terça-feira, 7 de julho de 2026

Inverno amplia riscos para batata e tomate

 

                                                 Divulgação


As condições do inverno aumentam a pressão de doenças e pragas nas lavouras de batata e tomate. Temperaturas mais amenas, presença frequente de orvalho, maior umidade sobre as plantas e menor evaporação favorecem a disseminação de patógenos e ampliam a necessidade de monitoramento e manejo preventivo.



Em 2026, o cenário pode ser agravado pelas mudanças climáticas e pela expectativa de um El Niño mais persistente, com possíveis alterações no regime de chuvas. Entre as principais ameaças está a requeima, que pode provocar perdas de 10% a 50% na batata e de 20% a 70% no tomate, segundo dados da Embrapa. Sem controle adequado, os prejuízos podem chegar a 100%.


Outra preocupação é a rizoctoniose, capaz de reduzir em até 30% a produtividade da batata, além de afetar brotos, tubérculos e a qualidade comercial. Para o manejo das doenças, a IHARA destaca fungicidas como COMPLETTO, TOTALIT e MONCUT, com ações voltadas à proteção preventiva e ao controle em diferentes fases das culturas.


Pragas como mosca-branca, pulgões, mosca-minadora, traça-do-tomateiro e vaquinha-da-raiz também exigem atenção contínua. Entre as soluções citadas estão ELEITTO, ZEUS e CHASER EW. A recomendação é combinar monitoramento, planejamento e tecnologias adequadas para reduzir perdas e preservar produtividade, qualidade e rentabilidade.


“O produtor que investe em monitoramento, planejamento e ferramentas adequadas amplia sua capacidade de enfrentar períodos de maior pressão de doenças e pragas. O manejo antecipado não apenas protege a lavoura, mas contribui para melhores resultados em produtividade, qualidade e rentabilidade ao longo da safra”, conclui João Silvatti, engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA para Hortifruti

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