De 11 a 17 de agosto, acontece a segunda edição do Festival Nacional de Teatro de Campo Grande (Festcamp), com apresentações concentradas nos teatros Aracy Balabanian e Glauce Rocha, e também no Armazém Cultural, na Praça Ary Coelho e no calçadão da rua Barão do Rio Branco. No total são dezenove espetáculos, todos com entrada gratuita.
A realização é da Associação Artística Cultural Palco de Artes Cênicas, Esporte, Lazer e Promoção Social (AACP), Grupo Teatral Flor e Espinho e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), tendo o patrocínio do Governo do Estado, através do Fundo do Investimento à Cultura (FIC) da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). A coordenação do festival é de Espedito Montebranco, Anderson Lima e Marineide Cervigne.
Neste ano, a coordenação recebeu propostas de 13 grupos de Mato Grosso do Sul (10 de Campo Grande, 1 de Corumbá, 1 de Dourados e 1 de Nova Alvorada do Sul) e 89 de grupos nacionais entre os estados de São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Pará, Goiás e Minas Gerais.
As apresentações começam na segunda-feira (11), seguidas de debate entre o público, o grupo de teatro e debatedores como Djalma Thüerler, que é professor da Escola de Belas Artes da UFRJ e do CEFET-Maracanã, especialista em Literatura Brasileira, doutor em Letras com área de concentração em Literatura Comparada e Indústria Cultural, mestre em Ciência da Arte e graduado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Thueler é também avaliador do núcleo de dramaturgia do SESI/BRITSH COUNCIL e consultor nacional de dramaturgia do SESC.
"A idéia do Festcamp é o encontro de linguagens, com o público, os atores, produtores. O importante é essa troca de experiências, o aprendizado que podemos somar neste evento", conta Espedito Montebranco, um dos coordenadores do Festival.
Serão realizados também de 12 a 17 de agosto, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, workshops/mini-cursos gratuitos e com vagas limitadas com os grupos participantes do Festival, sempre às 9 horas.
"Com sua programação de espetáculos e oficinas, o Festcamp está se firmando no calendário cultural sul-mato-grossense como um grande encontro com nomes do teatro nacional e regional, celebrando várias facetas da arte teatral", afirmou Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura de MS.
PROGRAMAÇÃO DAS APRESENTAÇÕES
Segunda-feira (11)
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 15 horas
Peça/grupo:Na mão direita o sol – Cia das Artes/Uniderp – Campo Grande-MS
Classificação:Livre
Sinopse: A peça que une dança ao teatro e conta a história do vírus da felicidade chamado "criancite felicite aguda". É inspirado na comédia italiana Del'arte, onde são usadas máscaras e perucas brancas. Os personagens líricos criam contos que encantam e questionam o ideal de conservar nossa criança. Na mão direita o sol mostra situações de grande beleza e sentimento à procura da infância eterna.
Local: Praça Ary Coelho
Horário: 17 horas
Peça/grupo: Contos da Cantuária – Teatro Imaginário Maracangalha – Campo Grande - MS
Classificação: Livre
Sinopse: Um espetáculo de teatro de rua, em arena aberta, em que se encenam os Contos da Cantuária, texto de Geoffrey Chaucer escrito entre 1384 e 1400. Nele, peregrinos reúnem-se em taverna no sul de Londres, a caminho do túmulo de Santo Tomás, e são desafiados pelo taverneiro, que oferece um belo jantar a quem melhor narrar uma história. A montagem dá ênfase às características estéticas do teatro medieval numa perspectiva contemporânea, abordando o religioso e o profano.
Local: Teatro Glauce Rocha
Horário:20h30min
Peça/grupo: Homem Bomba – Teatro de Anônimo – Rio de Janeiro
Classificação: 18 anos
Terça-feira (12)
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 15 horas
Peça/grupo: A Caixa – Cia Mutua – Santa Catarina
Classificação:Livre
Sinopse: Tudo se inicia quando brinquedos destruídos e desprezados são jogados no lixo dentro de uma caixa. O espetáculo poderia terminar assim... No entanto, os manipuladores inconformados, resolvem interferir na história, dando vida a um dos brinquedos: o palhaço. A frágil figura se depara numa grande cidade, onde a esperança de encontrar alguém que salve seus companheiros de infortúnio e abandono vai sendo minada pela dureza da metrópole.
Local: Armazém Cultural
Horário:20h30min
Peça/grupo: No gosto doce e amargo das coisas de que somos feitos – Cia Ofit – Campo Grande - MS
Classificação: 12 anos
Sinopse: A peça tem como proposta levar ao público, a criação autoral baseada na pesquisa e no fluxo de linguagem da escritora Clarice Lispector, ela é fruto de intensa pesquisa em torno da obra de Lispector, transposto para a linguagem dramática do teatro. Com poucos objetos em cena, o público é conduzido a uma atmosfera introspectiva própria da autora, acentuada por meio da música, iluminação e atuação precisa dos atores.
Quarta-feira (13)
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 15 horas
Peça/grupo: O rei que não sabia rir – Grupo Identidade Teatral –Campo Grande-MS
Classificação: Livre
Sinopse: A peça conta a história de um Rei rabugento, que não consegue ver motivos para sorrir. Sua rabugice desencadeia uma insatisfação em seus súditos, de tal modo que migram para o reino vizinho. Para evitar que as coisas piorem, seu fiel Guarda Real traz o Bobo da Corte para alegrá-lo. O Rei ao perceber a presença do Bobo da Corte, propõe ao mesmo uma troca temporária de função, para poder assim, aventurar-se pelo mundo afora e procurar o seu bom humor. A partir daí, uma série de confusões começa a se instalar dentro do castelo, proporcionando uma divertida comédia infanto-juvenil.
Local: Praça Ary Coelho
Horário: 17 horas
Peça/grupo: A Brava - Cia Brava – São Paulo
Classificação: Livre
Sinopse: É um espetáculo inspirado na história de Joana d'Arc que propõe uma reflexão sobre os objetivos, rumos e escolhas de cada indivíduo, e a sua postura frente às conseqüências destas escolhas.
Local: Teatro Glauce Rocha
Horário: 20h30min
Peça/grupo: Ginga Cia de Dança – Campo Grande - MS
Classificação: 12 anos
Sinopse: O espetáculo discute a exploração, poder, prazer e angústias em relação, entre outros elementos, à identidade cultural de Mato Grosso do Sul.
Quinta-feira (14)
Local: Teatro Glauce Rocha
Horário: 19 horas
Peça/grupo: Inconsciente – Ateliê Voador Cia de Teatro – RJ
Público limitado: 80 pessoas
Classificação: 16 anos
Local: Teatro Aracy Balabanian (Programação do Cena Som inserida no Festcamp)
Horário: 20h30min
Peça/grupo:Socorro, minha casa é uma comédia! – Grupo Teatral Palco – Campo Grande - MS
Classificação:14 anos
Sinopse:falta
Sexta-feira (15)
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 15 horas
Peça/grupo: Amor sacro e profano – Bianca Machado – Corumbá - MS
Classificação: 12 anos
Sinopse: Em formato de monólogo, mas intercalando cenas em vídeo-fotografia, "Amor sacro e profano" traça um paralelo da vida da artista plástica Lydia Baís, desde o nascimento até sua morte (1900-1983), através de duas personagens: a própria Lydia, representada em sua mocidade, e Maria Teresa Trindade, a narradora, que já velha e esquizofrênica rememora o passado da artista.
Local: Calçadão da rua Barão do Rio Branco
Horário: 17 horas
Peça/grupo: A-LA-PI-PE-TUÁ – Seres de Luz – Campinas - SP
Classificação: Livre
Sinopse: O público já está na rua, aguardando o momento em que o espetáculo comece. Os palhaços chegam com tanta bagagem que poderíamos falar que a trupe está formada por muitos artistas, mas são só eles: Tanguito e Jasmim.Ela admira ele, ele tem um narcisismo formidável, juntos pretendem nos fazer acreditar que a magia é dificílima, e que a força hercúlea pode romper correntes.
Local:Teatro Glauce Rocha
Horário: 20h30min
Peça/grupo:A descoberta das Américas – Leões de Circo - RJ
Classificação: 12 anos
Sábado (16)
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 15 horas
Peça/grupo: Espalhador de Sonhos – Seres da Luz – Campinas - SP
Classificação: Livre
Sinopse: Impactando pela simplicidade e profundidade das imagens, os títeres(bonecos)
e os atores contam histórias com uma linguagem gestual e deixam um espaço
para a reflexão e o reencontro com a fantasia.
Local: Praça Ary Coelho
Horário: 17 horas
Peça/grupo: Margarita vai a luta – Ana Luiza Cardoso - RJ
Classificação: Livre
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 20h30min
Peça/grupo: Tereza é meu nome - Gutac/Inecon – Campo Grande - MS
Classificação:14 anos
Domingo (17)
Local: Teatro Aracy Balabanian
Horário: 15 horas
Peça/grupo: Liz, eu e o pássaro – Grupo Só Riso – São Paulo
Classificação: Livre
Local: Armazém Cultural
Horário: 19 horas
Peça/grupo: Dorotéia – Oficina de Criação Teatral – Campo Grande - MS
Classificação: 14 anos
Sinopse: A peça desenvolve-se num universo repleto de absurdos, criado pela imaginação das personagens: a abstrata casa de três primas viúvas, todas de luto, num vestido longo e casto que esconde qualquer curva feminina. Elas conservam-se em obstinada vigília através dos anos. Nenhuma das três jamais dormiu para jamais sonhar. Sabem que no sonho rompem volúpias secretas e abomináveis. São feias, têm a pele cheia de espinhas e irrupções. Pertencem a uma família na qual as mulheres possuem um defeito de visão: não enxergam os homens. Casam-se sem ver os maridos e, na noite de núpcias, são acometidas por uma náusea, depois da qual seus noivos apodrecem, vão se decompondo. Usam máscaras que representam a duplicidade da realidade em que vivem. Dorotéia é a prima que tem o rosto belo e nu, se veste de vermelho e é a única mulher da família que vê os homens. Só no final, ao se perder de si mesma e assumir a personalidade imposta pela artificialidade e hipocrisia social, renunciando em definitivo à beleza e à vitalidade, ela portará uma máscara hedionda.
Local: Teatro Glauce Rocha
Horário: 20h30min
Peça/grupo: Onde você estava, quando eu acordei – Leões de Circo - RJ
Público limitado: 200 pessoas - Será realizada uma palestra com Sidney Cruz, após o término da peça.
Classificação: 14 anos
PROGRAMAÇÃO DOS WORKSHOPS/MINI-CURSOS
Todos workshops ocorrerão no Centro Cultural José Octávio Guizzo, às 9 horas, na rua 26 de agosto, 453 – centro de Campo Grande. Mais informações poder ser obtidas pelos telefones 3345-7260 (Teatro Glauce Rocha).
Terça-feira (12) - Teatro de Anônimo estará falando sobre o processo criativo do grupo
Quarta-feira (13) - Fábio Resende, integrante da Companhia e diretor do espetáculo "A Brava". Mostra que ao longo de sua trajetória fez um intenso estudo prático e teórico sobre algumas técnicas do fazer teatral que hoje compõem a base de seu trabalho criativo. Dentre elas estão o estudo da dinâmica de movimento do ator e a Commedia dell'arte.
Quinta-feira (14) - Djalma Thurler abordando Clarice Lispector e Artaud.
Sexta-feira (15) - Grupo Seres de Luz estará falando sobre o seu processo criativo.
Sábado (16) - Oficina: O riso e a lágrima - Palhaço: Não seja palhaço por acaso, conscientize-se. Melodrama: É "pra" Rir ou "pra" Chorar?
O objetivo da oficina é o resgate dos dramas levados nos circos - teatros, Desenvolver esta representação específica, com exageros dos gestos e da voz, desempenhar o estereótipo de cada personagem: o cínico, o galã (herói), a ingênua, o cômico e a caricata. Unindo todas as classes sociais, a trama enche o cotidiano de paixão e de um conflito grandioso! E o que é melhor: o Bem vence sempre o Mal. Serão utilizando textos raros dos repertórios circenses.
Domingo (17) - A Cia Mutua fará um workshop sobre o espetáculo A CAIXA onde os espectadores terão acesso aos elementos cênicos.
Divulgação de acontecimentos culturais, na cidade de Campo Grande MS, e Estado, shows,teatro,cinemas.
sábado, 9 de agosto de 2008
Marco realiza no domingo bazar do Dia dos Pais
Campo Grande (MS) - O Museu de Arte Contemporânea (Marco) realizará no domingo (10), em comemoração ao Dia dos Pais, a edição de agosto de seu Bazar de Arte, Moda e Artesanato. O Bazar do Marco, que passou em 2008 a ser realizado mensalmente e sempre no segundo domingo de cada mês, estará aberto ao publico das 10 horas às 20 horas, com entrada franca. O museu está localizado na rua Antônio Maria Coelho, 6000, no Parque das Nações Indígenas.
Segundo os organizadores do Bazar, nestas oportunidades os artistas apresentam ao público os trabalhos que vem sendo desenvolvidos nas áreas de moda, decoração, design, artesanato, biojóias, decoupage e cerâmica produzidos no Estado. Assim, o Bazar do Marco abre um importante espaço de divulgação e também de comercialização dos trabalhos, além de oferecer mais uma opção cultural para o público do museu e da comunidade freqüentadora do Parque das Nações Indígenas.
Nesta edição de agosto, dentre os 18 artistas convidados estão: Alexandre Dias Origami (Kusudamas); Ana Claudia Oiticica, (artesanato diversos); Calla Ateliê (Maria Clara – tecelagem); Carla Orlando/Baby House (bonecas e produtos para bebê); Clara Rahe (Cerâmica); Odete Komathu (cerâmica e bolsas); Filomena (cerâmica e mosaico); Neide Ono (cerâmica); Giselde Rotili (mosaico decoupage); Camila Kipper (biojóias); Lucia Montserrat (lenços e camisetas); Luciana Valéria (sabonete artesanal); Mauro Yanaze (cerâmica); Priscila Colombo (bonecas de pano); Theka (Pachtwork); Vanessa Paula (artesanato); Denise Moura (vidro); e Yanninha (moda e bolsas).
Segundo os organizadores do Bazar, nestas oportunidades os artistas apresentam ao público os trabalhos que vem sendo desenvolvidos nas áreas de moda, decoração, design, artesanato, biojóias, decoupage e cerâmica produzidos no Estado. Assim, o Bazar do Marco abre um importante espaço de divulgação e também de comercialização dos trabalhos, além de oferecer mais uma opção cultural para o público do museu e da comunidade freqüentadora do Parque das Nações Indígenas.
Nesta edição de agosto, dentre os 18 artistas convidados estão: Alexandre Dias Origami (Kusudamas); Ana Claudia Oiticica, (artesanato diversos); Calla Ateliê (Maria Clara – tecelagem); Carla Orlando/Baby House (bonecas e produtos para bebê); Clara Rahe (Cerâmica); Odete Komathu (cerâmica e bolsas); Filomena (cerâmica e mosaico); Neide Ono (cerâmica); Giselde Rotili (mosaico decoupage); Camila Kipper (biojóias); Lucia Montserrat (lenços e camisetas); Luciana Valéria (sabonete artesanal); Mauro Yanaze (cerâmica); Priscila Colombo (bonecas de pano); Theka (Pachtwork); Vanessa Paula (artesanato); Denise Moura (vidro); e Yanninha (moda e bolsas).
Campo Grande reúne hoje "iPhonemaníacos" de MS
Para os apreciadores da tecnologia da informação, acontece hoje o 1º Encontro Brasileiro dos iPhonemaníacos. O evento acontece simultaneamente em todas as Capitais e pretende reunir os fãs do aparelho, que poderão interagir por meio de uma videoconferência onde todos os encontros estarão conectados.
Lançado no ano passado nos Estados Unidos e considerado o invento do ano, o iPhone fabricado pela Apple, funciona como telefone celular, iPod, possibilita acesso rápido à internet e disponibiliza ainda vários outros controles que facilitam a vida do usuário, se tornando uma excelente ferramenta de comunicação e de trabalho.
“Além de conhecer pessoalmente vários usuários que só conhecemos pela internet, poderemos discutir as recentes atualizações, inclusive a nova tecnologia 3G apresentada há poucos dias, será uma excelente oportunidade para a troca de experiências e informações tendo em vista as inúmeras possibilidades que o aparelho nos proporciona”, informou um dos organizadores do evento, Cleber Augusto Loyola de Macedo.
Serviço: Em Campo Grande, o encontro acontece às 17h no Bar Tábua Original, localizado na Rua Antonio Maria Coelho, nº. 2699, Centro. Mais informações sobre o encontro podem ser conferidas por meio do site www.encontroiphonemaniacos.vai.la, ou pelo telefone 67 9207-5734.
Lançado no ano passado nos Estados Unidos e considerado o invento do ano, o iPhone fabricado pela Apple, funciona como telefone celular, iPod, possibilita acesso rápido à internet e disponibiliza ainda vários outros controles que facilitam a vida do usuário, se tornando uma excelente ferramenta de comunicação e de trabalho.
“Além de conhecer pessoalmente vários usuários que só conhecemos pela internet, poderemos discutir as recentes atualizações, inclusive a nova tecnologia 3G apresentada há poucos dias, será uma excelente oportunidade para a troca de experiências e informações tendo em vista as inúmeras possibilidades que o aparelho nos proporciona”, informou um dos organizadores do evento, Cleber Augusto Loyola de Macedo.
Serviço: Em Campo Grande, o encontro acontece às 17h no Bar Tábua Original, localizado na Rua Antonio Maria Coelho, nº. 2699, Centro. Mais informações sobre o encontro podem ser conferidas por meio do site www.encontroiphonemaniacos.vai.la, ou pelo telefone 67 9207-5734.
Praça Ari Coelho tem evento para celebrar aniversário de CG
A Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres da Capital, com o apoio da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Mulher, do governo do Estado, participa de um evento na praça Ari Coelho neste sábado (9), das 8h às 11h da manhã. O evento, que faz parte das comemorações do aniversário da Capital, terá apresentação cultural do grupo Sampri. A Coordenadoria Municipal vai participar distribuindo material informativo sobre as ações do órgão.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Som da Concha recebe dois shows neste domingo
O samba brasileiro, da bossa nova ao partido alto, será homenageado neste domingo (10), a partir das 17h30, durante o projeto Som da Concha, promovido pela Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul, que contará com os shows do Grupo de Samba Brasilidade e do cantor Zé Carlos da Vila Carvalho. O espetáculo, com entrada gratuita, conta com a parceria da Fundação Manoel de Barros, Uniderp e gravação ao vivo da TV Pantanal. O projeto é realizado na Concha Acústica Helena Meirelles, localizada na Rua Antônio Maria Coelho, 6000 - Parque das Nações Indígenas.
A apresentação promete levar ao palco todos os estilos que marcaram a história do samba e a carreiras dos artistas que estarão prestigiando esta edição do Som da Concha. Com início do show marcado para as 18 horas, o público que estiver presente no parque das nações indígenas, também terá acesso a uma pequena feira de artesanato, em apoio ao Lar da Vovó Miloca. Estará a venda peças em couro, quadros, camisetas, pirogravura em osso, espelhos e bijuterias, além de uma pequena praça de alimentação.
Com promoção do governo do estado e realização da FCMS, o Som da Concha trará ao palco o Grupo Brasilidade que pretende manter de imediato uma relação estreita de proximidade com as pessoas presentes ao "Som da Concha".
"Vamos tocar o samba e a bossa nova", revela Thiago, percussionista e vocalista do grupo, que conta também com Orlando Brito (violão), Paulo César (cavaco e voz), Ana Cristina Piccini (Voz), Maria Alves (Voz), Susi (Voz), Paulo Roberto (pandeiro e voz) e Buiu na percussão geral (surdo/tumbadora/tamborim).
O Grupo de Samba Brasilidade surgiu em 2006, com a proposta de fortalecer e exaltar o samba tradicional no cenário musical sul-mato-grossense. Entre as músicas, o gripo pretende interpretar composições do passado, sem deixar de destacar os compositores das gerações atuais, bem como o trabalho de autoria do grupo, dando continuidade a contribuição à cultura musical brasileira.
Entre os sambistas que o Brasilidade pretende destacar, estão: Cartola, Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Ciro Monteiro, Zé Kéti, Nei Lopes, Clementina de Jesus, Dorival Caymi, Martinho da Vila.
A outra atração da noite, Zé Carlos da Vila Carvalho, promete colocar a platéia para dançar com um repertório que visitará todos os ritmos do samba. Zé Carlos revela que o samba não foi o único componente em sua trajetória de quase 50 anos de música sul-mato-grossense. Ele acredita que a experiência de "roqueiro" no início da carreira, quando apresentava na Capital, cantando com Pedrinho e seu Conjunto, sucessos de Elvis Presley no clube Libanês. "Do Rock ao Samba", brinca.
"Toda a irreverência e alegria que levo para minhas musicas, ganhei do rock, uma bagagem que ajuda a quebrar o gelo e perder a vergonha", revela o compositor e cantor que levará a concha acústica interpretações de Ataulfo Alves, Matinho da Vila, Noel Rosa, dentre suas próprias canções.
"Nosso show é voltado ao resgate dos sambas antigos que muitas vezes estão sendo esquecidas", conclui.
Som da Cocha - O projeto Som da Concha propicia ao público duas apresentações musicais com duração total de duas horas, realizadas no segundo e no quarto domingo com gravação ao vivo e veiculação através da parceria com a TV Pantanal, da Uniderp.
A apresentação promete levar ao palco todos os estilos que marcaram a história do samba e a carreiras dos artistas que estarão prestigiando esta edição do Som da Concha. Com início do show marcado para as 18 horas, o público que estiver presente no parque das nações indígenas, também terá acesso a uma pequena feira de artesanato, em apoio ao Lar da Vovó Miloca. Estará a venda peças em couro, quadros, camisetas, pirogravura em osso, espelhos e bijuterias, além de uma pequena praça de alimentação.
Com promoção do governo do estado e realização da FCMS, o Som da Concha trará ao palco o Grupo Brasilidade que pretende manter de imediato uma relação estreita de proximidade com as pessoas presentes ao "Som da Concha".
"Vamos tocar o samba e a bossa nova", revela Thiago, percussionista e vocalista do grupo, que conta também com Orlando Brito (violão), Paulo César (cavaco e voz), Ana Cristina Piccini (Voz), Maria Alves (Voz), Susi (Voz), Paulo Roberto (pandeiro e voz) e Buiu na percussão geral (surdo/tumbadora/tamborim).
O Grupo de Samba Brasilidade surgiu em 2006, com a proposta de fortalecer e exaltar o samba tradicional no cenário musical sul-mato-grossense. Entre as músicas, o gripo pretende interpretar composições do passado, sem deixar de destacar os compositores das gerações atuais, bem como o trabalho de autoria do grupo, dando continuidade a contribuição à cultura musical brasileira.
Entre os sambistas que o Brasilidade pretende destacar, estão: Cartola, Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Ciro Monteiro, Zé Kéti, Nei Lopes, Clementina de Jesus, Dorival Caymi, Martinho da Vila.
A outra atração da noite, Zé Carlos da Vila Carvalho, promete colocar a platéia para dançar com um repertório que visitará todos os ritmos do samba. Zé Carlos revela que o samba não foi o único componente em sua trajetória de quase 50 anos de música sul-mato-grossense. Ele acredita que a experiência de "roqueiro" no início da carreira, quando apresentava na Capital, cantando com Pedrinho e seu Conjunto, sucessos de Elvis Presley no clube Libanês. "Do Rock ao Samba", brinca.
"Toda a irreverência e alegria que levo para minhas musicas, ganhei do rock, uma bagagem que ajuda a quebrar o gelo e perder a vergonha", revela o compositor e cantor que levará a concha acústica interpretações de Ataulfo Alves, Matinho da Vila, Noel Rosa, dentre suas próprias canções.
"Nosso show é voltado ao resgate dos sambas antigos que muitas vezes estão sendo esquecidas", conclui.
Som da Cocha - O projeto Som da Concha propicia ao público duas apresentações musicais com duração total de duas horas, realizadas no segundo e no quarto domingo com gravação ao vivo e veiculação através da parceria com a TV Pantanal, da Uniderp.
FCMS promove mais duas oficinas do Conexão Rua em Dança
Neste mês de agosto, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) realiza mais duas oficinas do projeto Conexão Rua em Dança. De 11 a 15 as aulas acontecerão em Aparecida do Taboado, e de 18 a 22, Sidrolândia recebe as oficinas ministradas pelo coreógrafo e diretor Edson Clair.
Até o fim de 2008 as oficinas do Conexão Rua em Dança vão passar por 15 municípios do Estado. Já foram contempladas Glória de Dourados, Corumbá, Três Lagoas, Jardim, Fátima do Sul, Bonito e Costa Rica. Faltam ainda Ponta Porã, Coxim, São Gabriel do Oeste e Rio Negro, além das duas oficinas de agosto.
As aulas promovem a dança de rua em Mato Grosso do Sul, com novas didáticas de ensino, incluindo palestras que abordam a teoria da dança. Nas cidades onde existem grupos, a oficina trabalha individualmente cada diretor, mostrando novas técnicas e como os integrantes devem aplicá-las no dia-a-dia da dança. Nos municípios em que não existe grupo de dança formado, o coreógrafo oferece workshops ao público em geral, com idade mínima de 12 anos.
Para participar das oficinas, os interessados devem procura a Coordenação de Cultura de Aparecida do Taboado, o Departamento de Cultura de Sidrolândia, ou ainda o Coreógrafo Edson Clair.
Até o fim de 2008 as oficinas do Conexão Rua em Dança vão passar por 15 municípios do Estado. Já foram contempladas Glória de Dourados, Corumbá, Três Lagoas, Jardim, Fátima do Sul, Bonito e Costa Rica. Faltam ainda Ponta Porã, Coxim, São Gabriel do Oeste e Rio Negro, além das duas oficinas de agosto.
As aulas promovem a dança de rua em Mato Grosso do Sul, com novas didáticas de ensino, incluindo palestras que abordam a teoria da dança. Nas cidades onde existem grupos, a oficina trabalha individualmente cada diretor, mostrando novas técnicas e como os integrantes devem aplicá-las no dia-a-dia da dança. Nos municípios em que não existe grupo de dança formado, o coreógrafo oferece workshops ao público em geral, com idade mínima de 12 anos.
Para participar das oficinas, os interessados devem procura a Coordenação de Cultura de Aparecida do Taboado, o Departamento de Cultura de Sidrolândia, ou ainda o Coreógrafo Edson Clair.
Festival de Arte, Cultura e Lazer da REME começa hoje
Começa nesta sexta-feira, 8 de agosto, o III Festival de Arte e Cultura Infanto-Juvenil de Corumbá. A atividade cultural, promovida pela Secretaria Municipal de Promoção a Cidadania por meio da Secretaria Executiva de Educação, envolve a comunidade escolar da Rede Municipal de Ensino (REME) como mais uma possibilidade de desenvolvimento das potencialidades dos educandos através das diversas manifestações culturais. A abertura acontece às 18 horas no ginásio do Corumbaense Futebol Clube.
Neste ano, o tema é “Corumbá comemorando os 230 anos apresenta a diversidade de ritmos de 1950 a 2000”. O evento contará com a participação de aproximadamente 3.000 alunos, somando-se os dois dias de sua realização. Hoje os alunos de 6ª a 9ª séries, Educação de Jovens e Adultos e Aceleração participam do Festival. Amanhã, dia 09, será a vez das turmas de 1ª a 5ª séries. Para elas a festa começa às 14h também no Corumbaense. Os estudantes concorrerão nas modalidades Canto, Dança e Torcida.
Além de propiciar aos estudantes a construção de formas artísticas, o Festival se consolida, a cada ano, como um grande momento de festa e confraternização na comunidade escolar da Rede Municipal de Ensino. A atividade está devidamente contemplada no Calendário Escolar da REME, por isso se tornou uma tradição no meio estudantil. Por se tratar de um Festival Escolar, todos os quesitos avaliados são permeados por padrões éticos e de valores educacionais. O Festival de Arte e Cultura Infanto-juvenil acontece desde 2006.
Neste ano, o tema é “Corumbá comemorando os 230 anos apresenta a diversidade de ritmos de 1950 a 2000”. O evento contará com a participação de aproximadamente 3.000 alunos, somando-se os dois dias de sua realização. Hoje os alunos de 6ª a 9ª séries, Educação de Jovens e Adultos e Aceleração participam do Festival. Amanhã, dia 09, será a vez das turmas de 1ª a 5ª séries. Para elas a festa começa às 14h também no Corumbaense. Os estudantes concorrerão nas modalidades Canto, Dança e Torcida.
Além de propiciar aos estudantes a construção de formas artísticas, o Festival se consolida, a cada ano, como um grande momento de festa e confraternização na comunidade escolar da Rede Municipal de Ensino. A atividade está devidamente contemplada no Calendário Escolar da REME, por isso se tornou uma tradição no meio estudantil. Por se tratar de um Festival Escolar, todos os quesitos avaliados são permeados por padrões éticos e de valores educacionais. O Festival de Arte e Cultura Infanto-juvenil acontece desde 2006.
Assinar:
Postagens (Atom)