quarta-feira, 29 de abril de 2026

Preços de insumos mostram sinais de ajuste

 

                                             Foto: inpEV

Apesar dessas correções no curto prazo, o acumulado recente segue amplamente positivo

O mercado de insumos agrícolas começa a dar sinais de ajuste após um período recente de forte valorização, embora o cenário ainda seja de preços elevados na maior parte dos produtos. Dados de variação de defensivos agrícolas com base em cotações FOB China Leste, compilados pela Agrinvest Commodities, ajudam a dimensionar esse movimento.



De acordo com Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, após dois meses de estresse e aumento nos preços, algumas correções passam a aparecer de forma pontual. Entre os principais produtos monitorados, há recuos semanais relevantes, como no clorantraniliprole e na lambda-cialotrina, que registraram quedas de dois dígitos, além de baixas em tiametoxam, clorfenapir e cletodim. Ainda assim, nem todos seguem a mesma direção, com o cipermetrina apresentando alta na semana.


Apesar dessas correções no curto prazo, o acumulado recente segue amplamente positivo. Produtos como diuron, propiconazol e metalocloro lideram as altas, com avanços expressivos ao longo do período analisado. Outros princípios ativos importantes, como glifosato, clorantraniliprole e 2,4-D, também acumulam valorizações significativas, refletindo o ambiente de oferta ajustada e demanda firme observado nos últimos meses.


No segmento de fertilizantes, o comportamento é semelhante. O sulfato apresentou recuo na semana, mas ainda permanece mais de 100 dólares por tonelada acima do nível registrado no ano passado, indicando que o alívio recente ainda é limitado frente às altas anteriores.


O cenário segue desafiador no Brasil. A estimativa aponta que entre 45% e 50% do mercado de fertilizantes voltado à soja ainda está em aberto, o que mantém a atenção dos produtores diante das oscilações de preços e da necessidade de planejamento para a próxima safra.

Nova lei do Reino Unido que proíbe cigarros para jovens não vale para vapes

 

                                            Mulher usa vape na rua em Wembley, em Londres, Reino Unido - Jaimi Joy - 31.mai.25/Reuters

  • País aprovou medida que veta a compra vitalícia de cigarros para nascidos a partir de 2009, mas mantém cigarros eletrônicos para pessoas com mais de 18 anos

  • Enquanto governo britânico incentiva vapes como estratégia de redução do tabagismo, OMS aponta riscos e falta de consenso científico



Os parlamentares britânicos aprovaram neste mês um projeto de lei que proíbe a compra vitalícia de cigarros por pessoas nascidas a partir de 1º de janeiro de 2009. A medida, porém, não se estende aos cigarros eletrônicos (vapes).


No caso dos vapes, permanecem válidas as regras já existentes. A legislação mantém a proibição da venda de produtos de vaporização e nicotina para menores de 18 anos, além de restrições à publicidade, à embalagem, aos sabores e ao uso desses dispositivos em espaços públicos.


No Reino Unido, cigarros eletrônicos e líquidos com nicotina são regulamentados. A legislação também impõe limites técnicos aos dispositivos, como tanques de até 2 ml, frascos de líquido com nicotina de até 10 ml e concentração máxima de 20 mg/ml.


Como mostrou a Folha no ano passado, o Reino Unido incorporou os cigarros eletrônicos em sua estratégia de saúde pública para reduzir o tabagismo. O sistema de saúde britânico (NHS) incentiva o uso dos vapes como ferramenta para parar de fumar, com campanhas e programas que incluem até a distribuição de kits gratuitos, como o "Swap to Stop" (troque para parar), lançado em 2023.


A política busca apoiar quem deseja abandonar completamente o cigarro e oferece uma alternativa considerada de menor risco para quem não consegue parar. Segundo o NHS, embora ainda não existam dados completos sobre efeitos de longo prazo, os cigarros eletrônicos são considerados menos prejudiciais do que o tabaco tradicional.


Um relatório de 2022 do King’s College London, encomendado pelo governo britânico, diz que o uso de cigarros eletrônicos reduz substancialmente a exposição a substâncias tóxicas associadas ao câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares em comparação ao cigarro tradicional.


O oncologista Helano Freitas, líder do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo, afirma, porém, que não há dúvidas sobre os riscos do vape à saúde respiratória. Segundo ele, já existem casos descritos de lesão pulmonar associada ao uso dos dispositivos, embora ainda não haja comprovação definitiva de relação direta com o câncer.


"O vape é maléfico para a saúde. Ele causa inflamação e lesões nas vias aéreas, podendo levar a quadros graves, como insuficiência respiratória", explica.


O médico cita também lesões pulmonares associadas ao uso de cigarro eletrônico (Evali, na sigla em inglês). Os primeiros casos foram registrados em 2019, quando os Estados Unidos tiveram 2.807 casos da doença e 68 mortes, com o rápido crescimento do uso desses produtos no país. Com a pandemia, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) deixou de fazer o monitoramento, segundo estudo publicado na The Lancet Respiratory Medicine.

Em 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas Britânico, o Reino Unido registrou cerca de 5,3 milhões de fumantes adultos, equivalente a 10,6% da população com 18 anos ou mais —o menor nível desde o início da série histórica em 2011. Já o uso de cigarros eletrônicos atingiu cerca de 5,4 milhões de adultos (10% da população com 16 anos ou mais), ultrapassando pela primeira vez o número de fumantes tradicionais, estimados em 4,9 milhões no mesmo período.


O vaping é mais comum entre jovens de 16 a 24 anos, grupo em que 13% relatam uso, embora esse percentual tenha caído em relação ao ano anterior. No recorte por sexo, o uso de vape cresceu entre mulheres, passando de 8,5% em 2023 para 10% em 2024, enquanto entre homens houve leve queda. No geral, os dados indicam um cenário de transição no país, com queda consistente do tabagismo e crescimento do uso de cigarros eletrônicos, que já supera o cigarro convencional em número de usuários.


A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirma que os cigarros eletrônicos contêm nicotina e outras substâncias tóxicas prejudiciais tanto para usuários quanto para pessoas expostas ao aerossol. Diz ainda que os produtos não são isentos de risco e podem liberar substâncias associadas a doenças pulmonares, cardiovasculares e câncer, além de apresentarem riscos de acidentes e intoxicação, especialmente em crianças.


Sobre o uso para parar de fumar, a entidade afirma que ainda não há evidências científicas consistentes de que cigarros eletrônicos sejam eficazes na cessação do tabagismo. Por isso, recomenda estratégias já comprovadas, como aconselhamento profissional, linhas de apoio e terapias de reposição de nicotina, disponíveis no Brasil pelo SUS (Sistema Único de Saúde).


Não há consenso entre especialistas sobre o impacto dos vapes na saúde. Enquanto alguns afirmam que podem ser uma opção para quem quer parar de fumar ou reduzir danos do tabagismo, outros apontam que os dispositivos não ajudam na cessação, aumentam o vício em nicotina e ainda apresentam outros riscos à saúde.


Uma revisão sistemática atualizada pela Cochrane Library em 2025 analisou mais de 100 estudos clínicos e concluiu que cigarros eletrônicos com nicotina aumentam as taxas de cessação do tabagismo em comparação a terapias de reposição de nicotina e dispositivos sem nicotina. No entanto, a revisão ressalta que ainda existem limitações de dados sobre segurança de longo prazo e que mais pesquisas são necessárias para avaliar riscos prolongados.


Para o pneumologista Marcos Tavares, do Hospital Nove de Julho, a estratégia britânica foi "bem rígida" na regulação do tabaco convencional, mas menos restritiva em relação aos vapes. "Eles atuaram forte em publicidade, marketing e acesso, principalmente para menores de 18 anos. Mas não houve uma proibição total dos dispositivos eletrônicos", explica.


O médico avalia que essa diferenciação pode representar um desafio no futuro. "O principal ponto de atenção é justamente o vape. A dependência de nicotina continua existindo, e o apelo entre adolescentes permanece", diz.


Laiz Menezes

Piscicultores participam de capacitação para manejo no frio

 

                                             Foto: Divulgação

Capacitação orienta manejo de peixes no frio para garantir alta produtividade

A queda nas temperaturas acende um alerta para os produtores de peixes, exigindo ajustes no manejo diário. Diante desse cenário, a Integração da Copacol promoveu encontros para orientar os produtores sobre as melhores práticas. "Ano após ano, estudamos os manejos e os resultados do ciclo anterior para levarmos essas informações aos produtores em encontros programados ao longo do ano. O objetivo é identificar o que deu certo e o que pode ser aprimorado, para que o cooperado mantenha o desempenho mesmo em condições adversas, como no período de frio", destaca o gerente da Integração de Peixes, Nestor Braun.


Durante o encontro, os produtores receberam orientações sobre manejo, importância da previsão do tempo, monitoramento constante da alcalinidade, uso de cal e aeradores, fornecimento de ração, além de melhorias nas estruturas e adequações nas propriedades.


O cooperado Pedro Avancini, de Nova Aurora, que produz 86 mil peixes por lote, participou do encontro e destacou a importância do tema. "O período de frio é muito preocupante, pois não sabemos o que está por vir. Por isso, precisamos estar atentos às previsões do tempo para tomar as melhores decisões junto à assistência técnica, já que uma decisão errada pode comprometer toda a produção. É sempre importante participar dos encontros da Integração, pois nessas reuniões temos um direcionamento sobre o que devemos fazer, com base em muitos dados e experiências, sempre em busca de melhores resultados para nós, cooperados", afirma.


Manejo no frio

Como destacado pelos produtores, o período de frio exige atenção redobrada na piscicultura. O engenheiro agrônomo da Copacol, Warle da Silva Ribeiro, que ministrou a palestra sobre manejo em baixas temperaturas, reforça os principais pontos de atenção. "Se o cooperado se atentar principalmente à temperatura da água, ao volume de ração fornecida e à qualidade da água, mantendo os padrões indicados, terá peixes de boa qualidade, com sanidade, boa conversão alimentar e resultados positivos ao fim do lote", afirma.

Mercado do boi registra novas quedas

 

                                            Foto: Pixabay


Boi gordo perde valor em São Paulo e Goiás

A cotação do boi gordo registrou queda em São Paulo, segundo análise divulgada na quarta-feira (29) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O mercado operou pressionado, com aumento da oferta de animais e alongamento das escalas de abate, o que ampliou o poder de negociação dos compradores e resultou na terceira redução consecutiva nas ofertas de compra.



Na comparação diária, os preços do boi gordo e da vaca recuaram R$ 1,00 por arroba, enquanto a cotação da novilha permaneceu estável. O chamado “boi China” teve queda de R$ 2,00 por arroba. As escalas de abate estavam, em média, para dez dias. Agentes de mercado relataram que ofertas de compra de R$ 360,00 por arroba ou acima não encontraram resistência nas negociações, permitindo compras com facilidade, enquanto tentativas abaixo dessa faixa enfrentaram maior dificuldade para fechamento de negócios, ainda que tenham ocorrido transações em patamares menores sem volume suficiente para definir referência.


Em Goiás, o movimento de pressão também foi observado, influenciado pelo aumento da oferta, escalas mais confortáveis, redução da capacidade de suporte das pastagens e maior disposição de venda por parte dos pecuaristas diante da expectativa de novas quedas. Na região de Goiânia, a cotação do boi gordo caiu R$ 2,00 por arroba e a da vaca recuou R$ 3,00 por arroba, enquanto a novilha não apresentou variação. As escalas de abate estavam, em média, para 12 dias.


Na região Sul do estado, as cotações recuaram R$ 3,00 por arroba para o boi gordo, R$ 5,00 por arroba para a vaca e R$ 3,00 por arroba para a novilha. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias. O “boi China” também registrou queda de R$ 2,00 por arroba nas praças goianas.


Campo Grande sedia encontro nacional sobre primeira infância

 

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Campo Grande abriu oficialmente, nesta terça-feira (28), o XVII Encontro Nacional de Aleitamento Materno (ENAM) e o VII Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável (ENACS), consolidando o protagonismo do município no debate sobre a saúde na primeira infância. Realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, o evento segue até quinta-feira (30).


Ao longo da programação, especialistas, gestores e profissionais de todo o país participam de conferências, mesas temáticas, apresentações científicas e espaços de troca entre saberes técnicos e populares. O objetivo é fortalecer políticas públicas e práticas voltadas à promoção do aleitamento materno e da alimentação saudável na primeira infância.


A relevância do encontro foi destacada por representantes de instituições nacionais. “A IBFAN é absolutamente ética quanto à sua rede. É uma rede mundial, presente em 110 países, criada para proteger a amamentação contra práticas promocionais não éticas, muitas vezes vergonhosas”, afirmou Marina Rea, fundadora da IBFAN Brasil.


Na mesma linha, a representante da Anvisa, Renata Ferreira, ressaltou os desafios na área. “Temos desafios na fiscalização e na implementação nacional, mas vemos aqui uma liderança incrível, com profissionais comprometidos que fazem a diferença no dia a dia”, disse, ao lembrar os 20 anos da Lei nº 11.265/2006, que regulamenta a comercialização de alimentos para a primeira infância no Brasil.


Representando o Ministério da Saúde, Angela Fernandes reforçou o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) e da atenção primária. “O tema nos provoca a pensar nas condições concretas que tornam possível o cuidado. A atenção primária é a porta de entrada”, afirmou, destacando também as dificuldades enfrentadas por muitas famílias para garantir uma alimentação adequada.



Como anfitriã, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) evidenciou o papel estratégico de Campo Grande no cenário nacional. “Campo Grande se coloca, nesta semana, como um espaço de construção qualificada de políticas públicas voltadas à primeira infância. Receber um encontro dessa dimensão reforça o trabalho que já vem sendo desenvolvido na nossa rede, especialmente na atenção primária”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, ao dar as boas-vindas.


O secretário ainda acrescentou. “Mais do que sediar o evento, queremos que esse debate se traduza em avanços concretos no cuidado, fortalecendo o aleitamento materno e a alimentação saudável como prioridades permanentes. A expectativa é de um legado técnico consistente, que impacte diretamente a qualidade da assistência prestada à população”.



Outras instituições também destacaram a importância da iniciativa. “A segurança alimentar e nutricional começa com o aleitamento materno”, pontuou Manuela Dolinsky, presidente do Conselho Federal de Nutrição. Já a representante do Unicef no Brasil, Regicely Aline Brandão Ferreira, ressaltou o caráter mobilizador do encontro: “Se inundem de conhecimento e retornem aos seus territórios como agentes ainda mais fortes desse movimento, que precisa ser permanente”.


A abertura contou ainda com apresentação da Orquestra Infantil Fábrica do Som. Promovido pela IBFAN Brasil, em parceria com o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande, o ENAM e o ENACS seguem com programação até o dia 30 de abril. O evento ainda foi precedido, na segunda-feira (27), pelo pré-ENAM, com oficinas e atividades preparatórias.

BR-060 Colisão frontal termina com morte de motorista em rodovia de MS

 

                                               Babilizando MS


Homem identificado inicialmente como João Paulo, 53, morreu na noite de terça-feira (28/4) após acidente de trânsito na BR-060, próximo ao município de Sidrolândia. 


Ele estava em um Ford Fusion que acabou colidindo de forma frontal com um caminhão que trafegava no sentido oposto, por volta de 21h30. 


De acordo com o Campo Grande News, os investigadores não encontraram marcas de frenagem, o que indica que não houve tentativa de evitar a colisão por parte do condutor do carro de passeio.


Com o impacto, o Ford Fusion ficou destruído e o motorista morreu preso às ferragens. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima já não apresentava sinais vitais quando o socorro chegou.


O condutor do caminhão, identificado apenas como José, sofreu lesões leves e foi encaminhado ao Hospital de Sidrolândia queixando-se de dores nos braços.


O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Sidrolândia como sinistro de trânsito com vítima fatal provocado pela própria vítima, além de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.


O corpo foi removido por uma empresa funerária e as causas do acidente seguem sob investigação.

Ação conjunta de vacinação fortalece integração entre Brasil e Paraguai na fronteira

 

                                            Divulgação




A linha internacional entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero foi palco, nesta terça-feira (28), do lançamento oficial da Semana de Vacinação nas Américas 2026, com a realização do Dia D de mobilização social voltado à imunização em áreas de fronteira.


A ação ocorre simultaneamente nos dois lados da fronteira, com funcionamento das 7h às 12h no Brasil e das 8h às 13h no Paraguai, reunindo equipes de saúde, autoridades e a população em um esforço conjunto.


Estratégia essencial em regiões de fronteira


A vacinação em áreas binacionais é considerada estratégica devido ao intenso fluxo de pessoas entre os países, o que aumenta o risco de circulação e transmissão de doenças.


O secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, destaca a importância da ação integrada.

“Vacinar na fronteira é uma medida essencial para proteger a população que vive e circula entre os dois países. Essa integração fortalece a vigilância em saúde e amplia nossa capacidade de prevenir surtos e reduzir casos graves”, afirma.


A secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, reforça o caráter estratégico da mobilização.

“Essa ação conjunta demonstra que a saúde não tem fronteiras. Quando os países atuam de forma integrada, conseguimos ampliar a proteção coletiva e responder com mais eficiência aos riscos sanitários”, pontua.


Manter a vacinação em dia contribui diretamente para a redução de casos graves e para o fortalecimento da vigilância em saúde de forma articulada entre os países, garantindo proteção coletiva, especialmente em áreas mais vulneráveis.


Mobilização conjunta e proteção coletiva


Durante a programação, estão previstas a abertura de postos de vacinação, atendimentos básicos de saúde, ações de promoção, além de atividades culturais e vacinação simbólica com autoridades dos dois países.


A coordenadora de imunização da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Ana Paula Goldfinger, reforça o papel da mobilização social.


“A vacinação é uma das ferramentas mais eficazes de proteção em saúde pública. Em regiões de fronteira, esse trabalho precisa ser ainda mais integrado, garantindo que a população dos dois lados esteja protegida”, destaca.


Municípios envolvidos


A estratégia de vacinação em áreas de fronteira contempla diversos municípios de Mato Grosso do Sul, reforçando a cobertura vacinal em regiões estratégicas: Amambai, Aral Moreira, Bela Vista, Coronel Sapucaia, Corumbá, Eldorado, Iguatemi, Ladário, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho e Tacuru.