sábado, 18 de abril de 2009

Capital vai sediar festival de rock nos dias 1, 2 e 3

Nos dias 1, 2 e 3 de maio acontecerá na Capital o 1º Campo Grande Rock
Festival, que será realizado no Toca Espaço Bar. O objetivo do evento
é modificar e solidificar o cenário musical do Estado.

A ideia do festival surgiu em um fórum do Orkut, através de uma equipe
de músicos e comunicadores que decidiu unir forças e contatos para
promover o evento, que visa integrar novas e antigas bandas de rock
sul-mato-grossense.

O músico Renato Heimhach, organizador do evento, esclarece que os
recursos arrecadados pelo festival serão revertidos às instituições
Amor Maior OHZ e Sirpha (Sociedade de Integração e Reabilitação da
Pessoa Humana – Lar para Idosos). A AACC/MS (Associação dos Amigos das
Crianças com Câncer de Mato Grosso do Sul) e a Sociedade São Vicente
de Paula também serão beneficiadas com a cessão de espaço físico
dentro da área do festival para a instalação de stands para
comercialização de alimentos e outros produtos, exceto bebidas.

Cerca de 33 bandas se apresentarão nos três dias de festival, sendo
que no local também haverá praça de alimentação. Por dia, 11 bandas
irão se apresentar, tocando de tarde até a madrugada.

Estão confirmadas as participações das bandas Beatles Maníacos,
Bêbados Habilidosos, Dimitri Pellz, Dumattu, Facas Voadoras, Haiwanna,
Jennifer Magnética, Lutano, Muchileiros, Old Barreiro, Lynx, Rivers,
The Rockfeller, entre outras.

Serviços – Os passaportes para os três dias custam R$ 20 e os
ingressos avulsos saem por R$ 10, e a partir da próxima semana estarão
disponíveis na Rock Show, Opus e no Trokar. Mais informações através
do site www.campogranderockfestival.com.br.

Abril Pro Rock em Olinda,


Ana Lima Freitas
Fonte terra;









Mais de três décadas de história. Mais de 30 anos de comprometimento com o puro rock. É assim que os fãs vêem a banda britânica Motörhead, a grande estrela do primeiro dia do Abril Pro Rock em Olinda, em Pernambuco. E foi com esse sentimento de fidelidade que mais de 3.500 cabeludos vestidos de preto bateram cabeça ao ouvirem a voz poderosa de Lemmy Kilmister.


Aos 63 anos, o vocalista, baixista, fundador e principal compositor da Motörhead fez jus à fama de encabeçar "a mais barulhenta banda do mundo". "Eles são um espetáculo. A melhor banda do planeta. Vim de Salvador só para vê-los", derrete-se a baiana Jamille Marques, 20 anos.

"Estou vivendo um momento histórico", disse o editor de imagens, Guilherme Sarinho, 25 anos, referindo-se à performance de Kilmister, que na juventude foi roadie de Jimmy Hendrix.

Além de Kilmister, o guitarrista Phill Campbell e o baterista Mickey Dee não deixaram por menos. Em cerca de 1h30 de espetáculo, o que não faltou foi muito heavy metal. O set list do trio inglês incluiu músicas de várias épocas, como os clássicos Ace of Spades, Orgasmatron e Bomber, além de canções do disco mais recente, Motorizer.

Onze Anos Sem o Cantor do Brasil

Nelson Gonçalves: onze anos sem o ídolo

Nelson Gonçalves: onze anos sem o ídolo




Por Cristiano Bastos


Nelson Gonçalves tinha medo de ser esquecido, mas sobrevive na memória de velhos e jovens admiradores; confira galeria de fotos raras, a discografia essencial e trecho inédito do livro de Marilene Gonçalves, filha do músico




Nelson Gonçalves era um homem sem medo. Fazia questão de proclamar seu desassombro - mas tinha, claro, suas preocupações. E um pensamento que o afligia era o de cair no esquecimento. O gago boxeador que esmurrou o destino e se tornou um dos maiores cantores do Brasil transformou esta melancolia em uma dessas frases que entram para a história: "O Brasil é um país sem memória", cuspiu Nelson. "Alguém se lembra de Francisco Alves?."

Neste 18 de abril, o Brasil completa 11 anos sem um de seus maiores artistas: Nelson Gonçalves. Até hoje, depois de Roberto Carlos, o cantor que mais vendeu discos: 78 milhões de cópias. Em sua trajetória fonográfica, gravou mais de duas mil canções. Cantor e compositor, foi também jornaleiro, mecânico, polidor, tamanqueiro, engraxate, garçom e boxeador. Viveu a glória de ser coroado Rei do Rádio e o inferno do vício da cocaína. Apaixonado e lutador, tornou-se um dos personagens mais ricos da história do País. Porém, atualmente, anda um tanto relegado pela "inteligência nacional".

Não era sem motivo, portanto, a amargura antecipada que Nelson sentia quando anunciou sua vontade: "Quero ser cremado. Uma semana depois de morto, estarão fazendo xixi sobre a minha tumba. Alguém lembra de Francisco Alves?" Onze anos se passaram desde que o destemido boêmio morreu, aos 78 anos de idade, vítima de um fulminante ataque cardíaco. Felizmente, contudo, a data não passará em branco.

Lançamentos à altura de Nelson vão presentear seus fãs, velhos e novos, com o talento daquela que, provavelmente, foi a maior voz que já cantou no Brasil. Em Eternamente Nelson - Especial e Registros Raros da Carreira de Nelson Gonçalves, show captado e exibido pela Rede Globo em 1981, a Sony/BMG reavivou som e imagem do espetáculo que marcou quatro décadas de carreira do valentão. A major anunciou o lançamento do DVD para o início deste ano, mas até agora, nada.

Em Eternamente Nelson, o aveludado vozeirão emenda um pout-pourri de grandes clássicos: "Normalista", "Maria Bethânia", "A Volta do Boêmio" e "Saudade", de Lupicínio Rodrigues, samba-canção interpretado por ele com lirismo e entrega sentimental absoluta. Beirando os 60 anos, Nelson ainda cantava de maneira soberba - a voz, no auge da força e do vigor. No show, com participações especiais do compositor Evaldo Gouvêa e do xará Nelson Cavaquinho, Nelson também canta a belísisma "Nem às Paredes Confesso" (numa versão fado), e as másculas "Carlos Gardel" e "Negue". Em ambas, sua admirável extensão vocálica se faz a toda prova.

A edição de Eternamente é histórica. Não apenas por se tratar de seu primeiro (e diga-se, muito atrasado) registro audiovisual lançado no mercado, mas por também juntar extras incríveis. Os mais reveladores são os que não escondem detalhes sobre sua "célebre" fase junkie: "Em casa, eu tinha guardado um quilo de pó", Gonçalves revela de forma drástica. Musicalmente, o material recupera duetos gravados com artistas como Martinho da Vila, Alcione e Tim Maia, nos anos 1980, muitos no extinto programa televisivo Globo de Ouro.

A gravadora também vai relançar o debut do cantor em LP (long-play), Nelson Interpreta Noel, de 1954 (confira galeria com a discografia essencial do cantor). A novidade principal, contudo, deve ser O Canto Que Me Embalou - Poemas para Meu Pai, Nelson Gonçalves, livro da filha Marilene Gonçalves, a primogênita, que deve atrair grande número de admiradores interessados na face humana do ídolo (clique aqui para ler um trecho). O livro deve chegar ao mercado até o final deste semestre; Marilene também prepara uma peça de teatro baseada na obra, que pretende estrear no Rio de Janeiro.

Há cerca de um ano, a boemia de São Paulo ganhou uma casa noturna com o nome do cantor. A empresária Lilian Gonçalves criou o "Bar do Nelson - o Bar do Boêmio", todo ambientado em homenagem à vida do cantor. A casa serve os drinks prediletos do Metralha, como "A Volta do Boêmio" (suco de abacaxi, vodka, curaçau blue e leite condensado).

Coisas de Nelson
Para Lobão, fiel amigo de Nelson, o Rei do Rádio deveria ter sido o "milionário da canção no Brasil", como Elvis e Sinatra: "Na (gravadora) RCA, ele escarrava no tapete talagões enormes, depois dizia: 'Posso cuspir nesta porra à vontade. Fui eu mesmo que paguei por isto'."

O roqueiro retrata uma história que ilustra bem a personalidade do cantor - afável com os amigos e punk quando achava que tinha de ser. "Dia desses fui a São Paulo e, coincidentemente, peguei o mesmo chofer que conhecia Nelson Gonçalves e o tinha transportado algumas vezes. Ele me contou que, certa vez, já de saco cheio, a caminho de um show, o Metralha perguntou: 'Eu quero saber a quantos quilômetros fica o local do show'. O motorista respondeu: 'Fica a 200 km, Seu Nelson'. E ele: 'Você jura que são 200 km mesmo?!'. O motorista: 'Sim, claro'."

Seguiram viagem batendo papo - Nelson no papel de copiloto. No meio da estrada, entre vales e montanhas, de repente ele disparou: "Pára, pára, pára!". No meio do nada, abismado, o cara só conseguiu falar: "Mas por que, Seu Nelson?". Ele respondeu: "Eu estava contando o velocímetro. Aqui são 200 quilômetros. É aqui que vou cantar. Não vou mais a lugar nenhum". Abriu a porta e começou: "Boemia...".

Grupo Carabosse faz prévia da Virada Cultural no dia 1º de maio



Virada Cultural O grupo francês Carabosse será responsável por uma prévia da Virada Cultural de São Paulo no feriado de 1º de maio.

A "Instalação de Fogo" da trupe ocupará toda a extensão do jardim da Luz, em um espetáculo de longa duração, que começa a partir de 22h do dia 1º. A previsão de término da primeira apresentação é 1h30.

No dia 2, já como parte da agenda do evento, o espetáculo será repetido no mesmo horário que o dia anterior.

O projeto propõe um percurso de fogo e música e também chega à estação da Luz. O Carabosse e outras atrações francesas da Virada Cultural ocorrem porque a França é homenageada do evento neste ano em decorrência do ano da França no Brasil.


Divulgação
Companhia Carabosse convida a um passeio de música e fogo; haverá apresentação no dia 1º e no dia 2
Companhia Carabosse convida a um passeio de música e fogo; haverá apresentação no dia 1º e no dia 2

No mesmo local

No domingo, dia 3, a região do parque da Luz abriga o Grande Encontro de Veículos Antigos do Estado de São paulo a partir de 8h.

O evento, promovido pela Federação Paulista de Automóveis Antigos, também integra a Virada Cultural.

O evento ainda completa oito anos de realização durante a edição da virada e mais de 460 veículos devem participar do encontro.

Pôr do Som terá O Bando do Velho Jack, Muchileiros e Delay

A segunda edição do projeto Pôr do Som, realizado todo terceiro sábado de cada mês, às 18 horas, na Concha Acústica Família Espíndola, na Praça do Rádio, terá como atrações O Bando do Velho Jack, Muchileiros e Delay. O projeto tem o apoio da Câmara dos Dirigentes Lojistas e da Fundação Manoel de Barros (Uniderp/Anhanguera). De acordo com diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Athayde Nery, o Pôr do Som é um projeto que dá destaque aos trabalhos produzidos no Estado, mostrando a diversidade da música regional, além de ocupar os espaços de Campo Grande com a cultura. “A Concha é um espaço nosso, que deve ser muito bem aproveitado ao bem da cultura e da população e o que queremos é isso, consolidar uma agenda permanente neste local que só engrandece a nossa cidade e que teremos o prazer de apresentar belos trabalhos, como os das bandas que se apresentam nesse sábado”, destacou. Os integrantes do Bando, Rodrigo Tozzette, Fábio Terra, Marcos Yallouz, João Bosco e Alex Cavalheri, levam para a Concha Acústica muito rock influenciado por grupos como Grand Funk Railroad, Doobie Brothers, Free, Allman Brothers, Lynyrd Skynyrd, Black Oak Arkansas ou os brasileiros Mutantes, Peso, Casa das Máquinas, Tutti Fruti, Made in Brazil. O grupo reúne estilos diferentes e um trabalho de qualidade traduzido pelos inúmeros shows realizados em Mato Grosso do Sul e outros estados como Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e pelos cinco CDs produzidos ao longo de sua carreira.A banda Delay mostrará para o público o resultado de um trabalho de muita dedicação e entrosamento, como definem os integrantes do grupo. Rostey, Bruno, Fabinho, Dudu e Yev vêm se apresentando desde 2006 no cenário do Mato Grosso do Sul e desde então já gravaram dois discos. Sem rótulos, mas ainda apostando no pop rock aliado a efeitos eletrônicos que aguçam os sentidos, a Delay vem se despontando no cenário da música regional.A Muchileiros viaja pelas influências latinas da região de fronteira - de onde vieram parte de seus integrantes – Andes, Brasil e da América Central levando em sua bagagem as várias vertentes do pop-rock, entre versões de clássicas canções numa dinâmica moderna. Dedicando sempre a um projeto autoral, as composições são feitas em português, espanhol e guarani, unida aos diversos ritmos que são misturados ao pop-rock com instrumentos variados como zampoña, gaita de boca, flauta, acordeón e charango. A banda, formada por Sória, Carlos Bagre, Flávio Guerreiro e Léo Wenoli, lançou o seu primeiro CD intitulado \"La Puente\" em dezembro do ano passado desde então as músicas já são executadas em rádios, por estas razões, atualmente a Muchileiros é considerada uma das bandas de pop-rock mais atuante em Campo Grande.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Juci Ibanez e Edeuardo Dusek são atração da noite de Seresta Especial.

O cantor e compositor Eduardo Dussek será a atração da Noite daSeresta Especial na próxima sexta-feira (17). O show está marcado paraas 19h30 na Concha Acústica Família Espíndola, na Praça do Rádio Clubeem Campo Grande.
Serão apresentados também os sucessos de Dussek em versões atuais,como Nostradamus, Cantando no banheiro, Doméstica (parceria com LuisCarlos Góes) e Rock da cachorra (Leo Jaime).
Quem faz a abertura da noite é a cantora Jucy Ibanez, com MPB e samba.

: Fundação de Cultura lança “Vozes da Dança” na sexta-feira

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio de sua Fundação deCultura, lança o livro “Vozes da Dança” nesta sexta-feira (17/4), às19h no Memorial da Cultura e da Cidadania. Com perfis de bailarinos,coreógrafos, diretores e produtores culturais da dançasul-mato-grossense, o livro tem o objetivo de registrar e divulgar amemória da dança cênica no estado, a partir do depoimento de seusprotagonistas.
“A entrada no mundo da dança, os fatos inspiradores, a preparação dosbailarinos, a elaboração dos espetáculos, a busca de parceiros, odiálogo com o público e a superação contínua dos obstáculos compõem oreal pano de fundo das entrevistas que dão voz à dança produzida emMato Grosso do Sul. Esta publicação, além de enfocar esses matizes daslideranças que fizeram e fazem a dança sul-mato-grossense, presta-lhestambém uma merecida reverência”, destacou Américo Calheiros,presidente da Fundação de Cultura de MS.
O livro traz 18 perfis, de Beatriz de Almeida, Blanche Torres, CélioAdolfo, Chico Neller, Gisela Dória, Edson Clair, Jair Damasceno, LéaMagrini, Márcia Rolon, Maria Helena Pettengill, Marilu Guimarães,Neide Garrido, Rodolpho Leoni, Rosana Cintra, Sandramaria Gomes, SarahFigueiró, Sônia Rolon e Suzana Leite.
Buscando reconstruir essas histórias de vida trabalharam, comocolaboradores, jovens autores ligados à dança e ao jornalismocultural: Alcindo Rocha, Camila Emboava, Gisele Colombo, Luiza Rosa,Natália Cimó, Paula Bueno, Yan Chaparro e Moema Vilela, que tambémcoordenou a publicação.
O lançamento de Vozes da Dança faz parte da programação da III Semanapra Dança, evento da Fundação de Cultura de MS que promove, de 13 a 19de abril, espetáculos nacionais premiados, capacitação para criadores,mostras de vídeos e outras atividades, todas com entrada franca.Informações, ingressos e reservas por e-mail (releoni@gmail.com) outelefone: 3316-9169. O Memorial da Cultura e da Cidadania estálocalizado na Avenida Fernando Correa da Costa, 559 (antigo fórum).