Foto:Veja
Cerca de mil armas, entre fuzis, metralhadoras e espingardas, foram apreendidas pelas forças policiais argentinas nesta quinta-feira (28). O arsenal que tinha destino o Brasil entraria no país pela cidade Pedro Juan Caballero (PY) que faz fronteira com o município de Ponta Porã em Mato Grosso do Sul.
A investigação envolveu a colaboração de autoridades da Argentina, em 52 endereços diferentes nas cidades de Buenos Aires, Córdoba, Rio Negro e Santiago Del Estero. Forças do Estados Unidos e Brasil também colaboraram na ação que prendeu 17 pessoas. As informações são da Veja Online.
Segundo fontes da Polícia Federal, há dois brasileiros do interior de São Paulo envolvidos com a quadrilha de tráfico internacional de armas. Um deles foi preso pela Polícia Civil e outro está solto. Eles teriam o registro regular de atirador esportivo, licença que é concedida pelo Exército brasileiro. Um deles já foi alvo de mandado de busca e apreensão expedido em novembro de 2018.
Conforme informações concedidas pela ministra de Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, as armas vinham em peças dos Estados Unidos e da Europa, eram montadas na Argentina e enviadas ao Paraguai. De lá, entrariam no Brasil pela cidade de Pedro Juan Caballero, que faz fronteira com Ponta Porã.
Além das armas foram apreendidas minas antitanque, granadas, visores noturnos e cerca de 30.000 munições, além de 166.000 dólares e 800.000 pesos argentinos em dinheiro.
OPERAÇÃO PALAK
A operação foi batizada de Palak, o nome do navio português que no fim de 2018 foi pego em Buenos Aires com contêineres carregados de armas – o ponto de partida das investigações.
Divulgação de acontecimentos culturais, na cidade de Campo Grande MS, e Estado, shows,teatro,cinemas.
sexta-feira, 28 de junho de 2019
Filme “Bohemian Rhapsody” faz mágica para música do Queen com disparada em vendas
Reuters
A banda britânica de rock Queen vendeu mais álbuns na América do Norte do que qualquer outro artista no primeiro semestre de 2019, à medida que as músicas de filmes e programas de televisão fazem os streamings e downloads subirem.
Um relatório de meio do ano da Nielsen Music divulgado nesta quinta-feira afirmou que a trilha sonora do musical “Bohemian Rhapsody”, que venceu quatro prêmios no Oscar, foi o título de rock de melhor venda nos primeiros seis meses de 2019, com a compilação “Greatest Hits 1”, do Queen, ficando em segundo lugar.
O Queen vendeu mais de 731 mil álbuns —mais do que qualquer outro artista— bem como músicas digitais, com mais de 1,3 milhão de downloads, segundo a Nielsen.
Em fevereiro, o Queen se tornou a primeira banda de rock a abrir a cerimônia do Oscar, em Hollywood, com uma performance ao vivo de “We Will Rock You” e “We Are the Champions”.
A performance de Lady Gaga e do ator e diretor Bradley Cooper nos palcos do Oscar de seu dueto “Shallow”, do filme “Nasce uma Estrela”, também fez as vendas aumentarem. A balada romântica teve 648 mil músicas digitais baixadas até agora no ano, de acordo com o relatório.
O filme biográfico de Elton John, “Rocketman”, levou a um ganho de 138% nas vendas de álbuns para o cantor e compositor britânico na primeira semana após o lançamento do filme nos cinemas, em 31 de maio.
A colaboração do rapper Post Malone com Swae Lee na música “Sunflower” foi para as paradas da Billboard Hot 100 em janeiro, após ser exibida no filme de animação “Homem-Aranha: No Aranhaverso”.
A música teve um aumento de 170% nas rádios, e o vídeo foi visto mais de 642 milhões de vezes no YouTube.
O relatório usou dados compilados pela Nielsen Music entre 4 de janeiro e 20 de junho.
A banda britânica de rock Queen vendeu mais álbuns na América do Norte do que qualquer outro artista no primeiro semestre de 2019, à medida que as músicas de filmes e programas de televisão fazem os streamings e downloads subirem.
Um relatório de meio do ano da Nielsen Music divulgado nesta quinta-feira afirmou que a trilha sonora do musical “Bohemian Rhapsody”, que venceu quatro prêmios no Oscar, foi o título de rock de melhor venda nos primeiros seis meses de 2019, com a compilação “Greatest Hits 1”, do Queen, ficando em segundo lugar.
O Queen vendeu mais de 731 mil álbuns —mais do que qualquer outro artista— bem como músicas digitais, com mais de 1,3 milhão de downloads, segundo a Nielsen.
Em fevereiro, o Queen se tornou a primeira banda de rock a abrir a cerimônia do Oscar, em Hollywood, com uma performance ao vivo de “We Will Rock You” e “We Are the Champions”.
A performance de Lady Gaga e do ator e diretor Bradley Cooper nos palcos do Oscar de seu dueto “Shallow”, do filme “Nasce uma Estrela”, também fez as vendas aumentarem. A balada romântica teve 648 mil músicas digitais baixadas até agora no ano, de acordo com o relatório.
O filme biográfico de Elton John, “Rocketman”, levou a um ganho de 138% nas vendas de álbuns para o cantor e compositor britânico na primeira semana após o lançamento do filme nos cinemas, em 31 de maio.
A colaboração do rapper Post Malone com Swae Lee na música “Sunflower” foi para as paradas da Billboard Hot 100 em janeiro, após ser exibida no filme de animação “Homem-Aranha: No Aranhaverso”.
A música teve um aumento de 170% nas rádios, e o vídeo foi visto mais de 642 milhões de vezes no YouTube.
O relatório usou dados compilados pela Nielsen Music entre 4 de janeiro e 20 de junho.
Fiocruz vai produzir antirretroviral para o SUS em agosto
Agência Brasil
A partir de agosto, o Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos/Fiocruz) vai produzir e fornecer para o Sistema Único de Saúde (SUS) o antirretroviral Duplivir, usado no tratamento de pessoas que vivem com o vírus HIV/Aids.
No início de junho, a instituição, ligada ao Ministério da Saúde, concluiu a produção de três lotes-piloto do medicamento, num total de 30 milhões de doses, já distribuídas para as unidades farmacêuticas. Até o fim do ano, serão produzidos em Farmanguinhos mais 75 milhões de comprimidos do Duplivir para o SUS.
A coordenadora de Desenvolvimento Tecnológico de Farmanguinhos, Alessandra Esteves, disse que a fabricação do medicamento pela instituição pública foi possível por um acordo de transferência de tecnologia com a fabricante nacional Blanver, no modelo chamado de Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP).
“O parceiro privado, nesse acaso a Blanver, transfere a tecnologia de produção, que a gente chama de reversa. A gente absorve primeiro a parte de embalagem, depois o controle de qualidade e por último a produção do medicamento em si, o que aconteceu agora em junho com os lotes pilotos”.
Ela explicou que, durante o período da transferência, que leva cinco anos, o parceiro privado tem a garantia do fornecimento do produto para o governo, já que o Farmanguinhos começa o processo adquirindo a expertise na embalagem do remédio produzido pelo parceiro, avançando para a análise e, apenas na última etapa, passa a dominar o processo completo da produção.
Com a etapa dos lotes-piloto concluída, Alessandra disse que o Farmanguinhos será incluído como local de fabricação do Duplivir pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O Duplivir reúne em um único comprimido dois princípios ativos, o fumarato de tenofovir desoproxila e a lamivudina, o que reduz a quantidade de comprimidos ingeridos diariamente e melhora a qualidade de vida do paciente, segundo Alessandra.
Programa
A coordenadora destacou que a produção nacional e pública fortalece o programa de HIV/Aids do Ministério da Saúde, que já é reconhecido internacionalmente.
“Nós somos uma fábrica pública de medicamentos, então é o próprio governo dominando a tecnologia de produção e atendendo a população do jeito que necessita. Além disso, a gente está impulsionando a economia local, com a questão da geração de emprego e renda. Com a nacionalização dos insumos ativos, a gente passa a dominar essa parte tecnológica no país. É uma questão importante, porque traz a soberania e a independência nacional”.
Segundo Alessandra, a demanda anual varia de 70 milhões a 150 milhões de unidades, e Farmanguinhos terá capacidade de suprir toda a necessidade do país. O medicamento tinha preço de mercado de R$ 3 por comprimido, com a parceria o valor caiu para R$ 1,90, o que representou, nos últimos cinco anos, uma economia de R$ 258 milhões para os cofres públicos.
Distribuição gratuita
O Brasil começou a distribuir gratuitamente os medicamentos antirretrovirais para as pessoas que vivem com HIV em 1996. Nem todos que são infectadas pelo vírus desenvolvem a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).
O último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde indica que foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791 casos de aids no Brasil em 2017. Desde o ano de 1980 até junho de 2018, foram detectados no país 982.129 casos de aids. O total de óbitos por aids em 2017 chegou a 11.463, o que representa uma queda de 15,8% desde 2014.
Casal capotou carro com mais de 400kg de maconha em Dourados
Por Adriano Moretto e Osvaldo Duarte
Devair Ferreira da Cruz, 24, morador no Maranhão e Ellen Soares da Silva, 20, residente em Cuiabá (MT), ocupavam o Peugeot que capotou na tarde de quinta-feira (27/9), às margens da BR-163, em Dourados, ao tentar fugir de abordagem da PRF (Polícia Rodoviária Federal).
No veículo foram encontrados 501 tabletes de maconha, totalizando 426 quilos da droga. O entorpecente, segundo o rapaz, seria levado até Goiânia (GO) e pelo transporte, receberia R$ 10 mil.
Conforme apurado pelo Dourados News, policiais deram ordem de parada ao motorista próximo ao posto de fiscalização, na BR-163, porém, ele empreendeu fuga.
Houve perseguição e ele acabou perdendo controle de direção, capotando o carro próximo a Vila São Pedro.
No acidente, Ellen precisou ser encaminhada à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) para ser medicada. Ao ser encaminhada até a delegacia posteriormente, não explicou o que fazia no carro.
Já Devair contou ter conhecido ela ‘por acaso’ e que pegou o entorpecente em Ponta Porã para levar até a Capital goiana.
Ambos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas no 1º Distrito Policial
Com oito duplas, Brasil exibe confiança para o Mundial de Vôlei de Praia
Estadão
Representado por oito duplas, o Brasil entra confiante no Mundial de Vôlei de Praia para tentar manter a hegemonia das equipes nacionais. O evento começa nesta sexta-feira, em Hamburgo, na Alemanha, com transmissão dos canais SporTV, e terá a presença de 96 times. Levando-se em consideração o masculino e o feminino, o Brasil soma 31 medalhas (12 de ouro, 9 de prata e 10 de bronze) na competição em 11 edições realizadas.
Neste ano, vão representar o País no evento que tem premiação total de US$ 1 milhão (R$ 3,83 milhões): Alison/Álvaro Filho, André Stein/George, Evandro/Bruno Schmidt e Pedro Solberg/Vitor Felipe no masculino, e Ágatha/Duda, Ana Patrícia/Rebecca, Carol Solberg/Maria Elisa e Fernanda Berti/Bárbara Seixas no feminino. As parcerias vão em busca dos 1.000 pontos no ranking olímpico para o campeão.
A pontuação é importante para a classificação para os Jogos de Tóquio-2020. No momento, Evandro/Bruno Schmidt lideram a disputa brasileira no masculino com 3.040 pontos, enquanto no feminino a dianteira está com Ana Patrícia/Rebecca, também com 3.040 pontos Pelas regras da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), na Olimpíada cada país poderá ter apenas duas duplas em cada naipe
"Será minha primeira participação no Mundial e da minha parceira também. Acredito que chegou em um momento muito bacana, que coroou tudo de bom que viemos fazendo nesta temporada. A expectativa é de fazer um bom torneio e continuar aprendendo, absorvendo experiência, que é o que mais tenho feito ao longo das últimas competições. O vôlei de praia brasileiro é muito forte, termos a capacidade de conseguir uma das vagas e estar aqui me deixa muito feliz, e querendo mais", comentou Ana Patricia.
Apesar da liderança nacional entre as mulheres, ela sabe que as adversárias podem se aproximar. Ágatha e Duda, por exemplo, estão com 2.880 pontos e são consideradas uma grande força. Já Maria Elisa e Carol esperam aproveitar a competição para melhorar sua pontuação, que no momento é 2.160. "Já cheguei duas vezes na semifinal e agora espero conseguir chegar ainda mais longe com a Carol. Estamos evoluindo e teremos uma boa oportunidade de crescer ainda mais", explicou Maria Elisa.
Ela já conquistou duas medalhas de bronze em outras edições e tem larga experiência na competição. "O Mundial é um torneio longo e um pouco diferente das etapas do Circuito Mundial. Por termos um dia de descanso, temos mais tempo para recuperar nosso físico, trabalhar nos pontos que não funcionaram e traçar uma boa estratégia tática. Mas é claro que todo os times possuem a mesma vantagem. Então não tem muito mistério. Com exceção dos times africanos, já conhecemos nossas adversárias e precisamos entrar focadas para estabelecer o nosso ritmo de jogo", afirmou
No masculino, Evandro e Bruno Schmidt já foram campeões mundiais, mas separadamente. O primeiro ganhou em 2017, na última edição. Na anterior, foi Bruno quem subiu ao lugar mais alto do pódio, em 2015. "Ainda estamos atrás de nosso principal objetivo e não estamos satisfeitos. Sabemos que precisamos melhorar, mas já estamos vendo onde nosso time pode ir, pois a evolução tem sido contínua", comentou Bruno.
A dupla tem quase mil pontos de distância sobre Alison/Álvaro Filho e Pedro Solberg/Vitor Felipe, que estão com 2.080. Para carimbar o passaporte do País para Tóquio existem quatro maneiras: ganhar o Mundial, ser finalista do classificatório olímpico (na China), estar entre as 15 melhores duplas do ranking ou vencer uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa).
O experiente Alison acumula duas medalhas de ouro (com Emanuel, em 2011, e com Bruno Schmidt, em 2015) e uma de prata (com Harley, em 2009) no Mundial. Sua parceria com Álvaro Filho é recente, mas ele espera fazer um bom papel na Alemanha.
"Álvaro e eu temos bons resultados em Mundiais, nós gostamos de jogar esses torneios e estamos confiantes de que vamos nos sair bem. O torneio pode definir muita coisa em relação à corrida olímpica. Todas as duplas têm basicamente a mesma pontuação, então se uma terminar muito à frente das outras ela poderá ficar com a classificação bem encaminhada", avisou o Mamute.
MotoGP: Lorenzo é levado para o hospital após acidente em treino livre na Holanda
Motor Sport Foto:Motorsport
Piloto da Honda e tricampeão da categoria, espanhol caiu na curva 7 em Assen, na Holanda, e relatou dores no peito e nas costas
Foto:Motorsport
Jorge Lorenzo foi levado para o hospital depois de sofrer acidente no primeiro treino livre da MotoGP em Assen, tendo relatado dor no peito e nas costas. O espanhol caiu no final do treino na curva 7 e só conseguiu sair do local com o apoio dos fiscais e, em seguida, uma ambulância levou-o para a clínica.
O tricampeão também sofreu um grande acidente no teste pós-corrida em Barcelona, onde sua moto acabou na barreira de pneus. O piloto da Honda machucou as costas naquele acidente. Ele sentiu dores no mesmo lugar no acidente desta sexta-feira na Holanda, além do desconforto no peito. Lorenzo foi então levado ao hospital para passar por exames e garantir que não sofreu ferimentos graves.
O chefe da equipe Honda, Alberto Puig, disse: "O problema é que essa queda agrava um pouco mais sua condição física, que já estava um pouco precária após a queda no teste de Montmeló. O acidente foi grande, ele sofreu um golpe no peito e nas costas. O motivo da transferência para o hospital é simplesmente descartar possíveis lesões em outros órgãos".
Lorenzo recebeu um novo pacote aerodinâmico e também um chassi reforçado com carbono para Assen, mas ele estava em 18º no momento do acidente
Piloto da Honda e tricampeão da categoria, espanhol caiu na curva 7 em Assen, na Holanda, e relatou dores no peito e nas costas
Foto:Motorsport
Jorge Lorenzo foi levado para o hospital depois de sofrer acidente no primeiro treino livre da MotoGP em Assen, tendo relatado dor no peito e nas costas. O espanhol caiu no final do treino na curva 7 e só conseguiu sair do local com o apoio dos fiscais e, em seguida, uma ambulância levou-o para a clínica.
O tricampeão também sofreu um grande acidente no teste pós-corrida em Barcelona, onde sua moto acabou na barreira de pneus. O piloto da Honda machucou as costas naquele acidente. Ele sentiu dores no mesmo lugar no acidente desta sexta-feira na Holanda, além do desconforto no peito. Lorenzo foi então levado ao hospital para passar por exames e garantir que não sofreu ferimentos graves.
O chefe da equipe Honda, Alberto Puig, disse: "O problema é que essa queda agrava um pouco mais sua condição física, que já estava um pouco precária após a queda no teste de Montmeló. O acidente foi grande, ele sofreu um golpe no peito e nas costas. O motivo da transferência para o hospital é simplesmente descartar possíveis lesões em outros órgãos".
Lorenzo recebeu um novo pacote aerodinâmico e também um chassi reforçado com carbono para Assen, mas ele estava em 18º no momento do acidente
Hamilton bate Vettel no 1º treino livre para o GP da Áustria de F1
Motor sport Images:Motorsport
Piloto britânico deu sequência ao domínio da Mercedes no circuito de Spielberg, superando o rival alemão da Ferrari
No primeiro treino livre para o GP da Áustria de Fórmula 1, deu a lógica: Lewis Hamilton colocou a Mercedes na liderança mais uma vez. Com o tempo de 1min04s838, o pentacampeão liderou a sessão prática inaugural em Spielberg nesta sexta-feira.
O piloto britânico do carro #44 superou o rival Sebastian Vettel, alemão da Ferrari, por 0s144 para ficar na ponta da tabela de tempos no Red Bull Ring. Já o finlandês Valtteri Bottas completou os três primeiros a bordo da outra Mercedes.
O outro piloto da Ferrari, o monegasco Charles Leclerc, ficou em quarto na pista austríaca. Logo após, veio a dupla da Red Bull, que corre em casa: o holandês Max Verstappen foi o quinto, seguido pelo companheiro francês Pierre Gasly, pressionado por bons resultados.
Sexto colocado no GP da França, o espanhol Carlos Sainz voltou a colocar a McLaren como 'melhor do resto', ocupando o sétimo posto em Spielberg. Logo em sequência, veio um carro que ameaça a posição da escuderia britânica: o australiano Daniel Ricciardo levou a Renault ao oitavo lugar.
O nono colocado foi o dinamarquês Kevin Magnussen, da Haas. Já o novato Lando Norris, britânico da McLaren, completou os 10 primeiros no TL1. Na parte de trás do grid, os dois carros da Williams voltaram a ocupar a última fila: o novato inglês George Russell foi o 19º e o polonês Robert Kubica o 20º.
A três minutos do fim do treino de 1h30min, o alemão Nico Hulkenberg passou por solavanco de uma zebra, quebrou parte da asa dianteira e fez com que a sessão fosse encerrada com bandeira vermelha no circuito austríaco.
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