terça-feira, 12 de agosto de 2008

Estão à venda ingressos para sessão extra da Terça Insana

A companhia teatral Terça Insana vem a Campo Grande com seu espetáculo de sucesso "Fora da Lei" e, devido à grande procura por ingressos, haverá uma sessão extra às 18h, no sábado, dia 16 de agosto.

No decorrer da peça os personagens, inteligentes e originais, são expostos a novos temas e situações de forma criativa, ousada e, às vezes, até mesmo anárquica. Características que sem dúvidas são ingredientes essenciais na composição dessa mistura de insanidade com humor.

Promoção Pedro Silva, os ingressos estão à venda no Shopping Campo Grande e podem ser adquiridos com cartão de débito Visa Electron até o dia 13 de agosto. Informações pelo telefone (67)3326-0105.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Música no Pantanal vai percorrer pousadas de Miranda

O projeto Música no Pantanal Cultura e Turismo – Circuito Miranda pretende levar um pouco da tradicional música do Estado para os turistas que visitam a região de Miranda.

As fazendas Baía Grande, San Francisco, Santa Inês, Cacimba de Pedra, Santa Cruz e 23 de Março vão proporcionar, cada uma, quatro apresentações de seis artistas sul-mato-grossenses: Elinho do Bandoneon, Dino Rocha, Tostão e Guarany, Maciel Corrêa, Amambay e Amambaí e Beth e Betinha. As pousadas terão disponíveis ainda cinco mil CDs para distribuir entre os turistas.

“O turista quer ter essas informações extras e sentir como é a cultura regional, as raízes de Mato Grosso do Sul; o projeto vai agregar valor ao produto turístico que já é oferecido, junto com o turismo histórico, ecológico e rural. Essa parte cultural impulsiona para a satisfação do turista, principalmente do ecoturista, que vem buscar mais essas informações”, avalia o proprietário da fazenda 23 de Março, Bruno Hindo Dittmar.

Na Cacimba de Pedra – Reino Selvagem, a questão cultural já é trabalhada com os turistas. “Temos o núcleo rural de cultura pantaneira, onde são mostradas a lida com o gado, o modo de viver pantaneiro, a ordenha manual, o tereré; os turistas são ávidos por saber mais sobre a cultura; um projeto assim é muito importante por apresentar os artistas locais e fazer com que os turistas apreciem a música pantaneira”, disse o produtor rural Gerson Bueno Zahdi.

Guarani, da dupla Tostão e Guarani, ressaltou que o projeto vai proporcionar que os artistas toquem em lugares em que não estiveram antes. “Eu não me lembro de ter tocado em uma pousada”, disse ele durante o lançamento do projeto esta manhã (11). “O projeto deve ser alavancado e acrescido de mais pessoas com outros ritmos, como o pop, rock; nosso Estado é rico em cultura musical”, afirmou.

A Fundação de Cultura e a Fundação de Turismo, parceiras no projeto, já estudam expandir o projeto para mais pousadas de outras regiões do Estado. As apresentações começam nos dias 17 e 18 de agosto, com a dupla Tostão e Guarani, na fazenda Baía Grande e Cacimba de Pedra, respectivamente. Nos dias 23 e 24 de agosto é a vez da apresentação de Beth e Betinha na San Francisco (23) e Baía Grande (24). O show é exclusivo a hóspedes e não aumenta em nada o custo de hospedagem ao turista.

domingo, 10 de agosto de 2008

João Penca e seus Miquinhos Amestrados voltam aos palcos

Depois de 14 anos afastados dos palcos, João Penca e seus Miquinhos Amestrados estão de volta e fazem mais um show no Estrela da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro. O grupo foi um dos mais famosos do rock brasileiro dos anos 80.


Bob Gallo, Selvagem Big Abreu e Avellar Love cultivavam um tipo de som fora de rota, que juntava surf music, rockabilly e jovem guarda.

O primeiro disco grupo, Os Maiores Sucessos de João Penca & Seus Miquinhos Amestrados saiu em 1983, com destaque para Calúnias (Telma, Eu Não Sou Gay).

Em 1984, a música Pop Star antecipou o segundo LP dos Micos, Ok My Gay, gravado em 1985. A banda seguiria lançando mais quatro álbuns.

A apresentação, neste sábado, está marcada para as 22h30. O Estrela da Lapa fica na Avenida Mem de Sá, 69, Lapa, Rio de Janeiro. Informações: (21) 2507-6686.

JB Online

Paula Toller grava primeiro DVD solo e comemora independência

Ao ver Paula Toller no palco do Vivo Rio, na estréia da turnê de seu álbum SóNós, ano passado, o poeta Jorge Salomão não resistiu. "Como é bom ver um show de uma cantora bonita, para variar. A MPB está precisando desse realce", desabafou alegremente.


Perto de completar 46 anos (no próximo dia 23), Paula ri às gargalhadas ao ouvir o elogio, mas evita o salto alto. "Sou apenas uma pessoa normal que às vezes se arruma bem e fica bonita", desconversa.

Mesmo com tanta humildade, a linda e loura Paula sabe que a beleza é libertadora e levanta a auto-estima. "Ela torna a vida melhor, não acho isso fútil. Também adoro moda. O cuidado com a aparência é muito interessante", assume. Segura de si, Paula acaba de dispensar dois convites de grandes gravadoras e grava, totalmente independente, seu primeiro DVD solo na próxima terça-feira.

"Recebi propostas da Universal e da EMI, mas a da Microservice (poderosa fabricante e distribuidora de CDs) foi bem melhor, diferente de qualquer gravadora", conta.

Assumidamente controladora, Paula vai experimentar, pela primeira vez, onipotência sobre a própria obra. "Artisticamente, sempre fui independente e fiz minhas escolhas. Agora vou ver como funciona essa história de venda e distribuição", diz a cantora, que produzirá a gravação com o empresário Mauro Benzaquem, e irá criar um selo para lançar o trabalho. "Só falta escolher o nome", conta.

O repertório do DVD é basicamente o mesmo da turnê de SóNós. Terá, portanto, o "bloco maternal" que inclui Mamãe Coragem, de Caetano Veloso e Torquato Neto, Oito Anos e Barcelona 16, essas duas últimas compostas para o filho Gabriel, hoje com 18 anos. Quando pensa nele, aliás, a diva se comporta como qualquer mãe carioca e se enche de preocupação. "Não acho certo prender prender os filhos em casa, mas só fico tranqüila quando ouço o barulho da chave na porta de casa", diz.

Sobre o atual momento do Rio de Janeiro, Paula canta no show Pane de Maravilha, parceria com Dado Villa-Lobos e Fausto Fawcett que pinta um quadro cinza da cidade. "Esqueço a praia/ Esqueço o tal do carnaval/ Descarnavalesço total", diz a letra, que Paula torce para que fique defasada o mais rapidamente possível. "Pane de Maravilha é temporária.Apesar de grave, a situação do Rio tem remédio", acredita.

E dá a receita também no show, nas versões que fez para sucessos dos repertórios de Rita Lee e Claudinho e Buchecha. "Vou emendar duas músicas, Saúde e Só Love. É justamente disso que o Rio está precisando", recomenda a cantora. Lui Farias, marido de Paula, dirige o projeto.

Entre as canções do roteiro, estão 1800 Colinas, do disco que lançou há 10 anos, e Tudo Se Perdeu, versão dela para Vicious World, de Rufus Wainright, que traz os debochados versos 'Caio com Maysa na fossa em francês/ Ninguém mais agüenta drum¿n bossa em inglês'.

"Ah, sem um pouquinho de provocação não tem graça, não é? Sem tem uma formulazinha de música para gringo, a atual é essa, quis brincar com isso", diz ela, sem medo de se arriscar num projeto independente. "É uma coisa bem brasileira. Se tem dinheiro, a gente faz. Se não tem, a gente dá um jeito", brinca.

O Dia

Festival de Holambra tem flores como opção do Dia dos Pais

Uma opção para presentear os pais neste domingo (10) são flores, entre elas orquídeas, samambaias, plantas frutíferas e carnívoras, que podem ser encontradas, a preços populares, no 8º Festival de Flores de Holambra, em Campo Grande.

Além de trazer harmonia em qualquer ambiente pela beleza de cada espécie, alguns estudos científicos apontam para o valor benéfico na vida das pessoas, principalmente dos homens. Já está provado que algumas flores e plantas combatem males como o stress, mau humor, solidão e timidez.

O Festival de Holambra encerra neste domingo, dia (10), às 21h. É o maior evento do gênero no Estado, de caráter beneficente. A entrada para o evento é gratuita. O evento está sendo realizado no Ginásio do Sesc Camilo Boni, na rua 25 de Dezembro, ao lado da prefeitura, das 9h às 21h.

A promoção da expoflor é da União do Vegetal, entidade que trabalha pelo desenvolvimento espiritual do ser humano e realiza também, por meio de sua parceira, Casa da União Lar de Santana, obras sociais como o projeto Luz das Letras, que trabalha com a alfabetização de adultos por meio de computadores e conta com o auxílio de voluntários.

A força das Flores

A feira é uma oportunidade para se conhecer e cultivar as flores, inclusive entre as crianças que sempre procuram as pequenas "plantas carnívoras". Estas plantas, na verdade, são insetívoras, ou seja, se alimentam de pequenos insetos em função da longa adaptação a um solo arenoso, ácido, pobre em nitrogênio ou com falta de outros nutrientes. A pega-moscas (Dionea muscipula) possui longos pêlos nas bordas das folhas que ficam abertas como bocas. Quando o inseto pousa sobre elas, se fecham rapidamente, aprisionando-o. A planta leva dias para digerir e absorver a sua caça.

Segundo Mário Lúcio de Souza, idealizador e um dos coordenadores da feira, o objetivo de ter flores em casa é melhorar a qualidade de vida, trazendo o bem estar. "Existem flores, como o jasmim e alguns lírios, que têm propriedade de ativar o cérebro, proporcionando assim, a sensação de bem estar", informa Mário, lembrando que locais próximos a poltronas e aos quartos são ideais para o cultivo dessas plantas.

Marco realiza bazar do Dia dos Pais neste domingo

O Museu de Arte Contemporânea (Marco) realizará no domingo (10), em comemoração ao Dia dos Pais, a edição de agosto de seu Bazar de Arte, Moda e Artesanato. Desde 2008, o Bazar do Marco passou a ser realizado mensalmente, sempre no segundo domingo de cada mês, e estará aberto ao público das 10 horas às 20 horas, com entrada franca. O museu está localizado na Rua Antônio Maria Coelho, 6000, no Parque das Nações Indígenas.

Segundo os organizadores do Bazar, nestas oportunidades os artistas apresentam ao público os trabalhos que vem sendo desenvolvidos nas áreas de moda, decoração, design, artesanato, biojóias, decoupage e cerâmica produzidos no Estado. Assim, o Bazar do MARCO abre um importante espaço de divulgação e também de comercialização dos trabalhos, além de oferecer mais uma opção cultural para o público do museu e da comunidade freqüentadora do Parque das Nações Indígenas.

Nesta edição de agosto, dentre os 18 artistas convidados estão: Alexandre Dias Origami (Kusudamas); Ana Claudia Oiticica, (artesanato diverso); Calla Ateliê (Maria Clara - tecelagem); Carla Orlando/Baby House (bonecas e produtos para bebê); Clara Rahe (Cerâmica); Odete Komathu (cerâmica e bolsas); Filomena (cerâmica e mosaico); Neide Ono (cerâmica); Giselde Rotili (mosaico decoupage); Camila Kipper (biojóias); Lucia Montserrat (lenços e camisetas); Luciana Valéria (sabonete artesanal); Mauro Yanaze (cerâmica); Priscila Colombo (bonecas de pano); Theka (Pachtwork); Vanessa Paula (artesanato); Denise Moura (vidro) e Yanninha (moda e bolsas).

Mais informações no Museu de Arte Contemporânea de MS, pelo telefone (67) 3326-7449 ou pelo site www.marcovirtual.com.br.

Som da Concha recebe dois shows neste domingo

O samba brasileiro, da bossa nova ao partido alto, será homenageado neste domingo (10), a partir das 17h30, durante o projeto Som da Concha, promovido pela Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul, que contará com os shows do Grupo de Samba Brasilidade e do cantor Zé Carlos da Vila Carvalho. O espetáculo, com entrada gratuita, conta com a parceria da Fundação Manoel de Barros, Uniderp e gravação ao vivo da TV Pantanal. O projeto é realizado na Concha Acústica Helena Meirelles, localizada na Rua Antônio Maria Coelho, 6000 - Parque das Nações Indígenas.

A apresentação promete levar ao palco todos os estilos que marcaram a história do samba e a carreiras dos artistas que estarão prestigiando esta edição do Som da Concha. Com início do show marcado para as 18 horas, o público que estiver presente no parque das nações indígenas, também terá acesso a uma pequena feira de artesanato, em apoio ao Lar da Vovó Miloca. Estará a venda peças em couro, quadros, camisetas, pirogravura em osso, espelhos e bijuterias, além de uma pequena praça de alimentação.

Com promoção do governo do estado e realização da FCMS, o Som da Concha trará ao palco o Grupo Brasilidade que pretende manter de imediato uma relação estreita de proximidade com as pessoas presentes ao "Som da Concha".

"Vamos tocar o samba e a bossa nova", revela Thiago, percussionista e vocalista do grupo, que conta também com Orlando Brito (violão), Paulo César (cavaco e voz), Ana Cristina Piccini (Voz), Maria Alves (Voz), Susi (Voz), Paulo Roberto (pandeiro e voz) e Buiu na percussão geral (surdo/tumbadora/tamborim).

O Grupo de Samba Brasilidade surgiu em 2006, com a proposta de fortalecer e exaltar o samba tradicional no cenário musical sul-mato-grossense. Entre as músicas, o gripo pretende interpretar composições do passado, sem deixar de destacar os compositores das gerações atuais, bem como o trabalho de autoria do grupo, dando continuidade a contribuição à cultura musical brasileira.

Entre os sambistas que o Brasilidade pretende destacar, estão: Cartola, Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Ciro Monteiro, Zé Kéti, Nei Lopes, Clementina de Jesus, Dorival Caymi, Martinho da Vila.

A outra atração da noite, Zé Carlos da Vila Carvalho, promete colocar a platéia para dançar com um repertório que visitará todos os ritmos do samba. Zé Carlos revela que o samba não foi o único componente em sua trajetória de quase 50 anos de música sul-mato-grossense. Ele acredita que a experiência de "roqueiro" no início da carreira, quando apresentava na Capital, cantando com Pedrinho e seu Conjunto, sucessos de Elvis Presley no clube Libanês. "Do Rock ao Samba", brinca.

"Toda a irreverência e alegria que levo para minhas musicas, ganhei do rock, uma bagagem que ajuda a quebrar o gelo e perder a vergonha", revela o compositor e cantor que levará a concha acústica interpretações de Ataulfo Alves, Matinho da Vila, Noel Rosa, dentre suas próprias canções.

"Nosso show é voltado ao resgate dos sambas antigos que muitas vezes estão sendo esquecidas", conclui.

Som da Cocha - O projeto Som da Concha propicia ao público duas apresentações musicais com duração total de duas horas, realizadas no segundo e no quarto domingo com gravação ao vivo e veiculação através da parceria com a TV Pantanal, da Uniderp.