terça-feira, 1 de julho de 2025

Brasil tem saldo positivo de 148,9 mil empregos com carteira

 




O Brasil fechou o mês de maio com saldo positivo de 148.992 postos de trabalho com carteira assinada. O balanço é do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nesta segunda-feira, dia 30 de junho, em Brasília, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).


No acumulado do ano, de janeiro a maio, o país gerou 1.051.244 mil novas vagas, um crescimento de 2,3%. O estoque de empregos formais no país é de 48.251.304.


O resultado do mês passado decorreu de 2.256.225 admissões e de 2.107.233 desligamentos no período. Os cinco grupamentos principais resultaram em geração positiva de empregos, liderado pelo setor serviços com saldo de 70.139, seguido por comércio, com 23.258.


Indústria e agropecuária


Na indústria, foram 21.569 novos empregos gerados, enquanto na agropecuária o saldo positivo foi de 17.348 e, na construção civil, o número de novos empregos gerados é de 16.678.


Entre os estados, os maiores geradores de emprego foram São Paulo (+33.313), Minas Gerais (+20.287) e Rio de Janeiro (+13.642). O maior crescimento relativo ocorreu no Acre, com variação de 1,24%. O saldo negativo foi verificado apenas no Rio Grande do Sul, com total negativo de 115 vagas de emprego.


No mês de maio, a geração de postos foi mais positiva para mulheres (78.025) do que para os homens (70.967). O crescimento também foi verificado para os jovens de 18 a 24 anos (98.003), sendo maior a geração de empregos no comércio (35.901) e na indústria da transformação (20.287).


"Dos 148 mil [postos de trabalho], nós temos a esmagadora maioria de jovens. Então, derruba por terra essa certeza de muita gente de que os trabalhadores jovens não estão aceitando ir para o mercado de trabalho", disse o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.


Salários baixos


Segundo ele, o que mais afasta os jovens do mercado formal são os baixos salários oferecidos. O ministro defendeu uma revisão dos pisos salariais para atrair mais os jovens ao mercado de trabalho com carteira assinada.  


O emprego também foi maior para pessoas com nível médio (113.213) e para pardos (116.476). Ao grupo PCD (Pessoas com Deficiência), o saldo ficou positivo em 902 postos de trabalho.


O salário médio real de admissão em maio foi de R$ 2.248,71, uma queda de meio por cento no salário médio do mês anterior. 


Por Agência Brasil

Julho começa com 2.047 vagas em Campo Grande

 



Recrutamento com 125 profissões, é objetivo de Intermediação da Funsat (Fundação Social do Trabalho), nesta terça-feira, 1° de julho. São que divulgam 2.047 vagas para 178 empresas de Campo Grande.


O total de 1.714 triagens são voltadas a treinamento remunerado de novos colaboradores, em chamados de “perfil aberto”. Lista que possui sete destaques: ajudante de açougueiro (3 postos), apontador de pessoal (20 postos), atendente de balcão (21 postos), atendente de lanchonete (51 postos), auxiliar de limpeza (156 postos), auxiliar de logística (43 postos) e ainda 76 vagas para auxiliares nos Serviços de Alimentação. 


No quadro completo de oportunidades, há vagas para: açougueiro (56 postos), ajudante de carga e descarga de mercadoria (26 postos), auxiliar administrativo (4 postos), borracheiro (11 postos), fiscal na prevenção de perdas (30 postos), mecânico de automóveis em geral (2 postos), operador de caixa (327 postos), operador financeiro (40 postos), e cinco vagas ativas na data, para porteiros. 


Prioritárias ao público PCD (Pessoa com Deficiência) são nove anúncios no dia: agente de saneamento (1), almoxarife (1), auxiliar administrativo (1), auxiliar de limpeza (1), auxiliar de linha de produção (5). Chances de colocação, somente acessíveis a candidatos que estiverem com o cadastro em dia no Sine (Sistema Nacional do Emprego).



Vagas de Emprego


Atenção: As vagas exigem níveis diversos de escolaridade e podem ser preenchidas a qualquer momento, sem aviso prévio. VENHA À FUNSAT, ATUALIZE OU  CADASTRE-SE E FIQUE POR DENTRO DAS OPORTUNIDADES COM O SEU PERFIL IMPORTANTE: Para participar dos processo seletivos, os candidatos deverão comparecer na FUNSAT, na Rua 14 de Julho, 992 – Vila Glória

Marcos Leonardo brilha, Al-Hilal supera City na prorrogação e pega o Fluminense no Mundial

 

                                            Foto por MEGAN BRIGGS / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP


O Al-Hilal será o adversário do Fluminense nas quartas de final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa. A equipe saudita venceu o Manchester City por 4 a 3, na prorrogação, nesta segunda-feira, pelas oitavas de final, no Camping World Stadium, em Orlando, na Flórida (EUA).


O grande destaque da partida foi o brasileiro Marcos Leonardo, que brilhou e marcou dois gols para o Al-Hilal, incluindo o da classificação. Além dele, Malcom e Koulibaly também balançaram as redes para os sauditas. Do outro lado, Bernardo Silva, Haaland e Foden guardaram para o City.


O duelo entre Al-Hilal e Fluminense, que eliminou a Inter de Milão mais cedo, está marcado para sexta-feira, às 16 horas (de Brasília), novamente em Orlando.


O jogo


O Manchester City inaugurou o marcador aos nove minutos do primeiro tempo. Ait-Nouri tabelou com Doku, entrou na área e rolou para Gundogan. A bola bateu no peito do camisa 19 e sobrou livre para Bernardo Silva, que empurrou para o fundo do gol.


Com apenas um minuto da etapa complementar, Cancelo cruzou rasteiro e, após um bate rebate na pequena área, a bola sobrou para Marcos Leonardo. O brasileiro subiu e cabeceou para empatar a partida.


Cinco minutos depois, o Al-Hilal virou a partida com Malcom. Em contra-ataque fulminante, o brasileiro atravessou todo o campo, entrou na área e bateu na saída do goleiro Ederson.


Porém, a alegria do time saudita não durou muito tempo. Isso porque, aos nove, Haaland aproveitou bate-rebate na área e mandou de pé esquerdo para o fundo das redes, empatando o duelo novamente.


Aos dois minutos do primeiro tempo da prorrogação, após cobrança de escanteio de Rúben Neves, Koulibaly subiu entre dois defensores do City e cabeceou para estufar a rede adversária.


Já aos 12, Foden, que tinha acabado de entrar, deixou tudo igual. O camisa 47 recebeu lançamento de Cherki e tocou no cantinho do goleiro Bono.


Com o relógio marcando seis minutos da segunda etapa da prorrogação, o Al-Hilal chegou ao gol da classificação, com Marcos Leonardo. Após lançamento de Renan Lodi, Milinkovic-Savic cabeceou e Ederson espalmou. No rebote, o camisa 11 completou para o gol.


Gazeta Esportiva

Confira como a soja iniciou a semana

 

                                             Foto: Canva



Desafios logísticos e comerciais marcam o cenário da soja no Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.



Logística e armazenagem exigem atenção no mercado de soja em Santa Catarina. “Com a infraestrutura atual já sob pressão, o crescimento da produção no Planalto Norte e em outras regiões exige atenção redobrada para evitar gargalos, garantir qualidade dos grãos e dar suporte à construção de políticas públicas que fortaleçam a competitividade catarinense no agronegócio. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,56 (-0,70%)”, completa.


No Paraná, o mercado de soja segue sob cautela, mesmo com projeções comerciais positivas. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 134,76. Em Cascavel, o preço foi 120,34 (+0,28%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,22. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,85 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56 (+0,70%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.



Logística instável desafia comercialização no Mato Grosso do Sul. “A armazenagem segue como ponto crítico no estado, dado o alto volume colhido e a limitação de estruturas disponíveis para estocar os grãos, o que impacta diretamente o poder de negociação no mercado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 118,37, Campo Grande em R$ 118,37, Maracaju em R$ 119,92 (+1,80%), Chapadão do Sul a R$ 108,69 (-1,82%), Sidrolândia a em R$ 119,92 (+1,80%)”, informa.


Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da

soja. “Para os próximos ciclos, o planejamento de armazenagem ganha ainda mais relevância, principalmente diante dos custos elevados de insumos e da necessidade de mitigar riscos de perdas e avarias. Campo Verde: R$ 113,09. Lucas do Rio Verde: R$ 108,82 (+0,72), Nova Mutum: R$ 108,82. Primavera do Leste: R$ 113,09. Rondonópolis: R$ 113,09. Sorriso: R$ 108,82”, conclui.


Triagem de tomates com IA revoluciona agricultura

 

                                           Foto: Divulgação


A inovação tecnológica tem sido cada vez mais decisiva para transformar o agronegócio brasileiro, especialmente no combate ao desperdício de alimentos. Entre as soluções que vêm ganhando destaque está a triagem inteligente de tomates, que utiliza inteligência artificial para aprimorar a qualidade e a eficiência no processo de classificação. Essa tecnologia promete não só aumentar a produtividade, mas também contribuir para uma produção mais sustentável e segura.



Lenon Dias Barth, Gestor de Operações e Automação Industrial, destaca que a tecnologia está revolucionando a triagem de tomates, etapa fundamental para reduzir o desperdício de alimentos. Todos os anos, toneladas de tomates são descartadas por falhas na classificação manual, mas as máquinas de triagem óptica com visão artificial e inteligência artificial prometem mudar esse cenário.


Esses sistemas inovadores utilizam câmeras de alta velocidade e algoritmos inteligentes para detectar e classificar tomates verdes, maduros e defeituosos em questão de milissegundos, superando a precisão do olho humano. Além de identificar cor, forma e tamanho em tempo real, a inteligência artificial se adapta e aprende com cada escaneamento, ajustando-se a diferentes tipos de cultivo.



A agilidade e a alta precisão dessas máquinas trazem mais eficiência à produção, diminuindo perdas e elevando a qualidade dos produtos. Essa inovação é um marco para a agricultura inteligente, unindo tecnologia e sustentabilidade para garantir maior segurança alimentar. Assim, a inteligência artificial se mostra não só uma ferramenta tecnológica, mas um elemento-chave para produzir de forma mais rápida, eficiente e sustentável, abrindo caminho para o futuro do agronegócio.


Mercado do boi inicia semana em baixa

 

                                             Foto: Pixabay



A cotação do boi gordo apresentou queda no início da semana em São Paulo, de acordo com a análise “Tem Boi na Linha”, divulgada pela Scot Consultoria. O cenário foi influenciado pelo aumento na oferta de animais para abate e pela retração da demanda por carne, especialmente no mercado interno.



Segundo a consultoria, "parte dos frigoríficos esteve fora das compras nesta manhã", o que contribuiu para pressionar os preços para baixo. No mercado paulista, todas as categorias registraram recuos, com exceção do “boi China”, que manteve a estabilidade. O preço da arroba do boi e da novilha caiu R$ 3,00, enquanto a vaca registrou queda de R$ 2,00/@.


No estado do Rio de Janeiro, o escoamento lento e o aumento na oferta não foram suficientes para alterar os preços, que se mantiveram estáveis. O mercado atacadista de carne também registrou retração nos valores após semanas com tendência de alta. A queda nas vendas no varejo, comum no fim do mês, repercutiu no atacado.


A carcaça casada do boi capão teve queda de 1,2%, ou R$ 0,25/kg, enquanto a do boi inteiro recuou 2,5%, o equivalente a R$ 0,50/kg. Já a carcaça da vaca apresentou a maior retração percentual, com redução de 3,3%, ou R$ 0,65/kg. A da novilha caiu 1,5%, ou R$ 0,30/kg.


Entre as carnes alternativas, o frango médio teve desvalorização de 2,7% (R$ 0,19/kg). A carcaça especial suína permaneceu estável.


Governo destina R$ 89 mi à agricultura familiar na produção de alimentos

 

                                           Lançamento do plano safra pelo governo federal (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/ABr)



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta segunda-feira (30), o Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026, com R$ 89 bilhões para crédito rural no âmbito do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e outras políticas como compras públicas, seguro agrícola, assistência técnica e garantia de preço mínimo.


O valor é recorde para o setor. Em 2024, foram destinados R$ 76 bilhões em recursos.


Do total para a safra, R$ 78,2 bilhões são para o Pronaf, que este ano completa 30 anos de reconhecimento da agricultura familiar para o desenvolvimento do país. Está mantida a taxa de juros de 3% para financiar a produção de alimentos, como arroz, feijão, mandioca, frutas, verduras, ovos e leite – caindo para 2% quando o cultivo for orgânico ou agroecológico.


Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula comemorou a expansão do programa ao longo dos anos e a manutenção das taxas de juros em baixa.


“Eu vi uma quantidade de juros de 3%, de 2%, acho que a taxa mais alta é de 5% [em outras linhas de crédito]. É importante registrar que uma taxa de juro a 5% numa inflação de 5% é taxa de juro zero. É importante lembrar que uma taxa de juro a 3% num país com a inflação de 5% significa menos dois, é menos que juro zero”, disse.


“Nossos bancos estão fazendo aquilo que historicamente não se fazia nesse país. É por isso que o programa ganhou densidade nacional”, celebrou.


O presidente também destacou a importância das linhas de incentivo à mecanização do campo, tanto para o aumento de produtividade das lavouras quanto para qualidade de vida dos pequenos produtores. Para Lula, esses incentivos também estimulam a indústria de produção de máquinas e equipamentos.


“Quando nós criamos o Programa Mais Alimentos, em 2008, a gente conseguiu um sucesso extraordinário, porque foi o Programa Mais Alimentos que fez com que sobrevivesse a indústria automobilística naquele instante, que estava vivendo uma crise, porque nós conseguimos vender 80 mil tratores até 80 cavalos. E a mesma coisa está acontecendo agora”, afirmou.


“Ou seja, se a gente não criar as condições, se a gente não provocar o empresário para que ele possa produzir máquinas de acordo com o tamanho da terra… porque um cidadão que tem 10 hectares, ele não pode comprar uma máquina daquela que tem 50 metros de largura. Não, ele precisa de uma máquina do tamanho da terra dele”, reforçou.


Linhas de crédito

Neste plano safra para os agricultores familiares, foram criadas linhas de crédito para apoiar a agroecologia, irrigação sustentável, adaptação às mudanças climáticas, quintais produtivos, conectividade e acessibilidade no campo. Por exemplo, serão dadas condições especiais para microcrédito voltado a mulheres rurais, com foco em quintais produtivos, com limite de até R$ 20 mil em recursos, juros de 0,5% ao ano e bônus de adimplência de 25% a 40%. De acordo com o governo, o programa é um das demandas da Marcha das Margaridas de 2023.


Quintais produtivos, também conhecidos como quintais agroecológicos ou caseiros, são sistemas integrados que combinam diversas práticas agrícolas, como hortas, pomares, criação de animais de pequeno porte e o uso de plantas medicinais. São espaços ao redor da casa, conduzidos por mulheres, que unem atividade produtiva com a rotina da casa e os cuidados com a família.


Outro destaque são os incentivos para a mecanização, no contexto do Programa Mais Alimentos. O limite para a compra de máquinas e equipamentos menores foi ampliado de R$ 50 mil para R$ 100 mil com a manutenção da taxa de juros de 2,5%. Para máquinas maiores, de até R$ 250 mil, a taxa de juros é de 5%, com subsídio do governo federal para incentivar mais tecnologia no campo, “que impacta em mais produtividade, qualidade de vida e alimentos”.


Ainda, do total de recursos, no âmbito do seguro agrícola, foram destinados R$ 1,1 bilhão para o Garantia-Safra e R$ 5,7 bilhões para o Proagro Mais. O governo destinou também R$ 3,7 bilhões para compras públicas de produtos da agricultura familiar, R$ 240 milhões para assistência técnica e R$ 42,2 milhões para garantia de preço mínimo para três produtos da sociobiodiversidade: babaçu, pirarucu e borracha.


Também nesta segunda-feira, o governo lançou o Programa de Transferência de Embriões, iniciativa inédita para estímulos à inovação da cadeia leiteira e qualidade genética do rebanho.


Complementando os recursos para o setor rural, nesta terça-feira (1º/7), Lula vai anunciar o Plano Safra 2025/2026 para o agronegócio, com crédito rural e programas destinados a médios e grandes produtores do país.


Redução de agrotóxicos

Durante o evento, Lula também assinou o decreto do Pronara (Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos) que é, agora, uma das principais estratégias do Estado brasileiro para a transição agroecológica. O objetivo é fomentar práticas agrícolas “mais seguras, resilientes e saudáveis”, com ações integradas de pesquisa científica, monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos e no ambiente, fortalecimento da assistência técnica e ampliação do uso de bioinsumos.


O Pronara estrutura-se como um instrumento de indução de políticas públicas voltadas à redução progressiva da dependência do modelo agrícola baseado em insumos químicos sintéticos, notadamente agrotóxicos, e à promoção de sistemas de produção sustentáveis, com ênfase na agricultura familiar, na agroecologia e na produção orgânica.


O governo apresentou dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) que apontam que o Brasil ocupava, em 2021, a primeira posição mundial no consumo de agrotóxicos, respondendo por cerca de 22% do total utilizado globalmente.


“Tal realidade reforça a urgência da implementação de políticas públicas estruturantes voltadas à transição para modelos agroecológicos de produção de alimentos. A institucionalização do Pronara insere o debate sobre o uso excessivo de agrotóxicos no escopo das políticas nacionais de desenvolvimento rural sustentável e de segurança alimentar e nutricional”, afirmou o presidente.


Ainda de acordo com o governo, o programa é resultado de um processo participativo e interinstitucional, conduzido por espaços de governança democrática, como a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e a Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica, com ativa contribuição de órgãos públicos federais e representantes da sociedade civil organizada.


O programa contará com a coordenação interministerial da Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com os ministérios do MDA (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), da Mapa (Agricultura e Pecuária), da MMA (Saúde, do Meio Ambiente e Mudança do Clima) e do MDS (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome). (Com ABr)