O vereador Beto Avelar e seu filho Juninho, antes de erro médico. (Foto: Arquivo Pessoal)
O Conselho Federal de Medicina condenou os médicos responsáveis pelo atendimento que deixou o filho do vereador Beto Avelar (PP), Roberto de Avelar Júnior, o Juninho, em estado neurovegetativo.
O parlamentar comemorou, em suas redes sociais nesta sexta-feira (10), a decisão do CFM. “Essa decisão é extremamente importante e representa um passo significativo para o andamento e desfecho dos diversos processos que seguem em tramitação nas esferas cível e criminal”, celebrou Beto Avelar.
O CFM confirmou punição de 30 dias de suspensão para o médico Antônio Rodrigues de Pontes Neto e a diretora técnica Karin Kiefer Martins pegou suspensão por 30 dias para censura em publicação oficial, em decisão tomada na quinta-feira (9).
A angústia da família teve início em fevereiro de 2022. Roberto de Avelar Junior estava com 30 anos quando foi realizar a retirada de uma placa no braço e teve parada cardíaca, além de outras complicações. Conforme o parlamentar, durante o procedimento houve uma sucessão de erros médicos, que deixou o filho em estado vegetativo e que hoje está em internação domiciliar.
“Informo a todos os amigos da nossa família e também aos amigos do Juninho que o Conselho Federal de Medicina decidiu, hoje, por unanimidade, pela condenação de ambos os médicos em todos os artigos que foram denunciados”, divulgou Beto Avelar.
“Essa decisão é extremamente importante e representa um passo significativo para o andamento e desfecho dos diversos processos que seguem em tramitação nas esferas cível e criminal. Seguimos firmes, com respeito à justiça e à verdade”, afirmou.


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