terça-feira, 3 de novembro de 2026

Jovem tenta fugir de criminosos, mas é perseguido e morto a tiros no interior

 

                                            |Ediçao MS



Um jovem de 24 anos, identificado como Rerison Silva, foi assassinado a tiros na tarde de segunda-feira (2), em Coxim, na região norte de Mato Grosso do Sul.


De acordo com o portal Dourados Informa, ele tentou escapar de dois criminosos que invadiram uma residência, mas acabou alcançado e morto dentro do imóvel.


O homicídio ocorreu na Rua Paulo Américo dos Reis, no Bairro Senhor Divino. Conforme as informações preliminares, os suspeitos chegaram em uma motocicleta escura, pularam o muro da casa e surpreenderam o jovem, que estava na área externa.


Ao perceber a aproximação dos homens armados, Rerison correu em direção aos fundos da residência, na tentativa de escapar. A dupla, entretanto, continuou a perseguição e efetuou diversos disparos quando a vítima entrou em um dos quartos.


Pelo menos quatro tiros atingiram o jovem, principalmente na cabeça, nas costas e em um dos braços. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.


Após o crime, os suspeitos deixaram a residência e fugiram na motocicleta. Até a última atualização das informações, ninguém havia sido preso.


Equipes da PM (Polícia Militar) foram acionadas para atender à ocorrência, enquanto a Perícia Técnica realizou os levantamentos na residência. O corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).


A Polícia Civil investiga o assassinato para esclarecer a motivação e identificar os envolvidos. As circunstâncias da execução ainda estão sendo apuradas.

Senadora Tereza Cristina mantém candidatura à presidência do Senado

 

                                             Agência Senado


A senadora Tereza Cristina (PP-MS) resiste às articulações para retirar sua candidatura à presidência do Senado e, pelo menos por enquanto, pretende continuar na disputa contra Davi Alcolumbre (União-AP). Segundo aliados, a ex-ministra da Agricultura aposta em uma terceira via, com capacidade de atrair votos tanto da oposição quanto de parlamentares do Centrão.


Tereza e o senador Rogério Marinho (PL-RN) já se encontraram para discutir a possibilidade de unificar as candidaturas. A ideia era definir qual dos dois permaneceria na disputa para enfrentar Alcolumbre. A conversa, no entanto, terminou sem acordo, segundo interlocutores dos parlamentares, e ambos seguem com a intenção de concorrer.


A principal diferença entre os dois está nas prioridades que pretendem estabelecer para o Senado.

Piora na percepção de risco pós-eleição pressiona BC a interromper ciclo de cortes de juros

 

                                            Pedro Ladeira - 24.set.26/Folhapress

  • Economistas projetam que Copom manterá nesta quarta (4) Selic parada em 13,75% ao ano
  • Expectativa também ocorre em meio à ofensiva de integrantes do governo e do PT contra o mercado




A piora na percepção de risco pelos investidores após a reeleição do presidente Lula (PT) deve pressionar o Copom (Comitê de Política Monetária) a interromper o ciclo de cortes de juros na quarta-feira (4), com a taxa básica (Selic) em 13,75% ao ano.


A depreciação da taxa de câmbio, a incerteza fiscal, o estresse gerado nos juros futuros e a alta do petróleo estão entre os fatores que tornaram o cenário mais desafiador para o controle da inflação nos próximos anos e abalaram as apostas do mercado financeiro.


A reviravolta pós-eleitoral levou uma parcela significativa dos agentes econômicos a abandonar a aposta de novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic –o sexto consecutivo– e a defender uma pausa na flexibilização dos juros frente à turbulência doméstica.


O ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola, sócio da Tendências Consultoria, se disse mais inclinado à manutenção dos juros e a uma atitude mais cautelosa do Copom depois da volatilidade gerada pelas eleições, embora não descarte totalmente a possibilidade de queda de 0,25 ponto percentual, para 13,5% ao ano.


Ele afirma que o BC tem poucos instrumentos para agir diante de variáveis que estão fora de seu alcance. Uma dessas variáveis é o cenário internacional menos favorável, em meio ao conflito no Oriente Médio.


Outro fator é a questão fiscal, com medidas expansionistas do governo que anulam o esforço da autoridade monetária para frear a demanda agregada.


"É uma situação muito ruim, porque o Banco Central gasta munição, afeta a economia como um todo e leva a um aumento da inadimplência muito grande das famílias e das empresas em vão", diz. "É como se estivesse dando um remédio que só tivesse efeito colateral, porque o paciente está tomando outro medicamento que anula os efeitos pretendidos."


Loyola diz que o cenário só vai melhorar quando o governo Lula emitir sinais que levem os economistas a acreditarem na possibilidade de ajuste fiscal nos próximos meses. "O Banco Central não tem muito o que fazer a não ser advertir, lembrar ao governo que é preciso endereçar uma solução estrutural para o crescimento da dívida pública."


Como a Folha mostrou, a expectativa de interrupção no ciclo de cortes também ocorre em meio à ofensiva de integrantes do governo e do PT contra a reação dos mercados financeiros à reeleição de Lula.


Após a desvalorização dos ativos na semana passada, aliados do presidente passaram a classificar como especulativa a pressão por ajuste fiscal e a defender que eventuais cortes de gastos preservem programas sociais.


A expectativa de Sérgio Werlang, ex-diretor do BC e professor de economia da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, é que o Copom interrompa o ciclo de queda de juros para "ver o que vai acontecer".


A ideia seria ganhar tempo para observar se as mudanças no patamar do câmbio e das expectativas de inflação são permanentes ou transitórias. Essa resposta, segundo ele, não virá sem definição da política fiscal do próximo mandato de Lula.


"Se por acaso se confirmar que Lula 4 será igual a Lula 3, e acho que há uma probabilidade não baixa [de isso acontecer], o câmbio pode ir para muito mais de R$ 5,40", afirma. "Se o câmbio subir muito mais, ele [BC] pode ser forçado a dizer que vai subir o juro", acrescenta.


O dólar fechou a sexta-feira (30) cotado a R$ 5,447. Foi a maior alta semanal em 18 anos, desde a crise hipotecária nos Estados Unidos, com avanço de 9,18%.


"Eu morro de medo de nós, com isso, chegarmos na dominância fiscal. [...] A gente não sabe exatamente qual é o número, mas sabe que está se aproximando. Se o governo Lula fizer uma política fiscal igual à da [gestão] Lula 3, vai atingir esse valor de dominância fiscal logo, num futuro não muito distante", alerta.


O termo dominância fiscal é usado para expressar uma situação na qual a autoridade monetária perde o controle sobre a trajetória da inflação em razão de uma forte expansão dos gastos públicos.


"Nesse caso, é irrelevante o Banco Central aumentar o juro porque não vai ter efeito nenhum e nós vamos ter só mais inflação", diz Werlang.


Para Fernanda Guardado, ex-diretora do BC e economista-chefe para América Latina do BNP Paribas, o Copom não deve ignorar a deterioração do cenário inflacionário e adotará uma postura mais cautelosa, buscando preservar a credibilidade da política de juros.


Ela estima que a inflação projetada para 2027 no boletim Focus deve ultrapassar 5% –acima do teto da meta (4,5%)–, repercutindo nos anos seguintes. O BC tomará sua decisão com o segundo trimestre de 2028 na mira, devido aos efeitos defasados da política de juros sobre a economia.


A ex-diretora do BC considera que a questão dos combustíveis é um risco para a inflação que vai se materializar em 2027, na medida em que os preços sejam reajustados e os subsídios, estendidos parcialmente diante do alto custo para o governo. Ela também cita os efeitos decorrentes do fim da escala 6x1 e da reforma tributária, com a alíquota de 11,3% para a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), acima do projetado para 2027.


Na visão dela, o Copom deveria pausar o ciclo de cortes para observar como os riscos vão se materializar nos próximos meses.


"Como cortar juros com um cenário que está piorando? O Banco Central arrisca ter um vetor extra de deterioração, que é as pessoas acreditarem menos na determinação dele em trazer a inflação para baixo", afirma.


Para Guardado, os juros deveriam ficar estacionados até março do próximo ano, quando o BC já terá mais informações sobre o impacto do fenômeno climático El Niño nos preços dos alimentos, a desaceleração da economia, os planos do governo para consolidação fiscal e a trajetória das expectativas de inflação.


"O Banco Central terá uma ideia melhor se o nível da taxa de juros vai ser suficiente ou não para trazer a inflação para a meta no horizonte relevante. Hoje, um nível de Selic mais baixo não vai ser compatível com um Banco Central que quer trazer a inflação para a meta de 3% ainda em meados de 2028", diz.


Alberto Ramos, diretor do grupo de pesquisas macroeconômicas para América Latina do Goldman Sachs, já não via espaço para reduzir juros mesmo antes das eleições. Agora, ele afirma que a situação ficou ainda mais delicada para a inflação.


Além da necessidade de absorver os impactos da nova legislação trabalhista e da reforma tributária, ele cita a nova estrutura de pesos do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), com base em uma nova pesquisa de orçamentos familiares do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que vai dar mais peso aos serviços.


Somado a isso, diz que a perspectiva de ter uma âncora fiscal –ou seja, um mecanismo que reforce o compromisso do governo com controle de gastos– no curto e no médio prazo diminuiu bastante e que o BC não pode arriscar mexer na política que sustenta hoje a credibilidade da macroeconomia brasileira.


"Tem muita pressão da inflação e sem perspectiva de ter uma âncora fiscal. Então, deixa uma pressão muito grande sobre o Banco Central, a ponto de o mercado já estar precificando aumento de juros. A gente acha que a fasquia [o sarrafo] para aumentar os juros é muito elevada. Mas não tem margem certamente para cortar", diz.


Para Ramos, seria mais prudente manter os juros parados nas próximas duas ou três reuniões para, depois, reavaliar a situação. "É uma pausa que, se for prudente hoje, até talvez possa fazer mais no futuro."


Entre quem aposta em um derradeiro corte de juros está Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter. Na visão dela, o Copom vai reduzir a Selic em mais 0,25 ponto percentual e comunicar uma pausa no ciclo de queda para a próxima reunião, em dezembro.


"Apesar da maior incerteza e aumento do prêmio de risco [rentabilidade adicional exigida pelos investidores para aplicar dinheiro no Brasil] na curva de juros futuros, a taxa Selic em 13,50% permanece restritiva o suficiente para amortecer os choques inflacionários esperados para o começo de 2027", afirmou em relatório.


Nathalia Garcia

Folha de São Paulo

Carro parte ao meio em batida com micro-ônibus e motorista morre

 

                                          Foto PMR



Um grave acidente na rodovia MS-386, entre Japorã e Iguatemi, no sul de Mato Grosso do Sul, terminou com a morte de um motorista de 55 anos e deixou um passageiro de 31 anos gravemente ferido.


A colisão frontal com um micro-ônibus, segundo reportagem, do G1, ocorreu na tarde de domingo (1º), nas proximidades do distrito de Jacareí.


A violência da batida foi tamanha que o Santana Quantum se partiu ao meio.


O condutor morreu no local, enquanto o passageiro sofreu traumatismo craniano e outros ferimentos graves.


Ele foi encaminhado ao hospital de Iguatemi, com previsão de transferência para uma unidade especializada.


O micro-ônibus pertence à Secretaria Municipal de Saúde de Japorã e era conduzido por um homem de 43 anos, que estava sozinho e saiu ileso. Submetido ao teste do bafômetro, ele apresentou resultado negativo para consumo de álcool.


Segundo o relato do motorista do micro-ônibus, o automóvel seguia no sentido contrário quando teria realizado uma manobra brusca, invadindo a pista oposta e provocando a colisão. A versão ainda será analisada pelas autoridades.


Equipes da Polícia Militar Rodoviária, Polícia Civil e Polícia Científica atenderam à ocorrência. Após os trabalhos periciais, o corpo da vítima foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Naviraí.


As causas do acidente seguem sob investigação.

Leilão do Detran tem Etios com lance inicial de menos de 12 mil e motos

 

                                           Reprodução



No dia 16 de outubro, o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu um novo leilão oferecendo 108 lotes de veículos que podem circular, sendo 95 motocicletas e 13 automóveis.


A diferença nos custos representa uma oportunidade de economia para quem busca um meio de transporte. Um Toyota Etios Platinum fabricado entre 2015 e 2016 recebe lances a partir de 11.975 reais, enquanto a avaliação média da tabela Fipe para este modelo situa-se entre 44 mil e 47 mil reais. Em outro exemplo de redução de custos para o consumidor, uma Honda CG 160 Fan do ano 2024 registra lance inicial de 4.413 reais, contra um valor de tabela que supera os 17 mil reais.


Além dos modelos aptos ao tráfego direto, o certame inclui lotes voltados ao segmento empresarial. Empresas cadastradas no setor de peças têm acesso a 43 lotes de sucatas aproveitáveis, divididos em 37 motocicletas e 36 automóveis direcionados à revenda de componentes. Indústrias do ramo de reciclagem, fundição ou siderurgia credenciadas podem disputar um lote de sucata inservível com peso estimado em 30.690 quilos de material ferroso.


Os certames vão até esta terça-feira, dia 03 de novembro, pelo portal www.casadeleiloes.com.br, onde é possível conferir o edital completo, especificações dos lotes e fotos.


Todos os editais de leilões do Detran estão dispostos no portal do órgão: https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes

Subea leva Consultório Móvel a três regiões em novembro

 

                                           PMCG/ Divulgação


A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea), leva o Consultório Móvel a três pontos da Capital durante o mês de novembro. A iniciativa oferece atendimento gratuito para cães e gatos, com serviços como castração, agendamento de procedimentos, vacinação e outros cuidados voltados à saúde e ao bem-estar dos animais.


O atendimento será realizado em três etapas, facilitando o acesso dos tutores aos serviços e ampliando as ações de cuidado e prevenção de doenças entre os animais de estimação.


A primeira parada será de 9 a 13 de novembro, no Fort Atacadista da Rua Divisão, nº 1.208, no Jardim Aero Rancho. Em seguida, de 16 a 19 de novembro, o consultório estará na UBS Jardim Botafogo, localizada na Rua Cascais, nº 2, no Jardim Botânico II.


A última etapa do mês ocorrerá de 23 a 27 de novembro, no Frama Atacadista, na Avenida Guaicurus, nº 4.858, no Jardim Colibri II.


Além de facilitar o acesso aos serviços veterinários, a iniciativa contribui para a promoção da guarda responsável, incentivando os tutores a manterem os cuidados preventivos e a atenção à saúde dos animais.


A Subea reforça a importância de aproveitar os atendimentos para buscar orientações e informações sobre os serviços disponíveis, contribuindo para a qualidade de vida dos pets e para a saúde pública.

Funsat reúne 710 oportunidades de trabalho nesta terça (03)

 



A Fundação Social do Trabalho (Funsat) disponibiliza 710 vagas de emprego em 114 profissões nesta terça-feira (3), em Campo Grande. As oportunidades são resultado de processos seletivos de 145 empresas da Capital, com opções para trabalhadores em busca do primeiro emprego ou de recolocação profissional.


No quadro geral de recrutamento, a Fundação destaca oportunidades para analista de logística, analista de mídias sociais, animador de eventos, auxiliar de almoxarifado, eletricista, gerente de loja e supermercado e operador de instalações de ar-condicionado, entre outras funções.


A agência de intermediação reúne também vagas na modalidade de perfil aberto, voltadas a candidatos sem experiência na função e que podem participar de seleções com treinamento remunerado oferecido pelas empresas contratantes. Entre as oportunidades estão atendente de lanchonete (52), alimentador de linha de produção (15), copeira de hospital (15), motorista de ônibus urbano (10), garçom (5), vendedor interno (4) e perfumista (3).


Para contratações em regime temporário, o painel registra 16 oportunidades, distribuídas entre pedreiro (5), servente de obras (5), auxiliar de laboratório de análises clínicas (2), analista financeiro (1), animador de eventos (1), encarregado eletricista de instalações (1) e técnico de segurança do trabalho (1).


O recrutamento inclusivo disponibiliza ainda 27 vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PCD), distribuídas em cinco profissões. As opções são para empacotador à mão (10), repositor de mercadorias (10), ajudante de carga e descarga de mercadorias (3), auxiliar de limpeza (3) e auxiliar de linha de produção (1).


Os interessados podem consultar a relação completa de vagas e os critérios exigidos no painel de oportunidades disponível no  portal da Prefeitura de Campo Grande. Para concorrer, os trabalhadores devem comparecer a uma das unidades da Funsat: a sede, localizada na Rua 14 de Julho, número 992, na Vila Glória, ou o Polo Moreninhas, na Rua Anacá, número 699. Informações sobre os serviços da Fundação também podem ser acompanhadas pelo Instagram, no perfil @funsat.cg, e pelo Facebook, em Funsatcampograndems.