sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Torcida do Flamengo despeja críticas ao time e a Filipe Luís após perda da Recopa

 

                                              (Foto: MAURO PIMENTEL / AFP) 



O Flamengo perdeu a final da Recopa Sul-Americana para a equipe do Lanús por 3 a 2 na noite desta quinta-feira. O clube carioca já havia perdido a primeira partida da grande final por 1 a 0 e precisava do resultado. Com isso, a torcida invadiu as redes sociais da equipe com cobranças.


O post do resultado negativo conta com mais de 100 mil comentários, com críticas ao Filipe Luís, a alguns jogadores e à direção do clube. Além disso, é possível encontrar alguns torcedores rivais ironizando a derrota da equipe carioca.


Filipe Luís é o principal alvo das críticas, com comentários pedindo a saída do treinador e buscando explicações para alguns nomes escolhidos da escalação. Apesar da quantidade de falas negativas, alguns torcedores pedem paciência e gratidão pelo trabalho entregue em 2025. Um dos torcedores comentou agradecendo ao treinador, mas afirmando que Filipe pode deixar o Flamengo.


"Obrigado Filipe Luís pelos títulos, agora, pode seguir seu plano indo para a Europa, por favor", disse um dos torcedores.


Fase atual do Flamengo

Apesar dos comentários no recente post, as cobranças por parte da torcida vêm acontecendo há algum tempo. O Flamengo perdeu a segunda final em 2026 e os resultados não estão convencendo os torcedores da equipe.


Na atual temporada, o Flamengo jogou 14 vezes, perdeu sete, venceu cinco e empatou duas vezes. As principais derrotas aconteceram contra São Paulo na estreia do Campeonato Brasileiro, contra o Corinthians na partida válida pela Supercopa do Brasil, em clássico contra o Fluminense pelo Carioca e as duas partidas contra o Lanús.


O clube campeão da Libertadores e do Campeonato Brasileiro na temporada passada perdeu apenas dez partidas no ano inteiro. Com dois meses completos, o clube alcançou a marca que aconteceu somente no fim de julho do ano passado: sete derrotas.


Próximo compromisso

Agora o Flamengo se prepara para disputar a segunda partida da semifinal do Campeonato Carioca contra o Madureira no Maracanã na próxima segunda-feira. A primeira partida terminou em 3 a 0 para o rubro-negro.

 


Champions League: veja como ficaram os duelos das oitavas

 

                                             (Foto: Harold CUNNINGHAM / AFP)



A Uefa realizou nesta sexta-feira os sorteios das principais competições europeias em sua sede, em Nyon, na Suíça. A Liga dos Campeões da Europa conheceu os duelos das oitavas de final.


As partidas têm previsão para serem realizadas entre os dias 10, 11, 17 e 18 de março, em jogos de ida e volta. Os maiores destaques da fase são os duelos entre Chelsea e PSG, reeditando a final da Copa do Mundo de Clubes, e Manchester City e Real Madrid, que se enfrentaram em cinco das últimas seis Liga dos Campeões.


Seis das 16 equipes nesta fase da Liga dos Campeões da UEFA são inglesas, e cada lado do chaveamento conta com três representantes da Inglaterra.


No lado prata, o Chelsea enfrenta o Paris Saint-Germain, enquanto o Liverpool encara o Galatasaray. Já o Manchester City terá pela frente, mais uma vez, o Real Madrid. Fechando esse lado da chave, o Bayern de Munique duela com a Atalanta. Alemães e ingleses decidem os confrontos em casa.


No lado azul, dois embates entre ingleses e espanhóis abrem a chave. Os confrontos entre Newcastle e Barcelona, além de Atlético de Madrid e Tottenham, definem parte dos classificados às quartas de final, com decisões no Camp Nou e no Tottenham Hotspur Stadium, respectivamente.


Completam o quadro o duelo entre o azarão Bodø/Glimt e o Sporting, decidido em Portugal, e o confronto entre Bayer Leverkusen e Arsenal, cuja definição ocorrerá em Londres.


Veja como ficou definido os confrontos:


🏆 Champions League - Oitavas de Final

Obs: times do lado direito do confronto decidem em casa

Lado prata da chave


🇫🇷PSG x Chelsea 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿

🇹🇷 Galatasaray x Liverpool 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿

 


🇪🇸 Real Madrid x  Manchester City 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿

🇮🇹 Atalanta x Bayern 🇩🇪

Lado azul da chave


🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Newcastle x Barcelona 🇪🇸

🇪🇸 Atletico de Madrid x Tottenham 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿

 


🇳🇴 Bodo/Glimt x  Sporting 🇵🇹

🇩🇪 Leverkusen x Arsenal 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿. 

Senadora Tereza Cristina será relatora do acordo Mercosul-UE no Senado

 


Precisamos sim avançar no nosso comércio exterior com grandes parceiros, como potência agroambiental e industrial que somos", destacou a senadora


O Senado Federal começa a analisar em breve o texto do Acordo Mercosul-União Europeia, aprovado nesta quarta-feira, 25/02, por ampla maioria, na Câmara dos Deputados. Agora, o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 41/2026, que ratifica o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, será relatado pela senadora Tereza Cristina (PP- MS).


“O acordo, depois de 26 anos, está aí posto. Recebi a incumbência de ser a relatora no Senado. Vou ter que me dedicar aí alguns dias ao projeto”, disse Tereza Cristina. “Acho que o acordo também será aprovado no Senado, mas com algumas recomendações necessárias, sobretudo quanto às novas salvaguardas impostas de última hora pelos europeus”, avaliou. “Precisamos sim avançar no nosso comércio exterior com grandes parceiros, como potência agroambiental e industrial que somos”, acrescentou a senadora.


Assinado em janeiro deste ano, o tratado encerra mais de 26 anos de negociações entre os dois blocos econômicos que reúnem mais de 700 milhões de consumidores.


Um dos pontos centrais do debate é a proteção ao agronegócio brasileiro. Em reunião realizada antes da votação na Câmara, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, assumiu o compromisso de encaminhar ainda nesta semana à Casa Civil a minuta do decreto de salvaguardas. Tereza Cristina tem participado das negociações para se chegar a esse decreto.


“O decreto será publicado antes mesmo da votação do acordo no Senado Federal, garantindo segurança jurídica aos produtores rurais e tranquilidade à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) que acompanhou de perto todo esse debate”, informou o relator do acordo na Câmara, Marcos Pereira (Republicanos- SP).


Tereza Cristina defende o acordo por trazer novas e benéficas perspectivas para a economia brasileira, mas considerou desanimadoras, num primeiro momento, as restrições impostas ao aumento das exportações de produtos agrícolas do Mercosul para a Europa.


“As cotas existentes hoje já são pequenas para o tamanho da agropecuária brasileira. Em alguns casos, o volume do que exportamos já é maior do que o previsto no acordo. Agora, com esse gatilho que impede as exportações de aumentarem mais de 5%, corremos o risco de vender menos – e não mais, como se esperava”, explicou. “E ainda vamos demorar a chegar efetivamente ao livre comércio, sem cotas. Por tudo isso também precisamos estar atentos e ter nossas próprias salvaguardas.” completou a senadora.

Governo lança licitação para construção da Casa da Mulher Brasileira em Corumbá

 

                                            Foto: Divulgação Agesul 



O Governo de Mato Grosso do Sul publicou no Diário Oficial (DOE) desta quinta-feira (26) aviso de licitação para a construção da Casa da Mulher Brasileira, em Corumbá. A obra será executada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) e terá investimento estimado em R$ 8.399.030,70.


A unidade será construída na Rua Campo Grande esquina com a Rua 21 de Setembro, no bairro Aeroporto, com área total de 1.372,10 metros quadrados e reunirá, em um único espaço, serviços especializados de atendimento às mulheres em situação de violência, fortalecendo a rede de proteção na região pantaneira.


A estrutura contará com Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), salas para o Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública, cartório, sala de audiências, atendimento psicossocial, espaços multiuso, setor administrativo e brinquedoteca. O modelo integra serviços de segurança, justiça e assistência social, garantindo atendimento ágil, humanizado e articulado.


O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, ressaltou o planejamento técnico da obra. “É um investimento social estratégico. A Agesul trabalha para assegurar eficiência na execução e qualidade na entrega desse equipamento público. É um dispositivo que vai fortalecer a rede de proteção às mulheres no Pantanal e ampliar o acesso a serviços integrados de acolhimento, justiça e assistência, promovendo mais dignidade, segurança e cidadania”, pontuou.


A sessão pública da concorrência eletrônica será realizada no dia 17 de março de 2026, às 9h30 (horário local), pelo critério de menor preço. 


Marco Santullo destaca importância do Instituto Diálogos ao lado de Senadora Tereza Cristina em Brasília

 

                                            Foto: Reprodução PP



A senadora Tereza Cristina lançou, na última quarta-feira, em Brasília, o Instituto Diálogos, entidade apartidária criada com o objetivo de promover a articulação entre os setores público, privado e acadêmico na formulação de propostas voltadas ao desenvolvimento sustentável do país.


O lançamento reuniu autoridades políticas, lideranças empresariais e representantes institucionais, marcando o início de uma agenda que pretende debater temas estratégicos como segurança alimentar, energia, clima, entraves ao empreendedorismo e o papel institucional dos Poderes. A iniciativa surge em meio a mudanças na geopolítica e na geoeconomia mundial, que vêm impactando cadeias produtivas e impondo novos desafios à competitividade brasileira.


Idealizadora do projeto e presidente do Conselho de Administração do Instituto, Tereza Cristina afirmou que a entidade nasce com a missão de contribuir para a construção de um projeto de desenvolvimento nacional, em um ambiente de reflexão técnica livre de disputas partidárias.


O Instituto Diálogos conta com empresas como Corteva, Cargill, Cocamar, F.S., Banco Itaú, Hidrovias do Brasil, Tereos e Yara entre as sócias-fundadoras. A proposta é atuar por meio de ciclos de estudos, seminários e grupos de trabalho, produzindo conteúdos técnicos e propostas que serão disponibilizados ao público e a gestores públicos.


Presenças políticas

Entre os participantes do evento esteve Marco Aurélio Santullo, que tem atuação política ao lado da senadora em Mato Grosso do Sul. Santullo destacou que o Instituto representa uma evolução natural de um trabalho construído ao longo dos anos e consolida um espaço necessário para debates que ultrapassem o curto prazo eleitoral.


Segundo ele, o Instituto nasce com vocação para pensar o país de forma estratégica e com visão de futuro, contribuindo para dar previsibilidade ao ambiente de investimentos e fortalecer o papel do Brasil em um cenário internacional cada vez mais competitivo.


Também prestigiaram o lançamento o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni, e prefeitos sul-mato-grossenses como André Guimarães, de Nioaque; Zé Natan, de Aparecida do Taboado; e Manoel Nery, de Camapuã.


O Instituto Diálogos pretende divulgar suas propostas por meio de publicações técnicas, seminários, eventos e conteúdos digitais, buscando ampliar o alcance das discussões e estimular a participação de diferentes segmentos da sociedade na construção de soluções para o desenvolvimento nacional.




Fonte: Fato67

Chuvas fortes já deixaram 64 mortos em Juiz de Fora e Ubá

 

                                              Reprodução




Os deslizamentos e enchentes causados pelas fortes chuvas que atingem a Zona da Mata Mineira desde segunda-feira (23) já deixaram 64 mortos, dos quais 58 em Juiz de Fora e seis em Ubá, informou o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) na manhã desta sexta-feira (27).


Ainda existem três desaparecidos em Juiz de Fora e dois em Ubá.


Em Juiz de Fora, os bombeiros estão mobilizados em três frentes de trabalho: bairros Paineiras, JK (Comunidade Parque Burnier) e Linhares. Nesta quinta-feira (26), houve um novo deslizamento, que atingiu três casas, no Bairro Bom Clima, em Juiz de Fora, com o registro de uma vítima desaparecida.


Segundo a prefeitura de Juiz de Fora, há cerca de 4,2 mil desabrigados e desalojados e foram registradas 1.696 ocorrências pela Defesa Civil desde a última segunda-feira.



 O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta de perigo para chuvas intensas até às 23h59 desta sexta-feira na zona da mata, com chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 mm/dia e ventos intensos (60-100 km/h). Permanece o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.


MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Os temporais que deixaram pelo 64 mortos na Zona da Mata mineira são reflexo de negligência com as mudanças climáticas. A avaliação é de especialistas ouvidos pela Agência Brasil que consideram os fatores climáticos e humanos responsáveis pelas fortes chuvas em Juiz de Fora e Ubá, com enxurradas, deslizamentos de terra e cheias de rios acima do normal.


“Quando estamos falando de extremos, de riscos ambientais, estamos falando de mudanças climáticas”, afirmou o geógrafo Miguel Felippe, professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).


De acordo com ele, a prevenção passa pela adoção de uma agenda de políticas públicas para o meio ambiente, tema que tem sido negligenciado nos últimos anos. “Toda essa onda negacionista relacionada às mudanças climáticas, obviamente, reverbera agora em desastres como esses."


Para Felippe, especialista em hidrologia, geografia física e riscos socioambientais, as chuvas extremas e os eventos extremos tendem a ficar mais comuns daqui para a frente.


A negligência ocorre em todos os níveis de governo no Brasil e no mundo, onde a pauta climática, da qual faz parte o planejamento urbano, é apresentada por políticos como um entrave ao desenvolvimento econômico, analisou o geógrafo. “Essa falsa contraposição continua sendo usada como ativo na disputa eleitoral”, analisou.


Mesmo assim, explica, é na política que é preciso buscar soluções. O professor da UFJF  sugere começar pelo ordenamento urbano das cidades. Segundo ele, o Poder Público perdeu o controle dos terrenos para o capital imobiliário que, na prática, define qual o valor dos imóveis e, logo, o perfil socioeconômico dos moradores. O resultado é que as pessoas pobres são empurradas para áreas de menor valor econômico, que são as de maior risco de desastre ambiental.


“O discurso de que as pessoas pobres não devem ocupar áreas de risco despreza o elemento mais importante: é o capital imobiliário que define quem vai morar aonde”, destacou.


Dessa forma, segundo Felippe, as áreas com maiores perdas de vidas e materiais, em Juiz de Fora, são os bairros pobres. “Esta é a população com menor capacidade de resiliência e que vai ter mais dificuldade de se reconstituir.”


O professor lembrou que as áreas de risco são conhecidas. No entanto, ações de mitigação, parte da política ambiental, esbarram na falta de recursos. “Pelo que li nos jornais, em Minas Gerais, verbas destinadas ao enfrentamento de chuvas sofreram cortes expressivos entre 2023 e 2025”, afirmou.


Levantamento realizado pelo jornal O Globo, com dados oficiais do Portal da Transparência, mostra que os recursos para a Defesa Civil estadual caíram de R$ 135 milhões para R$ 6 milhões, coincidindo com o segundo governo de Romeu Zema. Procurado pela reportagem, o governo estadual não comentou.


As políticas de resiliência precisam incluir também a conscientização da população, de acordo com Felippe. Em muitos casos, moradores de áreas de risco não sabem o que fazer em casos de alertas geológicos. “É preciso ir a campo, conversar com as pessoas, instruir, ter um plano de contingência muito claro”, recomendou.


A maioria das vítimas dos temporais de segunda-feira (23) é de Juiz de Fora, cidade que tem uma das maiores proporções de pessoas morando em áreas de risco, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). De acordo com o órgão, o município recebeu, em um dia, quase toda a chuva esperada para fevereiro, com impactos concentrados nos bairros Morro do Imperador, Paineiras e Parque Burnier, onde a Agência Brasil relatou um resgate.


As políticas de resiliência precisam incluir também a conscientização da população, de acordo com Felippe. Em muitos casos, moradores de áreas de risco não sabem o que fazer em casos de alertas geológicos. “É preciso ir a campo, conversar com as pessoas, instruir, ter um plano de contingência muito claro”, recomendou.


A maioria das vítimas dos temporais de segunda-feira (23) é de Juiz de Fora, cidade que tem uma das maiores proporções de pessoas morando em áreas de risco, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). De acordo com o órgão, o município recebeu, em um dia, quase toda a chuva esperada para fevereiro, com impactos concentrados nos bairros Morro do Imperador, Paineiras e Parque Burnier, onde a Agência Brasil relatou um resgate.


COMBINAÇÃO DE RISCOS

A topografia da cidade, em área de montanha, com suscetibilidade natural a deslizamentos e inundações, ajuda a explicar porque o município é um dos que mais recebem alertas do Cemaden.  A posição geográfica faz com que Juiz de Fora receba umidade vinda direta do mar. E, como o mar está mais quente, há mais evaporação de água que, ao subir e encontrar as montanhas, deságua em chuvas, explicou Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagem do Cemaden.


De acordo com o meteorologista, o aquecimento global está por trás desse efeito. “O Oceano Atlântico está muito mais quente do que o normal. Na costa, a temperatura está 3 graus Celsius (°C) acima do normal e isso é muito para o oceano”, avaliou.


Seluchi explicou que o ar que transita em cima do mar carrega mais umidade. “Nos últimos anos, temos mais umidade do que costumamos ter nesta época e isso é uma consequência do aquecimento global”, afirmou.


“Esse é um preço que pagamos pelas decisões tomadas no passado”, avaliou, criticando o descumprimento de acordos internacionais para conter os impactos no clima.


“O que nos resta? Nos adaptarmos. Tornar as cidades mais resilientes a esses desastres, o que é muito mais difícil”, analisou. Como conter inundações e deslizamentos é mais difícil, ele considera que o certo é retirar as pessoas sempre que houver um alerta, além de controlar a expansão de áreas de risco.


Seluchi cita como exemplo a experiência do Japão, país frequentemente afetado por grandes desastres, que treina os moradores para escapar nesses casos. “A Defesa Civil não evacua um por um. Ali, as pessoas já sabem a rota de fuga”.


Agência Brasil

Funsat oferta 1.338 vagas de emprego nesta sexta-feira (27)

 


A Fundação Social do Trabalho (Funsat) disponibiliza, nesta sexta-feira (27), o total de 1.338 vagas de emprego em Campo Grande. As oportunidades abrangem 124 profissões e são resultado da oferta de contratações anunciadas por 142 empresas parceiras. 


Para se candidatar, é necessário que o trabalhador esteja com o cadastro atualizado no sistema da Funsat. 


Entre as vagas ofertadas estão oportunidades para açougueiro (6 postos), ajudante de carga e descarga de mercadoria (17 postos), alimentador de linha de produção (40 postos), auxiliar de limpeza (123 postos), auxiliar nos serviços de alimentação (62 postos), oficial de manutenção (15 postos), operador de Telemarketing Ativo (50 postos) ou também 61 vagas para repositor em supermercados. 


Do total de vagas, 906 são destinadas ao chamado “perfil aberto”, que não exige experiência prévia. Nessa modalidade, são para atendente de lojas e mercados (5), engenheiro civil (8), leiturista (10), padeiro (4), pedreiro (7), servente de obras (4) ou ainda quatro vagas para vendedor interno. 


Há 92 vagas exclusivas para pessoas com deficiência, entre elas, auxiliar de confecção (80), vigilante (10), auxiliar de linha de produção (1) e porteiro (1). Também há vagas para trabalho temporário, sendo para as funções de garçom (10) e encarregado de obras (1). 


A Funsat está localizada na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória, e também no Polo Moreninhas, na Rua Anacá, 699. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, a partir das 7 horas.