quinta-feira, 1 de abril de 2010

Cineasta faz concurso de bolsas para atores para workshop

O cineasta Everton Matte estará em Campo Grande – MS realizando um workshop como objetivo revelar novos atores para atuar em suas produções.

Everton no momento está rondando o filme “Jê”: www.filmeje.com e em fase de pré-produção do filme Yara www.filmeyara.com, que em parte será rodado em MS, juntamente com grandes profissionais do mercado.

O evento disponibilizará bolsas de 100% (cem por cento) para os que tiverem melhor desempenho no teste prático em frente a câmera.

As inscrições para bolsa serão gratuitas e para concorrer, o aluno deverá inscrever-se na Rua Maracaju, 563, 1º andar, retirar o texto para o teste e agendar a gravação.

Cronograma

Inscrições: até 05 de abril (prorogada)

Teste: até 07de abril

Resultado: 10 de abril no site www.filmeyara.com

O Workshop: 21, 22, 23 de Abril, das 08:30 as 17:00.



Mais informações

ACTION – Oficina de atores (67) 3382-2522

Produtor e Assistente de Direção Lucas de Araújo

(67)9226-5264 ou (67)8115-6035

FCMS divulga as atrações para Quarta Erudita

O governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), divulgou hoje (31), os artistas selecionados para participarem do Projeto Quarta Erudita, que vai ser realizado em 2010, no Teatro Aracy Balabanian do Centro Cultural José Octávio Guizzo. Integraram a comissão de seleção, o maestro Denis Lopes, o músico Reinaldo Arguelho e a historiadora e pesquisadora, Áurea Coeli.



O projeto recebeu em um total de 10 inscrições, entre elas a de Ana Gabriela Floriana e Melissa Azevedo Nogueira; Ângela Bessa e Simone Mendes; Adriano Lopes, Jayana Paina e Joel Mendes; Joaquim Basso e Laís Domingues; Due Dona – Canto e Piano; Orquestra de Violões de Campo Grande; Quarteto Pantalla; Quarteto Tocata; Solistas Arte Viva e Orquestra de Câmara da UEMS.



Foram selecionadas as atrações Ângela Bessa e Simone Mendes; Adriano Lopes, Jayana Paina e Joel Mendes; Due Dona – Canto e Piano;Quarteto Pantalla; Quarteto Tocata; Solistas Arte Viva e Orquestra de Câmara da UEMS.



O Projeto Quarta Erudita tem por objetivo fomentar e difundir a música erudita, proporcionando à classe artística deste segmento, espaço para suas apresentações e com isso incentivar a formação de público e de mercado, por meio do acesso aos bens culturais a preços acessíveis. Ele acontecerá toda primeira quarta-feira de cada mês.



Mais informações no Núcleo de Música da FCMS, no telefone (67) 3316-9171 (67) 3316-9171

FCMS inaugura a coletiva de arte Mulher

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul inaugura na próxima quarta-feira (7) a coletiva de arte “Mulheres” dos bacharéis do curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, às 18h30, pelo Projeto Sala de Trânsito no foyer do Teatro Aracy Balabanian no Centro Cultural José Octávio Guizzo.

Essa coletiva expõe as obras de quatro jovens artistas: Andréa Gabínio, Justyne Cadamuro, Kaio Ratier e Thamyres Jaques, bacharéis em Artes Visuais pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Sob o tema “Mulheres”, cada um deles apresenta uma produção que revela um olhar particular sobre o assunto.

Andrea Gabínio criou móveis a partir de formas orgânicas, seja na madeira ou no vidro, explorando a sinuosidade das linhas, procurando uma sensualidade feminina nas obras. Seu diálogo com a corrente estética Art Nouveau é evidente, assim como com o design funcional da Bauhaus.

Justyne Cadamuro, com suas esculturas brancas em massa plástica, retrata a mulher capitalista, competitiva e voraz, que luta com todas as armas possíveis para obter sucesso profissional. A temática canibalista mostra o desejo do ser humano de incorporar o outro, seu rival, e vencê-lo na escalada da hierarquia capitalista. As referências ao surrealismo são claras, quando vemos as plantas carnívoras, que representam metaforicamente o mercado de trabalho, engolindo as competidoras, num banquete antropofágico.

Kaio Ratier, através de suas telas, mostra a evolução da moda feminina desde 1900 até 1920, com o fim do espartilho e a liberdade conseguida nas roupas soltas e mais confortáveis. Baseado na corrente modernista, principalmente na linguagem cubista, Kaio alterna linhas rígidas e sinuosas, fazendo uso da tinta a óleo em cores chapadas e vibrantes.

Thamyres Jaques apresenta esculturas em madeira de mulheres dinâmicas, executando movimentos de ginástica, ioga ou dança. As listras da madeira, seu colorido, a textura lisa e brilhante das obras valorizam os volumes corporais nos remetendo também ao modernismo e a Henry Moore.

“Estes trabalhos tão diversificados revelam o domínio técnico de cada artista e a preocupação com a harmonia estética de cada conjunto de obras. Explorando volumes, transparências, cores suaves ou vibrantes, luzes e sombras, a racionalidade e a fantasia, este grupo nos apresenta uma coletiva que no início pode causar um certo estranhamento ao olhar, mas que nos oferece, sem dúvida, uma experiência visual singular”, explica Carla de Cápua, artista plástica e professora de Escultura do curso de Artes Visuais da UFMS.

A coletiva será composta por 18 obras fica aberta à visitação até 3 de maio, de terça a sábado, das 8 às 22 horas e domingo, das 14 às 19 horas. Escolas ou grupos interessados em realizar visitas mediadas podem obter mais informações no Centro Cultural José Octávio Guizzo, na rua 26 de Agosto, 453, ou pelo telefone

Artes e Cores terá obras Lúcia Martins Barbosa

O projeto Arte e Cores no Paço do mês de abril terá as obras da artista plástica Lucia Martins Coelho Barbosa. A exposição seria no mês de março, porém teve que ser adiada. A abertura será no dia 5 de abril (segunda-feira) a partir das 9 horas, no Gabinete do Executivo Municipal. O projeto foi idealizado pelo prefeito Nelson Trad Filho com o objetivo de mostrar, aos que visitam a cidade, um pouco mais do trabalho dos artistas locais.

Lúcia Martins Coelho Barbosa é pintora e desenhista além de bacharel em historia pela FUCMAT. Nasceu e reside em Campo Grande. A artista recebeu o 1º Prêmio em desenho e Mensão especial no Salão de Arte de Dourados (MS), Medalha de prata em pintura no XVII Salão de Franca (SP) e Mensão Honrosa em pintura no IX Salão de Artes Plásticas de MS Campo Grande.

Individualmente, expôs no Espaço Cultural Conceição dos Bugres na Capital, na Galeria Caixa Econômica Federal na cidade do Rio de Janeiro, na Art Galeria Mara Dolzan (1995) e na Morada dos Baís (1998).

Também participou do projeto Peretá (com o escultor Sandro Silva como convidado), em São Paulo (SP) na Arvani Arte Galeria, na Galeria Mara Dolzan, na cidade de Goiânia no Potrich Arte Contemporânea e em Brasília na Expoarte Galeria (2001).

Lúcia levou a mostra "Entreverarvore" para a Galeria Mara Dolzan e para o Horto Florestal em Dezembro de 2005 (Campo Grande) e a mostra: "O enigma da Onça Pintada" para a Morada dos Baís em maio de 2007.

Escolas recebem exposição historica de Roberto Higa

As escolas da Reme (Rede Municipal de Ensino) recebem exposição "Essa Morena Tem História", do fotógrafo Roberto Higa, que conta parte da história da evolução urbana de Campo Grande nos últimos 40 anos. A exposição irá circular por 29 escolas municipais em 2010, começando pela EM Adair de Oliveira, no bairro Piratininga.

Ao todo, são em torno de 250 painéis de fotos que poderão ser contemplados pelos alunos durante uma semana em cada escola. “A exposição é motivada pelo meu olhar carinhoso e minha paixão por Campo Grande. Mostra que a cidade não pode ter um bom futuro se não entender do seu passado”, diz Roberto Higa.

Os alunos poderão conferir imagens da década de 70 até o presente momento, como a polêmica derrubada do Relógio da Rua 14 de Julho, inauguração do Estádio Morenão, a Avenida Afonso Pena onde hoje é o centro ainda com plantações de cana-de-açúcar, melancia e abóbora e a entrada do primeiro trator que deu início a construção do Parque dos Poderes.

Roberto Higa é uma das maiores referências em fotografia do Mato Grosso do Sul. Dedicou toda sua carreira ao ofício de registrar as cidades sul-mato-grossenses, suas particularidades e seu povo. Trabalhou nos principais veículos de comunicação de Campo Grande e participou ativamente da cobertura de momentos históricos da região, como a divisão e fundação de Mato Grosso do Sul.

FCMS republica edital do circuito de teatro 2010

O governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), republicou ontem (31) no Diário Oficial o Edital de Seleção Pública de Espetáculos para o projeto “Circuito Sul-mato-grossense de teatro/2010”. A republicação atendeu a solicitações encaminhadas pela Câmara Setorial de Teatro. As inscrições estão abertas de 31 de março de 2010 a 14 de maio de 2010.

Podem concorrer grupos de teatro com atividades comprovadas em Mato Grosso do Sul há pelo menos dois anos. As apresentações de espetáculos do 3º Circuito Sul-Mato-Grossense de Teatro acontecerão em cidades do interior do Estado.

O Circuito Sul-Mato-Grossense de Teatro tem por objetivo divulgar as produções teatrais de Mato Grosso do Sul e estimular a cultura produzindo ações concretas para o melhor desenvolvimento da arte do teatro no Estado, fomentando a formação de platéia e estimulando a criação de novos grupos.

Serão selecionados até 7 (sete) grupos teatrais com espetáculos que possam ser apresentados em teatros, espaços alternativos e/ou ruas e praças, num total de 35 apresentações. Caso o número de selecionados seja inferior ao previsto ou nenhum dos grupos inscritos sejam habilitados, a FCMS poderá convidar outros grupos que não concorreram ao certame para participarem do projeto.

“O circuito permite que o governo traduza na prática uma política pública que visa a democratização da arte teatral, proporcionando ao público que não tem poder aquisitivo necessário ao acesso a esta expressão artística do Estado”, explicou o presidente da FCMS, Américo Calheiros.

As inscrições devem ser encaminhadas através dos Correios por meio de Sedex, ao Projeto Circuito Sul-mato-grossense de Teatro/2010, no endereço Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – Gerência de Difusão Cultural/Teatro - Memorial da Cultura - Rua Fernando Correa da Costa, 559, 4º Andar - CEP: 79002-820 - Campo Grande-MS. Podem ainda serem entregues na Gerência de Difusão Cultural, das 7horas e 30 minutos às 13horas e 30 minutos.

Para o coordenador do Núcleo de Teatro da FCMS, Márcio Veiga, o Circuito Sul-mato-grossense de Teatro têm levado ao público espetáculos de qualidade e que a presença de grandes platéias do interior este projeto só vem reforçar a importância da continuidade desta iniciativa. Em 2009, o projeto atingiu um público de 17.500 pessoas com 60 apresentações em 30 cidades.

O edital está disponível no site www.fundacaodecultura.ms.gov.br. Mais informações podem ser obtidas nos telefones (067) 3316-9110

Lenine é a proxima atração do projeto MS canta Brasil

A Brasilidade e a musicalidade versátil de Lenine vão ser apresentadas na segunda edição de 2010, do projeto MS Canta Brasil, promovido pelo governo do Estado, neste domingo (4). O evento, realizado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), trará ainda para representar a cultura regional, a banda Curimba. Os shows acontecem a partir das 17h30, no Parque das Nações Indígenas. A entrada é franca.

Cantor, compositor, arranjador, músico e produtor. Lenine tornou-se uma personalidade da música brasileira, reconhecida pelo grande público, pela imprensa, por artistas e multiplicadores de opinião. O som inovador transpõe as fronteiras do Brasil e as turnês costumam passar por dezenas de países.

Lenine foi para o Rio de Janeiro no final dos anos 70, início dos 80.
Naquela época havia pouco espaço ou recursos para música em Recife. Para ele o Rio seria um possível ou provável crescimento. Morou com alguns amigos, compositores, que são até hoje seus parceiros em tudo. Compunham e criavam, tentando sobreviver numa época em que o som do grupo era uma mistura do regional com MPB e o mercado só trabalhava com o rock.

As músicas de Lenine foram gravadas por muitos talentos que permeiam todos os tipos de som. Elba foi a primeira a gravar uma canção sua, depois vieram Fernanda Abreu, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Maria Bethânia e muitos outros que confirmaram que sua verdadeira vocação é a composição. Produziu os CDs “Segundo” de Maria Rita, “De uns tempos pra cá” de Chico César, “Lonji” de Tcheka, cantor e compositor do Cabo Verde, e “Ponto Enredo” de Pedro Luis e a Parede.

Trabalhou também em televisão com diretores como Guel Arraes e Jorge Furtado. Para eles fez a direção musical de “Caramuru a Invenção do Brasil” que depois de minissérie, virou um longa-metragem. Fez ainda a direção musical de “Cambaio”, musical de João Falcão e Adriana Falcão, baseado em canções de Chico Buarque e Edu Lobo.

De todos os seus CDs, eleje o “Olho de Peixe” como o mais importante de sua carreira, porque foi com ele que descobriu que a música poderia me levá-lo a qualquer lugar. Entre os álbuns do artista, figuram“Baque Solto”, em parceria com Lula Queiroga (Polygran), ”Olho de peixe”, em parceria com o percussionista Marcos Suzano, “O Dia em que Faremos Contato”, seu primeiro disco solo (BMG), “Na Pressão” (BMG), “Falange Canibal” (BMG), “Lenine InCité” - CD e DVD, gravado ao vivo em Paris, na Cité de La Musique, “Lenine Acústico MTV” (Sony BMG) e Labiata (Universal).

Curimba

Formada em 2008, o som da banda Curimba é novidade na música campo-grandense. A banda nasceu e cresceu no cenário universitário: ficou em segundo lugar no 16º Festival Universitário da Canção (FUC), da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A Curimba é integrada por Adrian Okumoto no baixo, Carlixo na guitarra, Renan Okumoto no violão, Japão na bateria, Chicá na percussão e André Stábile no vocal. Grande parte do grupo tem descendência japonesa, mas seus integrantes defendem que a brasilidade independe do sangue para estar presente. “Nossa intenção é que nossas músicas autorais mostrem um pouco da cultura urbana de Campo Grande sem enfocar tanto o Pantanal como tema das composições”, explica Adrian.

O grupo musical tem como influências o samba, o rap, o rock, o funk e o reggae. “Nossas letras falam de gente comum e exploram os elementos urbanos do Estado, conhecido nacionalmente por suas belezas naturais”, destaca o vocalista. A Curimba toca também versões de artistas nacionais como Pedro Luis e a Parede, Novos Baianos, Caetano Veloso, Martinho da Vila, Jorge Bem, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.
Postado por CADERNO B às 14:29 0 comentários