segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Ciclistas de Cassilândia vão ficar 5 dias na estrada

A equipe de ciclismo de Cassilândia formada pelos atletas Sandro Souza Moraes, Paulo dos Reis Dutra, José Abadio de Moura e Lucas Rodrigues Maia iniciaram no sábado uma viagem com suas bicicletas com destino a Pousada Das Araras, Serranópolis-GO, com chegada prevista pela MS-306 que liga Cassilândia a Chapadão do Sul, amanhã, dia 4 de agosto.

Os ciclistas vinham treinando há vários meses, pois todos eles precisam estar muito bem condicionados, não só fisicamente, mas mentalmente, para que possam suportar uma incrível marca de 8 a 10 horas pedalando todos os dias durante todo o trajeto, suportando fortes dores musculares devido o desgaste dos dias anteriores.

Segundo a equipe, "existem vários motivos para realizar essa aventura". Como o simples prazer de estar em plena harmonia com a natureza, ou para testar seus próprios limites ou quem sabe o simples prazer que cada um tem em admirar a natureza através do ciclismo e ter a sensação de liberdade que esse simples ato proporciona.

Por se tratar de um esporte de resistência é preciso ter uma dedicação muito grande de cada competidor em relação aos treinamentos, e o cuidado especial com a alimentação para uma boa recuperação física. Este ano eles conseguiram bons resultados nas competições que participaram mostrando que temos um grande potencial para ciclismo de ponta.

Seu Jorge se encanta com público de 85 mil pessoas em CG



Cerca de 85 mil pessoas prestigiaram o projeto MS Canta Brasil da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul ontem (2), que levou ao palco Seu Jorge e a banda Balaio Jazz. O público dançou e cantou os grandes sucessos do cantor carioca, como “Burguesinha” e “Mina do Condomínio”, que levou a “galera” ao delírio, e acompanhou o som instrumental contemporâneo da Balaio Jazz, que aproveitou o evento para lançar seu primeiro CD, patrocinado pelo Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC-MS).

“Esse projeto é importante porque temos a oportunidade de mostrar a qualidade da nossa música. Temos ótimos músicos no Estado, que não perdem em nada para os músicos de outros lugares do mundo. Estamos muito felizes e gratos à Fundação de Cultura que incentivou a gravação de nosso CD por meio do FIC-MS e nos trouxe ao MS Canta Brasil. É muito difícil o espaço para a música instrumental e nunca tocamos para um público tão grande como esse”, comemorou o baterista Sandro Moreno.

Os músicos que acompanham o Seu Jorge também fizeram um grande show, já que o compositor, com muita generosidade, possibilita em quase todas as músicas que os instrumentistas realizem solos que aguçam ainda mais os ouvidos e o ânimo da plateia. Seu Jorge até promoveu um intercâmbio cultural convidando um músico que conheceu em Bonito para o palco. Em determinado momento da apresentação o compositor mostrou-se muito feliz e aproveitou para dar uma mensagem aos jovens. “Valorizem o estudo que seus pais se esforçam para pagar. Só com a educação dos jovens e das crianças, é que garantiremos um futuro melhor para o Brasil”, destacou.

Na entrevista coletiva, que aconteceu após o show, Seu Jorge disse que ficou surpreendido com o público presente e com a paz com que o evento ocorre. “A platéia campo-grandense é muito educada. É muito raro não acontecerem brigas onde há uma grande concentração de pessoas. Isso chamou muito a minha atenção. Os organizadores do evento estão de parabéns. Ele disse ainda que faz música para pessoas de todas as idades, mas que sempre gosta de deixar uma mensagem positiva em seus shows. “Eu acredito no meu país e sei que em todo lugar do Brasil tem muitos talentos. Eu quero estar sempre atento em tudo o que acontece no País. Pretendo voltar a Mato Grosso do Sul”, finalizou.

MS Canta Brasil

O projeto MS Canta Brasil foi lançado em outubro de 2007 e homenageia estados brasileiros por meio de suas expressões musicais, além de prestigiar artistas de Mato Grosso do Sul. Ao todo 18 artistas de renome nacional já passaram pelos palcos desta iniciativa cultural.

Arte do interior na capital” traz douradenses na 1ª edição

O projeto “Arte do interior na capital” é um dos vários eventos culturais que acontecem em comemoração ao 110º aniversário de Campo Grande. Realizado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fundac), esse projeto tem como objetivo promover um intercâmbio cultural e ainda propiciar uma homenagem à cidade aniversariante com a mostra.

A primeira cidade a mostrar sua arte é Dourados que trará obras de artistas como Mestre Cilso, Davi Roballo, Suemar Maciel, Osvaldo Arnez, Marcely Mendes, Andréia Alves, Paulo Portuga, Ed Alvarenga, Ivone Dias, Kinho, Jorge Yamashita, Meire Milan, Blanche Torres, José Teodoro, Cláudio Tavares entre outros.

Além desses artistas plásticos, escultores e fotógrafos, o artesanato também marcará presença através da exposição de alguns itens da Feira de Artesanato da Fundação Cultural e de Esportes de Dourados (Funced). A música douradense será representada pelo Grupo Batuka Surdo e pela dupla Murilo & Aron, que farão uma apresentação na abertura da exposição, no dia 4. O evento, que acontece na Morada dos Baís, é aberto ao público e começa a partir das 19h30. As obras ainda ficarão expostas por uma semana na Morada.

Este intercâmbio, segundo o diretor presidente da Fundac, Athayde Nery, mostrará o trabalho de muitos artistas do interior, que muitas vezes não são tão conhecidos na capital. “Depois de Dourados, traremos artistas de Coxim, Rio Verde de Mato Grosso e Três Lagoas, entre outras cidades”, explica Athayde.

Em comemoração ao aniversário de Campo Grande, durante todo o mês de agosto há uma programação de diversos eventos culturais. “Queremos que as outras cidades também participem do aniversário da nossa cidade, e eventos como esse são importantes para mostrar que Campo Grande é uma cidade acolhedora, sempre recebendo bem que vem de fora”, enfatizou o prefeito Nelson Trad Filho.


Adilson Sheiffer é o artista do mês do Arte e Cores no Paço

Adilson Sheiffer é o artista do mês do Arte e Cores no Paço

Em solenidade feita nessa manhã, o prefeito Nelson Trad Filho apresentou mais uma edição do projeto Arte e Cores no Paço, que esse mês traz obras do artista plástico Adilson Schieffer A exposição é uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Campo Grande, realizada por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fundac), e integra as comemorações do 110º aniversário de Campo Grande.

O artista, que dentro das artes plásticas já desenvolveu trabalhos como escultor, gravador e pintor, agora apresenta obras com uma temática definida por ele na frase “no meu jardim tem flores”, que une mães, indígenas, imagens sacras e flores. O projeto, que foi idealizado pelo prefeito Nelson Trad Filho, tem como intuito divulgar o trabalho dos artistas do estado para quem passa pelo seu gabinete.

A técnica peculiar utilizada por Shieffer foi descoberta pelo artista durante uma tentativa de criar novas maneiras de se fazer gravuras. Hoje ela usa tinta emborrachada como base para as telas, o que proporciona a criação de traços em baixo relevo. Por fim o artista pinta com tinta óleo em cima dessa superfície, garantindo um trabalho único.

Durante a abertura, também foi assinado um contrato de parceria entre a Fundação Municipal de Cultura e a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) para dinamizar as salas de leitura administradas pela Fundac, com a participação de estagiários em pedagogia que estudam na UCDB. Após a assinatura do contrato o diretor presidente da Fundac, Athayde Nery e o reitor da UCDB, Pe José Marinoni, elogiaram a iniciativa da exposição.

10º FestIn Bonito:Turistas gastam R$ 6 milhões em cinco dias

10º FestIn Bonito:Turistas gastam R$ 6 milhões em cinco dias

O saldo econômico do 10º Festival de Inverno de Bonito foi de R$ 6 milhões, deixados no município pelos R$ 50 mil turistas nos cinco dias do evento, de 29 de julho até ontem (02). “O montante ficou no município e garantiu renda da rede hoteleira até os trabalhadores informais, como o pipoqueiro e o sorveteiro. Este, sem sombra de dúvida, foi o melhor dos festivais realizados até agora e esperamos que, no ano que vem, seja melhor ainda”, avalia o secretário de Turismo, Indústria e Comércio de Bonito, Augusto Barbosa Mariano.



Além do aspecto econômico-financeiro, o secretário lembra que o festival também teve o lado social, já que proporcionou o acesso gratuito da população à música, fotografia, cinema, artesanato, dança e lazer. “É uma oportunidade ímpar de ter cultura e lazer num único espaço. Bonito se transformou por cinco dias no centro de arte e na cultura do País”, lembra.



Outro ponto importante, conforme Mariano, é a divulgação do município na mídia, colocando Bonito em destaque em matérias nacionais e internacionais. Desta forma, continua ele, Mato Grosso do Sul fica ainda mais conhecido, atraindo maior número de turistas. “Nunca tivemos tanta mídia regional, nacional e até internacional como nesta edição do Festival de Bonito e isso é muito benéfico tanto para o município como para Mato Grosso do Sul e as demais cidades”, ressalta.



Sobre o público, o secretário conta que muitos turistas de outros estados estiveram em Bonito exclusivamente para o festival, o que não ocorreu nas demais edições. “Grande parte dos turistas vinha para fazer os passeios e aproveitava para ir ao festival. Desta vez, aconteceu o oposto”, afirma. Todos os shows foram aprovados pelos turistas. Ontem, por causa do mau tempo, o Grupo Tradição se apresentou na Grande Tenda para cerca de sete mil pessoas.



Durante a abertura do festival, o governador André Puccinelli anunciou a data do 11º FestIn Bonito, que acontece de 28 de julho a 1º de agosto de 2010. “Isso favorece muito porque o turista já pode se planejar para vir ao festival no ano que vem”, conta. Em relação às novidades para 2010, Mariano faz mistério, mas revela que será ainda melhor que este ano.

FCMS lança educaçao patrimonial na rota do Trem do Pantanal

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), por meio de sua Gerência de Patrimônio Histórico e Cultural, lança na próxima terça-feira (4), às 9h, o projeto de educação patrimonial “EDUCAR PARA PROTEGER - NA ROTA DO TREM DO PANTANAL”, na Estação de Indubrasil.
A iniciativa tem a parceria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (FUNDTUR) e da Secretaria de Educação de Mato Grosso do Sul (SED) e vai ser desenvolvido em em 17 escolas de Campo Grande, Terenos, Aquidauana, Miranda, Dois Irmãos do Buriti e dos distritos de Indubrasil, Piraputanga, Taunay, Camisão e Palmeiras.

Na programação cultural do evento estão previstas apresentações da Banda Municipal de Terenos, sob a regência do maestro Adilson e di grupo Dança do Sarandi dos alunos da E.E. Antônio Nogueira da Fonseca, de Terenos além da exposição fotográfica “VIAJANDO PELOS TRILHOS DA MEMÓRIA”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som de MS (MIS). As atividades são abertas à comunidade.

“O trabalho de educação patrimonial é o único que garante o amadurecimento de uma comunidade no que se refere a seus bens significativos, à sua memória e história, que podem ser transformados na consciência em favor da valorização do patrimônio histórico” afirmou o presidente da FCMS, Américo Calheiros. Ainda segundo ele, a volta do Trem do Pantanal impulsionou o trabalho com as comunidades que integram o seu roteiro turístico. “A cada ano, o projeto terá um tema em destaque. Neste ano o Trem do Pantanal será nosso foco para que a comunidade desperte para a proteção de seus bens patrimoniais. Não adianta tombar se a comuniade não tem conhecimento do significado real desses bens”, destacou. Ele lembrou também que Mato Grosso dos Sul é uma dos primeiros Estados brasileiros que estão trabalhando com a educação patrimonial.

Com a volta do Trem do Pantanal a contemplação do cenário exuberante nos 220 quilômetros que ligam Campo Grande a Miranda tornou-se uma realidade no cotidiano de turistas, no âmbito local, nacinal e internacional. No roteiro constam uma das faunas e floras mais ricas do mundo que integram patrimônio ambiental e construções históricas, parte do patrimônio histórico-cultural de Mato Grosso do Sul. Durante a viagem, encontra-se também artesanato e costumes de homens pantaneiros e indígenas da etnia Terena. De acordo com a gerente de Patrimônio Histórico e Cultural da FCMS, Neusa Arashiro, a educação patrimonial é imprescindível para a adequada proteção do patrimônio cultural das pequenas comunidades que estão nos arredores da rota do Trem do Pantanal, por meio de um processo de conscientização, através de projetos escolares de preservação dos marcos e manifestações culturais, da definição de conceitos, do esclarecimento de dúvidas, da divulgação e resultados dos trabalhos e divisão de responsabilidades.

Mais informações na Gerência de Patrimônio Histórico e Cultural da FCMS no telefone 3316-9164 ou 3316-9165.

Projeto “Cinema d(e) Horror” exibe o filme “A Vila”

Na próxima quarta-feira (5), acontece na sala Rubens Corrêa, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, mais uma exibição do projeto “Cinema d(e) Horror”, desenvolvido pelo Programa de Mestrado em Estudos de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e que tem o apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). Nesta edição será exibido o filme “A Vila”, às 18h30. A entrada é franca e o filme tem duração de 108 minutos e classificação de 14 anos.

Passado na Pensilvânia rural de 1897, o filme conta a história da pequena vila de Covington. O vilarejo de apenas 60 habitantes é cercado por uma floresta, habitada por uma raça de criaturas que assombra o local. Neste cenário nasce o romance entre Ivy Walker (Bryce Dallas Howard), filha do líder da vila, e o jovem Lucius (Joaquin Phoenix), que questiona a política de confinar os habitantes dentro das fronteiras da aldeia. Diante a tensão estabelecida a partir do romance dos dois, bem como do mistério que ronda o vilarejo, a leitura do filme se dará a partir da pergunta: Do que você tem medo? Afinal, o horror se estabelece tanto no nível do dito quanto no do não-dito, do inaudível, do invisível.

Depois da exibição acontece um debate que terá como mediador Wellington Furtado Ramos, graduado em Letras e mestrando em Estudos de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Projeto “Cinema d(e) Horror”

O projeto “Cinema d(e) Horror” oferece ao público local duas exibições de filmes por mês, que acontece sempre às 18h30. O objetivo do projeto é promover reflexões por meio de debates que acontecem a partir de filmes que tratam a categoria “Horror”, possibilitando uma melhor compreensão do universo artístico contemporâneo e da conflituosa natureza humana, numa leitura diferente do habitual. Após a exibição do filme é realizado um debate, com abordagem crítica sobre o filme, relacionando-o a obras literárias que também tratam do “Horror”.

Mais informações podem ser obtidas no Centro Cultural José Octávio Guizzo, que fica na rua 26 de Agosto, 453, ou pelo telefone 3317-1792.