domingo, 2 de agosto de 2015

Ronda nocauteia brasileira em 34s

Folhapress                     Foto: André Durão/G1

A americana Ronda Rousey prometeu que humilharia a brasileira Bethe Correia por todas as provocações que ela fez nos últimos meses. E foi o que ela fez neste domingo (2), na Arena da Barra, no Rio de Janeiro.

Após tanto tempo de "trash talk" e de divulgação da luta, Ronda não gastou mais de 34 segundos para acertar uma sequência fulminante de socos e cotoveladas que fizeram com que Bethe desabasse com o rosto contra o chão do octógono. Seu cinturão das pesos-galo do UFC quase não correu risco.
Ao entrar na arena, a americana foi vaiada em coro pelo público, que cantava "uh, vai morrer". Após sua vitória, o público começou a cantar "olê, olá, Ronda, Ronda".

O nocaute que Ronda impôs à paraibana teve um requinte de crueldade: foi no estilo em que a rival é melhor, a trocação. A americana havia vencido nove de suas 11 lutas com chaves de braço, enquanto Bethe dizia que escaparia delas com socos na cara.

Na primeira troca de socos de ambas, Ronda levou a adversária à grade, aplicou o clinche, esquivou e a derrubou com socos diretos e cruzados no rosto.

Atordoada, Bethe precisou de ajuda para se sentar no banquinho.

A luta adquiriu um caráter pessoal para a campeã após comentário da brasileira em maio, que desejou que ela "não se matasse" após uma eventual derrota. Ronda entendeu isso como uma referência ao suicídio de seu pai, e disse que as provocações da brasileira tinham ido longe demais. Bethe pediu desculpas, que não foram aceitas.

"Eu espero que ninguém fale mais de família. Espero que esta tenha sido a última vez", disse Ronda após a vitória.

Enquanto a paraibana deixava o octógono com os olhos marejados, Ronda chorava de alegria diante da mudança de humor do público brasileiro.

"I love you Brazil [te amo, Brasil]", disse Ronda, medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2007 na cidade brasileira.

Em biografia Uracch revela nome de guerra e relembra época de prostituição

Correio24horas

A apresentadora Andressa Urach conta detalhes de sua vida na biografia "Morri para Viver". Ela diz que foi uma das garotas de programas mais caras do país, usando o "nome de guerra" Ímola.
Os detalhes da prostituição de luxo incluem clientes, além de jogadores de futebol e artistas, até religiosos.

Urach divulgou a capa e contracapa do livro na sexta-feira (31). O autor da obra é o vice-presidente de jornalismo da Record, Douglas Tavolaro - a apresentadora tem contrato com a emissora. O livro será lançado este mês.

"Confesso que foi preciso coragem para contar tudo. Venci a vergonha de um passado sujo para tentar estender a mão para quem se considera em um beco sem saída", escreveu Urach na rede social Instagram.

A biografia ainda trará detalhes sobre os procedimentos de Andressa com hidrogel, que a levaram a uma internação e quase morte no ano passado. "A inacreditável experiência de quase morte no coma. Os dias de internação no limite da vida. A sobrevivência e sua jornada em busca de redenção", diz um trecho da contracapa.

Outro assunto abordado foi o convívio com um pedófilo em sua infância. 

Bug descoberto em Android pode afetar 1 bilhão de telefones

Correio24horas

Um bug descoberto no sistema operacional Android pode deixar cerca de 1 bilhão de telefones vulneráveis a ataques de hackers. O problema foi descoberto por pesquisadores e ocorria toda vez uma foto, mensagem ou vídeo era enviado para outro smartphone. O Google afirma que já corrigiu o erro, mas que milhares de usuários ainda precisam atualizar o software.

Ainda segundo os pesquisadores, a falha é extremamente perigosa e possibilitava que hackers enviassem um código através de uma mensagem multimídia e conseguiria ter acesso ao Stagefright, serviço dentro dentro do Android. Após a ativação, o Stagefright permitiria o uso de aplicativos e funções do celular, como a câmera, sem a permissão do usuário. 

"Estas vulnerabilidades são extremamente perigosas pois não precisam de nenhuma ação da vítima para serem exploradas", escreveram os pesquisadores, da companhia americana especializada em segurança Zimpherium.

"Esta vulnerabilidade foi identificada em um ambiente de laboratório (usando) dispositivos com Android mais velhos e, até onde sabemos, ninguém foi afetado", informou o Google. A empresa disse ainda que vai disponibilizar mecanismos de proteção em código aberto. 

Brasil está acima da média nas compras online via smartphones

Agência Brasil

Com cada vez mais utilidades e aplicativos, os celulares do tipo smartphone têm sido sido uma alternativa também para fazer compras online. É o que mostra uma pesquisa divulgada pelo site de compras coletivas Groupon.  De acordo com o levantamento, que ouviu 6 mil pessoas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, a média de compras online por dispositivos móveis nesses cinco países em conjunto é de 15,6%.

Individualmente, o Brasil está acima da média e tem a maior proporção de compras por celular entre os países avaliados. O índice de compras feitas por smartphone entre os entrevistados brasileiros é 20,6%. No México, que ocupa o segundo lugar, a frequência das compras online pelo celular fica em 19,7%. Na Colômbia, é 17,2% e no Chile, 12,8%. A Argentina registrou o menor índice: 8%.

Mesmo se tornando populares, as compras por smartphone ainda perdem para as transações via computador pessoal. A média das compras por computador nos cinco países pesquisados é 78,7%. No Brasil, os usuários preferem o computador em 73,8% das ocasiões. O país fica atrás da Argentina, com 88,5% e do Chile, com 82,7%. Mas à frente de Colômbia, com 77,2% e México, com 71,4%.

O especialista em segurança da informação João Gondim, professor do Departamento de Computação da Universidade de Brasília, considera natural que o celular tenha se tornado uma opção para as compras. No entanto, ele alerta para o fato de que a plataforma é menos segura que o computador. “Você tem uma profusão de aplicativos e grande parte não tem mecanismos de segurança. Não tenho notícia de fraude em compras de celular, mas de forma geral é uma exposição maior”, avalia. Para ele, a segurança menor tem relação com a difusão recente dos smartphones.

"O computador acaba sendo um pouco mais seguro na medida em que tem uma série de práticas consolidadas. A maioria das pessoas vê um smartphone como um telefone”, comenta. Para ele, se o uso do celular para transações online de fato se consolidar, os aparelhos podem se tornar mais seguros. “É uma questão de maturidade dos aplicativos e como são incluídos nos aparelhos”, diz, ressaltando que o usuário também deve tomar cuidados. “Conheço pouquíssimas pessoas que têm antivírus no celular”, destaca.

A pesquisa divulgada pelo Groupon trouxe ainda outras informações sobre os consumidores da internet. Segundo o estudo, no Brasil, o motivo para compras online citado com mais frequência foram os preços mais atrativos, para 76,6% dos entrevistados. Em segundo lugar, com 63,5%, ficaram a praticidade e a conveniência. Em terceiro (52,9%), a facilidade e, em quarto (44,7%), a possibilidade de encontrar todo tipo de produto. Variedade e segurança tiveram, respectivamente, 30,4% e 22% das menções.

O levantamento mostrou também que os usuários estão se sentindo mais seguros para fazer compras online. No Brasil, um total de 37,8% se sente muito mais seguro do que há cinco anos, enquanto 39,45% se sentem um pouco mais seguros. Um percentual de 10,3% fazem de 71% a 80% de suas compras pela rede mundial de computadores. Só 2,4% fazem de 91% à totalidade de suas compras online. Por fim, 28,6% compram online uma vez por ano e 28,7% compram mensalmente.

Protocolo de Paris será o maior acordo climatico domundo


Agência Brasil

Há pouco mais de 100 dias para o início da 21ª Conferência das Partes da COP21 (Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que ocorrerá entre 30 de novembro e 11 de dezembro próximo, em Paris, na França, a perspectiva é de assinatura do maior acordo climático do mundo. O Protocolo de Paris vai substituir o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em fevereiro de 2005. Mas ao contrário do acordo anterior, que tinha metas específicas para um grupo de menos de 40 países desenvolvidos, o Protocolo de Paris será um acordo global que envolverá mais de 190 países que fazem parte da Convenção do Clima da ONU (Organização das Nações Unidas).

Para o coordenador do Observatório do Clima, rede de organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais que atuam na agenda climática brasileira, André Ferretti, a realidade do mundo mudou bastante de lá para cá. “Muitos países que naquela época tinham um papel bem menor nas emissões globais assumiram posições de mais emissões – como a China – e a economia dos países emergentes evoluiu na economia global em relação ao que ocorria nos anos de 1990. Isso por si só já exige novas formas de tratar da questão”, disse.

O novo acordo será uma espécie de guia de desenvolvimento para o futuro. Ferretti explicou que, por mais que se trate o protocolo como uma discussão ambiental, ele é, na verdade, uma discussão de desenvolvimento, já que vai estabelecer parâmetros para os países signatários seguirem durante as próximas décadas, “até a metade do século, pelo menos”. O intuito é estabilizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), “para que, ao final do século, não ultrapasse aquecimento superior a 2 graus Celsius (°C) em relação ao que havia no período pré-industrial”.

O coordenador do Observatório do Clima disse que a temperatura da Terra já subiu cerca de 0,8% desde a revolução industrial até hoje. “Estamos falando de um máximo de 1,2 graus. Acima disso, as consequências poderiam ser desastrosas para a humanidade”. Cientistas alertam que nem a espécie humana, nem muitas espécies de animais e plantas passaram por uma temperatura média tão alta. “Então, os riscos são muito maiores”.

Por essa razão, Ferretti afirmou que os países precisam entrar em um acordo. Eles devem apontar medidas domésticas que pretendem colocar em prática para um horizonte de curto prazo, entre 2025 e 2030 e, depois, para um horizonte mais longo, até 2050. A ONU estabeleceu o prazo até 1º de outubro para que os países apresentem suas propostas de redução das emissões de GEE, que constituem a principal causa do aquecimento global. Poucos países encaminharam suas propostas até agora, entre eles estão Noruega, Gabão, Suíça, México e Estados Unidos.

O Brasil, segundo Ferretti, está atrasado no envio de suas metas porque, embora o prazo final seja o início de outubro, havia uma solicitação formal do secretariado da Convenção do Clima para que as propostas fossem enviadas até o final de março, para facilitar a evolução das negociações, uma vez que as propostas terão de ser traduzidas para as seis línguas oficiais da ONU (inglês, francês, espanhol, árabe, chinês e russo). Além disso, o esforço de cada país pode ser apresentado em bases distintas umas das outras e ele terá de ser colocado em uma mesma base, para ver o que a população global pretende fazer. “Se o Brasil e outros países deixarem para outubro, corre-se o risco de se chegar no dia 30 de novembro com esses números [de emissões] ainda não muito claros”.

Na avaliação do Observatório do Clima, o Brasil – que esteve sempre na liderança nas negociações internacionais de clima, desde a assinatura da Convenção do Clima, em 1992, no Rio de Janeiro, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92) – “nos últimos anos se acomodou”. O governo brasileiro conseguiu reduzir o desmatamento na Amazônia, principal fonte de emissões no país, após 2004, mas a partir daí “ficou em uma situação muito confortável”. Ferretti lembrou, porém, que o Brasil continua emitindo gases de efeito estufa por desmatamento na Amazônia, no Cerrado, na Caatinga e em outros biomas.

A última estimativa feita pela Rede Observatório do Clima, com base em dados de 2013, mostra que a mudança de uso da terra equivale a 34,6% das emissões brasileiras; energia, 30,2%; agropecuária, 26,6%; indústria, 5,5%; e resíduos, 3,1%. “A gente vê que agropecuária, energia e mudança de uso da terra, juntas, representam mais de 90% das emissões. Infelizmente, o Brasil, nessa última década, aumentou suas emissões em todos os setores avaliados. Só conseguiu reduzir na mudança do uso da terra. E mesmo aí, nós aumentamos um pouco, de novo, nos dois últimos anos”, alertou.

Para o ambientalista, o Brasil está na contramão dos investimentos em fontes limpas de energia. Enquanto países como China e Coreia estão investindo muito em fontes renováveis, como solar e eólica (dos ventos), o Brasil, de acordo com o Plano de Expansão Decenal de Energia 2014/2023, prevê investir em torno de 71% dos investimentos projetados de R$ 1,263 trilhão em combustíveis fósseis e apenas 9,2% em fontes renováveis.

Todas essas questões serão debatidas no 8º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (Cbuc), que ocorrerá no período de 21 a 25 de setembro próximo, em Curitiba (PR). Está programado um simpósio com participação de especialistas internacionais, para discutir o tema da adaptação às mudanças climáticas, de forma a reduzir os impactos delas para a sociedade em geral.

11 Órgãos abre inscrições para 1.296 vagas na segunda

G1

Pelo menos 11 órgãos abrem inscrições na segunda-feira (3) para 1.296 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade.
Os salários chegam a R$ 13.009 na Prefeitura de São Gabriel do Oeste (MS). Somente no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU Oeste, em Minas Gerais, são 360 vagas.

Câmara Municipal de Cristalina (GO)

A Câmara Municipal de Cristalina (GO) vai abrir concurso para 22 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 1.164,68 a R$ 4.859,02. As inscrições podem ser feitas pelo site www.assertcon.com.br no período de 3 de agosto a 4 de setembro. As provas serão aplicadas na data provável de 18 de outubro.

Câmara Municipal de Marialva (PR)

A Câmara Municipal de Marialva (PR) divulgou edital de concurso para 6 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 1.528,78 a R$ 2.835. As inscrições estarão abertas de 3 a 17 de agosto pelo site www.fauel.org.br. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva.

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT)

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) vai abrir concurso para 157 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações variam de R$ 2.112,04 a R$ 9.012,50. As inscrições estarão abertas de 3 a 16 de agosto pelo site www.ufmt.br/concursos. Todos os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas. Ainda haverá análise de títulos.

Instituto Militar de Engenharia do Exército

O Comando do Exército, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia, abriu processo seletivo para 5 vagas para o Concurso de Admissão ao Curso de Formação de Oficiais da Ativa (CA/CFrm) do Quadro de Engenheiros Militares no Instituto Militar de Engenharia, de 2015/2016. Todas as oportunidades são para a área de fortificação e construção. As inscrições estarão abertas no período de 3 de agosto a 15 de setembro no site www.ime.eb.br. O processo seletivo terá exame intelectual, inspeção de saúde e exame de aptidão física. As datas das provas ainda não foram divulgadas.


Polícia Militar de Minas Gerais

A Polícia Militar de Minas Gerais divulgou edital de concurso público para 120 vagas no curso de formação de oficiais. O salário inicial será de R$ 5.769,43. Os candidatos devem ter nível superior em direito. As inscrições estarão abertas de 3 de agosto a 2 de setembro pelo site www.policiamilitar.mg.gov.br. O concurso terá validade de 30 dias e poderá ser prorrogado, uma vez, pelo mesmo período.

Prefeitura de Bela Vista de Goiás (GO)

A Prefeitura de Bela Vista de Goiás (GO) vai abrir concurso para 140 vagas para o cargo de gari. São 35 vagas imediatas e 105 para formação de cadastro de reserva. O salário é de R$ 788. As inscrições devem ser feitas de 3 a 20 de agosto pelo site www.itco.org.br. Todos os profissionais serão avaliados por meio de prova objetiva.

Prefeitura de Jaguariúna (SP)

A Prefeitura de Jaguariúna (SP) divulgou dois editais de concurso público para um total de 49 vagas em cargos de níveis médio/técnico e superior. Os salários vão de R$ 1.895,70 a R$ 10.225,73. As inscrições podem ser feitas pelo site www.ibamsp-concursos.org.br de 3 a 27 de agosto. A seleção será feita por meio de prova objetiva e análise de títulos.

Prefeitura de Sabará (MG)

A Prefeitura de Sabará (MG) vai abrir processo seletivo para 71 vagas em cargos de nível superior. Os salários vão de R$ 2.123,41 a R$ 2.786,21. As inscrições podem ser feitas pelo site www.seapconcursos.com.br de 3 a 13 de agosto. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva.

Prefeitura de São Gabriel do Oeste (MS)

A Prefeitura de São Gabriel do Oeste (MS) divulgou edital de concurso para 79 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações variam d eR$ 985,30 a R$ 13.009. Os candidatos podem se inscrever de 3 de agosto a 8 de setembro pelo site http://fapec.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 27 de setembro.

Prefeitura de São Sebastião do Paraíso (MG)

A Prefeitura de São Sebastião do Paraíso (MG) vai abrir concurso para 287 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 788 a R$ 6.779,95. As inscrições podem ser feitas pelo site www.objetivas.com.br de 3 a 31 de agosto. Todos os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas.

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU Oeste, em Minas Gerais

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU Oeste, em Minas Gerais vai abrir processo seletivo para 360 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior. As remunerações variam de R$ 1.250 a R$ 8.000. Os candidatos podem se inscrever de 3 a 21 de agosto pelo site www.ufsj.edu.br/fauf. A prova objetiva está prevista para o dia 20 de setembro.

Ninguém acertou e prêmio da Mega-Sena acumula em R$ 7,5 milhões


G1

O sorteio do concurso 1.728 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (1), na cidade de Ipanema (MG). Para esta rodada, o prêmio estimado era de R$ 3 milhões e ninguém acertou as 6 dezenas.

As dezenas sorteadas foram 03 - 08 - 28 - 39 - 42 - 59.

De acordo com a CEF (Caixa Econômica Federal), 45 apostas acertaram a Quina e levam R$ 42.525,31 cada. Na Quadra, foram 3.617 acertadores e cada um ganha R$ 755,81.

Para o próximo sorteio, que será realizado na quarta-feira (4), a estimativa de prêmio é de R$ 7,5 milhões.

PARA APOSTAR

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

PROBABILIDADES

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.