segunda-feira, 31 de março de 2025

Em programa de TV, Preta Gil fala sobre tratar doença no exterior

 

                                            Preta Gil no 'Domingão com Huck': agora, cantora vai atrás de novas terapias contra o câncer no exterior (Foto: Reprodução/TV))




“Andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiar”, canta Gilberto Gil em ‘Andar com Fé’. Sua filha, Preta Gil, prova ter herdado dele a crença na vida e o destemor para encarar a realidade.


No ‘Domingão com Huck', ela falou abertamente sobre sua grave situação de saúde. 


“Eu agora vivo dento de uma fase difícil, complicada, porque aqui no Brasil a gente já fez tudo o que podia. Então agora as minhas chances de cura estão fora do Brasil, é para lá que eu vou. Pra voltar pra cá curada”, disse.


A cantora afirmou ter determinação para seguir tratamentos no exterior a fim de poder “brincar com a neta, os sobrinhos, ver meu filho ser esse homem incrível que ele é” e cumprir agenda de trabalho.  


“Tenho muita coisa pra fazer aqui nessa vida, então, me recuso aceitar que se findou para mim agora. Ainda tenho uma caminhada.” 


“Fé, ciência e amor”, gritou uma mulher na plateia. “É isso, acreditar na ciência, nessas novas oportunidades (de tratamento) fora do Brasil. Sei que sou uma mulher privilegiada, tenho essa condição de ir pra fora”, afirmou. 


“Eu vou, porque tenho muito amor à vida, muito amor a isso aqui. Sei que a gente tem de aprender a lidar com a finitude.” Neste momento, foi interrompida com o coro de “Deus abençoe” do auditório. Ela se comoveu.  


“É isso aí, muita fé em Deus, fé nos meus orixás, nas minhas santinhas. Fé na vida, fé no amor e vamos embora.” 


Preta Gil, de 50 anos, recebeu o primeiro diagnóstico de câncer no intestino em janeiro de 2023. Submeteu-se a uma cirurgia e, pouco depois, anunciou a cura. No ano passado, a doença voltou em quatro lugares do corpo: dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter.


Em 19 de dezembro, a artista passou por uma cirurgia que durou 20 horas no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Na recuperação, permaneceu 3 dias em coma induzido. Agora, ela usa uma bolsa de colostomia definitiva. (Com Jeff Benício/Portal Terra)

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