quarta-feira, 31 de maio de 2023

De volta ao Morumbi, Pato cita mudanças no clube e declara amor pelo São Paulo

 

                                            (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc)


Estou me preparando ao máximo para estar pronto ao ter a oportunidade”, afirmou Pato


O atacante Alexandre Pato declarou diversas vezes todo seu amor ao São Paulo durante a coletiva de apresentação ao clube, nesta terça-feira, no CT da Barra Funda. Pato declara amor pelo São Paulo, cita mudanças no clube e diz: “Eu me sinto como aos 18 anos”


– De tudo o que passei, as provações até agora, e chegar aqui com essa oportunidade… Eu me sinto como aos 18 anos. A parte física, mental, de campo, toda a entrega será feita ao São Paulo. Estou me preparando ao máximo para estar pronto ao ter a oportunidade – afirmou Pato.


– Sempre existiu o amor, saí de uma situação muito difícil na vida, e ele (São Paulo) me abraça. Lá atrás, em 2014. Deus foi muito bom comigo, colocou no coração deles (dirigentes) que eu poderia dar algo a mais para o São Paulo. Cheguei para fazer uma recuperação, tive discussões com o Rogério muito tempo atrás, e eu ficava perguntando se o Rogério ia me deixar fazer fisio. O Rogério me escreve, o Rui também, e converso com o presidente. Eu fui entregando, não queria pressionar. Cheguei e falei com os dirigentes: “O São Paulo está diferente, a gestão, a parte de fora do futebol, a fisioterapia” – acrescentou o atacante.


Pato se recuperou de uma cirurgia no joelho direito e fez o primeiro treino com o elenco na última segunda-feira. Ele já vinha se tratando no São Paulo desde fevereiro. O retorno aos gramados para um jogo oficial ainda deve levar cerca de duas semanas.


As lesões e passagens por diversos clubes mostram um Pato mais maduro atualmente, aos 33 anos. E ele sabe que somente o amor que tem pelo clube não será o suficiente.


– Vamos dar tempo ao tempo, tenho que respeitar o processo. Hoje foi meu segundo dia. Eles vão me dando feedback, a data não é o principal agora, mas a adaptação – disse.


– Minha volta é de muita responsabilidade. Não adianta ter amor e não cumprir seu papel. Minha dedicação e entrega vai existir.


Em sua terceira passagem pelo São Paulo, Pato busca seu primeiro título com o clube e já faz planos para esse dia.


– A gente tem planos. Tive duas passagens, quase fui campeão na primeira. Na segunda, o time ganha logo depois que eu saio. O que mais quero é ser campeão. Dorival tem dado estabilidade ao elenco. Se eu trocasse o momento agora e todos os gols que fiz por um título no São Paulo, eu trocaria agora – comentou.


Posicionamento


– Eu sempre joguei de centroavante, meia-atacante, mas se o professor precisar de volante, zagueiro, eu vou estar lá. A posição vou deixar para o professor decidir.


Sobre a saída para os EUA e momento


– Quando eu escolhi sair do São Paulo naquela época, queria um lugar pra morar em paz, jogar, receber salário e me divertir. Mas, infelizmente, no primeiro jogo eu vou e me machuco. Voltei, fazendo gol, assistências, mas logo em seguida eu me machuco outra vez. Eu estou com a mesma motivação de quando comecei a jogar. Está diferente o meu amadurecimento. A minha entrega, meu amor pelo São Paulo, não vai mudar. O São Paulo é mais que especial, não vejo a hora de jogar. Precisava vestir a camisa, é diferente de todos os clubes que passei.


Como lida com expectativas e críticas


– Julgamento sempre vai existir. Nunca vai ser suficiente. Tem que seguir uma linha, agradar quem está ao meu lado, a minha família. Sempre fazer algo por eles. A crítica, a comparação sempre vai existir. Uma pena que muitas vezes o jogador não tem tempo de amadurecer e já tem comparações muito altas. Eu nunca fiquei preso a comparações.


Com 17 anos tive uma das maiores lendas do mundo do meu lado, o Ronaldo. Minha volta para cá é para passar aquilo que passei para alguns jogadores novos. Não entendi o futebol, só fui entender aos 27 anos. Quando você leva que o futebol é sua casa, seu trabalho, sabe o que acontece no vestiário. Quando entende, a comparação fica lá fora.

Baixa da soja é grande no Centro-Oeste

 

Pixabay
                                                           

O Mato Grosso teve mercado divido, com baixa expressiva em Campo Verde
Por:  -Leonardo Gottems

No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços caíram em R$ 4,00/saca, enquanto os negócios vão de mal a pior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após as desvalorizações consideráveis vistas nas cotações de Chicago, preços despencam no MS travando por completo o mercado que já estava lento. Para este período o produtor deve aguardar por melhores ofertas de preços, não tendo pressa para efetuar seus negócios”, comenta.



“Todos os preços marcaram baixa de R$ 4,00/saca - em Dourados, os preços foram cotados a R$ 120,00, em Maracaju a R$ 119,00, em Sidrolândia a R$ 118,00, em Campo Grande a R$ 120,00 e em Chapadão do Sul a R$ 1117,00”, completa.


O Mato Grosso teve mercado divido, com baixa expressiva em Campo Verde. “Preços seguem fracos em virtude das desvalorizações de Chicago com a região de Campo Verde sendo a mais afetada, mas negócios não param na região, pois a preocupação com a limitação de armazenamento persiste. Apesar dos produtores aguardarem preços melhores, sempre há bons volumes saindo das regiões, pois assim como a safra de soja veio enorme, a de milho também será uma super safra, por isso é necessário manter essa consistência no escoamento”, indica.  


“Os preços de hoje marcaram altas na base de R$ 0,70/saca, salvo Campo Verde que despencou R$ 8,55/saca e foi a R$ 106,51. Lucas do Rio Verde a R$ 111,53, após variação de R$ 0,65/saca. Nova Mutum a R$ 112,69, ao variar R$ 0,68/saca. Primavera a R$ 116,45 com variação de R$ 0,73/saca. Rondonópolis a R$ 118,88, marcando variação de R$ 0,78/saca. Sorriso, por fim, a R$ 110,76, variando R$ 0,65/saca”, conclui.

Cantor Sidney Magal teve sangramento no cérebro e segue internado, diz boletim

 

                                             (Foto: Lucas Lacaz/Estadão )


O cantor Sidney Magal, de 72 anos, segue internado no Hcor (Hospital do Coração), em São Paulo, sem previsão de alta. A informação foi divulgada pelo hospital nesta terça-feira (30).


De acordo com o boletim médico, o cantor apresenta “boas condições clínicas”. Após realização de exames, foi constatado um pequeno sangramento talâmico (sangramento espontâneo agudo no cérebro, muitas vezes relacionado à hipertensão arterial).


Contudo, o episódio não trouxe sequelas ao paciente. Ele ficou em observação por 72 horas na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), apresentou boa evolução e, a partir de agora, seguirá em acompanhamento das equipes médicas.


Sidney foi hospitalizado após ter passado mal com um pico de pressão e interromper seu show, na noite de quinta-feira (25), em São José dos Campos (SP).


Na madrugada do sábado (27), ele foi transferido do hospital Vivalle, na cidade do interior paulista, para o Hcor.


Durante uma apresentação no Sesi da cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, Sidney teve uma “indisposição” e recebeu os primeiros atendimentos pela equipe médica de plantão no local, informou o Sesi.


Após ser medicado, os médicos orientaram que Sidney, por segurança, não retornasse ao palco. Com um microfone no camarim, ele ainda cantou algumas músicas antes de encerrar a apresentação.


Vídeos gravados por pessoas presentes na plateia mostraram uma ambulância posicionada de prontidão ao lado do palco do Sesi.


O cantor também foi gravado conversando com o público enquanto estava nos bastidores.


“Estou parado tomando um medicamento aqui para a pressão normalizar e para mostrar pra vocês que tudo está bem, inclusive meu sangue. E eu vou mostrar que meu sangue ferve por vocês”, disse antes de cantar “O Meu Sangue Ferve Por Você”. (com cnn)

Arcabouço passará por comissão do Senado antes do plenário, diz Pacheco

 


Folhapress

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta terça-feira (30) que a proposta de novo arcabouço fiscal será analisada pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) da Casa antes de ser votada no plenário.


O rito adotado por Pacheco aumentará o prazo para discussões sobre o tema em relação ao que ocorreu na Câmara, com a decisão do presidente Arthur Lira (PP-AL) de levar a discussão diretamente para o plenário.

"O projeto de lei complementar vai ser encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos, o relator será o senador Omar Aziz (PSD-AM)", disse Pacheco a jornalistas. "[A CAE] Fará o debate em relação a essa matéria, eventualmente pode fazer audiências públicas a respeito desse tema e, assim que chegar no plenário, nós vamos tratar como prioridade".

Pacheco ainda afirmou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participará na quinta-feira (1º) de uma reunião com lideranças partidárias do Senado para apresentar o novo arcabouço fiscal e detalhar as mudanças feitas pela Câmara.


"No decorrer de junho, se ficar para a penúltima ou última semana de junho, não há prejuízo. O importante é que nesse semestre nós possamos entregar o novo regime fiscal para o Brasil, que será muito bem recebido pela sociedade e pelo mercado para o desenvolvimento econômico do nosso país", concluiu.

A Câmara concluiu na última semana a aprovação do novo arcabouço fiscal, garantindo vitória ao governo Lula (PT).

O texto-base do projeto de lei foi aprovado na noite de terça-feira (23) por 372 votos a 108. Os deputados rejeitaram todos os destaques (sugestões de modificação ao texto) na quarta (24). Agora, a proposta será analisada pelos senadores.


Se aprovado no Congresso, o novo arcabouço fiscal vai substituir o atual teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas à inflação e ainda está em vigor, embora tenha sido driblada nos últimos anos.

Pela regra proposta, o crescimento do limite de gasto do ano seguinte deve equivaler a 70% da variação da receita em 12 meses acumulados até junho do ano anterior, já descontada a inflação, desde que respeitado o intervalo de 0,6% a 2,5%. Na prática, esses são o piso e o teto de avanço das despesas, independentemente do quadro econômico do país.

Além disso, o governo precisa buscar uma meta de resultado primário, que é obtida a partir da diferença entre receitas e despesas. O governo diz buscar um déficit de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano e pretende alcançar superávit de 1% do PIB em 2026.

Caso a meta seja descumprida, a proporção de alta das despesas em relação à arrecadação cai a 50%, até a retomada da trajetória de resultados dentro do esperado.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça acreditar que o debate sobre a possibilidade do novo arcabouço fiscal permitir gastos extras vem de uma incompreensão do projeto por parte de alguns analistas.

"A verdade é que do jeito que está a regra, está muito mais apertado do que parece. O tema que vamos enfrentar é outro, é se estamos dispostos a espremer educação, saúde, temas prioritários do nosso país", avaliou em live promovida pelos jornais O Globo e Valor Econômico nesta terça (30).

A origem da discussão está na regra incluída no arcabouço pela Câmara cuja redação, na interpretação de alguns economistas, abre brecha para o governo Lula ter um gasto maior em 2024.

Para Galípolo, o problema é da ordem inversa. "Apertado e desafiador está esse Orçamento", disse.

"Nossa dificuldade vai ser o quão desafiador vai ser de 2023 para 2024 fazer a reparação necessária em vários setores fundamentais", acrescentou.

TRAMITAÇÃO

O que acontece agora, com a aprovação do texto pela Câmara?

O texto segue para o Senado. Caso não haja mudanças, o texto vai à sanção presidencial.

No entanto, se os senadores fizerem modificações no texto, o projeto retorna para a Câmara, que terá palavra final -os deputados podem acatar as mudanças dos senadores ou restituir o texto originalmente aprovado na Câmara. Nesse caso, após a nova votação o texto é remetido à sanção do presidente da República.

O que é preciso para a proposta ser aprovada no Congresso?

Projetos de lei complementar exigem maioria absoluta de votos favoráveis, isto é, mais da metade dos integrantes de cada Casa. Isso significa ao menos 257 votos na Câmara e 41 votos no Senado.

Depois de aprovada pelo Congresso, o que acontece com a proposta?

O chefe do Executivo tem 15 dias úteis para sancionar o projeto integral ou com vetos parciais em alguns dispositivos, ou ainda vetá-lo totalmente. Todos os vetos passam por posterior validação do Congresso, que pode derrubá-los mediante maioria absoluta de deputados (257) e senadores (41).

Governo sofre derrota na Câmara que aprova o marco temporal em terras indígenas

 

                                           Plenário da Câmara (Foto: Rute Moraes/Revista Oeste )


Por 283 votos a favor e 155 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 30, o Projeto de Lei (PL) 490, que trata do marco temporal para a demarcação nas terras indígenas. A medida prevê que os indígenas têm direito de ocupar apenas os territórios que já ocupavam ou disputavam em 8 de outubro de 1888, data da promulgação da Constituição.


A votação do marco temporal ocorre uma semana antes do julgamento do caso no STF (Supremo Tribunal Federal), marcado para o dia 7 de junho. A tendência é que a Corte derrube a tese.


Se o STF assim proceder, os indígenas poderão reivindicar quaisquer terras que considerarem suas a qualquer momento. Esse foi o motivo pelo qual a votação do marco temporal foi mantida. Os parlamentares da bancada do agronegócio queriam impedir que o Supremo legislasse em cima de um tema que não teria previsão legal.


Agora o texto será encaminhado ao Senado, onde o poder de barganha do governo parece ser maior. Uma eventual aprovação no Congresso, contudo, não impede a análise por parte do STF.


Os parlamentares governistas argumentaram que são contra a proposta, pois ela libera o “genocídio” indígena no Brasil. Contudo, na semana passada, a liderança do governo na Casa liberou a bancada da base para votar como quisesse em relação à urgência do marco temporal.


Durante a sessão, o governo ainda tentou barrar a votação, propondo um requerimento para adiar o ato. Contudo, por meio de voto, o documento não foi aprovado.


Indicando uma prévia do placar final em relação ao mérito do marco temporal, 311 deputados votaram a favor para terminar as discussões e encaminhar para a proposta.


A ministra dos Povos Originários, Sonia Guajajara, marcou presença no Plenário. Mais cedo, indígenas guaranis bloquearam a Rodovia dos Bandeirantes em protesto contra a votação.


‘Destrinchando’ o marco temporal


De acordo com o texto substitutivo do relator da matéria, deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA), para serem consideradas terras ocupadas tradicionalmente deverá ser comprovado objetivamente que o local, na data de promulgação da Constituição, era habitado em caráter permanente, usado para atividades produtivas, necessário para a preservação dos recursos ambientais e importante para reprodução física e cultural.


Dessa forma, se a comunidade indígena não ocupava determinado território antes desse marco temporal, independentemente da causa, a terra não poderá ser reconhecida como ocupada.


Caso as terras destinadas aos povos indígenas brasileiros formassem um país, ocupariam quase 1,20 milhão de quilômetros quadrados — o que corresponde a cerca de 13% do território brasileiro.


Se fosse um Estado, seria o terceiro maior da Federação, atrás apenas de Minas Gerais e Bahia. Para ter ideia, a área é maior que a França e a Alemanha juntas — países que, somados, possuem aproximadamente 150 milhões de habitantes (o que corresponde a mais de 120 pessoas por quilômetro quadrado). 


No Brasil, de acordo com o portal Terras Indígenas no Brasil, menos de 680 mil índios vivem hoje em aldeias legalmente reconhecidas. Sem considerar a demarcação de mais nenhuma área além das atuais, é como se cada indígena tivesse direito a quase 2 quilômetros quadrados só para si — área equivalente a 242 campos de futebol.

Ladrão que arrombou mais de 40 carros é preso em casa de alto padrão

 



Um homem, de 35 anos, conhecido como “Alemão”, foi preso durante uma operação da Derf (Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos), nesta segunda-feira, dia 29 de maio, em Campo Grande.


Ele é suspeito de ter cometido mais de 40 furtos de notebooks, celulares, drones, armas de fogo e outros. Os objetos foram furtados por ele do interior de veículos estacionados em áreas de bares e restaurantes da Capital. Todos os crimes foram cometidos entre janeiro e maio deste ano.


O alvo da operação policial foi preso em uma casa de alto padrão, localizada na avenida Aeroporto, na Vila Palmira - no nordeste da Capital. Na residência, havia várias câmeras de segurança, cercas elétricas e travas fortíssimas nos portões.


Com o homem, foi apreendida uma pistola modelo M90, calibre 9 mm, e três carregadores de pistola da marca Glock, todos de calibre 9 mm.


Na casa dele, estavam os dois drones avaliados em mais de R$ 30 mil, furtados no dia 24 do mês passado, do interior de um veículo no Bairro Chácara Cachoeira.


O dono dos drones, um empresário de 37 anos, que não terá o nome revelado por motivos de segurança, ficou feliz de recuperar seus equipamentos de trabalho. "Foi um alívio muito grande. Consegui recuperar tudinho da forma que ele levou estava. Graças a Deus, no final deu tudo certo".


Além disso, foram apreendidos: uma caminhonete Mitsubishi L-200 e um veículo VW/Space Fox com suspeitas de adulteração e vários outros objetos sem origem comprovada.


Segundo o site Campo Grande News, Alemão já possui condenação por tráfico de drogas, contrabando de cigarros, furto qualificado, posse de armas de fogo e outros.


Modus operandi 


O homem utilizava um veículo GM Tracker branco, com o qual rodava por bairros com aglomerações de bares e restaurantes, a fim de escolher veículos estacionados, que possuíam objetos aparentes em seus assentos e tapetes.


Com o auxílio de uma lanterna, Alemão confirmava a existência dos objetos, quebrava os vidros dos carros e subtraía tudo que havia de valor. Em depoimento, o suspeito confessou a posse ilegal das armas de fogo, o furto dos drones e alegou ser contrabandista de cigarros.


De acordo com a Polícia Civil, cada furto durava cerca de 20 minutos, sendo que, em um mesmo dia, o criminoso arrombou oito veículos dos quais subtraiu oito notebooks e demais eletrônicos. 

terça-feira, 30 de maio de 2023

Lucas Piton, do Vasco, é mais um jogador brasileiro convocado pela Itália

 

                                              Foto: Divulgação

Nesta semana, o lateral-esquerdo Lucas Piton, do Vasco, recebeu uma ótima notícia. Ele foi pré-convocado pela seleção da Itália para a disputa da Liga das Nações. Com isso, caso fique na lista final, poderá disputar a semifinal da competição, contra a Espanha, no dia 15 de junho. Ele será mais um brasileiro a ter uma carreira longeva na Azzurra? Se você gosta de fazer previsões esportivas, aproveite as melhores casas de apostas para dar os seus palpites.


Historicamente, muitos jogadores brasileiros já defenderam a Itália. E isso é fácil de entender, afinal, o Brasil foi um dos países que mais receberam imigrantes oriundos da Bota. Com isso, boa parte desses atletas acaba tendo dupla nacionalidade e opta por defender a seleção que os convoque primeiro. Ou aquela em que acredite ter mais chances de brilhar.


Dessa forma, Lucas Piton passa a fazer parte de uma longa tradição. Para se ter uma ideia, nos últimos anos, outros cinco brasileiros também foram convocados pela seleção italiana. São eles: João Pedro, Luiz Felipe (sobrenome Marchi), Rafael Tolói, Emerson Palmieri e Jorginho (sobrenome Frello).


 

Se voltarmos mais alguns anos, teremos de recordar Thiago Motta, que defendeu a Azzurra por muito tempo. Ele, inclusive, disputou a Copa do Mundo de 2014, aqui no Brasil. Além do volante, Eder (sobrenome Citadin), Rômulo e Amauri também foram convocados pela seleção italiana neste século.


Mazzolla

No entanto, talvez nenhum outro brasileiro tenha tido tanto sucesso quanto Mazzolla. O craque chegou a disputar o Mundial de 1958 pelo Brasil – e começou como titular. Após a Copa, ele foi para o Milan e então fez carreira na Bota, terra de seus pais, Gioacchino Altafini e Maria Marchesoni.


Como se vê, Mazzolla não era seu verdadeiro sobrenome. O atacante chamava-se José João Altafini, mas recebeu o apelido em razão da semelhança física com o jogador italiano Valentino Mazzolla.


 

O fato é que, na Itália, nenhum brasileiro o superou. Ele foi um verdadeiro ídolo do futebol italiano e, até hoje, é o quarto maior artilheiro da Série A, ao lado de Giuseppe Meazza.


Outros jogadores

Além dos jogadores recentes e de Mazzolla, outros brasileiros também defenderam a seleção italiana. A lista inclui jogadores como Anfilogino Guarisi, Otávio Fantoni, Dino da Costa e Angelo Sormani.


Portanto, a relação Brasil-Itália sempre foi muito estreita. E, no que diz respeito ao futebol, tem ficado ainda mais próxima nos últimos anos. Lucas Piton, que vem sendo um dos destaques do Vasco na atual temporada (é o líder em assistências da equipe), também poderá dar sua parcela de contribuição.