei federais enquanto mil manifestantes cercavam um prédio federal, informou o Departamento de Segurança Interna dos EUA.


Segundo informações, dois policiais foram atingidos por blocos de cimento e estavam recebendo atendimento médico após o incidente no Edifício Federal Roybal.


Em Washington, centenas de pessoas marcharam em frente ao Lincoln Memorial e entraram no National Mall, carregando cartazes com os dizeres “Abaixe a coroa, palhaço” e “A mudança de regime começa em casa”. Os manifestantes tocaram sinos, tambores e gritaram “Chega de reis”.


'No Kings' e MAGAs

Muitos apoiadores veneram o presidente dentro do movimento "Make America Great Again" (MAGA, Tornar os Estados Unidos grandes novamente), enquanto opositores, do outro lado da profunda divisão política americana, rejeitam Trump com a mesma intensidade.


Os críticos de Trump questionam sua propensão a governar por decretos executivos, seu uso do Departamento de Justiça para perseguir opositores, sua negação das mudanças climáticas e a ofensiva contra programas de diversidade racial e de gênero.


Os críticos também apontam seu recente gosto por exibir o poder militar americano após uma campanha em que ele se apresentou como um homem de paz. (Com g1)

Com ajuda do safety car, Antonelli vence em Suzuka e lidera F1

 

Gabriel Bortoleto no GP do Japão de F1 2026 (Foto: Issei Kato/Reuters)
                                            



O resultado quase escapou entre os dedos, mas Andrea Kimi Antonelli aproveitou a estratégia da Mercedes e venceu o GP do Japão na madrugada deste domingo.


Ele foi ultrapassado na largada por Oscar Piastri, que chegou em segundo lugar; mas, recuperou-se e, com triunfo, assumiu a liderança do Mundial da F1 de forma inédita. Charles Leclerc foi terceiro, e Gabriel Bortoleto ficou em 13º.


O resultado quase escapou entre os dedos, mas Andrea Kimi Antonelli aproveitou a estratégia da Mercedes e venceu o GP do Japão na madrugada deste domingo.


Ele foi ultrapassado na largada por Oscar Piastri, que chegou em segundo lugar; mas, recuperou-se e, com triunfo, assumiu a liderança do Mundial da F1 de forma inédita. Charles Leclerc foi terceiro, e Gabriel Bortoleto ficou em 13º.


Antonelli, antes quatro pontos atrás do colega da Mercedes George Russell, agora está nove pontos na frente do companheiro. Aos 18 anos, sete meses e 12 dias, ele ainda desbancou Lewis Hamilton como o piloto mais jovem a liderar um Mundial da F1; o inglês detinha o recorde desde que liderou o Mundial de 2007 após o GP da Espanha, aos 22 anos, quatro meses e seis dias.


Essa foi a segunda vitória da carreira de Antonelli, e de forma consecutiva - seu triunfo inédito veio na China há duas semanas. Surpreendido na largada pelo bom ritmo da McLaren liderada por Oscar Piastri, o italiano chegou a cair para sexto. Mas ao ter seu pit stop postergado, contou com a sorte de um safety car para retomar a liderança e gerenciar a vantagem sobre o australiano, vice-líder da prova.


O segundo lugar de Piastri, por sua vez, finda um complicado começo de temporada da McLaren; com problemas na bateria e batendo na estreia, o australiano não conseguiu largar nas duas primeiras corridas do ano. O pódio, no entanto, confirma o bom ritmo apresentado no decorrer do fim de semana pelo time de Woking, que ainda contou com Lando Norris em quinto lugar neste domingo.


A Ferrari conquistou seu terceiro pódio em três corridas até aqui. Desta vez foi Leclerc quem representou a equipe, tirando o colega Lewis Hamilton da posição e segurando Russell nas últimas voltas. O monegasco havia largado em quarto neste domingo. Com a Mercedes líder de construtores por 135 pontos, a escuderia de Maranello segue vice-líder, chegando a 90.


A F1 encara uma pausa de um mês, devido aos cancelamentos provocados pela guerra entre EUA, Irã e Israel, e retorna em 3 de maio com o GP de Miami. A prova no Circuito Internacional de Miami é válida como a quarta da temporada; veja o calendário completo.


Resultado

1- Kimi Antonelli (Mercedes) - 1h28min03s403

2- Oscar Piastri (McLaren) +13s722s

3- Charles Leclerc (Ferrari) +15s270s

4- George Russell (Mercedes) +15s754

5- Lando Norris (McLaren) +23s479

6- Lewis Hamilton (Ferrari) +25s037

7- Pierre Gasly (Alpine) +32s340

8- Max Verstappen (Red Bull) +32s677

9- Liam Lawson (Racing Bulls) +50s180

10- Esteban Ocon (Haas) +51s216

11- Nico Hulkenberg (Audi) +52s280

12- Isack Hadjar (Red Bull) +56s154

13- Gabriel Bortoleto (Audi) +59s078

14- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +59s848

15- Carlos Sainz (Williams) +65s008

16- Franco Colapinto (Alpine) +65s773

17- Sergio Pérez (Cadillac) +92s453

18- Fernando Alonso (Aston Martin) +1 volta

19- Valtteri Bottas (Cadillac) +1 volta

20- Alexander Albon (Williams) +2 voltas

Abandonaram: Lance Stroll (Aston Martin) e Oliver Bearman (Haas).


(Com ge - Suzuka)

Papa diz que Deus rejeita orações de líderes que fazem guerras

 

                                           O papa Leão 14 durante a celebração da missa de Domingo de Ramos, na Praça de São Pedro, no Vaticano - Francesco Fotia/Reuters

  • Sem citar nomes, Leão 14 dá declaração durante celebração de Domingo de Ramos, em meio a conflito no Irã

  • Autoridades do governo Trump, como Pete Hegseth e J. D. Vance, usam retórica de guerra santa para justificar ataques


O Papa Leão 14 disse neste domingo (29) que Deus rejeita as orações de líderes que iniciam guerras e têm "mãos cheias de sangue", em declarações incomumente contundentes no mesmo dia em que a guerra no Irã entra em seu segundo mês.


Dirigindo-se a dezenas de milhares de pessoas na Praça de São Pedro no Domingo de Ramos, celebração que abre a Semana Santa que antecede a Páscoa para os 1,4 bilhão de católicos no mundo, o pontífice chamou o conflito no Oriente Médio de atroz e disse que Jesus não pode ser usado para justificar nenhuma guerra.


"Este é o nosso Deus: Jesus, rei da paz, que rejeita a guerra, a quem ninguém pode usar para justificar a guerra", disse Leão 14, o primeiro papa americano, à multidão sob o sol no Vaticano.


"[Jesus] não ouve as orações daqueles que fazem guerra, mas as rejeita, dizendo: 'Ainda que façais muitas orações, não as ouvirei: vossas mãos estão cheias de sangue'", afirmou, citando uma passagem bíblica.


O pontífice não citou especificamente nenhum líder mundial, mas tem intensificado as críticas à guerra no Irã nas últimas semanas.


Durante um apelo ao final da celebração, o papa lamentou que os cristãos no Oriente Médio "estão sofrendo as consequências de um conflito atroz" e podem não conseguir celebrar a Páscoa.


Em Jerusalém, em meio a restrições de aglomerações em meio à guerra, a polícia impediu a realização da missa de Domingo de Ramos na igreja do Santo Sepulcro, na Cidade Velha, afirmou o patriarcado Latino da cidade santa.


"Este incidente contitui um grave precedente e demonstra uma falta de consideração com a sensibilidade de bilhões de pessoas em todo o mundo que, durante esta semana, voltam seu olhar a Jerusalém", afirmou o patriarcado em comunicado. Procurada pela AFP, a polícia não se manifestou.


O papa Leão 14, conhecido por escolher suas palavras cuidadosamente, tem pedido repetidamente um cessar-fogo imediato no conflito e afirmou na última segunda-feira (23) que os ataques aéreos militares são indiscriminados e deveriam ser proibidos.


Altas autoridades do governo de Donald Trump e aliados têm invocado a linguagem cristã e a perspectiva de que travam uma guerra santa para justificar os ataques conjuntos dos EUA e de Israel ao Irã, iniciados em 28 de fevereiro, que deram início à guerra expandida após reação iraniana.


O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, é um dos principais nomes dessa tendência. Ele passou a liderar cultos de oração cristã no Pentágono, orou em um culto na quarta-feira (25) por "violência avassaladora de ação contra aqueles que não merecem misericórdia", e pediu em entrevistas coletivas que os americanos orem de joelhos pelas tropas americanas.


O vice-presidente do país, J. D. Vance, católico e próximo da base mais radical de apoio a Trump que fez campanha para que o país deixasse de entrar em guerras pelo mundo, falou sob a mesma perspectiva sobre o conflito nesta semana.


"Eles [soldados] estão lutando em um momento em que estão prestes a entrar, como cristãos, na semana mais importante do calendário cristão, a Semana Santa que celebra o retorno de Jesus Cristo a Jerusalém", disse Vance em reunião de gabinete, quando também pediu apoio às tropas.


Em sua homilia neste domingo, Leão 14 fez referência a uma passagem bíblica na qual Jesus, prestes a ser preso antes de sua crucificação, repreendeu um de seus seguidores por golpear com uma espada a pessoa que o prendia.


"[Jesus] não se armou, nem se defendeu, nem travou nenhuma guerra", disse Leão. "Ele revelou a face gentil de Deus, que sempre rejeita a violência. Em vez de salvar a si mesmo, permitiu ser pregado na cruz."

Domingo de Ramos marca início da Semana Santa e reúne fiéis em celebrações pelo país

 

                                                             Divulgação



O Domingo de Ramos, celebrado neste ano em 29 de março, abre oficialmente a Semana Santa para os cristãos, especialmente os católicos. A data relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, quando foi recebido pelo povo com ramos de palmeiras, símbolo de paz e acolhimento.


Em diversas cidades brasileiras, como Campo Grande (MS), igrejas registraram grande participação de fiéis desde as primeiras horas da manhã. As celebrações incluem procissões e missas especiais, nas quais os participantes carregam ramos — geralmente de palmeiras ou oliveiras — que são abençoados durante o rito.


✝️ Tradição e significado


O gesto de carregar ramos remonta ao episódio bíblico narrado nos evangelhos, quando multidões saudaram Jesus antes de sua crucificação. Para os cristãos, o momento representa tanto a alegria da acolhida quanto o prenúncio da Paixão de Cristo, que será lembrada ao longo da semana.


“O Domingo de Ramos nos convida à reflexão sobre a humildade e o sacrifício de Jesus”, destacou um líder religioso durante celebração na capital sul-mato-grossense.


🌿 Celebrações e fé popular


Além das missas, muitos fiéis mantêm o costume de levar os ramos para casa, onde são guardados como símbolo de proteção e bênção. Em algumas comunidades, os ramos do ano anterior são queimados e suas cinzas utilizadas na Quarta-feira de Cinzas do ano seguinte.


A programação da Semana Santa segue com eventos importantes, como a Quinta-feira Santa, a Sexta-feira da Paixão e o Domingo de Páscoa, considerado o ponto alto do calendário cristão.


📅 Programação continua


Ao longo da semana, paróquias devem intensificar as celebrações religiosas, incluindo encenações da Paixão de Cristo, vigílias e momentos de oração.


O Domingo de Ramos, portanto, não apenas recorda um evento histórico da fé cristã, mas também reforça tradições que atravessam séculos e seguem mobilizando milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

OPORTUNIDADE Inscrições para o programa Estudantes no Controle seguem abertas até 5 de abril

 

                                            Divulgação



As inscrições para a edição 2026 do programa Estudantes no Controle permanecem abertas até as 23h59 do dia 5 de abril. O programa, promovido pela Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul (CGE-MS) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (SED), oferece 180 vagas para escolas da Rede Estadual de Ensino.


O Estudantes no Controle estimula a participação cidadã dos alunos por meio da análise da realidade escolar, auditoria cívica e elaboração de projetos de intervenção. As escolas interessadas devem se inscrever conforme as regras da Resolução Conjunta CGE/SED nº 9 de 2026. As premiações totalizam mais de R$ 360 mil.


O programa existe desde 2018 (inicialmente como “Controladoria na Escola”) e, na edição 2025, contou com 150 vagas em 56 municípios, envolvendo 3.240 estudantes e R$ 351.750,00 em premiações.


As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelas escolas até o prazo final. Mais informações estão disponíveis no site oficial da CGE-MS e da SED.