segunda-feira, 9 de março de 2026

Homem confessa ter asfixiado companheira até a morte em Anastácio

 

                                             A vítima foi identificada como Leise Aparecida Cruz. (Foto: Redes Sociais)



Um homem de 43 anos confessou ter matado a própria companheira por asfixia em uma casa localizada em Anastácio, município distante cerca de 140 quilômetros de Campo Grande.


A vítima foi identificada como Leise Aparecida Cruz, de 41 anos, encontrada morta na sexta-feira (6).


A Polícia Civil chegou ao local após receber uma denúncia informando que havia uma mulher sem vida dentro da residência.


Policiais e equipes da perícia técnica foram até o imóvel para iniciar os primeiros levantamentos sobre as circunstâncias da morte.


Inicialmente, o companheiro da vítima apresentou uma versão que não indicava sinais claros de violência. No entanto, os primeiros resultados do exame necroscópico e as informações reunidas pelos investigadores passaram a indicar que a morte poderia ter ocorrido de forma violenta.


Contradições levaram à confissão


Durante as entrevistas e a reconstituição dos fatos, os policiais identificaram inconsistências no relato do homem, o que levantou suspeitas sobre o que realmente teria ocorrido dentro da casa.


Diante das contradições e dos elementos reunidos na investigação, o suspeito acabou admitindo que discutiu com a companheira na manhã de sexta-feira.


Segundo o depoimento, durante a briga ele segurou Leise pelo pescoço e a empurrou contra a parede, ação que acabou provocando a morte da mulher.


Após confessar o crime, o homem foi preso e encaminhado para a delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.


A morte de Leise é tratada como feminicídio, quando o crime ocorre em contexto de violência doméstica ou por razões relacionadas ao gênero da vítima.


Com esse caso, Mato Grosso do Sul registra o sexto feminicídio em 2026, conforme dados levantados pelas autoridades policiais. A Polícia Civil continua a investigação para esclarecer todos os detalhes do crime. As informações são do G1MS. 

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