quarta-feira, 4 de março de 2026

Celso Bejarano, morre aos 63 anos

 

                                            Jornalista, Celso Bejarano Júnior - Divulgação




Jornalista, Celso Bejarano Júnior, morreu na madrugada desta quarta-feira (4), no Hospital Cassems, localizado na avenida Mato Grosso, número 5151, em Campo Grande. Ele tinha 63 anos e deixou três filhos.


Ele nasceu em 4 de março de 1963, ou seja, morreu no dia de seu aniversário.


Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia na tarde desta terça-feira (4), da qual saiu intubado por complicações pulmonares.


Em seguida, foi encaminhado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas, o quadro clínico se agravou e ele faleceu às 1h da madrugada desta quarta-feira (4).


Pedido de ajuda financeiro, para custear despesas de hospital e remédios, circulou nos grupos de jornalismo, na tarde desta terça-feira (3).


Celso foi repórter de política no Correio do Estado entre 2021-2024 e também em 2012-2016.


Atuou no Diário da Serra  na década de 90. Trabalhou como repórter em Brasília (DF) e Cuiabá (MT) na década de 2000. Também foi correspondente de veículos de imprensa nacionais, como Folha de S. Paulo e UOL.


Atualmente, era jornalista investigativo no Jornal Midiamax, de Campo Grande (MS).


Bejarano fazia parte da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS).


Editor-chefe do Correio do Estado, Eduardo Miranda, relembrou a época de trabalho com Bejarano.


“Foi um grande jornalista. Um dos mais sensíveis com que já trabalhei. Tinha uma capacidade impressionante de descrever um fato, sobretudo quando se narrava uma injustiça. Vai fazer muita falta”, lamentou.


Editor do Correio do Estado, Neri Kaspary, que há 32 anos atua no jornalismo diário de Campo Grande, teve a oportunidade de trabalhar duas vezes em diferentes lugares com Celso.


"Trabalhei com o Celso Bejarano na década de 90, no jornal Diário da Serra. Foi meu primeiro editor. Aprendi muito com ele e desde então admirava sua competência profissional e sua generosidade. Recentemente voltei a trabalhar com ele na redação do Correio do Estado. Seu entusiasmo, integridade e interesse em mudar o mundo, que são fundamentais na nossa profissão, continuavam intactos. Sua morte precoce deixa órfão o jornalismo de Campo Grande, já que ele era referência para diferentes gerações", disse.


Naiara Camargo


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