sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Motorista de aplicativo é morta após corrida e suspeito acaba preso

 

                                            Pâmela Letícia Nolastro Cunha tinha 29 anos. (Foto: Reprodução)



Uma corrida terminou em tragédia para a motorista de aplicativo Pâmela Letícia Nolastro Cunha, de 29 anos, encontrada morta na quinta-feira (8), em uma estrada de terra na zona rural de Piratininga, no interior de São Paulo. O corpo apresentava ferimentos provocados por arma branca.


A Polícia Civil prendeu, na madrugada desta sexta-feira (9), um homem de 23 anos suspeito de envolvimento no crime. Ele foi localizado na casa da namorada, em Bauru, e teve a prisão temporária decretada.


Segundo a investigação, o suspeito admitiu que receberia R$ 2 mil para transportar o carro roubado da vítima até Bauru. Ele teria utilizado o próprio cadastro em um aplicativo para solicitar a corrida. A polícia ainda apura se o homem participou diretamente do assassinato e se outras pessoas estão envolvidas.


Mensagens ajudaram a localizar a vítima


Pâmela estava desaparecida desde quarta-feira (7), quando saiu de casa para trabalhar. Antes de perder contato com familiares e amigos, enviou mensagens a um grupo de motoristas informando que aguardava o pagamento de uma corrida nas proximidades do Museu do Café, em Piratininga.


Na conversa, a motorista relatou que o passageiro alegava dificuldades para acessar o aplicativo bancário e quitar o valor da viagem. Ela também compartilhou sua localização, informação que ajudou nas buscas.


A família começou a desconfiar de que algo havia acontecido depois que Pâmela deixou de responder às mensagens, não retornou para casa e permaneceu com o celular desligado.


Na quinta-feira, familiares procuraram a polícia e registraram o desaparecimento.


Carro foi encontrado com sangue


O veículo utilizado pela motorista foi localizado no bairro Jardim Redentor, em Bauru, a aproximadamente 30 quilômetros de Piratininga.


Durante a perícia, policiais encontraram grande quantidade de sangue no banco do motorista e vestígios no teto do automóvel.


O corpo de Pâmela foi localizado nas proximidades do Museu do Café, região onde ela havia informado estar com o último passageiro.


A Polícia Civil continua reunindo provas para esclarecer a dinâmica do assassinato, identificar todos os envolvidos e determinar as responsabilidades pelo crime.


Pâmela deixou uma filha, além dos pais e irmãos. A morte provocou manifestações de indignação e voltou a levantar discussões sobre a segurança de profissionais que trabalham com transporte por aplicativo. (As informações são do Jornal de Brasília)

Nenhum comentário: