domingo, 15 de fevereiro de 2026

Cúpula do PL se reúne em março para ajustar palanque em Mato Grosso do Sul

 

                                              Foto: Reprodução


O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, receberá no início de março, em Brasília (DF), o presidente estadual da legenda em Mato Grosso do Sul, o ex-governador Reinaldo Azambuja, e o governador Eduardo Riedel (PP). O encontro terá como foco o alinhamento da estratégia eleitoral do partido no Estado.


A reunião foi confirmada por Azambuja, que informou que a data foi definida pelo próprio Valdemar durante visita à sede do PL em Campo Grande. Na pauta, segundo o ex-governador, está a organização da campanha do pré-candidato do partido à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), em Mato Grosso do Sul, além do apoio à reeleição de Riedel.


“Nosso compromisso é engrandecer o PL e derrotar a esquerda nas próximas eleições”, declarou Azambuja. Ele acrescentou que também poderá entrar em discussão a situação dos deputados Marcos Pollon e João Henrique Catan, que anunciaram pré-candidaturas ao governo do Estado e ao Senado, respectivamente, pelo partido.


Na semana passada, após reunião em Brasília com Valdemar Costa Neto e com o secretário-geral nacional do PL, senador Rogério Marinho, Azambuja afirmou que a executiva nacional pretende dialogar com Pollon e Catan para alinhar o projeto eleitoral da sigla em Mato Grosso do Sul.


De acordo com o ex-governador, está mantida, a princípio, a aliança para a reeleição de Riedel, além da montagem de chapas competitivas para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa. “Precisamos estar em sintonia. O nosso foco é eleger três deputados federais e, pelo menos, seis estaduais”, afirmou.


Em relação à disputa ao Senado, Azambuja reiterou que o PL seguirá o que já foi acordado. “Uma das pré-candidaturas é minha, e o outro nome será definido com base em quem aparecer melhor nas pesquisas de intenção de voto. Isso não mudou”, disse.


Sobre os dissidentes, o dirigente estadual afirmou não compreender o posicionamento de Pollon e Catan. “O nosso adversário é o PT. Precisamos construir um palanque unificado da direita e do centro para que o senador Flávio Bolsonaro enfrente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, argumentou.


Vice na chapa presidencial


Também nesta semana, Valdemar Costa Neto defendeu a escolha de uma mulher para compor a chapa de Flávio Bolsonaro à Presidência. Ele citou como nome ideal a senadora Tereza Cristina (PP), avaliando que ela também teria condições de disputar o Palácio do Planalto.


Tereza Cristina, por sua vez, afirmou que considera prematura qualquer discussão sobre a vice-presidência. “Acho muito cedo para essa conversa. O vice é a última coisa. Essa é uma decisão que será tomada pelos partidos que vierem a se coligar”, declarou, acrescentando estar lisonjeada com a lembrança de seu nome.



Fonte Correio do Estado

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