terça-feira, 1 de setembro de 2026

Naviraí instala primeiro bebedouro público para pessoas e pets

 

                                           Bebedouro instalado na Avenida Dourados, em Naviraí. 



Naviraí passou a contar com o primeiro bebedouro público destinado a atender tanto pessoas quanto animais de estimação. O equipamento foi instalado no início da Avenida Dourados e possui dois pontos de água, sendo um para pedestres e outro, em altura mais baixa, para os pets.


A estrutura é voltada principalmente a quem circula pela região, pratica atividades físicas ou passeia com animais de estimação.


A instalação foi viabilizada por meio de parceria entre a Prefeitura de Naviraí, a Cooperativa Cresol e a Sanesul.


Segundo a administração municipal, a proposta começou a ser articulada após o prefeito Rodrigo Sacuno conhecer o projeto, no início deste ano, e buscar parceiros para levar o modelo a Naviraí.


A Cresol ficou responsável pela doação do equipamento, enquanto a Sanesul participou da parceria para possibilitar sua instalação e o fornecimento de água no local.


Outros pontos podem receber equipamentos


A instalação na Avenida Dourados poderá servir de modelo para outras regiões da cidade. De acordo com o gerente-geral da Prefeitura, Fauze Salem, a parceria pode ser ampliada futuramente.


“A parceria poderá ser ampliada, com a possibilidade de outros pontos de Naviraí receberem equipamentos semelhantes futuramente”, afirmou.


Salem destacou ainda que estruturas de baixo investimento podem ter boa aceitação entre os moradores. “Isso é o que importa”, completou.


Com o novo equipamento, quem passa pela Avenida Dourados passa a contar com acesso gratuito à água, inclusive durante caminhadas, exercícios físicos e passeios com animais.

Senado analisa PL dos Minerais Críticos, que prevê R$ 7 bi em investimentos

 




O projeto tem de ser muito bem feito porque o tratamento que daremos a essas reservas é fundamental para a prosperidade do Brasil", avalia Tereza Cristina.

O Senado deve analisar nas próximas semanas a criação de uma política nacional de investimentos em minerais críticos e estratégicos, com foco no processamento no território nacional, rastreabilidade, inovação e controle estatal. O Brasil é um dos países com maiores reservas de vários desses minerais, chamados popularmente de terras raras. A política poderá investir até R$ 7 bilhões por meio de incentivos governamentais a projetos de processamento e transformação dos minerais. 


Os minerais críticos e estratégicos são essenciais para projetos de transição energética e de tecnologias de ponta, como painéis solares, smartphones, notebooks e carros elétricos. Também são importantes para a indústria militar. 


“O projeto tem de ser muito bem feito porque não só a exploração, mas o beneficiamento e a eventual exportação desses minerais são fundamentais para a prosperidade e o futuro do Brasil”, avalia a senadora Tereza Cristina (PP-MS). Em junho último, a senadora solicitou e presidiu uma audiência pública sobre o tema, realizada na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).


Entre outras medidas, a política prevê a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral, com aporte de R$ 2 bilhões da União para atividades vinculadas à produção de minerais críticos e estratégicos. Também está previsto investimento de R$ 5 bilhões para beneficiamento e transformação desses minerais dentro do território nacional. 


Projeto prioritário

A Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos está no PL 2.780/2024, da Câmara dos Deputados. O projeto consta da lista de prioridades legislativas definidas na quarta-feira (26) pelo presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre, em conjunto com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Câmara, Hugo Motta.


O texto, já aprovado pelos deputados, define “minerais críticos” como aqueles cuja disponibilidade está em risco devido a limitações na cadeia de suprimento, e cuja escassez poderia afetar setores prioritários da economia nacional, como transição energética, segurança alimentar e soberania nacional.


Já os “minerais estratégicos” são aqueles que têm importância para o Brasil em razão de o país ter reservas significativas essenciais para a balança comercial e para o desenvolvimento tecnológico com redução de emissões de gases do efeito-estufa.


Segundo o projeto, por seis anos as empresas ligadas à mineração (pesquisa e lavra), beneficiamento e transformação de minerais críticos e estratégicos deverão direcionar 0,2% de sua receita operacional bruta ao fundo.


Outro 0,3% deverá ser direcionado pela empresa a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica relacionados a pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais. Haverá um aporte mínimo que as empresas deverão depositar no fundo para terem acesso a ele.


Ainda de acordo com o projeto, todos os instrumentos de fomento somente poderão ser acessados por projetos de minerais críticos e estratégicos que estejam no cadastro nacional a ser criado e habilitados pelo conselho do fundo. O cadastro unificará informações de todos os órgãos federais, estaduais, municipais e distritais ligados à atividade. Também será criado o Certificado Mineral de Baixo Carbono, com benefícios para empreendimentos que aderirem voluntariamente.


O texto prevê que as áreas com potencial para a produção de minerais críticos e estratégicos deverão ser priorizadas em leilões da Agência Nacional de Mineração (ANM), incluindo as desoneradas. Área desonerada é aquela cujo direito minerário foi extinto por renúncia, desistência, caducidade ou indeferimento, retornando ao controle da agência.


Com base em diretrizes do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, a agência terá que fixar um preço mínimo para as áreas. Já a autorização de pesquisa em áreas com minerais críticos ou estratégicos terá prazo máximo improrrogável de dez anos. Depois dos dez, se o interessado não tiver apresentado relatório final de pesquisa, o direito minerário será extinto.


Com informações da Agência Senado

                                             Geraldo Magela

ITAQUIRAÍ Agricultor morre eletrocutado ao fazer manutenção de colheitadeira

 


                                             Reprodução



O agricultor Clásio Luis Rauber, de 50 anos, morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto trabalhava com uma colheitadeira em uma fazenda de Itaquiraí, município localizado na região Sul de Mato Grosso do Sul. O acidente aconteceu na manhã do último sábado, dia 29 de agosto.


Segundo o boletim de ocorrência, Clásio fazia manutenção na máquina agrícola quando teria encostado acidentalmente em um fio de alta tensão.


Com a descarga elétrica, ele caiu no chão e bateu a cabeça. Uma pessoa que estava no local prestou os primeiros socorros e realizou manobras de reanimação cardiopulmonar.


Clásio foi levado para o Hospital São Francisco e, devido à gravidade do quadro, seria transferido para Campo Grande. Durante o trajeto, porém, sofreu uma parada cardiorrespiratória.


O veículo entrou na cidade de Rio Brilhante para que fossem realizadas novas tentativas de reanimação, mas o agricultor não resistiu e acabou morrendo.


Segundo o site Top Midia News, a ocorrência foi registrada pela Polícia Civil como morte por causa indeterminada, sem indícios de crime.


Despedida


Natural de Quatro Pontes, no oeste do Paraná, Clásio morava em Itaquiraí desde 2008. Ele completaria 51 anos nesta terça-feira, dia 1º de setembro.

Primt Itinerante encerra inscrições da 2ª edição no Jardim Canguru

 

                                              Divulgção


O Jardim Canguru recebeu, nesta segunda-feira (31), a última etapa de inscrições da segunda edição do Primt Itinerante (Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho). A ação foi realizada no CRAS Canguru, com atendimento a 130 candidatos. 


Ao longo das cinco agendas, realizadas na Vila Popular, Vida Nova, Aero Rancho, Moreninhas e Jardim Canguru, mais de 850 pessoas procuraram o atendimento. A seleção itinerante foi organizada pela Funsat (Fundação Social do Trabalho) para formar um Cadastro Reserva com 400 classificados. 


As entrevistas e a conferência da documentação ocorreram entre os dias 24 e 31 de agosto. O resultado final da segunda edição será divulgado na quarta-feira (2 de setembro), após a conclusão da apuração das fichas coletadas. 


Moradores participaram da última etapa 


Entre os primeiros candidatos a chegar ao Jardim Canguru estava Joziane Lopes, 40 anos. Moradora do Jardim Centro-Oeste, ela chegou ao local na tarde de domingo (30), antecipando-se ao atendimento da segunda-feira. “No que pude colaborar, fiz a minha parte, pois não vejo apenas como concorrentes os que passaram pelo que passei. Os primeiros a chegarem também ajudaram a manter tudo em ordem antes da distribuição das senhas”, relatou. 


O atendimento começou às 7h e se estendeu até depois das 13h, com a equipe da Funsat realizando a triagem documental e as entrevistas dos candidatos. 


Marilene Jarcem, presidente da Associação de Moradores do Jardim Canguru, acompanhou a organização da ação desde o início. “Foi na nossa região, então fiz questão de estar junto, conversar com as pessoas e acompanhar a organização. É nosso papel fiscalizar o Poder Público e também ser parceira da comunidade”, afirmou. 


Para Dafiny Andressa Franco, 23 anos, a participação no último dia foi uma oportunidade de tentar ingressar no programa. Moradora do Jardim Canguru, ela recebeu a senha 32. “Deixei para o último dia porque sou moradora daqui. Imaginava que a procura seria grande, pois há muitas recomendações sobre o programa”, disse. 


Morador do Jardim Caiobá, Lucas Augusto Mendes, 36 anos, também participou da etapa no Canguru. Ele chegou ao local no dia anterior e recebeu a senha 65. 


“Vale muito a pena, seja pela condição de ter uma renda, quanto pela oportunidade de estudar. Distribuí muitos currículos, mas não fui chamado. Preciso dessa oportunidade para buscar novas perspectivas”, contou. 


Qualificação e inclusão 


Mauro José Lopes da Silva, 57 anos, morador do Jardim Colibri, também esteve entre os candidatos. Para ele, a participação no programa pode representar uma oportunidade de conciliar trabalho e qualificação. 


“O Primt é uma mão dupla. A gente cuida da cidade e a Prefeitura cuida da gente. Trabalho como pintor e acho que posso ser útil. Se precisar dos cursos, faço também. Só quero ter uma renda”, afirmou. 


Com o encerramento da segunda edição do Primt Itinerante, a Funsat inicia agora a etapa de análise das inscrições. A relação dos classificados será publicada no Diogrande, contemplando os critérios de ampla concorrência e cotas. 

Exposição na Galeria de Vidro revela marcas e memórias da cidade

 

                                              Reprodução




A Galeria de Vidro recebe, a partir desta terça-feira (1º), a exposição “Fragmentos e Cicatrizes da Arquitetura Urbana”, que propõe ao público um olhar atento para o espaço urbano, suas marcas, memórias e relações com a cultura. A abertura acontece às 19h, com visitação gratuita e aberta ao público até o dia 13 de setembro.


A mostra reúne trabalhos dos artistas Gisele Della Barba e Fernando Anghinoni, que utilizam a arte como ponto de partida para observar diferentes aspectos da cidade e de sua paisagem. A proposta é estimular o público a perceber o ambiente urbano para além de sua função cotidiana, reconhecendo também suas marcas, transformações e referências culturais.


Segundo Gisele Della Barba, a exposição parte da percepção de que a arte também pode surgir nas chamadas “cicatrizes urbanas”, encontrando nesses espaços possibilidades de criação e novas formas de olhar para a cidade.


Para Fernando Anghinoni, a proposta busca provocar uma reflexão sobre os aspectos arquitetônicos e culturais presentes no cotidiano. O artista define a exposição como um “convite provocador”, destacando a relação estabelecida entre arte, memória e valorização do patrimônio histórico.


A exposição “Fragmentos e Cicatrizes da Arquitetura Urbana” integra a programação cultural da cidade e oferece ao público a oportunidade de conhecer diferentes perspectivas sobre o espaço urbano por meio das artes visuais. A visitação é gratuita, não exige inscrição e possui classificação livre.


Serviço

Exposição “Fragmentos e Cicatrizes da Arquitetura Urbana”

Abertura: 1º de setembro, às 19h

Visitação: 2 a 13 de setembro

Horários: Segunda a sexta-feira: das 8h às 20h

Sábado: das 8h às 12h

Local: Galeria de Vidro

Endereço: Avenida Calógeras, 3015 – Centro

Entrada gratuita e sem necessidade de agendamento

Classificação livre

Calor, juros e conflitos ampliam riscos globais

 

                                            Foto: Pixabay



A economia global entra em setembro sob pressão crescente de eventos climáticos, juros elevados e conflitos geopolíticos que ameaçam cadeias de suprimento, energia e comércio. Segundo o Rabobank, agosto foi marcado na Europa por calor intenso, redução do nível de rios e impactos sobre transporte, agricultura e sistema energético.



Os rendimentos dos títulos avançaram e ampliaram o peso dos juros sobre os gastos públicos, enquanto bancos centrais mantêm uma postura mais dura. Nos Estados Unidos, há expectativa de aperto adicional, e no Japão a desvalorização do iene volta a levantar dúvidas sobre a sustentabilidade da dívida pública em um cenário de taxas maiores.


No campo geopolítico, as tensões seguem elevadas no Oriente Médio, apesar do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. O risco de novas sanções contra países que apoiem o Irã e a possibilidade de escalada militar aumentam a incerteza sobre mercados e comércio. A guerra entre Rússia e Ucrânia também passou a atingir diretamente estruturas econômicas, com ataques a refinarias e portos de grãos do Mar Negro, pressionando combustíveis e alimentos.


O ambiente comercial também se deteriora. As negociações entre Estados Unidos e Canadá fracassaram, enquanto a Europa se aproxima de uma decisão que pode ampliar o confronto comercial com a China. Pressões políticas internas nos Estados Unidos e na Europa completam um quadro de instabilidade.


Na avaliação do Rabobank, o cenário reúne riscos econômicos, militares e comerciais capazes de se reforçar mutuamente. A perspectiva é de um ambiente internacional mais tenso, com pouca indicação de alívio no curto prazo.


Auditoria pode abrir caminho para exportações de carne

 

                                            Foto: Divulgação


A restrição de parte da carne brasileira no mercado europeu reacende o debate sobre como comprovar a conformidade sanitária sem aplicar bloqueios generalizados a toda a cadeia produtiva. A análise é de Roberta Zuge, mestre e doutora em Reprodução Animal pela USP e conselheira do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS).



Segundo a especialista, a dificuldade está em demonstrar, estabelecimento por estabelecimento, que os animais não receberam antimicrobianos proibidos pela União Europeia durante toda a vida. O desafio é maior na bovinocultura, marcada por cadeias longas, diferentes níveis de rastreabilidade e milhares de propriedades.


Uma alternativa seria ampliar auditorias realizadas por organismos independentes, credenciados e supervisionados pelo poder público. Essas certificações funcionariam como uma camada adicional de controle, sem substituir a fiscalização oficial, que permanece como atividade exclusiva do Estado.


O modelo permitiria separar fornecedores que já cumprem as exigências daqueles que ainda precisam se adaptar. O Brasil já possui estruturas de inspeção, sistemas de rastreabilidade e certificações privadas que poderiam servir de base para esse processo.


A proposta também prevê controles capazes de reduzir riscos como mistura de lotes elegíveis e não elegíveis. Para a análise, um sistema contínuo de verificação poderia diminuir a necessidade de restrições amplas e oferecer à União Europeia evidências mais detalhadas sobre a conformidade de cada fornecedor.


“Ainda assim, isso não invalida a proposta central: um sistema robusto de certificação por terceira parte, com credenciamento público, como as normas antes já propostas da Produção Integrada, e possibilidade de auditoria adicional da própria UE quando necessário, tende a reduzir o número de vezes em que essa auditoria de verificação precisa ocorrer — porque a maior parte da conformidade já estaria documentada e verificada continuamente, em vez de checada apenas em vistorias pontuais”, conclui.

Congresso começa analisar Orçamento com previsão de R$ 636 bilhões da CBS

 

                                           Sessão do Congresso Nacional em foto de arquivo.



O Congresso Nacional começa a analisar o Orçamento de 2027 com uma novidade nas contas do governo: a previsão de arrecadação dos tributos criados pela reforma tributária.


O PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual), encaminhado na segunda-feira (31), estima receita de R$ 636 bilhões somente com a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).


Apesar da projeção bilionária, a alíquota que será cobrada ainda não foi definida. O percentual deverá passar por uma série de etapas nos próximos meses e ser fixado pelo Senado até 15 de dezembro, antes da entrada em vigor da cobrança integral da CBS, prevista para janeiro de 2027.


Pelo cronograma estabelecido na reforma, a Receita Federal tem até 14 de setembro para encaminhar ao TCU (Tribunal de Contas da União) a proposta de cálculo da alíquota de referência.


A Corte terá até 30 de outubro para analisar e homologar os cálculos. A definição final ficará a cargo do Senado.


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, explicou que o percentual não será estabelecido diretamente pela equipe econômica. Segundo ele, a metodologia prevista na Constituição considera fatores como a ampliação da base de contribuintes e os diferentes regimes especiais existentes no novo sistema.


A CBS substituirá o PIS e a Cofins a partir de 2027. Ao mesmo tempo, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) terá sua alíquota zerada para a maior parte das mercadorias, permanecendo em situações relacionadas à Zona Franca de Manaus para preservar a competitividade da região.


Imposto Seletivo deve render R$ 41,9 bilhões


Outro tributo que aparece nas projeções do Orçamento é o Imposto Seletivo. A expectativa do governo é arrecadar R$ 41,9 bilhões em 2027 com a cobrança sobre produtos e atividades considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.


Entre os setores considerados na estimativa estão veículos, tabaco, bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas e apostas. Somadas, as receitas projetadas para CBS e Imposto Seletivo chegam a R$ 677,9 bilhões no próximo ano.


A reforma também criou o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que ficará sob responsabilidade de estados e municípios. A implantação do novo sistema ocorrerá de maneira gradual, com período de transição até 2032 e funcionamento definitivo a partir de 2033.


CBS e IBS seguem o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), permitindo que valores pagos em uma etapa da cadeia produtiva sejam compensados nas seguintes. Outra mudança é a tributação no destino, fazendo com que a arrecadação fique vinculada ao local onde ocorre o consumo, em vez da origem da produção.


Orçamento prevê outras receitas


Além dos novos impostos, o governo estima arrecadar R$ 176 bilhões com recursos naturais em 2027, incluindo royalties do petróleo. A receita prevista com dividendos deve superar R$ 31 bilhões, abaixo dos R$ 55,5 bilhões projetados para 2026.


Na área fiscal, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, informou que a previsão é de um superávit primário efetivo de R$ 18,6 bilhões no próximo ano.


Quando são retiradas do cálculo despesas com precatórios e determinados gastos de saúde, educação e defesa que estão fora das regras do arcabouço fiscal, o resultado considerado para cumprimento da meta chega a R$ 83,4 bilhões.


A meta fiscal para 2027 corresponde a um resultado positivo de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto), calculado em R$ 73,2 bilhões. Dessa forma, a proposta orçamentária trabalha com uma margem de R$ 10,2 bilhões acima do objetivo estabelecido.


O projeto ainda passará pela análise de deputados e senadores, que poderão apresentar emendas e promover alterações nas receitas e despesas previstas antes da votação definitiva do Orçamento de 2027. (Com informações da Agência Brasil).

Jovem é baleado dentro de padaria na frente de clientes em MS

 

                                                  Atirador de capacete baleia jovem em padaria. (Foto: Reprodução)


Um jovem foi baleado diante de clientes e funcionários de uma padaria em Cassilândia, no domingo (30). O crime ocorreu em poucos segundos e foi registrado por uma câmera de segurança instalada no estabelecimento.


A vítima foi socorrida e segue hospitalizada em estado grave.


As imagens mostram uma motocicleta ocupada por duas pessoas passando em frente à padaria. Pouco depois, um dos ocupantes desce do veículo e, ainda usando capacete, entra no comércio, onde estavam pelo menos cinco clientes, além dos funcionários.


O suspeito caminha em direção ao jovem e efetua um disparo. Logo depois, deixa o estabelecimento e foge na motocicleta. A movimentação provoca correria entre as pessoas que presenciaram o ataque.


A Polícia Civil informou nesta segunda-feira (31) que a vítima permanece internada em estado grave. A identidade do jovem e o nome do suspeito não foram divulgados.


O caso está sob investigação da Delegacia de Polícia Civil de Cassilândia. As circunstâncias do crime, incluindo a motivação e a participação da segunda pessoa que aparece na motocicleta, deverão ser esclarecidas durante o inquérito.


Segundo a Polícia Civil, novas informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações