Foto: Divulgação
O mercado da soja apresentou movimentos distintos nas principais regiões produtoras do país, com quedas no interior, estabilidade em algumas praças e resistência pontual nos portos. Segundo a TF Agroeconômica, o desempenho do mercado físico refletiu a forte pressão externa da Bolsa de Chicago, embora fatores locais tenham limitado as perdas em determinadas regiões.
No Rio Grande do Sul, Não-Me-Toque e Nonoai registraram R$ 140 por saca, alta de 0,72%, enquanto o Porto de Rio Grande permaneceu estável em R$ 163 no disponível e R$ 164 para entrega e embarque em outubro de 2026. Ijuí e Cruz Alta fecharam a R$ 150, com recuo de 0,66%, e Passo Fundo e Santa Rosa ficaram em R$ 151, também em baixa.
Em Santa Catarina, Rio do Sul manteve a soja em R$ 140, enquanto Palma Sola ficou em R$ 138,50. Produtores relataram propostas mais agressivas de compradores locais diante da demanda da agroindústria por grãos.
No Paraná, o Indicador Cepea/Esalq caiu 0,64%, para R$ 152,82 por saca, e o ESALQ/B3 em Paranaguá recuou 0,73%, para R$ 160,55. O prêmio de exportação para setembro de 2026 permaneceu firme em US$ 1,85 por bushel. No interior, Cascavel caiu para R$ 153, enquanto Maringá e Ponta Grossa ficaram estáveis em R$ 151.
Em Mato Grosso do Sul, Chapadão do Sul apresentou queda de 1,39%, para R$ 142. Campo Grande destoou com alta de 1,40%, chegando a R$ 145. Já em Mato Grosso, as perdas chegaram a R$ 5 por saca em negócios pontuais, com recuos relevantes em Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Primavera do Leste e Rondonópolis. Sorriso foi cotada a R$ 135,20, enquanto o farelo de soja alcançou R$ 1.911,88 por tonelada.
Agrolink - Leonardo Gottems

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