terça-feira, 19 de agosto de 2008

Som da Concha terá no domingo Nova MPB e "jazz"

Representantes do cenário contemporâneo e multicultural que conjuga o moderno com as experiências musicais consagradas, os cantores e compositores Elânio e Arlyson Loureiro prometem levar ao Som da Concha deste domingo (24) toda a influência da Nova MPB e do Jazz, a partir das 17h30. Promovido pela Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul, os shows têm entrada gratuita e duração total de 2 horas. O projeto é realizado na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas.

Sem medo do rótulo "Nova MPB", Elânio abrirá a noite mostrando a união do que há de melhor na música popular brasileira com os experimentalismos do século 21. Ele revela as influências do trabalho autoral: estilos como o Pop, Rock, MPB, Samba, Reggae, Disco, Erudito, Bossa Nova, Blues, Jazz e até o Heavy Metal e o Sertanejo. Nomes como Ana Carolina, Lenine, Nando Reis, Moska, Zeca Balero, Legião Urbana, Los Hermanos, Geraldo Roca, Geraldo Espíndola, Zélia Duncan, Itamar Assumpção, Titãs, Ed Mota, Paralamas do Sucesso, Engenheiros do Hawai, Seu Jorge e Art Popular são apontados como referências.

Durante o show na Concha, o músico lançará seu DVD experimental Elânio – Quatro Olhares, trazendo as 14 músicas autorais que fazem parte do projeto "Quatro Olhares", primeiro CD do artista, que já atua há doze anos no Mato Grosso do Sul. Elânio vai apresentar sua voz e guitarra ao lado dos músicos Juliano Brito (baixo e violão), Ricardo Lira (guitarra) e Santiago (bateria e cajon), em show que conta com direção de Espedito Montebranco. O trabalho conta também com preparação vocal de Marcelo Dias e produção de Chicomaria Produções Culturais.

Encerrando a noite, o compositor e cantor carioca radicado na Capital há três anos, Arlyson Loureiro, apresentará ao público sul-mato-grossense nove composições inéditas, entre as 17 músicas do repertório selecionando exclusivamente para o Som da Concha. "Meu trabalho faz a interatividade entre o jazz, samba e a bossa nova", adianta o compositor.

Nascido no Rio de Janeiro, Arlyson trabalhou como violonista durante oito anos com a banda Trem Azul, tendo acompanhado Jorge Bem Jor, Rosana e Almir Guineto. O músico participou ainda de projeto para gravação de um CD cantado em português com a banda Huligg de Copenhagen, ligada ao Conservatório Nacional da Dinamarca. Este trabalho levou o artista a uma turnê de dois anos pela Europa, com shows na Holanda, Suécia e Alemanha para a divulgação do CD Noites do Rio, fruto do projeto. A carreira do músico conta ainda com apresentações nas casas cariocas Mistura Fina, Cassuá, Texano, Rio Jazz Club Meridian e Tom Brasil.

Amigo dos músicos sul-mato-grossenses Paulo Simões e Sandro Porto, a vinda para o Estado ocorreu naturalmente, motivado pela boa propaganda que os amigos faziam das belezas do Estado, a busca por um local mais calmo e tranqüilo para viver e sua visão "idealista" de que é preciso fazer o processo inverso, "levar a cultura e o quê conhecemos para o interior do País", afirma. "Aqui existe muita mais necessidade do meu material do que no Rio, onde corremos o risco de levar uma bala perdida a qualquer minuto, além do que é preciso que tenhamos consciência de que é preciso montar uma resistência cultural e tentar passar o pouco que sabemos as pessoas".

Neste processo, Arlyson também acredita estar apreendendo e agregando ao seu trabalho novos elementos, principalmente do Pantanal, que o artista teve a oportunidade de visitar quando chegou ao Estado. "O Pantanal realmente foi uma surpresa, e a cidade de Bonito deveria chamar-se linda".

Durante o show na Concha, Arlyson terá ao seu lado o baixista Igor, Miguelito na bateria e a participação especial da cantora Nathaly.



Som da Concha - O projeto Som da Concha tem parceria da Fundação Manoel de Barros e da Uniderp, propiciando ao público duas apresentações musicais com duração total de duas horas, realizadas no segundo e no quarto domingo do mês com gravação e veiculação através da parceria com a TV Pantanal e Uniderp FM.


Livro Peixes do Pantanal é apresentado hoje na Bienal em SP

Mudanças climáticas, bioma Cerrado e a rica diversidade de peixes do Pantanal são os temas principais dos lançamentos promovidos pela Embrapa Informação Tecnológica, durante a 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começou quinta-feira (14), na Capital paulista. As publicações, resultado de trabalhos científicos coordenados por pesquisadores da Embrapa, estão entre os cerca de 500 títulos que a unidade vai levar para o evento.

O primeiro livro, lançado no dia 15, "Mudanças Climáticas – impactos sobre doenças de plantas no Brasil", aborda de forma contextualizada um dos assuntos mais atuais da pauta científica de especialistas de todo o mundo. Por ser a responsável por grande parte das perdas na agricultura, as doenças de plantas correm o risco de ter alterada a sua incidência em função das alterações de temperatura, daí a necessidade e a importância de estudos de avaliação das conseqüências dos novos perfis ambientais. Doenças menos importantes -, até então consideradas de simples solução -, podem resultar em impactos negativos nas lavouras, comprometendo tanto os cultivos familiares quanto os empresariais.

As análises que constam da publicação foram desenvolvidas com base em mapas e tabelas de análise, desenvolvidas a partir de dados de instituições como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Esteve presente no lançamento a pesquisadora do Laboratório de Microbiologia Ambiental da Embrapa Meio Ambiente e professora do curso de pós-graduação da Universidade Estadual Paulista (Unesp - Botucatu), Raquel Ghini.

Conhecer para conservar

Na noite de segunda-feira (18), o biólogo, Ph.D em Ecologia, José Felipe Ribeiro, participou do lançamento do livro "Cerrado: Ecologia e Flora, Volume I." Resultado de estudos de 48 especialistas da Embrapa e instituições parceiras, ao longo de mais de três anos, a obra reúne informações fundamentais à adoção de estratégias de preservação e uso dos recursos naturais do bioma, principal alvo da degradação e da exploração indiscriminada nas três últimas décadas e cuja proteção até hoje não foi incorporada ao texto constitucional, ao contrário do que ocorre com os demais biomas brasileiros.

"Peixes do Pantanal: Manual de Identificação (2ª edição)" é a terceira publicação a ser apresentada durante a Bienal Internacional do Livro, no dia 19 (terça-feira). A obra -, síntese de ciência, biodiversidade e arte -, revela o potencial dos recursos pesqueiros regionais e indica as possibilidades de se conciliar economia, geração de emprego e renda e meio ambiente.

São 269 espécies nativas descritas e representadas por meio de fotos e 150 ilustrações (40 em aquarela e 110 em nanquim e bico-de-pena) do artista plástico Álvaro Evandro Nunes. O objetivo foi garantir a fidelidade e o maior nível de detalhamento possível de cada peixe, respeitando suas características físicas, não só os formatos de escamas mas a sutileza das variações de cores.

Dos principais autores, participam do bate-papo com o visitante e da sessão de autógrafos o biólogo Heraldo Britski, pesquisador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, o artista plástico Álvaro Nunes e o orientador iconográfico da obra, Agostinho Catella, pesquisador da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS).

Álvaro Nunes recebeu cinco vezes o Troféu Olho-de-Boi, da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, e foi premiado na categoria de Melhor Selo Múltiplo do Mundo, na Conferência Governamental de Impressores de Selos Postais, em 2002, em Seul, Coréia, além dos trabalhos expostos em museus estrangeiros, como o de Denver (Colorado, Estados Unidos).

A importância da publicação deve-se ao fato de o Pantanal ser a maior planície alagável do mundo, além de reconhecido como Patrimônio Nacional, pela Constituição de 1988, e Patrimônio Mundial Natural pela ONU, sem contar o seu significado para as populações ribeirinhas da região, que construíram em torno dele a sua cultura e transformaram seus recursos em fonte de subsistência.

Em português e tupi-guarani

Também entre os cerca de 500 títulos que o visitante vai encontrar no estande da Embrapa Informação Tecnológica, as publicações infanto-juvenis têm lugar garantido. Clara, a pequena guardiã da natureza e Yvyra Poty, a protetora das águas estão entre os destaques da programação destinada às crianças, nos dias 20 e 21, com a apresentação das peças teatrais adaptadas pela companhia Néia&Nando, no Auditório A (às 15 horas, do dia 20, e às 15 horas, do dia 21) e na Arena do Espaço "Ler é a minha praia" (às 17 horas, do dia 20, e às 17 horas do dia 21).

As duas publicações -, produzidas pelos pesquisadores Luiz Carlos Hernani e Karina Neoob, da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) -, foram editadas em português e em tupi-guarani, e podem ser adotadas como complemento educativo em escolas de comunidades indígenas. Participa dos eventos o autor Luiz Carlos Hernani.

Outras atividades estão programadas para a meninada, além das peças teatrais. Nos dias 19, 20 e 21, haverá as oficinas "Brinque com Ciência", desenvolvidas a partir da publicação da cartilha de mesmo nome, que contém figuras para colorir, jogos, palavras-cruzadas e várias outras brincadeiras voltadas ao estímulo da curiosidade e do interesse pelo tema. As oficinas serão na Arena do Espaço "Ler é a minha praia" (dia 19, às 19 horas; dia 20, às 18 horas; e 21, às 10 e às 18 horas) e no Auditório A (dia 20, às 16 horas; 21, às 16 horas).

Para atender pesquisadores, especialistas, estudantes, produtores rurais e donas-de-casa, foram selecionadas opções sobre temas variados, que vão desde pesquisa agropecuária, agricultura, agroenergia, agroindústria, biotecnologia, floresta e silvicultura, geoprocessamento, informação e comunicação, produção animal e transferência de tecnologia até as coleções e séries especiais para a agricultura familiar, com receitas, dicas e orientação de cultivo.



segunda-feira, 18 de agosto de 2008

2 mil pessoas participam de projeto de dança em Campo Grande

Cerca de duas mil pessoas estiveram no fim de semana na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, para assistir às apresentações do projeto A Dança que a Cidade Dança, que levou para o local 22 grupos de dança.

“Esta primeira edição revelou um grande interesse da população da Capital em relação à dança. Isso nos estimula a pensar e promover novas ações e atividades nesta área artística tão importante”, comentou Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, elogiando o mérito do projeto de apresentar um panorama da dança feita em Campo Grande em diversos gêneros. “O movimento da dança está bastante vigoroso no Estado, e falta espaço para mostrar a produção. Este é um dos objetivos de projetos como A Dança que a Cidade Dança”, completou. A iniciativa ainda aproveita um espaço já consolidado para apresentações musicais, dando lugar também para a arte da dança na Concha Acústica.

Em dois dias de espetáculos, apresentaram-se grupos de danças étnicas, como o Tradição Portuguesa (dança portuguesa), Litani (dança árabe), Grupo de Dança Paraguaia do Colégio Tic Tac (dança paraguaia), Anita Amizo e Studio Nidal Abdul (dança do ventre), Embrujos de Espanha (dança espanhola), Associação Okinawa (dança japonesa), Camalote, (dança regional), Mukando Kadongo, (dança afro), CTG Tropeiros da Querência (dança gaúcha) e Cigana Esmeralda Cia de Dança; e danças consagradas de gêneros diversos, de grupos como o Grupo Juvenil de Dança de Campo Grande, Estúdio de Dança Beatriz de Almeida, Dançurbana Companhia de Dança, Bailah - Grupo de Dança de Salão da UFMS, Unidança/UFMS, Funk-se, Companhia das Artes da Uniderp, Escola de Ballet Gisele Dória, Araraazul Cia. de Dança, Coletivo Corpomancia e Baraque.

Nova MPB de Elânio e "jazz" de Arlyson no Som da Concha

Representantes do cenário contemporâneo e multicultural que conjuga o moderno com as experiências musicais consagradas, os cantores e compositores Elânio e Arlyson Loureiro prometem levar ao Som da Concha deste domingo (24) toda a influência da Nova MPB e do Jazz, a partir das 17h30. Promovido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, os shows têm entrada gratuita e duração total de duas horas. O projeto é realizado na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas.

Sem medo do rótulo “Nova MPB”, Elânio abrirá a noite mostrando a união do que há de melhor na música popular brasileira com os experimentalismos do século 21. Ele revela as influências do trabalho autoral: estilos como o Pop, Rock, MPB, Samba, Reggae, Disco, Erudito, Bossa Nova, Blues, Jazz e até o Heavy Metal e o Sertanejo. Nomes como Ana Carolina, Lenine, Nando Reis, Moska, Zeca Balero, Legião Urbana, Los Hermanos, Geraldo Roca, Geraldo Espíndola, Zélia Duncan, Itamar Assumpção, Titãs, Ed Mota, Paralamas do Sucesso, Engenheiros do Hawai, Seu Jorge e Art Popular são apontados como referências.

Durante o show na Concha, o músico lançará seu DVD experimental Elânio – Quatro Olhares, trazendo as 14 músicas autorais que fazem parte do projeto “Quatro Olhares”, primeiro CD do artista, que já atua há 12 anos em Mato Grosso do Sul. Elânio vai apresentar sua voz e guitarra ao lado dos músicos Juliano Brito (baixo e violão), Ricardo Lira (guitarra) e Santiago (bateria e cajon), em show que conta com direção de Espedito Montebranco. O trabalho conta também com preparação vocal de Marcelo Dias e produção de Chicomaria Produções Culturais.

Encerrando a noite, o compositor e cantor carioca radicado na Capital há três anos, Arlyson Loureiro, apresentará ao público sul-mato-grossense nove composições inéditas, entre as 17 músicas do repertório selecionando exclusivamente para o Som da Concha. “Meu trabalho faz a interatividade entre o jazz, samba e a bossa nova”, adianta o compositor.

Nascido no Rio de Janeiro, Arlyson trabalhou como violonista durante oito anos com a banda Trem Azul, tendo acompanhado Jorge Bem Jor, Rosana e Almir Guineto. O músico participou ainda de projeto para gravação de um CD cantado em português com a banda Huligg de Copenhagen, ligada ao Conservatório Nacional da Dinamarca. Este trabalho levou o artista a uma turnê de dois anos pela Europa, com shows na Holanda, Suécia e Alemanha para a divulgação do CD Noites do Rio, fruto do projeto. A carreira do músico conta ainda com apresentações nas casas cariocas Mistura Fina, Cassuá, Texano, Rio Jazz Club Meridian e Tom Brasil.

Sua vinda para o Estado ocorreu naturalmente, motivado pela boa propaganda que os amigos músicos sul-mato-grossenses Paulo Simões, Sandro Moreno e Antônio Porto faziam das belezas do Estado, pela busca por um local mais calmo e tranqüilo para viver e sua visão “idealista” de que é preciso fazer o processo inverso, “levar a cultura e o que conhecemos para o interior do País”, afirma. “Aqui existe muito mais necessidade do meu material do que no Rio, onde corremos o risco de levar uma bala perdida a qualquer minuto, além do que é preciso que tenhamos consciência de que é preciso montar uma resistência cultural e tentar passar o pouco que sabemos às pessoas”.

Neste processo, Arlyson também acredita estar apreendendo e agregando ao seu trabalho novos elementos, principalmente do Pantanal, que o artista teve a oportunidade de visitar quando chegou ao Estado. “O Pantanal realmente foi uma surpresa, e a cidade de Bonito deveria chamar-se linda”.

Durante o show na Concha, Arlyson terá ao seu lado o baixista Igor, Miguelito na bateria e a participação especial da cantora Nathaly.

Som da Concha

O projeto Som da Concha tem parceria da Fundação Manoel de Barros e da Uniderp, propiciando ao público duas apresentações musicais com duração total de duas horas, realizadas no segundo e no quarto domingo do mês com gravação e veiculação através da parceria com a TV Pantanal e Uniderp FM.


domingo, 17 de agosto de 2008

Caetano Veloso dá adeus a Dorival Caymmi

O cantor baiano Caetano Veloso se despediu de Dorival Caymmi, na noite deste sábado. Caetano prestou sua última homenagem ao músico que tanto o influenciou, na Câmara de Vereadores, no Rio de Janeiro, onde está sendo realizado o velório do corpo de Caymmi.

Dorival Caymmi teve um forte papel na formação da personalidade musical de Caetano Veloso, que cresceu ouvindo as composições do cantor e compositor baiano.

Segundo Caetano, Caymmi "deve ser o artista mais importante que o Brasil produziu".

Dorival Caymmi, 94 anos, morreu na manhã deste sábado de insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos, em sua casa no bairro de Copacabana, Rio de Janeiro.

Redação Terra

Curso gratuito de Danças Circulares é hoje em Dourados

Prefeitura de Dourados por intermédio da Funced (Fundação Cultural e de Esportes) realiza hoje (17), às 17h, no Teatro Municipal o curso de Danças Circulares para iniciantes. As aulas serão ministradas pela Profª Vladis Carbonari. O curso é gratuito e aberto a todos. Vagas limitadas.

As Danças Circulares estão sendo usadas nas áreas da educação, saúde e nos meios empresariais, pois estabelecem novos padrões de comportamento individual e grupal, possibilitando o vivenciar de um estado de centramento dos participantes, estado este que os auxiliará a enfrentar o dia-a-dia.

História
O movimento intitulado Danças Circulares nasceu na comunidade de Findhorn, Escócia, em 1976, com o coreógrafo alemão Bernhard Wosien. Utilizam-se as músicas e danças étnicas de todos os povos do planeta e também músicas clássicas e new age. A força do Círculo, a força das mãos dadas, a alegria e a pureza do contato que se estabelece entre as pessoas transformam essas danças num trabalho consciente de cura.

Através das suas experiências pessoais ele buscou uma visão consistente sobre o desenvolvimento da dança: dos mitos e símbolos da antiguidade, passando pelos exercícios do balé clássico até a dança palaciana e o folclore europeu. É um recurso poderoso para profissionais que trabalham com o corpo, para vivência de grupo e comunidades, ou para quem simplesmente quer “dançar”.

Cerâmica de Massabarro é destaque de exposição na Capital



A Casa do Artesão inaugura, dentro do projeto Exposições Temporárias, a Exposição Massabarro, da Casa de Massabarro de Corumbá, a partir da próxima quarta-feira (20), às 15 horas. A exposição vai até 13 de junho.

Fundada em 1982, a Casa de Massabarro é uma associação não-governamental que incentiva a arte da cerâmica para crianças da região, despertando e estimulando o gosto pela arte. Afastadas das ruas e da ociosidade, as crianças recriam a fauna e a flora do Pantanal em argila. Em 1991 os artesão da Massabarro foram descobertos por Joãozinho Trinta, carnavalesco carioca, que por duas ocasiões levou os jovens artesão para desfilarem no carnaval do Rio de Janeiro.

A exposição vai ter peças feitas em cerâmica com temática regional-pantaneira, que representam a fauna, a flora e o cotidiano do homem e do índio da região do pantanal, além de peças sacras.

A Casa do Artesão é uma unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 18 horas e no sábado das 8h ao meio-dia, na Avenida Calógeras, 2050. Telefone: 3382-2633