quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Soja sobe e renova máximas em Chicago

 

                                             Foto: Ivan Bueno/APPA


A consultoria aponta que o mercado foi impulsionado pelo otimismo

A soja encerrou o pregão desta quarta-feira em alta na Bolsa de Chicago, sustentada por fatores ligados à demanda externa e ao mercado doméstico norte-americano. O movimento reforçou a tendência recente de valorização da oleaginosa, que voltou a renovar máximas de três meses diante de expectativas positivas para o consumo e as exportações.



De acordo com a TF Agroeconômica, o contrato de soja para março fechou com avanço de 0,77%, ou 8,75 cents por bushel, cotado a 1.148,25 cents. O vencimento maio subiu 0,84%, equivalente a 9,75 cents por bushel, encerrando a 1.165,00 cents. No complexo soja, o farelo com entrega em março registrou alta mais expressiva, de 2,45%, ou 7,6 dólares por tonelada curta, alcançando 318,3 dólares. Já o óleo de soja para março avançou 0,38%, ou 0,23 cent por libra-peso, para 60,26 cents.


A consultoria aponta que o mercado foi impulsionado pelo otimismo em relação à demanda por biocombustíveis nos Estados Unidos e pelas exportações destinadas à China. Com o fim do feriado prolongado no país asiático, circularam rumores de interesse de compradores chineses pela soja norte-americana, além de informações sobre disponibilidade de navios nos Estados Unidos.



Outro fator de suporte veio da sinalização da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, que informou que enviará à Casa Branca a proposta de novas metas de volume para mistura de biocombustíveis. A regra deve ser finalizada até o fim de março. As exigências de mistura são consideradas um dos principais motores da demanda por óleo de soja, o que reforçou o viés positivo das cotações ao longo do dia.


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