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quinta-feira, 1 de agosto de 2019
Fifa aprova por unanimidade a expansão do Mundial Feminino de 24 para 32 seleções
Estadão
A Fifa anunciou nesta quarta-feira, depois da aprovação por unanimidade de seu Conselho, que se reuniu remotamente, a expansão do Mundial Feminino de 24 para 32 seleções, com efeito a partir da próxima edição do torneio, marcado para 2023. A mudança faz parte dos planos do presidente da entidade, o suíço Gianni Infantino, anunciados depois da realização da competição na França, encerrada no último dia 7.
"O sucesso surpreendente da Copa do Mundo Feminina da FIFA deste ano na França deixou muito claro que este é o momento de manter o ritmo e tomar medidas concretas para promover o crescimento do futebol feminino. Fico feliz em ver essa proposta - a primeira de várias - se tornando uma realidade", disse Infantino, nesta quarta-feira, no comunicado oficial emitido pela Fifa.
"A expansão vai muito além das oito equipes participantes adicionais. Isso significa que, a partir de agora, dezenas de outras associações organizarão o programa de futebol feminino sabendo que têm uma chance realista de se classificar. A Copa do Mundo Feminina da FIFA é o gatilho mais poderoso para a profissionalização do futebol feminino, mas acontece apenas uma vez a cada quatro anos e é apenas o topo de uma pirâmide muito maior", completou o dirigente.
O Mundial de 2023 ainda não tem sede definida. Como o processo de escolha já estava em andamento - nove candidaturas, incluindo a do Brasil, tinham até 4 de outubro deste ano para apresentar seus projetos -, a Fifa liberou a inclusão de novos concorrentes e aumentou o prazo para a adequação das propostas já existentes para um número maior de participantes.
A partir de agora, novas candidaturas e a confirmação das antigas devem ser feitas até o final de agosto. Depois disso, o prazo para o envio das propostas foi estendido para o mês de dezembro. Em 2020, a Fifa publicará o relatório de avaliação em abril e anunciará a candidatura vencedora no mês seguinte.
Na edição recém finalizada, os Estados Unidos se tornaram tetracampeões mundiais ao derrotarem a Holanda na final, em Lyon, por 2 a 0. A Suécia ficou com o terceiro lugar e o Brasil foi eliminado nas oitavas de final pela anfitriã França.
Julho encerra com preços do milho 6,51% menores
Por: AGROLINK -Leonardo Gottems
A pesquisa diária do Cepea apontou nova queda de 0,89% nos preços médios pagos na região de Campinas, principal praça de referência do país, para R$ 36,32/saca. No mês de julho, que se encerrou na última quarta-feira (31.07), os preços caíram nada menos que 6,51%, apontou a T&F Consultoria Agroeconômica.
“Vendedores continuam segurando o milho no silo para venda no spot, seja para exportação ou para o mercado interno. Com isso, têm saído apenas lotes pontuais, já que as cotações não alcançam os patamares pretendidos pelos produtores. Além disso, boa parte da safra de inverno, em plena colheita, já foi vendida antecipadamente e produtor aproveita para especular com o grão armazenado”, explica o analista da T&F, Luiz Pacheco.
De acordo com ele, a ponta compradora, por sua vez, adquire milho apenas em caso de necessidade, em pequenas quantidades e, sobretudo, para o mercado interno, tentando evitar uma escalada de preços: “Contudo, mesmo com a cautela da agroindústria em adquirir grandes lotes os preços devem continuar a subir, em função da quebra da safra de milho nos Estados Unidos”.
Os preços oferecidos pela exportação, para vendedores distantes 600 km do porto, recuaram para R$ 31,35 (32,16 do dia anterior) para setembro; R$ 33,65 (34,46) para dezembro e R$ 34,80 (35,56) para março de 2020. Mesmo subindo o dólar não estimulou as vendas. Já os milhos importados do Paraguai chegariam ao Oeste do Paraná ao redor de R$ 32,98 (32,75 anterior); ao Oeste de Santa Catarina ao redor de R$ 36,20 (35,95) e ao Extremo Oeste de SC ao redor de R$ 35,74 (35,49)/saca.
A pesquisa diária do Cepea apontou nova queda de 0,89% nos preços médios pagos na região de Campinas, principal praça de referência do país, para R$ 36,32/saca. No mês de julho, que se encerrou na última quarta-feira (31.07), os preços caíram nada menos que 6,51%, apontou a T&F Consultoria Agroeconômica.
“Vendedores continuam segurando o milho no silo para venda no spot, seja para exportação ou para o mercado interno. Com isso, têm saído apenas lotes pontuais, já que as cotações não alcançam os patamares pretendidos pelos produtores. Além disso, boa parte da safra de inverno, em plena colheita, já foi vendida antecipadamente e produtor aproveita para especular com o grão armazenado”, explica o analista da T&F, Luiz Pacheco.
De acordo com ele, a ponta compradora, por sua vez, adquire milho apenas em caso de necessidade, em pequenas quantidades e, sobretudo, para o mercado interno, tentando evitar uma escalada de preços: “Contudo, mesmo com a cautela da agroindústria em adquirir grandes lotes os preços devem continuar a subir, em função da quebra da safra de milho nos Estados Unidos”.
Os preços oferecidos pela exportação, para vendedores distantes 600 km do porto, recuaram para R$ 31,35 (32,16 do dia anterior) para setembro; R$ 33,65 (34,46) para dezembro e R$ 34,80 (35,56) para março de 2020. Mesmo subindo o dólar não estimulou as vendas. Já os milhos importados do Paraguai chegariam ao Oeste do Paraná ao redor de R$ 32,98 (32,75 anterior); ao Oeste de Santa Catarina ao redor de R$ 36,20 (35,95) e ao Extremo Oeste de SC ao redor de R$ 35,74 (35,49)/saca.
Mega-Sena acumula e vai pagar R$ 26 milhões no sábado
O concurso 2.174 da Mega-Sena não teve acertadores nos seis números sorteados nesta quarta-feira (31): 10, 15, 34, 36, 56 e 60.
O prêmio ficou acumulado para o sorteio do concurso 2.175, que ocorre no sábado (3). A estimativa é que o prêmio chegue a R$ 26 milhões.
A Quina (5 números acertados) teve 52 apostas ganhadoras, com R$ 38,25 mil para cada uma delas.
A Quadra, (4 acertos), registrou 3.892 apostas ganhadoras, cabendo a cada uma delas R$ 730,10.
As informações são do site da Caixa Econômica Federal.
Transações com criptomoedas devem ser declaradas ao Fisco
Agência Brasil Foto:Divulgação
Começa a valer a partir de hoje (1º) a obrigatoriedade de prestação de informações à Receita Federal sobre operações de compra e venda envolvendo moedas virtuais (criptomoedas ou criptoativos). A mais famosa delas é o Bitcoin. A medida vale para empresas, pessoas físicas e corretoras que usam esse sistema de transações financeiras.
As regras para essa prestação de contas estão definidas na Instrução Normativa RFB 1.888/2019. As informações sobre cada transação deverão ser registradas mensalmente. Por isso, o primeiro registro será realizado em setembro, com base nos dados de agosto.
A norma estabelece que as informações sobre as transações deverão ser prestadas com a utilização do sistema Coleta Nacional, disponibilizado por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC).
Dois atos declaratórios executivos (ADEs) da Coordenação-Geral de Programação e Estudos (Copes) foram publicados em junho. Eles trazem os manuais de orientação do layout e de preenchimento do sistema relativas às operações realizadas com criptoativos.
Segundo a norma, as informações deverão ser prestadas sempre que o valor mensal das transações, isolado ou conjuntamente, ultrapassar R$ 30 mil, e inclui todo tipo de operação, como compra e venda, permuta, doação, transferência de criptoativo, entre outras.
Moedas digitais
Segundo a Receita Federal, o mercado de moedas digitais no Brasil possui mais investidores que a Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que têm cerca de 800 mil pessoas cadastradas. Além disso, esse mercado movimentou, apenas em 2018, mais de R$ 8 bilhões no país.
A coleta de informações sobre esse tipo de operação é uma tendência mundial e, segundo a Receita Federal, se intensificou em vários países após ação de grupos que estariam se utilizando do sistema para a prática de crimes como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e financiamento do tráfico de drogas e armas.
Pelas regras, as informações deverão ser transmitidas à Receita Federal até as 23h59min59s, horário de Brasília, do último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorreu o conjunto de operações realizadas com criptoativos. Ou seja, as informações do mês de agosto serão prestadas até o último dia útil de setembro e assim sucessivamente.
As penalidades pela não prestação das informações são multas que variam de R$ 100 a R$ 500 ou de 1,5% até 3% do valor da operação não-informada.
Banco central americano reduz taxa básica de juros
Agência Brasil Foto: Divulgação
O banco central dos Estados Unidos – Federal Reserve, ou FED – anunciou uma redução da taxa básicas de juros do país em 0,25% ponto percentual, para um patamar de 2% a 2,25%. Esse foi o primeiro corte na taxa desde 2008.
O banco central americano alegou ontem (31) que a atividade econômica continua sólida nos EUA, mas reconheceu as incertezas provocadas pelas tensões comerciais internacionais e o fraco panorama da economia mundial. A queda dos juros foi decidida por um placar de oito votos a favor e dois contra entre os membros do FED.
"Vamos deixar claro: não é o começo de uma longa série de cortes da taxa", afirmou o presidente do FED, Jerome Powell, decepcionando o mercado que aguardava um longo período de baixas. Ele disse, porém, que também não significa que haverá apenas uma redução.
Os dados macroeconômicos mais recentes apontam uma desaceleração dos EUA, assim como de Europa e China. A economia americana se desacelerou no segundo trimestre, segundo o primeiro cálculo oficial, ao registrar um crescimento de 2,1% no período de 12 meses. No primeiro trimestre, a alta havia sido de 3,1%.
Já a inflação caiu dois décimos percentuais em junho, para 1,6%, considerando o acumulado nos últimos 12 meses. Com isso, permanece abaixo da meta estipulada pelo FED, de 2% anual.
Nos últimos meses, o presidente americano, Donald Trump, vinha criticando severamente o banco central e cobrando uma redução dos juros.
O banco central dos Estados Unidos – Federal Reserve, ou FED – anunciou uma redução da taxa básicas de juros do país em 0,25% ponto percentual, para um patamar de 2% a 2,25%. Esse foi o primeiro corte na taxa desde 2008.
O banco central americano alegou ontem (31) que a atividade econômica continua sólida nos EUA, mas reconheceu as incertezas provocadas pelas tensões comerciais internacionais e o fraco panorama da economia mundial. A queda dos juros foi decidida por um placar de oito votos a favor e dois contra entre os membros do FED.
"Vamos deixar claro: não é o começo de uma longa série de cortes da taxa", afirmou o presidente do FED, Jerome Powell, decepcionando o mercado que aguardava um longo período de baixas. Ele disse, porém, que também não significa que haverá apenas uma redução.
Os dados macroeconômicos mais recentes apontam uma desaceleração dos EUA, assim como de Europa e China. A economia americana se desacelerou no segundo trimestre, segundo o primeiro cálculo oficial, ao registrar um crescimento de 2,1% no período de 12 meses. No primeiro trimestre, a alta havia sido de 3,1%.
Já a inflação caiu dois décimos percentuais em junho, para 1,6%, considerando o acumulado nos últimos 12 meses. Com isso, permanece abaixo da meta estipulada pelo FED, de 2% anual.
Nos últimos meses, o presidente americano, Donald Trump, vinha criticando severamente o banco central e cobrando uma redução dos juros.
Governo diz ter aplicado R$ 155 milhões em obras de infraestrutura em MS
(Foto: Saul Schramm)
O governo de Reinaldo Azambuja (PSDB) diz ter investido mais de R$ 155 milhões em obras de infraestrutura com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul), durante o primeiro semestre deste ano.
Do total dos recursos aplicados, a maior parte (71%) foi destinada para restauração, manutenção, pavimentação e implantação de rodovias, seguido por pavimentação asfáltica e drenagem urbana (21%) além da reforma e manutenção de pontes (8%).
O balanço de destinação dos recursos, apresentado na última reunião do Conselho de Administração do Fundersul (em 25.7), reforça que o Governo do Estado tem priorizado os investimentos na manutenção da infraestrutura rodoviária – estradas e pontes, garantindo trafegabilidade em qualquer época do ano e, principalmente, o escoamento da produção de matéria prima e industrializados – de acordo com principal objetivo do fundo.
“Atuamos com três frentes prioritárias: pavimentação e manutenção das rodovias, construção de pontes e a restauração com revestimento primário das rodovias do Pantanal. Com as novas fronteiras agrícolas, a tendência da pecuária é se concentrar cada vez mais na região pantaneira, por isso estamos trabalhando com afinco na região”, destacou o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Murilo Zauith.
Dentre as obras ainda em execução que receberam recursos do fundo até o segundo trimestre destacam-se a pavimentação, restauração e drenagem urbana de 31 municípios; pavimentação de 42km da MS 379 (Laguna Carapã); pavimentação e drenagem de 32km da MS 223 (trecho de Costa Rica a Figueirão); implantação e pavimentação de 18km da MS 450 (Aquidauana – trecho Palmeiras/ Piraputanga/ Camisão), pavimentação da MS 258 (Sidrolândia) e implantação e encascalhamento de 65 km das MS-228 e MS-423, em Corumbá.
“O Fundersul é a principal fonte de arrecadação para investimento na infraestrutura do nosso Estado, por isso ele é essencial”, ressalta o superintendente de Planejamento e Gestão de Obras Públicas da Seinfra, Paulo Cesar Limão Montilha.
A análise técnica e parecer da Prestação de Contas referentes às obras e serviços executados no segundo trimestre com recursos do Fundo foram entregues ao governador para análise. Da governadoria, a documentação seguirá para a Assembleia Legislativa para aprovação e publicação.
O governo de Reinaldo Azambuja (PSDB) diz ter investido mais de R$ 155 milhões em obras de infraestrutura com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul), durante o primeiro semestre deste ano.
Do total dos recursos aplicados, a maior parte (71%) foi destinada para restauração, manutenção, pavimentação e implantação de rodovias, seguido por pavimentação asfáltica e drenagem urbana (21%) além da reforma e manutenção de pontes (8%).
O balanço de destinação dos recursos, apresentado na última reunião do Conselho de Administração do Fundersul (em 25.7), reforça que o Governo do Estado tem priorizado os investimentos na manutenção da infraestrutura rodoviária – estradas e pontes, garantindo trafegabilidade em qualquer época do ano e, principalmente, o escoamento da produção de matéria prima e industrializados – de acordo com principal objetivo do fundo.
“Atuamos com três frentes prioritárias: pavimentação e manutenção das rodovias, construção de pontes e a restauração com revestimento primário das rodovias do Pantanal. Com as novas fronteiras agrícolas, a tendência da pecuária é se concentrar cada vez mais na região pantaneira, por isso estamos trabalhando com afinco na região”, destacou o vice-governador e secretário de Infraestrutura, Murilo Zauith.
Dentre as obras ainda em execução que receberam recursos do fundo até o segundo trimestre destacam-se a pavimentação, restauração e drenagem urbana de 31 municípios; pavimentação de 42km da MS 379 (Laguna Carapã); pavimentação e drenagem de 32km da MS 223 (trecho de Costa Rica a Figueirão); implantação e pavimentação de 18km da MS 450 (Aquidauana – trecho Palmeiras/ Piraputanga/ Camisão), pavimentação da MS 258 (Sidrolândia) e implantação e encascalhamento de 65 km das MS-228 e MS-423, em Corumbá.
“O Fundersul é a principal fonte de arrecadação para investimento na infraestrutura do nosso Estado, por isso ele é essencial”, ressalta o superintendente de Planejamento e Gestão de Obras Públicas da Seinfra, Paulo Cesar Limão Montilha.
A análise técnica e parecer da Prestação de Contas referentes às obras e serviços executados no segundo trimestre com recursos do Fundo foram entregues ao governador para análise. Da governadoria, a documentação seguirá para a Assembleia Legislativa para aprovação e publicação.
Prefeitura oferece vagas em cursos de capacitação gratuitos
Prefeitura de Campo Grande está com inscrições abertas em cursos de capacitação gratuitos, voltados a jovens de 15 a 29 anos, por meio do Programa Telecentro 2.0.
Cursos são ministrados nos períodos matutino, vespertino e noturno, de segunda a sexta-feira, podendo o aluno escolher o melhor horário que se encaixe na sua rotina.
Segundo o subsecretário de Políticas para a Juventude, Maicon Nogueira, o Programa oferece capacitação técnica para jovens que procuram o primeiro emprego e precisam de conhecimento básico para concorrer a uma vaga no mercado de trabalho
Para realizar a inscrição, o interessado deve ligar para o telefone (67) 3314-3577 ou comparecer na sede da subsecretaria, localizada na Rua 15 de Novembro, 532 – Centro.
Confira o Cronograma:
05/8 a 09/8 – Vendas e Telemarketing
12/8 a 16/8 – Office Excel básico e intermediário
19/8 a 23/8 – Introdução à Informática e Power Point
27/8 a 30/8 – Auxiliar Administrativo
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