Divulgação de acontecimentos culturais, na cidade de Campo Grande MS, e Estado, shows,teatro,cinemas.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Boxeadores de MS lutam por vaga no Brasileiro; seletiva será em Campo Grande
Foto:Paulo Ribas Jornal Correio do Estado
Sessenta lutadores sobem ao ringue para a disputa da seletiva regional que será realizada, a partir de hoje, em Campo Grande, e vale classificação para o Campeonato Brasileiro de Boxe, em Salvador (BA). As lutas serão realizadas até sábado, a partir das 16h (MS), com entrada gratuita na praça de eventos do Shoping Norte Sul Plaza. Com nove boxeadores, a seleção sul-mato-grossense chega como uma das favoritas, já que defende o título por equipe conquistado na seletiva 2015, em Três Lagoas (MS).
O presidente da Federação de Boxe de MS, Marcelo Nunes, explica que os combates envolvem dez categorias, desde o peso pena ao pesado. “Teremos 18 lutas por dia. No sábado, quando acontecem as finais de cada categoria serão dez lutas”, explica Nunes. Além dos pratas da casa, o evento terá lutadores de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins e Distrito Federal.
O selecionado sul-matogrossense tem atletas de Campo Grande, Três Lagoas e Anastácio. Os principais destaques para Idowemar Godoy (52kg), Paulo Martins (69kg), Valdeir Célio (75kg) e Thiago Santos (91kg).
Eleito o melhor boxeador sul-mato-grossense em 2016, o meio médio Paulo Martins, de 20 anos, está otimista para o torneio. Atual campeão da seletiva 2015, Paulo sonha com a vaga para voltar a disputar o Brasileiro. No ano passado, em Sergipe, ele foi desclassificado na semifinal nacional, em uma luta com decisão divida, diante de Ualace Arcanjo, da seleção brasileira.
Após o anúncio da vitória de Ualace, o público do ginásio contestou o resultado e vaiou em apoio ao atleta da Capital. “Entrei para lutar com um pé atrás, porque ele é da seleção. Perdi por pontos, mas serviu como aprendizado, sai de cabeça erguida, sabendo que posso enfrentar qualquer lutador de igual pra ugial”, diz Paulo.
Segundo o presidente da Federação de Boxe de MS, a seleção estadual conta também com três novidades: Igor Arguelho (64kg), Elias Silva (60kg) e Roque Morel (81kg). “São atletas com larga experiência, porém pela primeira vez chegam à seleção de elite do Estado. Igor fez doze lutas neste ano, é uma esperança”, exemplifica Nunes.
O desfalque da equipe será Luís Cláudio (60kg), de Coxim, que há 30 dias sofreu uma contusão na mão direita. Ele acumula doze títulos estaduais, além das conquistas internacionais na Bolívia e no Chile. “A contusão motivou sua desconvocação. Creio que perdemos para este campeonato um atleta que tinha vaga, praticamente, garantida”, lamentou Nunes.
As seletivas regionais serão realizadas simultaneamente em mais cidade: Região I em Salvador e Região lll em Porto Alegre (RS). Cada região classifica em média três atletas por cada uma das 10 categorias de peso em disputa.
Em Campo Grande, o evento é promovido pela Federação de Boxe de MS e Confederação Brasileira de Boxe.
Interurbano será ligação local em oito cidades de MS
Foto:Divulgação
Oito municípios terão ligações interurbanas convertidas em local, a partir de domingo, em Mato Grosso do Sul. Benefício da mudança, que prevê economia de 60% no custo das chamadas, depende do serviço contratado pelo assinante.
Continuidade urbana, conforme a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), foi o critério para adoção de chamadas locais entre Anastácio e Aquidauana, Corumbá e Ladário, Guia Lopes da Laguna e Jardim, além de Douradina e Dourados.
Publicada no Diário Oficial da União, em maio, a medida teve estabelecido prazo de 180 dias para entrar em vigor.
Na prática, os assinantes podem ter até 60% de desconto nas chamadas. Isso porque interurbanos custam em média R$ 0,20 por minuto, ante os R$ 0,08 cobrados por chamadas locais.
Resolução da Anatel inclui ainda alterações em outros 579 municípios do país, sendo as regiões Sul e Nordeste as mais representativas.
Ninguém acerta na Mega-Sena e prêmio vai a R$ 75 milhões
Ninguém acertou os seis números do concurso 1.870 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado na noite desta quarta (26) em Teresina (PI), e o prêmio acumulou.
Veja as dezenas: 18 - 20 - 30 - 32 - 33 - 40.
A quina teve 98 apostas ganhadoras e cada uma vai levar R$ 48.674,10. Outras 7.040 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 967,95 cada uma.
A estimativa de prêmio para o concurso 1.871, a ser realizado no sábado (29), é de R$ 75 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Programação Cultural da Fundac em Campo Grande
Dia 27 – BAILE CCI JACQUES DA LUZ
Local: CCI Jacques da Luz – Moreninha II
Horário: das 13 às 17 horas
ATRAÇÃO: GRUPO TAKITÁ
Dia 27 – ENSAIOS CULTURAIS
Local: Plataforma Cultural
Horário: das 19 às 12 horas
Dia 28 – BAILE CCI PIRATININGA
Local: Av. Manoel da Costa Lima
Horário: das 13 às 17 horas
ATRAÇÃO: OS PANTANEIROS
Dia 28 – BAILE CCI “ELIAS LAHDO”
Local: Avenida Monte Castelo, s/n
Horário: das 13 às 17h
ATRAÇÃO: LOS LATINOS
Dia 28 – BAILE CRAS JARDIM AEROPORTO
Local: Rua Rio Galheiro, 470 – Jd. Aeroporto
Horário: das 13 às 17h
ATRAÇÃO: LOS CELESTIALES
Dia 28 – BAILE CCI VOVÓ ZIZA
Local: CCI Vovó Ziza
Horário: das 13 às 17 horas
ATRAÇÃO: GRUPO UIRAPURU
Dia 28 – OFICINA DE MOSAICO
Local: Plataforma Cultural
Horário: das 13 às 16 horas
Dia 28 – OFICINA DE DESENHO ARTISTICO
Local: Plataforma Cultural
Horário: das 16 às 18 horas
Dia 28 – FEIRA ITINERANTE DE ARTESANATO “TUIUIÚ”
Local: Praça do Peixe – Vilas Boas
Horário: das 17 às 22 horas
Dia 28 – SOM NA PRAÇA
Local: Praça Ari Coelho
Horário: das 18 às 19 horas
ATRAÇÃO: JUCY IBANEZ
Dia 28 – ORLA NOS TRILHOS
Local: Orla Ferroviária
Horário: das 19 às 22 horas
Dia 28 – SOM DO CORETO
Local: Praça Cuiabá
Horário: das 17 às 23 horas
ATRAÇÃO: CHICÃO CASTRO e HUGO E RAUL
Dia 31 – OFICINA DE VIOLÃO
Local: Plataforma Cultural
Horário: das 09 às 10 horas
Grupo ABBA se reunirá para "nova experiência digital"
O grupo pop sueco ABBA deve se reunir para uma "nova experiência digital" em 2018, mais de 30 anos após sua última performance pública em conjunto, de acordo com anúncio feito nesta quarta-feira.
Os membros da banda Agnetha Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad se reunião com Simon Fuller, criador do "American Idol" e a Universal Music Group para a colaboração.
"Estamos explorando um novo mundo tecnológico, com Realidade Virtual e Inteligência Artificial na vanguarda, o que nos permitirá criar novas formas de entretenimento e conteúdo que nunca imaginamos antes", disse Fuller em comunicado.
O ABBA, conhecido por uma série de hits dos anos 1970 e começo de 1980, como "Waterloo", "Dancing Queen" e "Take A Chance On Me", se separou em 1982.
"Nossos fãs ao redor do mundo estão sempre pedindo para que façamos uma reunião e eu espero que essa nova criação do ABBA os anime tanto quanto me animou", disse Anni-Frid em comunicado.
(Por Ilze Filks)
ESTREIA–Animação musical “Trolls” inova com explosão de cores e 3D
“As criaturas mais felizes do mundo”. É assim que são conhecidos os “Trolls”, que dão nome à vibrante animação da Dreamworks.
Vagamente inspirados em bonecos criados na Dinamarca, que se popularizaram no Brasil entre as décadas de 1970 e 1990, sua comunidade lembra a harmoniosa Vila dos Smurfs, não fosse o fato de terem caído em um pote de arco-íris e terem balada todo o dia.
Com a sua profusão de cores em 3D, um setlist de músicas pop de várias épocas que as criaturas cantam sem parar, e até uma hora do abraço para esses bichos peludinhos e cabeludos, a felicidade dos Trolls é feita na medida para conquistar o público-alvo.
Os Berguens, porém, já estão conquistados há muito tempo: eles se alimentam de Trolls, pois acham que só eles podem lhe trazer a felicidade. Por isso, quando o esconderijo dos pequeninos felizes é descoberto pela chefe dos ogros infelizes, a futura rainha Poppy precisa resgatar seus amigos, tendo como única ajuda o rabugento Tronco.
Porém, para isso, deverão enfrentar a vontade do príncipe dos Berguens.
É uma história simples para as crianças, que não deve encantar tanto os pais. No entanto, eles podem ficar satisfeitos com a moral de que a felicidade está dentro de si sendo passada para os seus filhos.
O roteiro de Jonathan Aibel e Glenn Berger, produtores de “Kung Fu Panda”, possui um humor que não é de risos rasgados, mas é cativante o suficiente pela interessante escolha de um coprotagonista descrente, paranoico e imune à cantoria e felicidade transbordantes do resto da comunidade, contrapondo com sua hiperanimada companheira.
Justin Timberlake, que é produtor musical do filme e empresta a voz à Tronco, canta algumas músicas na animada trilha sonora, e seu hit já há algum tempo nas paradas de sucesso “Can’t Stop The Feeling!” está lá, em uma das poucas músicas executadas em inglês nas cópias brasileiras, em que se opta por versões dubladas de boa parte das canções, exceto esta.
É certo que algumas delas ganharam uma versão especial originalmente no filme com mudança de letra para se adaptar às cenas, como “Move Your Feet”, em que a tradução facilita a compreensão das crianças - porém fica estranho não fazer isso com todas. De qualquer modo, o uso de “True Colors”, traduzida e de “The Sound of Silence”, original, rendem os melhores momentos musicais.
Os diretores Mike Mitchell, com experiência em animação à frente de “Shrek Para Sempre” e “Alvin e os Esquilos 3”, e Walt Dohrn, roteirista de “Bob Esponja”, garantem um visual interessante em sua dicotomia bipolar. A cidade infeliz dos Berguens apresenta um belo design sombrio, que remete a animações como “Boxtrolls”, enquanto o colorido da Vila dos Trolls é mais chamativo para os pequenos espectadores.
(Por Nayara Reynaud, do Cineweb)
A Garota no Trem - Trailer
“Cuidado com o vão entre a janela e a realidade que acontece por de trás dela” deveria ser o aviso para todos os voyeurs de plantão, tal como Rachel Watson, protagonista de “A Garota no Trem”.
O público sabe disto por experiência própria, é claro, mas também conhece os seus perigos pelo que o cinema ensinou, especialmente com o mestre Alfred Hitchcock, para saber que a constante observação da personagem vivida pela atriz Emily Blunt renderá problemas no filme de Tate Taylor.
As referências ao cineasta inglês que redefiniu o gênero de suspense vão além de “Janela Indiscreta” (1954), a exemplo da associação direta aos trens de “A Dama Oculta” (1938) e “Pacto Sinistro” (1951). No entanto, as origens do longa estão no best-seller homônimo de Paula Hawkins, uma jornalista britânica que, em seu primeiro livro, teve os seus direitos para o cinema adquiridos antes mesmo de sua publicação.
Rachel pega o mesmo trem, sempre no mesmo horário e, já há algum tempo, criou um interesse especial pelos moradores de uma casa que vê no caminho, Megan (Haley Bennett) e Scott (Luke Evans), que ela enxerga da sua janela como sendo um casal perfeito. Justamente o que não conseguiu manter com Tom (Justin Theroux), seu ex-marido, por quem ainda procura quando está bêbada (ou seja, quase sempre, pois ela é alcóolatra), apesar de ele já estar casado com Anna (Rebecca Ferguson) e ter uma filha.
Mas quando um intruso atrapalha a sua fantasia e um desaparecimento aparece nos noticiários, a protagonista se envolve no caso, buscando solucioná-lo incessantemente, enquanto tenta recuperar a memória de uma noite em que voltou para casa cheia de sangue.
A armadilha do livro, porém, está em sua narrativa, muito difícil de ser adaptada para as telas, por dividir-se na voz de três narradoras, Rachel, Megan e Anna, em tempos diferentes. No entanto, o trabalho da roteirista Erin Cressida Wilson nesta adaptação saiu-se melhor do que as expectativas, por conseguir condensar algumas passagens do livro em uma mesma cena coesa.
Em sua essência, o roteiro é muito fiel ao livro. As mudanças que os fãs mais sentirão, além da já conhecida alteração de cenário – sai Londres, entra Nova York –, é a figura do Kamal, um pouco diferente da original em que é um refugiado dos Bálcãs, não só pelo casting do venezuelano Edgar Ramírez, mas por ser mais plano em seu desenvolvimento. As mulheres, pelo menos, continuam sendo marcantes e complexas.
Isso porque, desde sua origem, em uma comparação com o livro de Gillian Flynn e o filme de David Fincher, “Garota Exemplar” – feita pelos próprios editores para alavancar as vendas –, “A Garota no Trem” não apresentava um suspense tão surpreendente quanto aquele, mas que tinha na construção das personagens a sua melhor qualidade. Isso fica mais claro neste longa, que torna a resolução do mistério mais previsível, mesmo investindo de maneira instigante na protagonista não confiável, nem para ela própria.
Sorte que Tate Taylor, que já demostrou seu talento para direção de atrizes em “Histórias Cruzadas” (2011), tem outro bom elenco à disposição para garantir a força das três personas. Blunt está ótima na vulnerabilidade perigosa de Rachel em seu alcoolismo e há de se destacar o trabalho de Ferguson, com uma Anna bem mais interessante do que a do romance. Isso é essencial para uma obra que fala de machismo e questões de gênero.
(Por Nayara Reynaud, do Cineweb)
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