Monitorado por tornozeleira eletrônica, ele foi identificado rapidamente. A polícia apura se houve overdose ou outro mal súbito.
A ocorrência começou quando o homem entrou de forma descontrolada na agência e forçou a estrutura de acesso até romper o blindex, de acordo com o relato policial. Testemunhas e agentes da PM apontaram que ele apresentava agitação e nervosismo, hipótese que levou a polícia a tratar inicialmente o caso como possível surto ou intoxicação, mas a causa da morte ainda depende do laudo pericial.
A identificação do autor foi facilitada pelo uso de tornozeleira eletrônica, já que ele não portava documentos no momento da ocorrência. A polícia informou que acionou o sistema de monitoramento para localizar os dados cadastrais do equipamento, o que permitiu confirmar a identidade rapidamente.
Levantamento em registros judiciais aponta que Mário Márcio respondia a processos por crimes patrimoniais, incluindo roubo e furto, informação que reforça o histórico de passagem pela Justiça. A reportagem local também cita que ele tinha outras anotações em seu nome, mas a consolidação exata desse histórico depende da checagem completa das bases judiciais citadas na apuração.
Após a morte ser constatada dentro da agência, a área foi isolada para o trabalho da perícia e da Polícia Civil. Dois vigilantes da empresa responsável pela segurança foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos sobre a contenção e a dinâmica da ocorrência.
A principal suspeita inicial é de overdose por uso de entorpecentes, mas essa hipótese ainda será confirmada ou descartada pela perícia. O caso segue em investigação como morte a esclarecer

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