Divulgação de acontecimentos culturais, na cidade de Campo Grande MS, e Estado, shows,teatro,cinemas.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Beija-flores e borboletas enfeitam o Arte & Cores no Paço
Na abertura da exposição, na manhã dessa segunda-feira (01), o prefeito destacou que o importante é dar oportunidade para o artista expor suas criações. “Um gesto simples, mas com grande repercussão e reitera o nosso compromisso com a cultura. Todos que vem aqui não deixam de observar as obras e entender um pouco do espírito de nossa gente. Ana, sua obra aguça nossa sensibilidade em continuar construindo sonhos, assim como o fizemos para trazer a Copa para Campo Grande, não foi possível, mas vamos em frente e com a cabeça erguida”, destacou o prefeito, ao citar o fato da capital não ter sido escolhida como uma das subsedes da Copa do Mundo de 2014.
De acordo com o diretor presidente da Fundação Municipal de Cultura, Athayde Nery, os beija-flores trazem um alento para cidade. “O beija-flor revigora com seu próprio sangue a rosa e vai a busca de novos horizontes. Assim, também nós vamos a busca de outras batalhas, orgulhosos e toda população reconhece o esforço e dedicação da administração municipal em busca desse sonho”, enfatizou Athayde.
A abertura da exposição contou ainda com música instrumental de Evandro Jorge (teclado), regente da Banda Municipal e de Ricardo Lauro (sax)
República 5 lança 1º CD no projeto Cena Som
A banda formada por Carlos Eduardo (vocal), Rafael Glaychman (bateria), Alexandre Glaychman (baixo), Thiago Vercelino (guitarra) e Murillo Bremm (guitarra), toca há 9 anos. A antiga banda Nitro, que por questões legais teve que alterar o nome, vem desde 2001 marcando presença na etapa final do FUC (Festival Universitário da Canção). Conquistou o prêmio de revelação do ano em 2001, de melhor interpretação em 2006, e já com o nome República 5, foi eleita a terceira melhor música em 2008.
Além do destaque nos festivais, a banda é conhecida em Campo Grande por se apresentar em bares, boates e eventos da capital como a Expogrande/2009. Participou também de aberturas de diversos shows com artistas nacionais como Jota Quest, CPM 22, Planta e Raiz e se apresentou no projeto Som do Mato. Como destaque nacional, o grupo foi capa do portal de música independente, Palco MP3, com mais de 4 mil acessos.
A banda apresenta canções inéditas que trazem em sua composição musical influências que vão das guitarras distorcidas do rock, passando pelas linhas da MPB ao ritmo ternário presente na sonoridade do Mato Grosso do Sul.
Para este Cena Som, o vocalista e advogado, Carlos Eduardo, que enxerga o projeto como uma porta aberta para a evolução de sua banda e uma chance de ter um registro de qualidade do seu trabalho, trará ao projeto uma produção audiovisual diferenciada com cenário temático e apresentação de imagens em telão. Haverá ainda a participação de Guilherme Cruz (Filho dos Livres) na produção de áudio e da banda Grass na produção visual.
Para este espetáculo os ingressos terão o preço único de R$ 7,50. Pelo valor de R$15,00 se leva, além do ingresso, o CD da banda. Nos sites WWW.palcomp3.com/republica5 e www.republica5.com.br é possível acompanhar notícias sobre a banda, fotos das apresentações e baixar as musicas do novo CD.
Mais informações podem ser obtidas no Centro Cultural José Octávio Guizzo, unidade da FCMS, que fica na Rua 26 de Agosto, 453 ou pelo telefone 3317-1792.
Fundação de Cultura leva shows musicais a 4ª Casa Mostra
Três espetáculos musicais organizados pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul levam sonoridade e marcam parceria com a 4ª edição do Projeto Casa Mostra, desenvolvido pelos alunos do curso de Design de Interiores do Centro Universitário de Campo Grande Anhanguera Educacional (Unaes).
As apresentações do grupo Velho do Rio (na abertura da Casa Mostra, no dia 23 de maio), de Anderson Rocha (no último dia 30 de maio) e de Evelyn Lechuga (que acontece no penúltimo dia da Mostra, 6 de junho, sábado) levam musicalidade à exposição que mostra as novas tendências da arquitetura, decoração e design.
A Casa Mostra
Contando com 25 ambientes decorados, a casa é uma vitrine para o setor de tecnologia, divulgando produtos de segurança e automação residencial, móveis e objetos que facilitam a vida moderna. A Casa oferece espaços que priorizam a iluminação natural e a ergonomia.
\"Apresentamos uma casa moderna onde os ambientes têm múltiplas vocações. Essa é uma tendência afinada com o modo de vida contemporâneo, prático, ágil e saudável\", afirmou Milene Estrella, coordenadora da Casa Mostra.
Em 2008 cerca de 7 mil pessoas participaram do evento, cuja missão é o lançamento de novos talentos e a criação de novas oportunidades no mercado de design de interiores.
Serviço: A Casa Mostra fica aberta para visitação até o dia 7 de junho, das 19h30min às 22 horas, na rua José Dibo, nº. 171, no bairro Jardim dos Estados, paralela à avenida Afonso Pena, atrás do Banco Rural. Outras informações pelo telefone (67) 9985-1702. O espetáculo de Evelyn Lechuga é aberto ao público e começa a partir das 19h30.
5º Sarau do Centro Cultural une música, teatro e poesia
O Ateliê de Artes do Centro Cultural José Octávio Guizzo levanta as cortinas amanhã (2) para a 5ª edição do Sarau do Centro Cultural, realizado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). As apresentações acontecem das 19 às 21 horas.
Nesta 5ª edição, o Sarau do Centro Cultural contará com poesias realizadas pelos alunos de teatro da professora Ramona Rodrigues e também por Silvio Santana, música com a Banda Zuka, Júlio Borba e Marta Céu, além de interpretações teatrais com o ator Fernando Cruz.
Haverá ainda roda de capoeira promovida pelo grupo Farol da Praia, dança cigana com a Cia de Dança Cigana Esmeralda e dança contemporânea apresentada pela professora Siana Subtil. No evento estará em exposição o artesanato local e a culinária regional.
Nesta edição o Sarau também contará com a participação especial do escritor, poeta, professor e militar Guimarães Rocha com declamações de poemas. Membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras desde 2002, Rocha é representante da Câmara Setorial de Literatura (Conselho Consultivo para o Ministério da Cultura – elaboração de políticas culturais) — escolhido pelo Fórum Estadual de Cultura.
Como escritor já publicou 18 livros, realizou declamações de poesias em todos os municípios de Mato Grosso do Sul, como compositor já fez 40 músicas, incluindo trabalhos em parceria com outros autores e lançou o CD \"Encanto\", com 14 faixas poético-musicais, compactando a experiência fruto dos shows Doce Encanto (realizado em 1990), Mofo (1992) e Encanto (1998).
Sarau
O Sarau acontece toda primeira terça-feira do mês e promove o encontro de manifestações culturais num ambiente descontraído e informal, fazendo uma mescla com artistas e desconhecidos, com o intuito de mostrar e trocar experiências nas variadas artes.
É um evento cultural onde as pessoas se encontram para se expressarem artisticamente. É uma reunião festiva que ocorre à tarde ou no início da noite, na qual acontecem manifestações como dança, poesia, leitura, música acústica e também outras formas de arte como pintura, teatro, performances artísticas e literárias.
Para participar com uma apresentação, basta comparecer ao evento e informar título e duração de sua intervenção. A participação é livre e o evento é gratuito. O Centro Cultural José Octávio Guizzo fica na rua 26 de agosto, 453. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1792.
Projeto MS Canta Brasil,apresenta Moraes Moreira, e Lia mayo
conta do Parque das Nações Indígenas. A partir das 17h30, com a
melodia de Moraes Moreira e o agito de Lia Mayo, dentro do projeto MS
Canta Brasil, realizado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do
Sul. Este ano o projeto já levou ao parque um público total de 165 mil
pessoas, com os shows nacionais de Frejat, Fernanda Takai e Paralamas
do Sucesso.
Nascido em Ituaçu, no sertão baiano, Moraes Moreira se mudou aos 16
para Calulé para estudar. Mais tarde, partiu para Salvador, onde
deveria prestar exame de vestibular para medicina. Mas acabou
ingressando no Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia,
onde encontrou Tom Zé, grande compositor baiano, que ensinava violão
no Seminário.
Desde então, já se vão 40 anos de carreira, que se iniciou no auge do
tropicalismo, no início dos anos 70, quando gravou seu primeiro LP,
junto com os Novos Baianos. Em 1975 partiu para carreira solo,
embalado pelo sucesso da música “Pombo Correio”, composta em parceria
com Dodô e Osmar, inventores do trio elétrico, do qual o Moraes foi é
o primeiro cantor.
Lia Mayo
A cantora e compositora campograndense Lia Mayo descobriu o dom e
paixão pela música aos oito anos de idade quando fazia parte de um
coral gospel. Do início de suas apresentações artísticas como
backing-vocal até hoje se somam 10 anos de carreira profissional.
Lia possui uma bela voz em harmonia com sua presença de palco. Foi
backing-vocal, produziu jingles, fez escola em bandas de bailes,
cantou em diversos bares, casas noturnas, animou e ainda anima eventos
sociais e culturais do Estado do MS como Show da Virada, Pantaneta,
Festival Internacional de Pesca de Corumbá entre outros. Atualmente
produz seu novo CD, o quarto da carreira. Para o MS Canta Brasil, o
repertório do show faz um passeio por grandes sucessos que vão de
Ivete Sangalo e Cláudia Leitte a João Bosco e Vinícius e Vítor e Léo.
MS Canta Brasil
O MS Canta Brasil conta com o apoio da Fundação Manoel de Barros (FMB)
e da Uniderp FM. Foi lançado em outubro de 2007 e homenageia Estados
brasileiros por meio de suas mais relevantes expressões musicais. Ao
todo 15 artistas de renome nacional já passaram pelos palcos do MS
Canta Brasil, sempre acompanhados de nomes da música regional.
"Em vez de mutante, agora sou meditante", diz Rita Lee
MARCUS PRETO
Colaboração para a Folha
Resguardada na segurança de sua casa, no condomínio onde vive há dois anos, na Granja Viana, em Cotia, Rita Lee nem parece a rainha roqueira. Ali, seu tempo passa devagar, enquanto rega as dezenas de orquídeas que, organizadas sobre uma mesa, dividem a sala em dois ambientes.
Cuida da horta, planta, colhe. Dá comida às carpas e às tartarugas que moram no lago ao lado da sua janela. E entra muito pouco no pequeno estúdio construído no quintal.
"As turnês continuam intensas. Quando volto pra casa, a música não toma muito tempo da minha vida", diz.
Rita não abria essa intimidade perfumada de incenso há pelo menos 12 anos, quando optou por responder a jornalistas apenas por e-mail. Mas agora alguma coisa mudou.
| Marisa Cauduro/Folha Imagem | ||
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| A cantora e compositora Rita Lee, que acaba de lançar disco ao vivo, posa em sua casa em Cotia (SP) |
Está divulgando seu "Multi-show Ao Vivo" --pacote de CD e DVD que registra a turnê de seu show mais recente. E, pela primeira vez em todo esse tempo, recebe um repórter em sua sala de estar.
"Foi um lapso, uma guarda baixa", brinca. "Por e-mail continua sendo muito mais confortável --tanto para o jornalista quanto para mim. Ele não pega trânsito, eu não tenho que passar batom, é muito mais fácil."
Apesar da gripe forte, fuma um cigarro atrás do outro. É o único vício que diz não ter largado depois de experimentar quase todos. Enquanto conversa, pega no colo algum de seus cinco gatos --que, pode-se notar, convivem pacificamente com os cinco cães da casa.
Há exatos 30 anos, Rita começou essa nova vida. Na contracapa de seu LP de 1979, aparecia grávida e, postura emblemática, apoiava seu corpo sobre o do marido, Roberto de Carvalho. A maior roqueira do Brasil havia se tornado, como costumavam dizer na época, uma "mãe de família".
"Antes do Roberto, eu era boy total. Coçava saco. Sempre andei com menino, de carrinho de rolimã", lembra. "Eu tenho um pé na sapataria. Todo mundo tem um pouco, eu acho. Mas, no meu caso, minhas inspirações eram sempre masculinas: Bowie, Jagger..."
Depois que conheceu Roberto, sua feminilidade subiu para o primeiro plano --inclusive na música. "Comecei a passar batom, usar sutiã. Foi uma descoberta", afirma.
Junto, veio o sucesso popular. Todas as faixas desse álbum de 1979 emplacaram no rádio. Entre elas, "Mania de Você", "Doce Vampiro" e "Chega Mais". Era só o começo.
"Rita tinha constrangimento do sucesso", diz Roberto. Ela interrompe o marido: "Ainda acho que, em qualquer arte, tudo fica melhor se o artista tiver um pouquinho que seja de sofrimento, do lutar, daquela coisa romântica. Quando é muito dinheiro no banco, algo está errado para o artista".
Bem, 30 anos depois dessa guinada e tantos discos de ouro acumulados, Rita não é exatamente o que podemos chamar de pobretona. Como combustível para fazer música, diz não precisar mais desse "sofrimentozinho necessário". Agora, fala do mundo que vê.
"É uma coisa de idade. Você atinge essa serenidade de observar melhor", diz. "O jeito que eu via os meus meninos pequenininhos era bem diferente do jeito que vejo minha neta. Estou gostando mais agora."
Mutante
Ela conta que o corpo reclama um pouco, "principalmente meu fígado e minhas hérnias de disco". Mas faz semanalmente tratamento com medicina ortomolecular e tem sentido bons resultados.
"Estou ótima para 61 anos. Agora sou uma meditante. Em vez de mutante, meditante."
Nada mal para quem, aos 28, tinha certeza que estava no fim da vida. "Nossa, eu lembrava de quando era pequena e via minhas tias balzaquianas como se elas fossem seres pré-históricos. Quando fiquei trintona, quase pirei", conta. "Mas logo descobri que, depois dos 30, a gente libera geral e vai voltando, fica cada dia mais nova. Igual ao filme do Brad Pitt."
Garota de MS vence concurso mundial de beleza
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| Divulgação |
| A adolescente Liliana Baumgartener venceu o concurso Miss World Infanto-Juvenil 2009, realizado na República Dominicana e disputado por meninas de 28 países. |
Liliana é a atual Miss Brasil 2008 e para vencer o concurso, se vestiu com traje típico homenageando a cidade de Caarapó e o Brasil. Na prova de talento a garota fez uma apresentação de dança, onde homenageou o centenário de Carmem Miranda.
Durante três meses, a garota treinou diariamente. O empenho não foi em vão, pois garantiu à ela sua primeira faixa internacional, seguida das faixas de melhor traje típico e de vencedora do concurso, disputado por 28 países.
A modelo foi revelada através do projeto Modelo, coordenado pela promoter Edenir Vaz, de Amambai.
A representante de Caarapó contou com apoio da prefeitura de sua cidade, prefeitura de Itaipulândia (PR) e do Studio B, que viabilizaram recursos para sua participação na disputa internacional

