Foto: USDA
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros encerraram em baixa
O mercado global da soja registrou um dia de recuo nas cotações, refletindo fatores externos e ajustes técnicos nas negociações. A TF Agroeconômica aponta que o movimento foi influenciado pela liquidação de posições e pelo adiamento das negociações entre Estados Unidos e China, além de impactos vindos do cenário energético e da demanda internacional.
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros encerraram em baixa, acompanhados também por perdas no farelo e no óleo de soja. A pressão adicional veio da queda nas importações da União Europeia e do comportamento do petróleo, que influenciou diretamente o óleo vegetal.
No Brasil, o avanço da colheita reforça a expectativa de uma safra recorde, com destaque para o ritmo acelerado favorecido por condições climáticas. No Rio Grande do Sul, os trabalhos avançam com jornadas noturnas, embora regiões afetadas por estiagem ainda apresentem perdas produtivas. O mercado interno mostra diferenças entre interior e porto, enquanto custos logísticos e dependência do transporte rodoviário seguem pesando sobre a rentabilidade.
Em Santa Catarina, o cenário é de estabilidade, com pouca variação nos preços e ausência de նոր dados técnicos que orientem as negociações. Já no Paraná, a reta final da colheita ocorre sob pressão logística, com custos elevados de transporte e entraves no escoamento, além de exigências sanitárias que impactam o fluxo no porto.
No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul avança na colheita e no plantio do milho safrinha, mas enfrenta queda significativa na importação de fertilizantes. Em Mato Grosso, a produção histórica convive com fretes elevados e խնդիր de qualidade dos grãos, fatores que reduzem a competitividade e comprimem as margens do produtor.
Agrolink - Leonardo Gottems

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