terça-feira, 5 de outubro de 2021

Brasileiro preso na fronteira é apontado como líder do "Justiceiros"

 



Anderson Menezes de Paula, de 32 anos, também conhecido como Tuca, preso na operação conjunta da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) com a Polícia Federal na tarde deste domingo, dia 03 de outubro, é apontado como líder do grupo ‘Justiceiros da Fronteira’.


Informações de investigadores que atuaram na Operação Fronteira Segura 3, desencadeada pelos dois países e que estouraram o ‘escritório do crime’, indicam que Tuca, estava prestes a assumir o comando do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Pedro Juan Caballero, de acordo com publicação do jornal ABC Color.


Anderson Menezes de Paula, segundo a polícia paraguaia e de acordo com o ABC Color, já operava na fronteira, mas ainda sem o rótulo de líder da facção, mas como líder do novo grupo que se autodenominou ‘Justicieros de la Frontera’, e que teria cometido pelo menos uma dúzia de crimes nos últimos três meses na região.


‘Tuca’ seria o responsável por execuções e decapitações, na cidade de Amambai, além da tomada de uma cidade inteira para a execução de assaltos a banco. Ele tinha a confiança do alto escalão do PCC (Primeiro Comando da Capital) e assumiu dentro da facção a função de explosivista. Foram três operações em Pedro Juan Caballero e outras oito em Ponta Porã.


Anderson é conhecido por seu perfil violento vinculado ao tráfico de drogas, assaltos a bancos e caixas eletrônicos. Outros integrantes que receberam a missão de consolidar o grupo para ações criminosas também foram presos:  Willian Meira do Nascimento, o ‘Bruxo’, brasileiro que se especializou como explosivista, Francisca Kelly e  Alfredo Giménez Larrea.

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