sábado, 1 de agosto de 2026

Oitavas de final da Copa do Brasil começa neste sábado com três jogos

 





A Copa do Brasil 2026 afunila com a chegada da fase de oitavas de final. Os jogos de ida serão disputados entre este fim de semana e a próxima segunda-feira.


Três confrontos abrem a atual etapa da competição neste sábado: Vasco x Fluminense, Atlético-MG x Juventude e Santos x Remo. A sequência terá quatro enfrentamentos no domingo e mais um na segunda.


Nas oitavas de final da Copa do Brasil, os times se enfrentam em jogos de ida e volta, formato que ocorre desde a quinta fase.


Os confrontos e a ordem foram definidos por sorteio. Em caso de empate no placar agregado, a decisão da vaga nas quartas de final será por pênaltis.


Os jogos da volta vão ocorrer no meio de semana, entre os dias 4 (terça-feira) e 6 (quinta-feira) de agosto.


Oitavas da Copa do Brasil: datas, horários e onde assistir


Vasco x Fluminense

Data e horário: sábado, 01/08, 17h30 (de Brasília)

Estádio: Maracanã

Onde assistir: Amazon Prime, ge TV, Globo, Premiere e sportv; Tempo Real no ge


Atlético-MG x Juventude

Data e horário: sábado, 01/08, 19h30 (de Brasília)

Estádio: Arena MRV

Onde assistir: Amazon Prime; Tempo Real no ge


Santos x Remo

Data e horário: sábado, 01/08, 21h (de Brasília)

Estádio: Vila Belmiro

Onde assistir: sportv e Premiere; Tempo Real no ge


Palmeiras x Fortaleza

Data e horário: domingo, 02/08, 16h (de Brasília)

Estádio: Nubank Parque

Onde assistir: Amazon Prime, Globo, Premiere e sportv; Tempo Real no ge


Mirassol x Grêmio

Data e horário: domingo, 02/08, 18h (de Brasília)

Estádio: Maião

Onde assistir: sportv e Premiere; Tempo Real no ge


Chapecoense x Cruzeiro

Data e horário: domingo, 02/08, 18h30 (de Brasília)

Estádio: Arena Condá

Onde assistir: sportv e Premiere; Tempo Real no ge


Internacional x Corinthians

Data e horário: domingo, 02/08, 19h30 (de Brasília)

Estádio: Beira-Rio

Onde assistir: Amazon Prime; Tempo Real no ge


Athletico x Vitória

Data e horário: segunda-feira, 03/08, 21h (de Brasília)

Estádio: Arena da Baixada

Onde assistir: sportv, Premiere e ge TV; Tempo Real no ge


(Com ge 

Tereza Cristina lamenta fim da articulação para vice de Flávio

 

                                               Tereza Cristina participou da convenção do Avante. (Foto: Ana Karla Flores/g1)




A senadora Tereza Cristina (PP-MS) comentou pela primeira vez o fim das articulações para integrar como candidata a vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.


A declaração foi dada ao g1, nesta sexta-feira (31), após a convenção estadual do Avante, em Campo Grande.


Questionada se ainda haveria novas tentativas para que ela integrasse a chapa de Flávio Bolsonaro como candidata a vice, a senadora respondeu:


"O que foi está posto, o partido vai manter a neutralidade. Não sou candidata independente. Preciso que o partido avalie isso. Se o partido manteve neutralidade, eu sinto. Vamos ficar firmes na campanha do Flávio".


As articulações para que Tereza Cristina ocupe a vaga de vice de Flávio Bolsonaro (PL) se dão em um cenário marcado por resistências partidárias e divisões internas na direita.


Nesta sexta-feira (31), após uma negativa pública do PP, Flávio disse respeitar a resposta, mas afirmou: "Sou brasileiro, não desisto nunca."


Flávio Bolsonaro chegou a se referir à ex-ministra como o "sonho de consumo" dele para a composição da chapa. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, vem sendo um dos principais articuladores para levar Tereza Cristina para o lado de Flávio. Entre empresários, especialmente aqueles ligados ao agronegócio, há pressão pelo ingresso da senadora na campanha presidencial.


No palanque da convenção do Avante, em Campo Grande, o governador de Mato Grosso do Sul e pré-candidato à reeleição, Eduardo Riedel (PP), também lamentou o fim das articulações para que Tereza Cristina integrasse uma eventual chapa de Flávio Bolsonaro. "Hoje foi um dia difícil. Hoje poderia estar aqui a vice-presidente do Brasil", disse.


Durante discurso na convenção, Tereza Cristina não citou as negociações para a eleição presidencial. A senadora concentrou a fala em manifestar apoio aos candidatos do Avante em Mato Grosso do Sul. (G1)


SÃO GABRIEL DO OESTE Aeronave suspeita é interceptada por caças da FAB no Norte de MS

 

                                            Divulgação FAB



Uma aeronave suspeita que entrou no espaço aéreo brasileiro oriunda do Sul da Bolívia, foi interceptada pela FAB (Força Aérea Brasileira) na manhã desta sexta-feira (31/7) em Mato Grosso do Sul. Ela fez um pouso forçado em área rural do município de São Gabriel do Oeste, na região Norte do Estado


Dois caças A-29 Super Tucano, empregados pelo Comae (Comando de Operações Aeroespaciais), realizaram as Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo. 


De acordo com a FAB, “sem plano de voo, sem contato com os órgãos de controle de tráfego e com matrícula não identificada, o avião foi classificado como suspeito”, ocasionando na ação, desencadeada em conjunto com a Polícia Federal e a Polícia Militar.


Durante a abordagem, os pilotos realizaram todas as fases das medidas de policiamento, porém, devido ao descumprimento de ordens, outras ações foram tomadas.


“Devido à falta de colaboração da aeronave interceptada, que descumpriu recorrentemente as ordens da Defesa Aeroespacial, foi realizada a medida de Tiro de Detenção (TDE) — última etapa das MPEA, destinada a impedir a continuidade do voo, conforme previsto no Decreto nº 5.144/2004”, relata a FAB.


Em seguida, o avião suspeito realizou um pouso forçado na região rural de São Gabriel, distante aproximadamente 200 km ao norte de Campo Grande.


Um helicóptero da PM foi deslocado até o local, mas o avião foi encontrado abandonado, sem nenhum tripulante.


Não há informações sobre apreensões no interior da aeronave. 



Adriano Moretto

Dourados News

 

Veja quem são os candidatos a governador de Lula e Flávio Bolsonaro nos estados

 

                                            Divulgação e Folhapress

  • Alianças ainda podem mudar até 5 de agosto, quando termina o prazo das convenções

  • Em parte dos casos, acordo local não se estende à disputa presidencial




Na reta final das convenções partidárias, o presidente Lula (PT) tem nomes associados a seu campo para os governos nas 27 unidades da Federação.


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega à mesma etapa com cinco estados sem palanque definido ou em que seu partido não lançou candidato nem se aliou a outra chapa: Acre, Alagoas, Maranhão, Minas Gerais e Pernambuco.


A lista reúne candidaturas próprias, apoios declarados e alianças estaduais, que ainda podem mudar até a próxima quarta (5), quando termina o prazo das convenções.


Nos últimos meses, os dois lados barraram candidaturas próprias, administraram disputas internas e priorizaram alianças para ganhar capilaridade nos estados. A montagem das chapas exige conciliar as eleições para governador e para o Senado com os acordos nacionais de cada partido.


Norte

Na região Norte, o campo de Lula reúne Dr. Thor Dantas (PSB), no Acre; Clécio Luís (União Brasil), no Amapá; Omar Aziz (PSD), no Amazonas; Hana Ghassan (MDB), no Pará; Expedito Netto (PT), em Rondônia; Nelita Frank (PT), em Roraima; e Laurez Moreira (PSD), no Tocantins.


Flávio tem nomes identificados em seis estados da região: Maria do Carmo Seffair (PL), no Amazonas; Daniel Santos (Podemos), no Pará; Marcos Rogério (PL), em Rondônia; Arthur Henrique (PL), em Roraima; Professora Dorinha Seabra (União Brasil), no Tocantins; e Dr.Furlan (PSD), no Amapá.


Nordeste

Lula tem nomes definidos nos nove estados nordestinos: Renan Filho (MDB), em Alagoas; Jerônimo Rodrigues (PT), na Bahia; Elmano de Freitas (PT), no Ceará; Felipe Camarão (PT), no Maranhão; Lucas Ribeiro (PP), na Paraíba; João Campos (PSB), em Pernambuco; Rafael Fonteles (PT), no Piauí; Cadu Xavier (PT), no Rio Grande do Norte; e Fábio Mitidieri (PSD), em Sergipe.


Na Bahia, a disputa vai reeditar o confronto de 2022 entre Jerônimo e ACM Neto. O PT trabalha para nacionalizar a campanha e estimular o voto casado no governador e em Lula, enquanto o PL integra a aliança estadual do ex-prefeito de Salvador. ACM Neto, porém, adotou uma estratégia de distanciamento da eleição presidencial e declarou apoio a Ronaldo Caiado, do PSD.


O Nordeste concentra algumas das principais dificuldades de Flávio na montagem dos palanques. Os alinhados a Flávio na região são Efraim Filho (PL), na Paraíba; Joel Rodrigues (PP), no Piauí; Álvaro Dias (PL), no Rio Grande do Norte; e Ricardo Marques (PL), em Sergipe. No Ceará, o partido trabalha por uma aliança estadual com Ciro Gomes, mas o tucano tem sinalizado que não participará da campanha presidencial.


Centro-Oeste

No Distrito Federal, Lula terá dois palanques locais separados, com Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB). A governadora Celina Leão (PP) é o nome associado a Flávio. O apoio do PL a Celina vinha sendo articulado nos bastidores, com participação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), embora a composição formal ainda dependesse das convenções.


Em Goiás, o PT trabalha com Luís César Bueno para dar palanque a Lula, enquanto Wilder Morais é o candidato do PL. Em Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD) é o nome associado ao presidente e Wellington Fagundes (PL), ao senador.


Em Mato Grosso do Sul, Fábio Trad (PT) será o candidato de Lula. O governador Eduardo Riedel (PP) declarou apoio a Flávio.


Sudeste

No Espírito Santo, Helder Salomão (PT) é o candidato ligado a Lula. No campo de Flávio, o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) declarou apoio ao senador e negociou uma aliança com o PL.


Em Minas Gerais, o PT definiu Patrus Ananias como candidato ao governo e encerrou a última indefinição na articulação de Lula. Flávio ainda não tem palanque mineiro decidido. O PL aguardava a decisão do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), que lidera pesquisas para o governo, mas ainda não confirmou a candidatura.


No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) é o nome ligado a Lula, e Douglas Ruas (PL), a Flávio. Jane Reis (MDB) integra a chapa de Paes como vice.


Em São Paulo, os dois lados estão consolidados. O PT oficializou Fernando Haddad como candidato ao governo em convenção com Lula, enquanto o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenta a reeleição como principal aliado estadual de Flávio.


Sul

No Paraná, Lula terá como palanque Requião Filho (PDT), após o PT fechar uma aliança estadual com o partido. Flávio estará com Sergio Moro (PL), que lançou sua candidatura ao governo ao lado do senador.


No Rio Grande do Sul, o PT apoiará Juliana Brizola (PDT), depois de abrir mão da candidatura de Edegar Pretto em favor da unidade da aliança. Flávio terá Luciano Zucco (PL), que oficializou sua candidatura com a presença do presidenciável.


Em Santa Catarina, o ex-deputado e empresário Gelson Merísio (PSB) diz que pretende oferecer um "palanque sólido" a Lula. O governador Jorginho Mello (PL), candidato à reeleição, está no campo de Flávio.


Laura Intrieri

Folha de São Pulo


Lula é multado em R$ 15 mil por pedir votos para Simone Tebet e Marina Silva

 

                                             Foto: Pietra Dorneles / Midiamax



O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) multou  presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por fazer campanha antecipada, em nome de Simone Tebet e Marina Silva, pré-candidatas ao Senado por São Paulo. A multa é de R$ 15 mil, mas cabe recurso.


O diretório paulista do partido Missão entrou com uma representação no tribunal questionando fala do presidente Lula durante um evento em 19 de maio, em São Paulo, transmitido pelo canal oficial do presidente no YouTube.


Para o juiz auxiliar de Propaganda, Ronnie Herbert Barros Soares, a fala “contém inequívoca solicitação de apoio eleitoral”. 


Na ação, a defesa de Lula argumentou que a manifestação tinha caráter institucional e sem conteúdo eleitoral, com a “inexistência de pedido explícito de voto”.


Simone Tebet e Marina Silva foram acionadas na representação, mas o juiz entendeu que não deveriam sofrer sanções, pois não têm responsabilidade pela declaração. 



Com ag~enia Brasil

PP terá mais de 6 minutos e dominará o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV

 

                                                 Montagem / Correio do Estado



O governador Eduardo Riedel (PP), pré-candidato à reeleição, deverá iniciar a campanha eleitoral com ampla vantagem no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão das eleições, que começa no dia 28 de agosto e vai até o dia 1º de outubro.


Pelas estimativas baseadas nas coligações já anunciadas e na representatividade das legendas na Câmara dos Deputados obtidas pelo Correio do Estado, Riedel terá aproximadamente 6 minutos e 22 segundos dos 9 minutos destinados aos candidatos ao governo estadual em cada bloco de propaganda, o equivalente a 70,8% do tempo.


O candidato do PT, ex-deputado federal Fábio Trad, ficará com cerca de 2 minutos e 38 segundos, ou 29,2% do horário eleitoral gratuito reservado à disputa pelo Executivo estadual.


O tempo da coligação petista aumentou após a confirmação da entrada do PDT na aliança, que já contava com a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) e PSB.



Na prática, a adesão do PDT acrescenta aproximadamente 20 segundos ao tempo de Fábio Trad em comparação com uma composição formada só pela federação e PSB. Ainda assim, a diferença em relação ao governador permanece superior a 3 minutos e 40 segundos por bloco.


A distribuição do horário eleitoral segue as regras da Lei das Eleições e, do total destinado a cada cargo, 10% do tempo é dividido igualmente entre todos os candidatos aptos a participar da propaganda, enquanto os 90% restantes são distribuídos proporcionalmente ao tamanho das bancadas das siglas e federações na Câmara dos Deputados.


MAIOR COLIGAÇÃO

A ampla vantagem de Riedel decorre da maior aliança formada até o momento, pois reúne em sua coligação PP, União Brasil, PL, Federação PSDB-Cidadania, Republicanos, MDB e Avante.


Para efeito da distribuição proporcional, porém, entram no cálculo apenas as seis maiores bancadas da coligação, conforme estabelece a legislação eleitoral.


Assim, são consideradas as do PL (99 deputados federais), do União Brasil (59 deputados), do PP (47 deputados), do MDB (42 deputados), do Republicanos (40 deputados) e da Federação PSDB-Cidadania (18 deputados), juntas, essas legendas somam 305 deputados federais, número que garante ao governador a maior fatia do horário; o Avante não entra na conta por ser a sétima maior força.


A superioridade da coligação de Riedel também deverá se refletir nas inserções distribuídas ao longo da programação das emissoras. Pois, além dos programas em bloco, rádio e televisão exibirão diariamente 70 minutos de propagandas de 30 e 60 segundos, veiculadas entre as 5h e meia-noite, inclusive aos domingos.


Do outro lado, Fábio Trad lidera a coligação formada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), PSB e PDT. Para efeito do cálculo do horário eleitoral, o grupo reúne 112 deputados federais – Federação Brasil da Esperança (81 deputados), PSB (14 deputados) e PDT (17 deputados).


SEM DIREITO

Já o deputado estadual João Henrique Catan, pré-candidato do Novo ao governo estadual, pode não participar do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.


Embora o partido tenha eleito três deputados federais em 2022, o Novo não atingiu a cláusula de desempenho prevista na legislação eleitoral, requisito necessário para ter acesso ao Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (FP) e ao horário gratuito de propaganda.


Entretanto, o Novo tem direito ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fefc), pois aprovou critérios internos para distribuir os recursos entre seus candidatos, e esses critérios já foram informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



Nas eleições deste ano, o horário eleitoral gratuito será exibido em dois blocos diários, de segunda-feira a sábado.


No rádio, os programas serão das 7h às 7h25min e das 12h às 12h25min, enquanto na TV serão exibidos das 13h às 13h25min e das 20h30min às 20h55min.


Cada bloco terá 25 minutos, distribuídos entre os cargos: presidente (10 minutos), governador (9 minutos), senador (5 minutos), deputado federal (30 segundos) e deputado estadual (30 segundos).


Daniel Pedra

Portal Correio do Estado

Nelsinho oficializa desistência da reeleição

 

                                             Foto: Reprodução




O senador Nelsinho Trad (PSD) oficializou, no fim da noite de ontem (31), a desistência da candidatura à reeleição ao Senado Federal e confirmou que disputará as eleições de 4 de outubro como primeiro suplente na chapa encabeçada pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), candidato a uma das duas vagas ao Senado por Mato Grosso do Sul.


Em nota oficial, o parlamentar afirmou que a decisão foi tomada em atendimento à orientação da direção nacional do PSD, presidida por Gilberto Kassab, e que a mudança faz parte da estratégia de fortalecimento da aliança política formada em torno do governador Eduardo Riedel (PP).


Segundo Nelsinho, a escolha representa um gesto de unidade e compromisso com os interesses do Estado. "A verdadeira política não se faz com vaidades individuais, mas com espírito coletivo e amor pela nossa gente", afirmou.


O senador reconheceu que abrir mão da tentativa de conquistar um novo mandato não foi uma decisão fácil, destacando o trabalho realizado durante sua atuação no Senado em favor dos 79 municípios sul-mato-grossenses. Apesar disso, afirmou que, em momentos decisivos, cabe às lideranças colocar os interesses do grupo político acima dos projetos pessoais.



Na manifestação, Nelsinho ressaltou que não considera a mudança um recuo político, mas uma forma de fortalecer a aliança. "Não dou um passo atrás; dou um passo ao lado para somar forças", declarou.


O parlamentar também elogiou o ex-governador Reinaldo Azambuja, afirmando que sua candidatura representa a continuidade de um projeto administrativo para Mato Grosso do Sul. Segundo ele, sua participação como suplente garantirá que a experiência e a articulação política do PSD permaneçam representadas nas decisões do grupo.


Ao encerrar a nota, Nelsinho Trad reafirmou fidelidade ao PSD e disse que continuará atuando em favor da população sul-mato-grossense. "Sigo de pé, jogando pelo time, fiel ao meu partido e, acima de tudo, dedicado a servir à população sul-mato-grossense até o último dia da minha vida pública", concluiu.


Nos bastidores, o entendimento firmado entre as lideranças da aliança governista também prevê a filiação de Nelsinho ao PL. A legenda passará a concentrar as principais lideranças do grupo político liderado por Reinaldo Azambuja e pelo governador Eduardo Riedel, que busca a reeleição neste ano.


De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, a decisão foi consolidada após um dia de intensas negociações envolvendo dirigentes partidários e integrantes da base aliada. Com a mudança, Nelsinho abre mão de disputar um mandato de oito anos no Senado para reforçar uma chapa considerada estratégica e preservar protagonismo no cenário político estadual.


A definição reorganiza completamente a disputa pelas duas vagas ao Senado. Reinaldo Azambuja permanece como um dos candidatos da coligação, enquanto a segunda vaga continua sendo ocupada pelo ex-deputado estadual Capitão Contar (PL). A entrada de Nelsinho como primeiro suplente é interpretada por aliados como um movimento para ampliar a competitividade da chapa e evitar a dispersão de votos entre candidaturas do mesmo grupo político.


O acordo também produz reflexos no planejamento eleitoral de médio prazo. Nos bastidores, a composição é tratada como o primeiro grande movimento para a sucessão da Prefeitura de Campo Grande, em 2028. A avaliação de integrantes da aliança é que, ao garantir desde agora apoio político a Nelsinho, o grupo reduz o risco de disputas internas e pavimenta a construção de uma candidatura única para a Capital.


Daniel Pedra

Portal Correio do Estado