segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Confira o mercado do milho no Brasil

 

                                                           Marcel Oliveira

Por:  -Leonardo Gottems

No Rio Grande do Sul, dois navios de milho estão programados para carregar em Rio Grande, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Há dois navios programados para carregar em Rio Grande nos dias 2 e 3 de fevereiro, respectivamente 63.000 e 20.000 toneladas. São os Navios “Jhonny P” e “Tomini Nobility”, o primeiro para o Vietnã e o outro para mais de um porto. Além da seca, houve exportação de milho que enxugou ainda mais as disponibilidades locais”, comenta a consultoria. 


Em Santa Catarina, com um déficit ao redor de 3,58 milhões de toneladas, maior do que as 2,45 milhões de toneladas que deverá produzir no total desta temporada, o estado também tem uma dinâmica própria, de alta dependência de importações, de outros estados ou do Paraguai e, eventualmente, da Argentina. “Nesta sexta-feira não ouvimos negócios locais reportados novamente. Os preços de compradores continuam inalterados, mas adicionando a alta da última segunda-feira: R$ 86,00 base Campos Novos, R$ 87,00 para cima na região de Chapecó e R$ 85,00 na região de Canoinhas”, completa. 


No Paraná, bons volumes negociados nesta sexta-feira e preços conseguem se manter. “Ao contrário dos estados do Centro-Oeste, onde o consumo interno é menor e a exportação é maior e, portanto, são mais dependentes de Chicago e do dólar, o Paraná é grande produtor e consumidor de milho e eventualmente exportador para outros estados e para o exterior. Por conta disto, seus preços tem uma dinâmica própria. Preço de comprador do milho spot se manteve em R$ 80,00 nos Campos Gerais, mas com poucas ofertas. Vendedor continua pedindo R$ 83,00/saca ou mais”, conclui.

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