O Marco – Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul receberá até o dia 31 de janeiro propostas de artistas interessados em participar do seu “Programa de Exposições 2012”
O prazo foi prorrogado e o regulamento da seleção está disponível no site do museu e da Fundação de Cultura. Os portfólios deverão ser enviados para avaliação da Comissão Curatorial do Museu. As propostas poderão ser inscritas individualmente ou por grupos de artistas.
Os materiais especificados como portfólio e curriculum com o nome do artista deverão estar contidos em envelope ou embalagem apropriada, preferencialmente em tamanho A4 ou no máximo em tamanho A3 e devem ser dirigidos ao Marco, que fica na Rua Antonio Maria Coelho, 6000, Parque das Nações Indígenas, CEP 79021-170, na Capital.
O Marco dispõe de 4 salas para exposições temporárias visando a divulgação do artista contemporâneo e o reconhecimento do artista consagrado e 1 sala com exposição permanente de obras do seu acervo. O resultado será divulgado nos sites do museu e da Fundação de Cultura.
Serviço: Mais informações sobre o “Programa de Exposições 2012” poderão ser obtidas no Marco, pelo telefone (67) 3326-7449, de terça-feira à sexta-feira, das 13h às 17h.
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Divulgação de acontecimentos culturais, na cidade de Campo Grande MS, e Estado, shows,teatro,cinemas.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Cine Sesi encerra etapa com público de 46 mil pessoas
Com a proposta de levar cinema de graça para os moradores das cidades do interior onde não há salas de exibição de filmes, o Projeto Cine Sesi Cultural encerrou a segunda etapa do projeto com público de 46 mil pessoas das cidades de Sidrolândia, Maracaju, Aquidauana, Nioaque, Porto Murtinho, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Sete Quedas, Batayporã, Água Clara, Inocência, Pedro Gomes, Sonora, Bandeirantes, Rochedo e Deodápolis.
A última cidade a receber a iniciativa foi Deodápolis, atraindo 2.600 pessoas no município nos três dias de projeções – sexta-feira (06/01), sábado (07/01) e domingo (08/01). No período foram exibidos os curtas e longas-metragens “Até o Sol Raiar”, “Se Eu Fosse Você 2”; “Vida Maria”, “A Era do Gelo 3”, “Câmara Viajante” e “Pequenas Histórias”, respectivamente, na tela gigante montada na praça central da cidade.
Segundo o produtor do Cine Sesi no Estado, Gabriel Sá, o melhor dia de público foi no domingo, quando 1.000 pessoas prestigiaram os filmes exibidos. “Tivemos uma ótima receptividade no município, a população também se mostrou muito satisfeita com a proposta”, avaliou. Em Mato Grosso do Sul, o projeto já foi visto, na primeira etapa realizada em 2010, por 52,2 mil pessoas em 14 cidades, enquanto no País já são quase 3 milhões de pessoas de 559 cidades espalhadas por 8 Estados.
Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o Cine Sesi Cultural possui um forte apelo cultural, integrando toda a população do Estado. “É a oportunidade de acesso ao cinema, aguçando todos os sentidos e principalmente a imaginação dessas pessoas, despertando também a criatividade de crianças e adultos”, destacou. Ele informa que ainda este ano o projeto irá beneficiar mais um grupo de pelo menos 15 cidades.
Público
Para Dafny Rosa Ferreira, 12 anos, o cinema de graça desperta o interesse dos jovens para conhecer um pouco da magia do cinema, “Às vezes, não é só por falta de dinheiro que não vamos ao cinema, mas também por desconhecer a importância de assistir um bom filme. Todo mundo deveria experimentar pelo uma vez na vida essa sensação, de ver pela primeira vez um filme ar ao livre por meio de uma telona”, disse.
Gustavo Luiz de Matos, 11 anos, também nunca foi ao cinema e assiste pela primeira vez o Cine Sesi. “Ouvi o carro de som fazer a propaganda e na mesma hora pedi para minha mãe para poder vir acompanhado do meu irmão e dos meus primos. Sempre tive interesse, mas meus pais nunca puderam me levar ao cinema nas vezes que fui a Capital”, disse.
Ao contrário dele, Ana Caroline Barbosa, 9 anos, nunca sentiu interesse por cinema, pois não tinha o incentivo dos pais. “Meus pais sempre nos disseram que nunca poderiam nos levar ao cinema e isso fez com que eu crescesse achando impossível assistir um filme de verdade. Hoje eu vejo que é possível sim e pude sentir o quanto é bom sentar, comer pipoca, assistir um filme e poder dar boas gargalhadas”, garantiu.
A última cidade a receber a iniciativa foi Deodápolis, atraindo 2.600 pessoas no município nos três dias de projeções – sexta-feira (06/01), sábado (07/01) e domingo (08/01). No período foram exibidos os curtas e longas-metragens “Até o Sol Raiar”, “Se Eu Fosse Você 2”; “Vida Maria”, “A Era do Gelo 3”, “Câmara Viajante” e “Pequenas Histórias”, respectivamente, na tela gigante montada na praça central da cidade.
Segundo o produtor do Cine Sesi no Estado, Gabriel Sá, o melhor dia de público foi no domingo, quando 1.000 pessoas prestigiaram os filmes exibidos. “Tivemos uma ótima receptividade no município, a população também se mostrou muito satisfeita com a proposta”, avaliou. Em Mato Grosso do Sul, o projeto já foi visto, na primeira etapa realizada em 2010, por 52,2 mil pessoas em 14 cidades, enquanto no País já são quase 3 milhões de pessoas de 559 cidades espalhadas por 8 Estados.
Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o Cine Sesi Cultural possui um forte apelo cultural, integrando toda a população do Estado. “É a oportunidade de acesso ao cinema, aguçando todos os sentidos e principalmente a imaginação dessas pessoas, despertando também a criatividade de crianças e adultos”, destacou. Ele informa que ainda este ano o projeto irá beneficiar mais um grupo de pelo menos 15 cidades.
Público
Para Dafny Rosa Ferreira, 12 anos, o cinema de graça desperta o interesse dos jovens para conhecer um pouco da magia do cinema, “Às vezes, não é só por falta de dinheiro que não vamos ao cinema, mas também por desconhecer a importância de assistir um bom filme. Todo mundo deveria experimentar pelo uma vez na vida essa sensação, de ver pela primeira vez um filme ar ao livre por meio de uma telona”, disse.
Gustavo Luiz de Matos, 11 anos, também nunca foi ao cinema e assiste pela primeira vez o Cine Sesi. “Ouvi o carro de som fazer a propaganda e na mesma hora pedi para minha mãe para poder vir acompanhado do meu irmão e dos meus primos. Sempre tive interesse, mas meus pais nunca puderam me levar ao cinema nas vezes que fui a Capital”, disse.
Ao contrário dele, Ana Caroline Barbosa, 9 anos, nunca sentiu interesse por cinema, pois não tinha o incentivo dos pais. “Meus pais sempre nos disseram que nunca poderiam nos levar ao cinema e isso fez com que eu crescesse achando impossível assistir um filme de verdade. Hoje eu vejo que é possível sim e pude sentir o quanto é bom sentar, comer pipoca, assistir um filme e poder dar boas gargalhadas”, garantiu.
Grupo Pholhas se apresenta em Campo Grande dia 13
A primeira atração do projeto Noite da Seresta de 2012, que será no dia 13 de janeiro, na Praça do Rádio Clube às 19h30min, é o grupo Pholhas. Ainda na estrada após 38 anos de trabalho, o grupo vem a Campo Grande apresentar um show diversificado com recriações de sucessos do rock inglês e norte-americano, especialmente de Bee Gees, Credence Clearwater Revival, Elvis Presley, Rolling Stones e Beatles.
O show havia sido adiado no ano passado, por tempo chuvoso na cidade, e a agenda do grupo só permitiu que eles viessem nesta data para fazer a apresentação esperada por muitos fãs. Na abertura, a animação ficará por conta de músicos sul-mato-grossenses.
O show havia sido adiado no ano passado, por tempo chuvoso na cidade, e a agenda do grupo só permitiu que eles viessem nesta data para fazer a apresentação esperada por muitos fãs. Na abertura, a animação ficará por conta de músicos sul-mato-grossenses.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Álbum dos Beatles é o vinil mais vendido pelo terceiro ano
O clássico Abbey Road, dos Beatles, foi o vinil mais vendido nos Estados Unidos pelo terceiro ano consecutivo, informa a revista Rolling Stone.
Segundo informações oficiais, Abbey Road vendeu 41 mil cópias em 2011, mais do que as 35 mil vendidas em 2010. Em 2009, o total de cópias comercializadas foi de 34.800.
Entre os dez vinis mais vendidos no ano nos EUA estão ainda 21, de Adele, The King of Limbs, do Radiohead, e dois álbum diferentes da banda The Black Keys.
Segundo informações oficiais, Abbey Road vendeu 41 mil cópias em 2011, mais do que as 35 mil vendidas em 2010. Em 2009, o total de cópias comercializadas foi de 34.800.
Entre os dez vinis mais vendidos no ano nos EUA estão ainda 21, de Adele, The King of Limbs, do Radiohead, e dois álbum diferentes da banda The Black Keys.
Cidade do Natal se despede com programação especial
A programação da Cidade do Natal se encerra no dia 8 de janeiro de 2012 e para os dias 7 e 8 teremos programação mais do que especial.
No dia 07 de janeiro, às 20h30 minutos, no palco Fernando Pessoa teremos a apresentação com Kelly Ramos e banda Benny, em sua formação completa.
A Banda Benny surgiu no ano de 2009, quando Kelly Ramos, depois de cantar e animar por mais de 10 anos a banda Lilás de Campo Grande, decidiu montar a sua própria banda.
A seguir, o Músico e compositor, Carlos Colman. Carlos Colman começou a tocar na década de 70 no estado. Ele é autor da canção Castelândia, uma das mais conhecidas de MS.
Filho de músico e professor de violão iniciou a carreira no Grupo Therra. Carlos já participou da gravação de vários projetos musicais, como Prata da Casa, Caramujo Som, Mato Grosso do Som, Festival do Chamamé e Festival do Mercosul.
Trabalhando com música regional, ele explora em suas canções vários estilos da música de raiz, entre eles, a polca, o chamamé, a toada e o arrasta-pé.
No dia 08 de janeiro, às 20h30minutos será a vez da Banda Eclipse, com o melhor do “Retrô ou flash back”. A Banda procura recriar os arranjos originais das músicas, na medida do possível.
No dia 07 de janeiro, às 20h30 minutos, no palco Fernando Pessoa teremos a apresentação com Kelly Ramos e banda Benny, em sua formação completa.
A Banda Benny surgiu no ano de 2009, quando Kelly Ramos, depois de cantar e animar por mais de 10 anos a banda Lilás de Campo Grande, decidiu montar a sua própria banda.
A seguir, o Músico e compositor, Carlos Colman. Carlos Colman começou a tocar na década de 70 no estado. Ele é autor da canção Castelândia, uma das mais conhecidas de MS.
Filho de músico e professor de violão iniciou a carreira no Grupo Therra. Carlos já participou da gravação de vários projetos musicais, como Prata da Casa, Caramujo Som, Mato Grosso do Som, Festival do Chamamé e Festival do Mercosul.
Trabalhando com música regional, ele explora em suas canções vários estilos da música de raiz, entre eles, a polca, o chamamé, a toada e o arrasta-pé.
No dia 08 de janeiro, às 20h30minutos será a vez da Banda Eclipse, com o melhor do “Retrô ou flash back”. A Banda procura recriar os arranjos originais das músicas, na medida do possível.
Reinstalado relógio do cruzamento da calógeras e Afonso Pena
Um dos principais símbolos turísticos de Campo Grande, o Relógio Central localizado no cruzamento das avenidas Calógeras e Afonso Pena, foi reinstalado na tarde de ontem, como parte das ações do plano de revitalização do Centro. O reparo foi autorizado pelo prefeito Nelson Trad Filho e custou cerca de R$ 30 mil reais.
Por ter uma estrutura eletrônica complexa, o conserto do maquinário aconteceu em São Paulo.
A estrutura recebeu intervenções gerais, mas respeitou a identidade e a arquitetura original. No fim da manhã de hoje, o prefeito Nelson Trad Filho esteve no local e conferiu a instalação das peças.
"A reforma deste relógio é da maior importância, pois revive nossas memórias. No passado, a torre era um local de manifestações cívicas e políticas, bem como foi palco de grandes discursos. Com a manutenção, nós respeitamos o nosso passado e garantimos a presença deste símbolo histórico no nosso presente e, certamente, no futuro", afirma Nelsinho.
Ponto de encontro - O relógio foi construído em 1933 na 14 de Julho, a 100 metros do atual local. Depois da demolição da torre, na década de 70, uma réplica foi erguida já no local atual em 1999, com o maquinário original.
Nos arquivos históricos de Campo Grande, o relógio aparece como ponto de referência na Capital, onde aconteciam encontros, reuniões e comícios políticos. O aparelho possuía quatro faces e estava localizado a cinco metros de altur
Por ter uma estrutura eletrônica complexa, o conserto do maquinário aconteceu em São Paulo.
A estrutura recebeu intervenções gerais, mas respeitou a identidade e a arquitetura original. No fim da manhã de hoje, o prefeito Nelson Trad Filho esteve no local e conferiu a instalação das peças.
"A reforma deste relógio é da maior importância, pois revive nossas memórias. No passado, a torre era um local de manifestações cívicas e políticas, bem como foi palco de grandes discursos. Com a manutenção, nós respeitamos o nosso passado e garantimos a presença deste símbolo histórico no nosso presente e, certamente, no futuro", afirma Nelsinho.
Ponto de encontro - O relógio foi construído em 1933 na 14 de Julho, a 100 metros do atual local. Depois da demolição da torre, na década de 70, uma réplica foi erguida já no local atual em 1999, com o maquinário original.
Nos arquivos históricos de Campo Grande, o relógio aparece como ponto de referência na Capital, onde aconteciam encontros, reuniões e comícios políticos. O aparelho possuía quatro faces e estava localizado a cinco metros de altur
Exposição de fotos sobre ditadura militar continua na cãmara
Segue aberta para visitação na Câmara Municipal de Campo Grande, a mostra fotográfica sobre a ditadura militar. A exposição está no hall de entrada da Casa de Leis , resultado de uma parceria com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, da Presidência da República.
Fatos históricos e memoráveis estarão distribuídos nos 14 painéis que reúnem imagens e textos da biografia do país, desde a deflagração do golpe, em março de 1964, até á retomada da democracia, com registros de episódios emblemáticos, entre os quais a mobilização das diretas-já, o surgimento da liderança de Luiz Inácio Lula da Silva e a campanha pela anistia.
Fatos históricos e memoráveis estarão distribuídos nos 14 painéis que reúnem imagens e textos da biografia do país, desde a deflagração do golpe, em março de 1964, até á retomada da democracia, com registros de episódios emblemáticos, entre os quais a mobilização das diretas-já, o surgimento da liderança de Luiz Inácio Lula da Silva e a campanha pela anistia.
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