Diregente do PP Marcos Santullo e Senadora Tereza Cristina
A senadora Tereza Cristina (PP) voltou a ser apontada como possível candidata à Presidência da República nas eleições do próximo ano. O nome da parlamentar ganhou força após o anúncio do senador Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato ao Palácio do Planalto.
Com a escolha de Flávio, setores da direita passaram a discutir novas composições políticas. Nesse cenário, Tereza, que já figurava entre os nomes cogitados, passou a ser vista como uma opção ainda mais viável dentro do campo conservador.
A senadora demonstrava simpatia pela candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão de Flávio Bolsonaro de disputar a Presidência.
O senador do PL avalia a possibilidade de compor a chapa com uma mulher e chegou a sinalizar preferência por alguém da região Nordeste. Apesar disso, Tereza Cristina aparece como um nome competitivo por representar o agronegócio e por ter um perfil considerado mais moderado.
Em entrevista recente ao jornalista Léo Dias, Flávio Bolsonaro não citou nomes, mas afirmou que gostaria de ter uma mulher como vice. “Dá um tom de mais humanidade e delicadeza”, declarou.
Polêmica com o irmão
Em outubro do ano passado, Tereza Cristina foi alvo de críticas do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), irmão de Flávio, após não incluir o nome dele entre os candidatos viáveis à Presidência.
Em entrevista ao jornal O Globo, a senadora foi questionada sobre a intenção de Eduardo Bolsonaro de concorrer ao cargo e sobre as críticas feitas por ele a outros nomes da direita. Tereza afirmou que divergências são naturais, mas defendeu a união do grupo em torno de um único candidato.
“Espero que a direita tenha maturidade para saber que nós temos um adversário, que é o governo que está aí, e não somos adversários entre nós. Quem vai disputar a eleição vai ser o PT contra alguém do campo da direita. O melhor dos mundos é que a direita sente e discuta o nome viável, porque não adianta colocar alguém que não tenha viabilidade”, afirmou.
Questionada sobre quais nomes seriam competitivos, a senadora citou, com base em pesquisas, Tarcísio de Freitas, Ratinho Junior (PSD) e Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama.
Resposta nas redes sociais
Atualmente morando nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro reagiu às declarações da senadora e republicou a entrevista em suas redes sociais, criticando a fala de Tereza Cristina.
“Acho interessante que você diga que as pesquisas colocam o Ratinho Júnior como viável e diga, na mesma entrevista, que eu não sou viável, mesmo que as pesquisas mostrem o inverso oposto. Assim, fica parecendo que seu conceito de viabilidade é aquele que se enquadra no seu interesse pessoal”, escreveu.
Na sequência, Eduardo voltou a criticar governadores que demonstraram intenção de disputar a Presidência. “Não deixa de ser inusitado que todo tipo de sujeito que deu grandes saltos na política, graças à minha família, agora se ache no direito de escolher o próximo candidato a presidente da direita”, concluiu.
A senadora Tereza Cristina (PP) voltou a ser apontada como possível candidata à Presidência da República nas eleições do próximo ano. O nome da parlamentar ganhou força após o anúncio do senador Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato ao Palácio do Planalto.
Com a escolha de Flávio, setores da direita passaram a discutir novas composições políticas. Nesse cenário, Tereza, que já figurava entre os nomes cogitados, passou a ser vista como uma opção ainda mais viável dentro do campo conservador.
A senadora demonstrava simpatia pela candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão de Flávio Bolsonaro de disputar a Presidência.
O senador do PL avalia a possibilidade de compor a chapa com uma mulher e chegou a sinalizar preferência por alguém da região Nordeste. Apesar disso, Tereza Cristina aparece como um nome competitivo por representar o agronegócio e por ter um perfil considerado mais moderado.
Em entrevista recente ao jornalista Léo Dias, Flávio Bolsonaro não citou nomes, mas afirmou que gostaria de ter uma mulher como vice. “Dá um tom de mais humanidade e delicadeza”, declarou.
Polêmica com o irmão
Em outubro do ano passado, Tereza Cristina foi alvo de críticas do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), irmão de Flávio, após não incluir o nome dele entre os candidatos viáveis à Presidência.
Em entrevista ao jornal O Globo, a senadora foi questionada sobre a intenção de Eduardo Bolsonaro de concorrer ao cargo e sobre as críticas feitas por ele a outros nomes da direita. Tereza afirmou que divergências são naturais, mas defendeu a união do grupo em torno de um único candidato.
“Espero que a direita tenha maturidade para saber que nós temos um adversário, que é o governo que está aí, e não somos adversários entre nós. Quem vai disputar a eleição vai ser o PT contra alguém do campo da direita. O melhor dos mundos é que a direita sente e discuta o nome viável, porque não adianta colocar alguém que não tenha viabilidade”, afirmou.
Questionada sobre quais nomes seriam competitivos, a senadora citou, com base em pesquisas, Tarcísio de Freitas, Ratinho Junior (PSD) e Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama.
Resposta nas redes sociais
Atualmente morando nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro reagiu às declarações da senadora e republicou a entrevista em suas redes sociais, criticando a fala de Tereza Cristina.
“Acho interessante que você diga que as pesquisas colocam o Ratinho Júnior como viável e diga, na mesma entrevista, que eu não sou viável, mesmo que as pesquisas mostrem o inverso oposto. Assim, fica parecendo que seu conceito de viabilidade é aquele que se enquadra no seu interesse pessoal”, escreveu.
Na sequência, Eduardo voltou a criticar governadores que demonstraram intenção de disputar a Presidência. “Não deixa de ser inusitado que todo tipo de sujeito que deu grandes saltos na política, graças à minha família, agora se ache no direito de escolher o próximo candidato a presidente da direita”, concluiu.
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